Crédito do Trabalhador: preocupação redobrada e sinal de alerta para o Contador – Jornal Contábil

O programa Crédito do Trabalhador, uma iniciativa do Governo Federal para democratizar o acesso a empréstimos consignados com juros mais baixos, tem gerado apreensão no setor empresarial e entre os profissionais da contabilidade. 

Apesar da boa intenção de facilitar o crédito para milhões de trabalhadores formais, a operacionalização do programa levanta bandeiras vermelhas, principalmente pela carga de responsabilidade que recai sobre as empresas e seus contadores.

A principal preocupação reside no fato de que os empréstimos, descontados diretamente na folha de pagamento, impõem uma nova gama de obrigações às empresas. 

Consequentemente, os escritórios de contabilidade, já sobrecarregados pela complexa legislação trabalhista brasileira, veem um aumento significativo em suas tarefas e, o que é mais grave, em seus riscos jurídicos.

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Responsabilidade Jurídica

Especialistas alertam que o programa pode agravar a já delicada situação das empresas, que operam em um ambiente regulatório denso e oneroso. A legislação atual já é um desafio constante, e a adição de novas responsabilidades relacionadas ao crédito consignado pode criar um cenário de maior insegurança jurídica.

Para os contadores, a situação é ainda mais delicada. Pela legislação, o contador é considerado preposto da empresa, o que o torna pessoalmente responsável por qualquer erro na gestão da folha de pagamento e nos descontos efetuados.

 Por exemplo, se houver qualquer falha no processamento do crédito consignado, o contador pode ser acionado judicialmente, o que aumenta a insegurança e o custo para as empresas. Essa responsabilidade individual adiciona uma camada extra de pressão e risco para uma categoria profissional já bastante demandada.

Apesar de seu objetivo social de oferecer crédito mais acessível, o Crédito do Trabalhador precisa ter seus impactos colaterais cuidadosamente avaliados para evitar que um benefício para o trabalhador se transforme em um novo ônus para o empregador e o contador.

O que é o novo empréstimo consignado CLT e como ele funciona?

O empréstimo consignado CLT funciona como uma linha de crédito com desconto automático no contracheque do trabalhador. A principal inovação é a possibilidade de usar o FGTS como garantia, o que torna o crédito mais barato.

A contratação ocorre via Carteira de Trabalho Digital, onde o trabalhador autoriza os bancos a apresentarem propostas. O processo é ágil e as taxas podem cair para cerca de 1,8% ao mês. Enquanto o consignado tradicional gira em torno de 3%, segundo o Banco Central.

Portanto, é uma alternativa prática, especialmente para quem não consegue acessar linhas convencionais de crédito devido a restrições ou renda baixa.

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Embora bem-intencionado, o Crédito do Trabalhador também gera uma nova demanda de serviços para os escritórios de contabilidade que, em geral, não está prevista nos contratos atuais com as empresas. 

Especialistas alertam que é importante que os contadores deixem claro que a gestão do crédito consignado é um serviço adicional. Portanto, que terá um custo à parte, a ser repassado, consequentemente, às empresas.

Para mitigar os riscos e garantir a fluidez do processo, a palavra de ordem é comunicação eficiente. É fundamental que haja um alinhamento claro entre todos os envolvidos. O trabalhador, que solicita o crédito; o empregador, responsável pelo desconto; e a contabilidade, que operacionaliza e registra essas movimentações.

Especialistas concordam que o programa Crédito do Trabalhador, em sua concepção, é uma iniciativa louvável com o objetivo de beneficiar diretamente os trabalhadores. 

Contudo, paira uma preocupação: sem os devidos ajustes e suporte adequado às empresas, que arcam com a operacionalização e a responsabilidade, a proposta pode rapidamente se transformar em um problema em vez de uma solução.

Portanto, a categoria contábil precisa estar atenta aos próximos passos.

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ECF 2025: contas analíticas ou sintéticas? Qual prazo de envio? – Jornal Contábil

No ramo de contabilidade é preciso ficar atento para a emissão das obrigações acessórias, assim como os prazos de entrega. Com o Sistema Público de Escrituração Digital (SPED), da Receita Federal, facilitou mais porque a transmissão dos documentos é feita eletronicamente. Entre as obrigações está a ECF (Escrituração Contábil Fiscal).

A ECF é uma declaração acessória obrigatória imposta às pessoas jurídicas estabelecidas no Brasil. Ela entrou em vigência a partir de 2015, substituindo a Declaração de Informações Econômico-Fiscais da Pessoa Jurídica (DIPJ).

Nessa obrigação, são declaradas a Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido (CSLL), o Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ) e demais informações econômicas e fiscais.

Contudo, gera muitas dúvidas ainda no seu preenchimento. Por exemplo, onde deve ser feito o “De/Para”? Nas contas analíticas ou nas sintéticas? Acompanhe o texto e descubra.

O que são as contas analíticas?

As contas analíticas são aquelas que representam os elementos patrimoniais no maior grau de detalhamento. 

O que são as contas sintéticas?

Já as contas sintéticas são aquelas cujo saldo é calculado através da soma de duas ou mais contas analíticas. Resumindo, a conta sintética será a soma de diversas contas analíticas.

