Ataque ao Banco Central reforça rastreabilidade oferecida pela tecnologia blockchain – Jornal Contábil

O recente ataque hacker à infraestrutura operacional do Banco Central, com movimentações indevidas em contas de reserva bancária ligadas ao sistema PIX, reacendeu o debate sobre o uso de ativos virtuais por grupos criminosos. Após o desvio de valores, os responsáveis tentaram converter os valores em ativos digitais. A ação, no entanto, evidenciou um ponto técnico crucial: ao contrário do que se imagina, a tecnologia blockchain — a base dessas transações — é altamente rastreável e não garante anonimato absoluto de seus usuários.

As redes públicas que sustentam essas criptomoedas são projetadas para registrar todas as transações de forma sequencial, imutável e permanentemente acessível. Esse modelo de cadeia de blocos (blockchain), aliado a ferramentas especializadas de análise forense e exploração de blocos, permite mapear toda a trajetória dos ativos digitais: da origem ao destino final. Em outras palavras, a estrutura da tecnologia blockchain permite que autoridades e especialistas acompanhem os fluxos financeiros com alto grau de precisão, desmistificando uma das críticas aos ativos digitais.

“Apesar da característica pseudônima dessas redes — em que os endereços não exibem diretamente os nomes dos usuários —, a identidade é preservada sem impedir o rastreamento das operações em operações policiais ou demandas judiciais. Ou seja, não se trata de um anonimato completo e irrestrito, mas de um resguardo de identidade que não impede o seu rastreamento se houver essa necessidade, como é o caso desse ataque ao Banco Central”, explica o advogado e especialista em tecnologia blockchain e ativos virtuais Pedro Torres.

Um relatório da Chainalysis corrobora esta afirmação. Em 2023, apenas 0,34% do volume total de transações com criptomoedas foi destinado a endereços associados a atividades ilícitas — o que equivale a US$ 24,2 bilhões num universo de trilhões movimentados globalmente. Chama a atenção também a redução desses valores em comparação a 2022, quando foi registrado US$ 39,6 bilhões em atividades ilícitas. “O ecossistema de ativos digitais é legítimo, seguro e possibilita a sua rastreabilidade por parte dos órgãos de fiscalização”, diz Cleverson Pereira, head educacional da OnilX, empresa que transforma ativos digitais em liquidez para efetuar pagamentos e transações.

Blockchain, Pix e a rastreabilidade

A rastreabilidade da Tether (UDST), uma das principais stablecoins do planeta, é ainda mais evidente. Trata-se de um ativo digital emitido por uma entidade centralizada que adota políticas de compliance rigorosas. Lastreada no dólar, a Tether circula em redes públicas e pode ser bloqueada ou congelada por decisão unilateral de seu emissor, ampliando o controle sobre transações consideradas suspeitas, caso haja alguma requisição.

Torres destaca que a tecnologia é, neste cenário, uma aliada das investigações e das forças fiscalizatórias. “A conversão dos valores em ativos virtuais, longe de inviabilizar a atuação das autoridades, contribui para a rastreabilidade e para a reconstrução das operações com precisão”, reforça Pereira. “A tecnologia blockchain não representa um obstáculo à segurança. É uma ferramenta poderosa para a transparência e a rastreabilidade de ativos em ambientes digitais”, ressalta Torres.

A lógica é semelhante aos processos financeiros dentro do sistema de pagamento Pix, que, por enquanto, não conta com a tecnologia blockchain. “Ao utilizarmos a Blockchain para estruturar um procedimento semelhante no Pix, ganharíamos em segurança, pois conseguiríamos rastrear as informações das transações realizadas sem a possibilidade de alteração, uma vez que, na Blockchain as transações são imutáveis”, analisa Pereira.

Um outro ponto que tornaria esta cadeia ainda mais segura é o fato de exigir diversas chaves privadas. “Formada por várias palavras que podem ser divididas entre os gestores do sistema, sendo que todos precisam usar juntos para liberar todo o sistema de pagamento ou a transação dentro da Blockchain. Portanto, facilitaria uma governança em um novo processo de segurança”, reforça o head educacional da OnilX.

Na outra ponta, o uso de dinheiro vivo, por exemplo, torna o acompanhamento das autoridades mais complexo e, muitas vezes, sem a possibilidade de rastreio. “É preciso entender a diferença de conceito entre anonimato e preservação de identidade dos ativos digitais. Uma tecnologia como blockchain permite rastrear a origem e a movimentação de ativos de forma segura e efetiva”, completa Pereira.