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Em qual delas deve ser feito o ‘De/Para’, afinal?

Pois bem, você não está sozinho nesta questão. Muitos não sabem a resposta ou então estão equivocados. O “De/Para” do plano de contas empresarial para o plano de contas referencial “pega muita gente pelo pé” como se diz popularmente.

Então, para dizimar qualquer dúvida, vale destacar que o plano de contas referencial tem por finalidade estabelecer um mapeamento (De/Para) entre as contas analíticas.

Na ECF, o mapeamento para o plano de contas referencial é obrigatório. Ele pode ser mapeado por meio do Registro I051 (Plano de Contas Referencial) da ECD (Escrituração Contábil Digital) do período ou pelo Registro C051 (Plano de Contas Referencial) da ECF.

O mapeamento do saldo das contas contábeis societárias para a ECF é feito por meio dos registros constantes dos blocos J e K dessa obrigação.

Quem precisa apresentar a ECF?

Estão obrigados a entregar anualmente todas as pessoas jurídicas, inclusive imunes e isentas, sejam elas tributadas pela apuração do lucro real, lucro arbitrado ou lucro presumido, exceto:

  • As pessoas jurídicas optantes pelo Regime Simples Nacional;
  • Os órgãos públicos, as autarquias e as fundações públicas;
  • As pessoas jurídicas que não tenham efetuado qualquer atividade operacional, não operacional, patrimonial ou financeira, inclusive aplicação no mercado financeiro ou de capitais, durante todo o ano-calendário.

Qual o prazo de entrega da ECF?

Por enquanto não houve nenhuma mudança com relação a essa obrigação. Portanto, a Escrituração Contábil Fiscal termina em 31 de julho de 2025.

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O que acontece se não entregar a ECF?

A não apresentação ou entrega em atraso da ECD da ECF implica em multa equivalente a 0,25% – por mês-calendário ou fração do lucro líquido (limitado a 10%).

Essa multa não poderá ser superior a R$ 100 mil, para empresas que tiveram receita bruta total de até R$ 3,6 milhões no ano anterior. Para as outras empresas, o valor da multa é limitado a R$ 5 milhões.

Já as que estão enquadradas no lucro real, as multas são as seguintes:

  • 0,5% do valor da receita bruta da pessoa jurídica, no período a que se refere à escrituração aos que não enviarem a declaração;
  • 5% sobre o valor da operação correspondente, limitada a 1% do valor da receita bruta da pessoa jurídica no período a que se refere a escrituração, aos que omitirem ou prestarem incorretamente as informações referentes aos registros e respectivos arquivos;
  • 0,02% por dia de atraso, calculada sobre a receita bruta da pessoa jurídica no período a que se refere a escrituração, limitada a 1% desta, aos que não cumprirem o prazo estabelecido para apresentação da ECF.

Conclusão

Portanto, a entrega da ECF 2025 requer atenção e cuidados, a fim de evitar erros e sanções. É importante verificar as informações contábeis e fiscais da empresa, conferir a consistência das informações, estar atualizado quanto às alterações na legislação, entre outros cuidados. 

Dessa forma, a sua empresa pode garantir a entrega correta da ECF e evitar problemas com a RFB.

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Dois grupos têm dinheiro a receber do governo. Veja quem está apto!  – Jornal Contábil

Os pagamentos do PIS/Pasep em 2025 continuam a todo vapor. Neste mês de junho já estão aptos a  receber da Caixa Econômica Federal ou do Banco do Brasil quem nasceu nos meses de julho e agosto. Os valores ficam disponíveis para saque até 29 de dezembro deste ano.

Aprovado no fim do ano passado, o calendário de liberações segue o mês de nascimento do trabalhador. Os pagamentos ocorrem de 15 de fevereiro a 15 de agosto.

Neste ano, cerca de R$ 27 bilhões poderão ser sacados. Segundo o Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat), o abono salarial de 2025 será pago a 24,87 milhões de trabalhadores em todo o país. 

Desse total, 21,98 milhões são da iniciativa privada e receberão o abono do PIS e 2,89 milhões de servidores públicos, empregados de estatais e militares têm direito ao Pasep.

Quem tem direito ao PIS/Pasep 2025?

Para ter direito ao abono salarial é necessário atender a alguns requisitos específicos:

  1. Ter trabalhado com carteira assinada por pelo menos 30 dias em 2023
  2. Ter recebido, em média, até dois salários mínimos mensais
  3. Estar inscrito no PIS/Pasep há no mínimo cinco anos
  4. Ter seus dados corretamente informados pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) ou no eSocial

Estes critérios garantem que o benefício chegue àqueles que realmente necessitam do apoio financeiro adicional. É importante que os trabalhadores verifiquem se atendem a todas essas condições antes de contar com o recebimento do abono.

Como consultar o direito ao benefício?

A ansiedade para saber se tem direito ao pagamento do PIS/Pasep  2025 é compreensível. Felizmente, o governo disponibiliza várias formas de consulta:

  • Aplicativo da Carteira de Trabalho Digital
  • Portal Gov.br
  • Central de Atendimento Alô Trabalho (telefone 158)
  • Unidades das Superintendências Regionais do Trabalho

Para utilizar o aplicativo da Carteira de Trabalho Digital, é necessário atualizá-lo, entrar na seção “Benefícios”, escolher a opção “Abono Salarial” e então clicar em “Pagamentos”. Lá, você encontrará informações sobre valor, data e banco de recebimento.

A Central Alô Trabalho oferece atendimento gratuito das 7h às 22h, de segunda a sábado, facilitando o acesso à informação para aqueles que preferem o contato telefônico.

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Calendário completo de pagamentos do PIS/Pasep

O  calendário de pagamento do PIS/Pasep 2025 foi estruturado para distribuir os benefícios de forma organizada ao longo do ano. Confira as datas:

Mês de Nascimento Data de Pagamento
Janeiro 17 de fevereiro
Fevereiro 17 de março
Março e Abril 15 de abril
Maio e Junho 15 de maio
Julho e Agosto 16 de junho
Setembro e Outubro 16 de julho
Novembro e Dezembro 15 de agosto

É fundamental anotar a data correspondente ao seu mês de nascimento para não perder o prazo. O último lote será liberado em agosto, mas os valores ficarão disponíveis para saque até 29 de dezembro de 2025.

Valor do abono salarial 2025

O valor do abono salarial depende do tempo de trabalho em 2023. O benefício pode chegar até o valor de um salário mínimo, que em 2025 será de R$ 1.518. Para quem trabalhou por menos tempo, o valor é proporcional, podendo variar de R$ 127,00 a R$ 1.518..

Esta variação no pagamento do PIS/Pasep 2025 reflete o princípio de que o benefício deve ser proporcional à contribuição do trabalhador ao longo do ano-base. Assim, quanto mais meses trabalhados, maior será o valor recebido.

Como receber o abono salarial

O processo de recebimento do pagamento do PIS/Pasep 2025 varia conforme o banco responsável:

  • O PIS, destinado aos trabalhadores de empresas privadas, é pago pela Caixa Econômica Federal.
  • Já o Pasep, para servidores públicos, é pago pelo Banco do Brasil.

A Caixa prioriza o crédito em conta corrente, mas também permite o saque em agências, lotéricas e terminais de autoatendimento. O Banco do Brasil, por sua vez, realiza o pagamento preferencialmente via crédito em conta, Pix ou TED, oferecendo ainda a opção de atendimento presencial nas agências.

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O que faz parte da responsabilidade de um contador? – Jornal Contábil

As responsabilidades do contador dizem respeito às obrigações tributárias e fiscais, além de questões administrativas e de pessoal das empresas. Contar com os serviços do profissional ajuda a evitar erros e descumprimentos de prazos que podem acarretar em sanções, multas e até na perda do CNPJ. 

Além de o contador também poder assessorar em questões que dizem respeito às finanças pessoais, como a declaração do Imposto de Renda de Pessoa Física, por exemplo.

A seguir, vamos nos aprofundar um pouco mais no assunto, destacando qual é o real papel de cada um dos profissionais envolvidos.

A relação do contador e seu cliente  

De acordo com o Código Civil, a relação do Contador com a empresa é a de “preposto” (o contador) e “preponente” (a empresa, ou o cliente). Está estabelecido no art. 1.177 do Código Civil de 2002, em conjunto com o art. 1.182. 

Enquanto o primeiro traz essa relação preposto/preponente, o segundo artigo citado indica que a escrituração contábil deve ficar sob responsabilidade de um contabilista legalmente habilitado. 

Antes que você se pergunte, isso não vale somente para contabilidade terceirizada. Esse preposto, o contador, pode ser interno ou externo, pode ser integrante ou não do quadro de funcionários. Igualmente o dispositivo se aplica.

Segundo esse artigo, os registros feitos na contabilidade da empresa (preponente, o cliente), por qualquer um dos prepostos (contador) encarregados por fazer essa escrituração, tem os mesmos efeitos como se o próprio cliente tivesse feito. A única exceção trazida ali é a de ter havido má-fé. 

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Responsabilidades

No seu parágrafo único, o art. 1.177 esclarece que o contador é pessoalmente responsável, perante a empresa, pelos atos culposos. E aqui a gente precisa entender que o juridiquês se afasta um pouco da nossa forma de falar no dia a dia. 

Normalmente, quando o profissional comete um erro sem querer, responde imediatamente: não foi minha culpa, foi sem querer.  De  acordo com o Código Penal, os crimes culposos são aqueles em que a pessoa deu causa por imprudência, por negligência ou por imperícia. Já os crimes dolosos são aqueles em que a pessoa quis o resultado ou assumiu o risco de produzir esse resultado. 

Portanto, por mais que a pessoa use a expressão ‘não foi minha culpa’ para justificar que o erro foi sem querer, na verdade foi algo culposo: mesmo sem querer, negligenciou aquilo, foi imprudente. 

Portanto, ainda que a administração tributária cobre da empresa essa multa, o contador é pessoalmente responsável por ela, perante a empresa. Ou seja, a Receita Federal cobra da empresa, mas a empresa vai cobrar do contador. 