Source link

Reforma Tributária: por que você vai precisar repensar seus preços (e como a contabilidade consultiva pode ajudar)  – Jornal Contábil

Com a Reforma Tributária, muda a forma como os impostos são cobrados sobre bens e serviços. Hoje, o modelo é “por dentro”: o imposto está embutido no preço final que o cliente paga. Se você cobra R$ 100 por um serviço e a carga tributária é de 20%, esses R$ 20 já estão dentro do valor. A empresa fica com R$ 80 líquido. 

Com a nova regra, o modelo passa a ser “por fora”. O imposto será calculado sobre o valor-base e adicionado à parte na nota fiscal. Isso muda tudo: a forma de calcular, a percepção do cliente e, principalmente, a sua margem de lucro. 

Todo mundo vai precisar revisar seus preços 

Essa mudança não afeta apenas grandes empresas ou setores específicos. Vale para todo mundo: restaurante, clínica, agência de marketing, plataforma digital ou empresa de serviços técnicos. A forma de tributar muda e, com ela, muda o jeito certo de formar preço. 

O setor de serviços deve sentir esse impacto com mais força. Estudos apontam que empresas que hoje pagam em torno de 8% de tributos podem chegar a enfrentar alíquotas de 25% ou mais. Isso exige uma revisão total da estrutura de custos e preços. 

Rever preço não é simples. Não se trata de jogar um percentual em cima e repassar para o cliente. É preciso entender quanto custa operar, o quanto o mercado está disposto a pagar e até onde você pode ir sem sacrificar a sua margem ou sua relevância competitiva. 

Por que você não pode usar os mesmos parâmetros de antes 

Durante a transição entre os modelos antigo e novo, empresas vão conviver com os dois sistemas ao mesmo tempo. A alíquota final pode variar, os créditos tributários mudam e incentivos antigos deixam de existir. 

Se você continuar precificando com os parâmetros antigos, o risco é alto: cobrar menos do que deveria, perder margem, ou cobrar demais e sair do mercado. Essa é a hora de reavaliar cada linha da sua estratégia. 

Onde entra a contabilidade consultiva nisso tudo? 

Contadores consultivos não só emitem guias. Eles trabalham junto com a empresa para planejar cenários, analisar números reais e apoiar a tomada de decisão. 

Um bom contador consultivo pode: 

  • Levantar todos os custos da sua operação 
  • Identificar onde há desperdícios e gargalos 
  • Simular os impactos da nova tributação em diferentes faixas de preço 
  • Testar cenários de margem com diferentes estratégias comerciais 
  • Ajudar a definir um preço que seja viável para a empresa e aceitável para o mercado 
  • Preparar sua empresa para ajustar a precificação ao longo dos próximos anos, conforme a transição tributária avança 

Não é só sobre tributo. É sobre posicionamento e continuidade 

O preço é o ponto de encontro entre sua estratégia financeira e sua proposta de valor. Se você cobra demais, o mercado rejeita. Se cobra de menos, a empresa sangra. 

A contabilidade consultiva ajuda a encontrar esse ponto de equilíbrio. Um valor que sustente sua margem, respeite seu posicionamento e garanta continuidade durante a maior mudança fiscal das últimas décadas. 

Se você ainda não começou a revisar seus preços com base na nova tributação, esse é o momento. Usar 2025 para se preparar é a melhor forma de atravessar 2026 com previsibilidade e tranquilidade. 

Como a Pigatti tem apoiado empresas na transição tributária 

Conversamos com a Pigatti, que é uma contabilidade consultiva especializada em empresas do setor de serviços, para entender como eles têm apoiado seus clientes nesse momento de preparação para a Reforma Tributária. 

Segundo a equipe da Pigatti, o trabalho de transição começa com um levantamento dos últimos sete anos de custos da empresa, o que permite entender a fundo sua estrutura real. Em seguida, é feita uma simulação detalhada de como a nova tributação (CBS e IBS) deve impactar cada linha de despesa, incluindo uma projeção dos aumentos esperados nos preços de fornecedores com base nas alíquotas do segmento deles. 
 
Com essas informações em mãos, a consultoria identifica pontos de economia, oportunidades de ajuste de contrato e aplicação de estratégias fiscais dentro da legalidade. Todo esse diagnóstico é transformado em um plano de reprecificação, alinhado com as diferentes fases da transição tributária até 2032. O foco é garantir que a empresa continue crescendo com margem, posicionamento e previsibilidade, mesmo em um cenário de mudança profunda. 