Agora, digamos que a entrega de uma obrigação em atraso se deu porque a empresa não cumpriu os prazos de entrega das informações à contabilidade.  Se estavam claras as obrigações do cliente ou se havia comunicação por escrito do atraso na entrega dessas informações.

Em caso positivo, fica muito claro que essa multa não é culpa do contador, mas, sim, culpa do empresário. O problema é não pensar em nada disso e depois só se preocupar com o assunto quando a multa já bateu na porta. E, às vezes, o problema é muito maior que uma multa. 

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Conclusão

Enfim, de tudo que abordamos neste conteúdo, as principais lições sobre as responsabilidades legais do contador que ficam para nós são: 

  1. O contador deve conhecer a fundo suas responsabilidades e as de seu cliente;
  2. Revisar toda a contabilidade do cliente periodicamente é essencial para identificar possíveis erros (intencionais ou não) que possam prejudicar tanto o próprio cliente, quanto terceiros ou, mesmo, a própria Receita Federal;
  3. Perante a identificação de falhas, assumir uma postura de parceria junto ao cliente e orientá-lo quanto aos passos necessários para corrigir o que está errado e colocar a empresa de volta aos trilhos.

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Ranking de contrabandistas do país: Receita Federal lança painel interativo – Jornal Contábil

A Receita Federal acaba de lançar um painel interativo que apresenta o ranking dos maiores contrabandistas do país, com base nas representações fiscais para fins penais decorrentes das ações de repressão e fiscalização realizadas em 2023, 2024 e 2025.

A iniciativa inédita visa ampliar a transparência das atividades de combate ao contrabando e ao descaminho, oferecendo ao cidadão uma visão clara e atualizada do enfrentamento a esses crimes.

O painel reúne dados detalhados por unidade da federação, tipo de infração, setor econômico e valor estimado dos prejuízos causados aos cofres públicos.

Para acessar o painel clique aqui.



Autor: Ana Luzia RodriguesAutor: Ana Luzia Rodrigues


Formada em jornalismo há mais de 30 anos, já passou por diversas redações dos jornais do interior onde ocupou cargos como repórter e editora-chefe. Também já foi assessora de imprensa da Câmara Municipal de Teresópolis. Atuante no Jornal Contábil desde 2021.


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FGTS atrasado: risco caríssimo tanto para o Empregador quanto para o Contador – Jornal Contábil

O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) é um direito fundamental do trabalhador brasileiro, mas muitas vezes surgem dúvidas sobre os prazos de depósito e o que fazer quando o valor não aparece na conta. Entender as regras é crucial para garantir que seus direitos sejam cumpridos.

Qual o prazo para o depósito do FGTS?

Por lei, o empregador deve depositar o FGTS até o dia 20 do mês subsequente ao trabalhado. Por exemplo, o FGTS referente ao mês de junho de 2025 deve ter depósito até o dia 20 de julho.

É importante notar que o “dia útil” exclui sábados, domingos e feriados. Se o dia 20 cair em um feriado ou fim de semana, o depósito deve antecipar para o dia útil anterior.

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O que fazer se o FGTS não cair na conta?

Quando o depósito não ocorre, a estratégia deve ser gradual e bem documentada. O ideal é começar com uma abordagem mais amigável e escalar a situação se necessário. 

O passo mais simples e, muitas vezes, eficaz, é conversar com o departamento de Recursos Humanos (RH) ou o responsável pela folha de pagamento na empresa. 

A verificação constante do extrato do FGTS deve ser uma prática regular. Ferramentas como o aplicativo FGTS da Caixa Econômica Federal e o site oficial da Caixa permitem acesso rápido e fácil aos depósitos. A persistência em checar as informações é vital para identificar falhas.

Denúncia no Ministério do Trabalho

Se o diálogo com a empresa não funcionar, ou se a situação se tornar recorrente, o trabalhador deve formalizar a denúncia. O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) é o principal canal para isso. 

A denúncia pode ocorrer de forma anônima, protegendo o trabalhador de possíveis retaliações, e desencadeará uma fiscalização na empresa para exigir a regularização dos débitos. 

Os sindicatos profissionais também desempenham um papel crucial na defesa dos direitos trabalhistas; procurar o sindicato da sua categoria pode oferecer não apenas orientação jurídica especializada, mas também a força de uma representação coletiva para pressionar o empregador a cumprir suas obrigações.

Quando todas as tentativas administrativas e negociais falham, a via judicial se torna inevitável. Um advogado trabalhista pode ingressar com uma ação na Justiça do Trabalho, buscando não apenas o depósito dos valores atrasados, mas também a aplicação de multas e correção monetária sobre esses débitos. 

Em casos de inadimplência crônica, a falta de depósitos pode, inclusive, configurar rescisão indireta do contrato de trabalho, permitindo que o empregado “demita” o empregador por justa causa e receba todas as verbas rescisórias devidas.

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Essa atitude traz riscos ao contador?

Sim, o não depósito do FGTS dentro do prazo pode trazer consequências ao contador, principalmente em relação à sua responsabilidade profissional. 