Se precisar de apoio especializado nesse processo, o time da Pigatti está á disposição nesse link:  

Source link

Empregos expostos à IA generativa cresceram em 261% nos últimos 4 anos, mas habilidades humanas ainda são necessárias no mercado – Jornal Contábil

Desde o surgimento do ChatGPT (OpenAI) até o mais novo lançamento do VEO3 (Google), o mercado de trabalho tem passado por uma ressignificação profunda de carreiras e habilidades na “Era das I.As”. O fato é ilustrado através do relatório ‘The Fearless Future: 2025 Global AI Jobs Barometer‘, da PWC, onde foi constatado um aumento de 135% nas habilidades dos colaboradores, cujos cargos possuíam maior grau de exposição à inteligência artificial

Isso significa que a mão de obra não está apenas mais qualificada, mas também simpatizante ao fenômeno da ‘transição de carreira‘. À partir da capacitação tecnológica, as Gerações Z, Y e X têm remodelado seus currículos e visto o mesmo acontecer com as organizações. O levantamento da PWC segue mostrando que tal fenômeno não se restringiu apenas aos colaboradores, já que o crescimento dos postos de trabalho relacionados à I.A no Brasil, é evidente nos setores de AgriculturaMineração e ExtraçãoLazer e CulturaTransporte e ArmazenamentoEnergia e Abastecimento de Água.

No entanto, as transformações no mercado de trabalho não se limitaram às inteligências artificiais. As recentes tensões geopolíticas no Oriente Médio e Europa escancararam a necessidade das ‘habilidades humanas’ nos currículos, tendo em vista o cenário de incertezas. É por isso que a World Economic Forum (WEF), através do relatório ‘The Future of Jobs Report 2025‘, destaca o aumento da demanda por habilidades centradas no ser humano, como resiliência, flexibilidade e agilidade, liderança e influência social, em paralelo à requalificação tecnológica. 

A nova força de trabalho global, portanto, deve ficar atenta à transformação dos modelos de negócios, que alcançarão 34% das organizações até 2030, ainda de acordo com a WEF. É nesse cenário que o especialista em transição de carreira e diretor da Transite, Vinicius Walsh, destaca o foco na ’empatia’,  ‘criatividade’ e ‘capacitação tecnológica’, como forças motrizes do novo mercado.

“Até 2030, habilidades como ’empatia’ e ‘criatividade’, sem abrir mão do desenvolvimento tecnológico pessoal, serão diferenciais poderosos do mercado de trabalho. A empatia é o que nos permite entender as necessidades reais do público-alvo, e isso faz uma diferença imensurável para uma gama de profissionais. Nenhuma I.A consegue replicar, com precisão, o contexto emocional ou cultural de um cliente, ainda que se utilize de GenIA’s (I.A’s Generativas). A criatividade, por outro lado, é atrelar essa proximidade real com a capacidade de gerar ideias, adaptar conceitos e encontrar soluções inesperadas. A mão de obra das novas gerações serão inseridas no mercado sabendo que precisarão ir além de atender ‘requisitos técnicos’. São as qualidades humanas que, portanto, protegerão as carreiras e as impulsionarão, pois agregam valor real às marcas. Valores que uma I.A jamais poderá substituir na força de trabalho humana”, explica. 

Vinicius afirma que as ‘transições de carreira’ auxiliarão profissionais à ressignificar atividades mecânicas, reduzindo o tempo médio das operações junto à GenIA’s e chatbots. As habilidades humanas, segundo o profissional, serão justamente essa “ponte” para a geração de insights, à partir da automação dos trabalhos. Mais perto do que nunca da realidade, a PWC mostra que esse número de empregos expostos à IA Generativa já cresceu em 261%, desde o ano de 2021. 

O diretor da Transite revela que a difusão alarmante da I.A como ‘ameaça ao trabalho’ foca no que será automatizado, mas esquece da quantidade de empregos que surgirão ou que serão ressignificados e impulsionados, nessa primeira etapa, até 2030. “Para quem está receoso do futuro do trabalho, as expectativas é que nos próximos cinco anos, ocorra um crescimento significativo nos setores da economia assistencial, impulsionando a carreira de profissionais de enfermagem, assistentes sociais, conselheiros, auxiliares de cuidados pessoais e até na área da educação. Isso sem mencionar os trabalhadores rurais, entregadores ou profissionais da construção civil. Já vivemos na ‘era das inteligências artificiais’, e é por isso que tais ferramentas são melhores quando complementam e potencializam as habilidades humanas. O foco, portanto, é o que nos diferencia para gerar valor no futuro do trabalho”, aconselha. 