O contador, como responsável pela gestão contábil e financeira da empresa, pode ser responsabilizado solidariamente em casos de atraso ou não pagamento do FGTS, especialmente se ficar comprovada negligência ou má gestão por parte dele. 

Consequências para o Contador

O contador pode ser responsabilizado civilmente por eventuais prejuízos causados aos empregados pela falta de depósito do FGTS, como multas, juros e correções monetárias. 

O não cumprimento das obrigações legais em relação ao FGTS também pode configurar infração ética, sujeitando o contador a sanções disciplinares pelo conselho profissional. 

Por fim, a ausência de depósitos do FGTS não é uma falha trivial; é uma violação de um direito fundamental que compromete a segurança financeira do trabalhador.

Assim, a proatividade, o conhecimento dos prazos e a utilização dos canais adequados para reivindicação são essenciais. 

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Apartamentos de alto padrão: saiba como valorizar seu imóvel com móveis planejados – Jornal Contábil

Um apartamento de alto padrão pode ter vista deslumbrante, acabamento impecável e localização privilegiada — mas ainda assim parecer… comum. O problema? Ambientes sem identidade, espaços mal aproveitados e aquela sensação de “catálogo genérico”. 

Em imóveis onde cada detalhe importa, não há espaço para o óbvio. É por isso que os móveis planejados surgem como protagonistas da sofisticação funcional. Eles transformam cantos esquecidos em soluções inteligentes, trazem elegância sob medida e elevam o imóvel a outro patamar de exclusividade. 

Descubra aqui como escolher, harmonizar e investir em peças que valorizam o seu patrimônio — e que, acima de tudo, contam uma história única: a sua. Porque luxo de verdade mora nos detalhes.

1. A Importância dos Móveis Planejados em Ambientes Sofisticados

Móveis planejados são sinônimo de exclusividade e sofisticação, características essenciais em apartamentos de alto padrão. Eles permitem um aproveitamento máximo dos espaços, garantindo funcionalidade sem abrir mão do design personalizado. Além disso, proporcionam identidade única ao imóvel, o que é decisivo para valorizar tanto o uso cotidiano quanto o valor de mercado.

Optar por móveis planejados é investir em soluções que se adaptam perfeitamente ao estilo de vida dos moradores. A escolha de materiais de alta qualidade, acabamentos refinados e sistemas modernos evidencia o diferencial de projetos personalizados, valorizando cada ambiente com elegância e praticidade.

A atenção aos detalhes é o que separa os apartamentos comuns dos de alto padrão. Portas de correr, puxadores embutidos, iluminação indireta e marcenaria artesanal contribuem para uma atmosfera luxuosa que destaca o imóvel em qualquer visita ou apresentação.

2. Integração de Ambientes: Modernidade e Amplitude

Uma das principais tendências em apartamentos de alto padrão é a integração de ambientes. Os móveis planejados exercem papel fundamental nesse conceito, pois criam uma transição suave entre sala, cozinha e varanda, proporcionando sensação de amplitude e fluidez na circulação.

Com o uso inteligente de painéis, divisórias e mobiliários multifuncionais, é possível delimitar espaços sem perder a sensação de unidade visual. O resultado é um ambiente contemporâneo, onde cada detalhe é pensado para otimizar o convívio e promover praticidade no dia a dia.

Esse tipo de projeto amplia as possibilidades de decoração, exalta a luz natural e proporciona conforto para recepcionar convidados. Investir em integração bem planejada é uma das principais estratégias para quem deseja valorizar e modernizar o imóvel.

3. Personalização Total: Estilo e Identidade no Design

Os móveis planejados permitem a personificação total dos espaços, refletindo personalidade e preferências dos moradores. Cores, texturas, formas e materiais podem ser definidos conforme o estilo de vida e as necessidades específicas, tornando o ambiente ainda mais acolhedor e funcional.

Essa personalização vai além do aspecto estético. Ela inclui soluções para armazenagem inteligente, gavetas especiais, nichos e compartimentos ocultos que tornam a rotina mais prática e organizada. O resultado é um ambiente harmônico, com decoração fluida e sem excessos visuais.

Ao investir em móveis sob medida para cada cômodo, o proprietário reforça a exclusividade de seu apartamento, influenciando diretamente na percepção de valor e no potencial de venda ou locação do imóvel no futuro.

4. Valorização Imediata do Imóvel

A presença de móveis planejados em apartamentos de alto padrão é um diferencial que eleva a valorização do imóvel imediatamente. O investimento em projetos personalizados melhora a apresentação dos ambientes, tornando-os mais atraentes, funcionais e sofisticados frente à concorrência.

Os compradores e locatários buscam praticidade e exclusividade, características encontradas em imóveis bem planejados. A atenção à ergonomia, ao aproveitamento dos espaços e à qualidade dos materiais utilizados gera maior interesse e agrega prestígio ao apartamento.

Ao comparar um imóvel com móveis planejados a outro comum, o primeiro se destaca por oferecer soluções prontas e otimizadas, dispensando reformas ou adaptações, o que torna a negociação mais ágil e valorizada.

5. Sustentabilidade e Durabilidade: Vantagens dos Projetos Personalizados

Outra grande vantagem dos móveis planejados é a sustentabilidade. Projetos sob medida evitam desperdícios de materiais e favorecem o uso consciente de recursos, pois cada peça é produzida de acordo com a real demanda do espaço. Além disso, é possível optar por madeiras de reflorestamento, ferragens recicláveis e acabamentos atóxicos, alinhando o imóvel às tendências de consumo sustentável.

A durabilidade é mais um benefício: móveis planejados são feitos para durar, suportando o tempo e o uso frequente sem perder qualidade ou beleza. Isso reduz custos com manutenção e substituição dos mobiliários ao longo dos anos, um ponto relevante para apartamentos que visam alto padrão.

Ao unir estética, conforto e responsabilidade ambiental, os móveis planejados tornam o apartamento mais atrativo e sintonizado com o perfil sofisticado e consciente dos novos compradores.

6. Praticidade e Otimização dos Espaços

Apartamentos de alto padrão costumam buscar o melhor aproveitamento dos espaços disponíveis, algo que os móveis planejados oferecem de forma exemplar. Cada centímetro é utilizado de maneira inteligente, resultando em ambientes funcionais, sem acúmulo e com máxima organização.

Armários até o teto, bancadas retráteis, closets modulares e cozinhas planejadas são exemplos de investimentos que transformam espaços pequenos em áreas amplas e práticas, sem comprometer o layout ou a circulação. A praticidade é potencializada pela tecnologia embutida em portas, compartimentos e iluminação.

Essas soluções aumentam a sensação de conforto e tornam o dia a dia mais fácil, reforçando o conceito de alto padrão. Comprar Apartamentos de Alto Padrão com móveis planejados já prontos é um grande diferencial no mercado imobiliário e atrai compradores exigentes.

7. Valorização Estética e Potencial de Revenda

O impacto visual dos móveis planejados é inegável quando o assunto é valorizar esteticamente o apartamento. Projetos assinados por arquitetos e designers são capazes de criar atmosferas luxuosas, elegantes e atemporais, além de potencializar o valor de revenda do imóvel no futuro.

Imóveis que contam com mobiliário planejado tendem a ser mais disputados, já que transmitem a sensação de atualização e cuidado contínuo. Isso encurta o tempo de negociação e permite ao proprietário obter melhores propostas de venda ou locação.

A junção entre funcionalidade, beleza e exclusividade faz dos móveis planejados aliados indispensáveis na valorização de apartamentos de alto padrão, garantindo retorno do investimento e bem-estar a longo prazo.

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Cassinos sem licença: Quais são os riscos para os jogadores? – Jornal Contábil

A cada ano, cada vez mais as plataformas de jogos de azar online estão sendo mais procuradas. Especialmente em países como o Brasil, onde o interesse por caça-níqueis, apostas e bônus está crescendo a uma taxa incrível, mas à medida que o mercado cresce, mais e mais sites duvidosos aparecem. Alguns jogadores escolhem sites licenciados como o Brazino777 Brasil, outros buscam acesso rápido e nem sempre se atentam à presença de licenças, por isso, vamos analisar os riscos de jogar em sites não licenciados.

O que é uma licença e por que ela é necessária?

Os cassinos online são um negócio e como qualquer negócio, está sujeito a certas regras. Uma licença é um documento oficial que confirma que a plataforma foi testada e atende para os padrões de segurança, honestidade e transparência financeira.

Se um cassino tiver uma licença de um regulador internacional (por exemplo, Curaçao, Malta, Kahnawake), ele será obrigado a:

  • Proteger os dados pessoais dos jogadores;
  • Garantir jogo justo e pagamentos transparentes;
  • Manter os fundos dos jogadores separados das contas operacionais;
  • Fornecer acesso a reclamações e arbitragem.

Uma plataforma não licenciada, por outro lado, não está sujeita a nenhuma autoridade reguladora e o que abre campo para abusos.

Os principais riscos de jogar em um cassino sem licença

Por vezes, sites não licenciados parecem iguais para os legais, mas por trás de tudo isso pode haver problemas que o jogador percebe tarde demais, depois de fazer um depósito ou tentar sacar fundos. Aqui estão as situações que os jogadores mais frequentemente enfrentam nesses cassinos:

  • Bloqueio de conta sem explicação;
  • Recusa em pagar os ganhos ou atraso por semanas;
  • Manipulação de resultados de jogos;
  • Problemas com o fisco ao realizar grandes saques sem fonte comprovada;
  • Entrar em “bases cinzentas” de jogadores, que depois caem nas mãos de golpistas;
  • Requisitos irracionais para verificação;
  • Perda de fundos do saldo;
  • Falta de feedback ou suporte.

O que é especialmente perigoso é que você não terá a oportunidade de reclamar ou defender seus direitos. Você não está apenas perdendo dinheiro, você fica sozinho com um sistema sem regras.

Como determinar se um cassino opera sem licença?

Por vezes, um site não anuncia a falta de licença, mas existem vários sinais que podem ajudar você a reconhecer um site ilegal. Esteja particularmente atento os seguintes pontos:

  • Não existem menção de licença no site ou diz “em desenvolvimento”;
  • Não existem informações sobre o registrador e a entidade legal;
  • Publicidade muito agressiva de “dinheiro e presentes grátis”;
  • Informações mínimas sobre condições de pagamento e bônus;
  • Inúmeras reclamações na Internet sobre falta de pagamento.