Para o profissional, as habilidades humanas se tornaram ainda mais valiosas no ‘novo mercado’, já que se distinguem das máquinas por não serem replicadas ou automatizadas com exatidão. O especialista em transição de carreiras explica que as competências primordiais como empatia, criatividade, comunicação interpessoal, pensamento crítico e a capacidade de lidar com ambiguidades são habilidades que geram valor às marcas, visto que as ferramentas mecânicas já ocuparam seus espaços nos postos de trabalho. 

“O foco agora é na preparação, pela forma como educamos e estimulamos essas habilidades. Precisamos incentivar desde cedo o pensamento crítico, a curiosidade e a experimentação. Isso significa valorizar atividades que vão além do currículo tradicional e das tarefas mecânicas, já que a educação socioemocional tornou-se tão importante quanto as habilidades técnicas. Se desde cedo ajudamos as novas gerações a desenvolverem empatia, criatividade e flexibilidade, estaremos preparando profissionais capazes de prosperar em um mundo distante do que viveram os Baby Boomers, ou seja, cada vez mais automatizado“, conclui. 

Vinicius Walsh

Leia também:

Source link

Setor contábil tende a crescer com a reforma e já foi um dos que mais contratou em 2024 – Jornal Contábil

A contabilidade tem se destacado como uma das áreas em maior expansão no Brasil, especialmente com a chegada da Reforma Tributária, prevista para ser implementada em 2026 a 2033. E esse momento, traz novas oportunidades para os profissionais contábeis.

Vamos entender um pouco melhor esse cenário de crescimento no artigo a seguir!

Implementação gradual da Reforma Tributária e demanda por especialistas

O processo de transição iniciará em 2026 e deve durar até 2033. Durante esse período, os modelos atuais e novos de tributação vão coexistir, o que exigirá grandes adaptações.

Um estudo da Robert Half, divulgado em junho de 2025, revelou que 53% das empresas planejam contratar pelo menos três novos profissionais para gerenciar essa transição. Além disso, 58% dessas vagas serão efetivas, nas áreas Fiscal, Contábil, TI e Jurídico.

Contabilidade foi uma das áreas que mais empregou em 2024

Segundo a Pesquisa de Empregabilidade do Instituto Semesp, em parceria com o Simplicity, o curso de Ciências Contábeis ocupa posição de destaque entre os 10 cursos com maior empregabilidade do país, com uma taxa de 60,5%.

Além disso, um levantamento divulgado no fim de 2024 apontou que a contabilidade ficou entre as 15 profissões que mais empregaram no Brasil naquele ano. Um reflexo da expansão do setor e da busca por profissionais qualificados.

Funções em alta já em 2025

Vários cargos contábeis estão entre os mais procurados, como:

  • Analista contábil
  • Gerente contábil
  • Analista tributário
  • Gerente fiscal
  • Especialista em compliance tributário

Contadores como consultores estratégicos

Muito além de lidar apenas com balanços e demonstrativos financeiros, o profissional contábil é um consultor estratégico extremamente necessário para os negócios. Em um cenário marcado por mudanças tributárias, avanço tecnológico e cobranças por sustentabilidade e compliance,o profissional contábil é uma peça-chave dentro das organizações.

Portanto, a área contábil demonstra estar cada vez mais em expansão e crescimento. E com a Reforma Tributária iniciando, empresas de todos os portes precisarão se adaptar para estar em conformidade e o papel do profissional contábil é indispensável.

Leia também:

Curso de Recuperação do Simples Nacional.

Aprenda a recuperar o PIS e Cofins de 60 meses em até 3 dias! Acesse:



Autor: Mariana FreitasAutor: Mariana Freitas


Há 2 anos faz parte da equipe de Redação e Marketing do Jornal Contábil, colaborando com a criação de conteúdo, estratégias de engajamento e apoio no fortalecimento da presença digital do portal.


Source link

EFD-Contribuições e EFD-Reinf com prazos vencendo na próxima semana – Jornal Contábil

Profissionais contábeis devem atentar para o prazo de envio da EFD-Contribuições e da EFD-Reinf. Ambas as obrigações têm prazo de vencimento nos dias 14 e 15, respectivamente, referente aos fatos geradores de maio e junho de 2025. 