Essas plataformas apostam na confiança e na pressa, mas quanto menos tempo você gasta na verificação, maior o risco de perder não apenas dinheiro, mas também seus dados. É importante verificar todos os sites para onde você planeja enviar dinheiro. Preste atenção também para os truques que os sites sem licença tentam aprontar:

  • Bônus sem apostas, mas após ganhar a conta é bloqueada;
  • Site clone, copia externamente um cassino conhecido, mas opera em um domínio falso;
  • Avaliações falsas, escritas especialmente, sem fontes reais;
  • Registro fácil, sem verificação, mas são necessários “pagamentos adicionais”.

Mesmo que você tenha a sensação de que é “bom demais para ser verdade”, provavelmente é justificado. Cassinos confiáveis ​​não escondem informações sobre si mesmos.

Como os cassinos licenciados diferem na prática?

Ao jogar em uma plataforma licenciada, você está protegido em vários níveis. Do técnico ao jurídico. Aqui estão as principais vantagens:

  • Garantia de software honesto, os provedores não trabalham com empresas “cinzentas”;
  • Proteção de dados, criptografia e conformidade com padrões internacionais;
  • Apoio operacional, inclusive por meio de órgãos independentes;
  • Auditorias regulares, verificações independentes da imparcialidade dos jogos;
  • Um verdadeiro mecanismo de reclamações, você pode obter justiça

Sim, por vezes as condições nesses cassinos são um pouco mais rigorosas, mas eles operam dentro da lei e esse é um fator bem importante.

Como se proteger

A conclusão é simples: Jogue apenas em plataformas que confirmem abertamente sua legalidade. Antes de se registrar, verifique a licença, leia as avaliações e estude as condições do bônus. Passos úteis para verificar um cassino:

  • Busque o número da licença e verifique-o no site oficial do regulador;
  • Verifique o endereço do site e evite domínios com terminações suspeitas;
  • Veja com quais provedores o cassino trabalha (por exemplo, NetEnt, Pragmatic, Play’n GO), eles não cooperam com o mercado “cinza”;
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Descomplicando o FPAS no Simples Nacional: entenda o que é, onde encontrar os códigos e como preencher corretamente! – Jornal Contábil

O Fundo de Previdência e Assistência Social (FPAS) representa um código numérico atribuído, estipulado pela Receita Federal do Brasil. 

Bem como, é utilizado como base para determinar o destino das contribuições previdenciárias recolhidas.

Para te ajudar em mais uma questão do Simples Nacional, hoje a equipe do Jornal Contábil retirou algumas informações do artigo da  é-Simples Auditoria Eletrônica, empresa especialista no Simples Nacional e vamos te ajudar a entender mais sobre o FPAS e saber como podemos ajudar nossos clientes optantes por esse regime!

O artigo da é-Simples Auditoria Eletrônica diz:

1. O que é FPAS?

De acordo com o Blog da é-Simples Auditoria: ”O FPAS (Fundo de Previdência e Assistência Social) é uma classificação utilizada no pelo sistema tributário brasileiro. De modo a se determinar o destino das contribuições previdenciárias recolhidas pelas empresas em relação aos seus funcionários.

Cada empresa apresenta um código de FPAS específico, conforme sua atividade econômica preponderante. O que, de fato, influencia diretamente na distribuição e recolhimento das contribuições para a Seguridade Social.

Enquanto política de tributação nacional, o FPAS organiza e sistematiza, por meio de códigos pré-definidos, o destino da contribuição com vistas à arquitetura da Seguridade Social.

Como exemplo, integram o sistema de seguridade no Brasil:

  • Sistema Único de Saúde (SUS);
  • Previdência Social;
  • Assistência Social.

Portanto, os recursos advindos da tributação são essenciais para financiar benefícios e direitos. Por exemplo: aposentadorias, pensões por morte, auxílio-doença, entre outros serviços relacionados à saúde, previdência ou assistência social.

Seja como for, a legislação previdenciária disciplina o FPAS. Também sua aplicação está diretamente ligada ao enquadramento das empresas nas alíquotas do INSS.

Sua gestão é realizada pelo Ministério da Economia. E está relacionada a outras contribuições como SAT (Seguro Acidente de Trabalho) e o RAT (Riscos Ambientais do Trabalho). Além disso, há outras entidades e fundos, como o SENAI, SESC, SENAC, que também são destinatários de parte das alíquotas recolhidas de acordo com o FPAS aplicável à empresa.”

2. Como saber qual é o FPAS da empresa?

De acordo com o Blog da é-Simples Auditoria: ”Tendo em vista o art.84 da Instrução Normativa RFB n°2110/2022, o FPAS atribuído deve ter como base a “principal atividade desenvolvida pela empresa, assim considerada a que constitui seu objeto social, conforme declarado nos atos constitutivos e nos dados cadastrais do CNPJ”.

Se bem que, vale ressaltar que um negócio pode, em tese, desenvolver diversas atividades econômicas apresentando um escopo de atuação abrangente. Nesse sentido, a Receita Federal do Brasil considera a atividade preponderante como guia para o FPAS.

A atividade preponderante de uma empresa é aquela que abarca o maior número de funcionários e suas funções, atribuições a ações realizadas no contexto da empresa.

Portanto, tendo identificado a atividade predominante, tendo em vista o CNAE respectivo, localize na tabela de FPAS presente na Instrução Normativa RFB n°2110/2022 acima mencionada.”

3. Qual o FPAS para Simples Nacional?

Segundo o Blog da é-Simples Auditoria: ”Agora que você já entendeu sobre o código de tributação do Fundo de Previdência e Assistência Social, qual a relação entre o FPAS e o Simples Nacional?

Por certo, as empresas optantes pelo Simples Nacional, regime tributário simplificado e diferenciado, possuem tratamento especial no que diz respeito às contribuições previdenciárias, incluindo o FPAS.

O Simples Nacional tem o objetivo de facilitar a vida das micro e pequenas empresas no Brasil ao unificar diversos tributos numa única guia chamada DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional).

As empresas enquadradas no Simples Nacional recolhem seus tributos com base em tabelas e alíquotas progressivas que variam conforme a receita bruta. Essas alíquotas já incluem a parte destinada à Previdência Social.

Por estes motivos, para essas empresas, o FPAS no Simples Nacional não é obrigatório. Isto é, as alíquotas já incidentes sobre este regime tributário não fazem distinção baseada na atividade econômica ou nos diferentes códigos de FPAS no Simples Nacional.”

Como preencher o FPAS?

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Gostou do assunto? Continue acompanhando nossos artigos, e também siga a é-Simples no instagram @esimplesauditoria.

Obrigado pela leitura!

Informações retiradas do Blog da é-Simples Auditoria. Artigo “FPAS Simples Nacional: o que é, códigos e como preencher”. Disponível em: Por Leonel Monteiro em 25/07/2024.

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5 erros comuns no controle financeiro de pequenas empresas – Jornal Contábil

Manter as finanças organizadas é um dos maiores, se não o maior desafio enfrentado pelas pequenas empresas no Brasil. Mesmo com um bom produto ou serviço, muitos negócios acabam sofrendo com a falta de planejamento, descontrole de gastos e decisões tomadas precipitadamente.

Não é à toa que uma das principais causas de falência de micro e pequenas empresas é a má gestão financeira. A seguir, listamos os 5 erros mais comuns no controle financeiro de pequenas empresas.

Esse é, sem dúvida, o erro mais cometido e também um dos mais perigosos. Quando o dono da empresa mistura o dinheiro do negócio com suas finanças pessoais, acaba perdendo a noção do que é lucro, do que é custo fixo e de quanto a empresa realmente rende.

É muito comum que, na tentativa de cobrir despesas pessoais, o empreendedor use o cartão empresarial para compras particulares ou retire um valor do caixa. Com isso, muitas vezes o controle se perde.

2. Não registrar todas as movimentações financeiras

Você já ouviu a frase “o que não é medido, não é gerenciado”? Pois é. Muitos empreendedores deixam de anotar pequenas entradas e saídas do dia a dia, como um pagamento feito em dinheiro ou um Pix que entrou por fora do sistema.

Esses valores parecem inofensivos, mas ao final do mês podem representar um buraco considerável nas contas.

3. Ignorar o fluxo de caixa

Muitos pequenos empresários sabem quanto venderam no mês, mas não têm ideia de quanto vai sair de dinheiro nos próximos dias.

O fluxo de caixa permite prever momentos de aperto financeiro, organizar prazos com fornecedores, planejar compras e até evitar atrasos com impostos e salários.

4. Não separar capital de giro de outros valores

O capital de giro é o dinheiro que mantém a operação da empresa funcionando. Ele cobre as contas básicas, como fornecedores, folha de pagamento, aluguel e impostos. Quando o empreendedor não separa esse valor dos lucros, corre o risco de comprometer o funcionamento da empresa por falta de caixa.

Muitas vezes, ao ver um saldo positivo na conta, o empresário acredita que pode investir em novos equipamentos, comprar mais mercadoria ou até retirar o valor para si. O problema aparece quando chegam os boletos e não há dinheiro para cobrir os compromissos mais urgentes.

5. Falta de planejamento financeiro

A falta de organização impede a criação de estratégias claras, dificulta a precificação correta, atrasa investimentos e torna a empresa vulnerável em momentos de crise.

. Sem metas, sem projeções e sem controle, é impossível crescer com segurança. Muitos negócios quebram mesmo vendendo bem porque não fizeram um bom planejamento financeiro.

Finanças bem cuidadas = empresa saudável

É importante lembrar que controlar as finanças de uma empresa não é uma tarefa que se resolve de uma só vez, é uma construção diária. Comece com o básico, estruture o controle financeiro com calma, e você vai perceber como as decisões se tornam mais seguras e assertivas. E se ainda tiver dúvidas, buscar apoio de um profissional contábil ou financeiro pode ser um excelente investimento.

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