Portanto, a semana já vai começar com os prazos se esgotando. Lembrando que no dia 20 vencerá a Dirbi, no dia 21 o PGDAS-D e no dia 31 vencem a DCTFWeb, DOI, DME e EFC. 

Portanto, muita atenção na agenda neste final de mês de julho.

O que é a EFD-Contribuições?

A EFD-Contribuições é parte integrante do Sistema Público de Escrituração Digital (SPED) e tem como objetivo consolidar as informações sobre as contribuições sociais, facilitando o controle e a fiscalização por parte do fisco. 

A não entrega ou a entrega com atraso ou incorreções pode acarretar em multas significativas, que variam conforme o faturamento da empresa e o tempo de atraso.

Especialistas em contabilidade alertam para a importância de revisar cuidadosamente todas as informações antes do envio, garantindo a conformidade com a legislação vigente. Erros na declaração podem levar a autuações e questionamentos por parte da Receita Federal.

Leia também:

O que é o EFD-Reinf?

No geral, ela é uma obrigação que visa aumentar a eficiência na fiscalização e no controle das obrigações previdenciárias, simplificando processos e proporcionando transparência.

Ela permite que as empresas estejam em conformidade com as normas estabelecidas, evitando possíveis penalidades e garantindo uma gestão tributária eficaz.

Como enviar a EFD-Contribuições?

Para realizar a entrega, os contribuintes devem utilizar o Programa Validador e Assinador (PVA) da EFD-Contribuições, disponível no site da Receita Federal. É fundamental que a declaração seja assinada digitalmente com certificado digital (e-CPF ou e-CNPJ) válido.

Quem deve enviar a EFD-Reinf?

  • Empresas: Pessoas jurídicas, sejam empresas privadas ou públicas, independentemente do porte ou segmento de atuação;
  • Órgãos públicos: Entidade governamentais também estão sujeitas à entrega do EFD-Reinf; 
  • Associações e entidades sem fins lucrativos: Organizações desse tipo, quando efetuam retenções ou possuem informações relevantes para a contribuição previdenciária sobre a receita bruta, também estão inclusas; 
  • Pessoas físicas: Em casos específicos nos quais a pessoa física tenha efetuado retenção responsável por informações relacionadas à contribuição previdenciária sobre a receita bruta.

No entanto, é importante ressaltar que a obrigatoriedade da entrega pode variar de acordo com o faturamento anual e outras especificidades de cada contribuinte. 

Participe do Portal Nacional da Reforma Tributária: Acesse em

Qual a multa pelo envio em atraso da EFD-Contribuições?

A multa pelo envio em atraso da EFD-Contribuições é calculada da seguinte forma, de acordo com a Receita Federal:

  • Multa diária: 0,02% (dois centésimos por cento) por dia de atraso, calculada sobre a receita bruta da pessoa jurídica no período a que se refere a escrituração.
  • Limite da multa: Essa multa é limitada a 1% (um por cento) da receita bruta da pessoa jurídica.

Para evitar essas multas e outras complicações, é fundamental que os profissionais contábeis fiquem atentos aos prazos de entrega da EFD-Contribuições e garantam que a declaração seja enviada corretamente e dentro do prazo estabelecido.

Curso de Recuperação do Simples Nacional. Aprenda a recuperar o PIS e Cofins de 60 meses em até 3 dias! 

Acesse:

Source link

Lucro do FGTS pode chegar a ter uma distribuição de R$ 15,2 Bilhões – Jornal Contábil

Uma boa notícia para milhões de trabalhadores brasileiros: a distribuição do lucro do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) referente ao ano de 2024 (com base no resultado de 2023) será definida neste mês de julho. 

A expectativa é que o valor a ser repassado aos trabalhadores possa superar os R$ 15,2 bilhões distribuídos no ano passado, o que representou 65% do lucro total do FGTS em 2023.

A decisão sobre o percentual do lucro a ser creditado nas contas do FGTS está nas mãos do Conselho Curador do FGTS, que se reunirá no dia 24 de julho. Tradicionalmente, a Caixa Econômica Federal, que é a gestora do fundo, apresenta uma proposta ao Conselho, que costuma aprová-la por unanimidade. 

O crédito dos valores nas contas dos trabalhadores, sejam ativas ou inativas, deve ocorrer até o dia 31 de agosto.

Como funciona a distribuição do lucro do FGTS?

Desde 2017, parte do lucro líquido obtido pelo FGTS é distribuída anualmente aos trabalhadores. Essa medida visa aumentar a rentabilidade das contas do fundo, que, por regra, já contam com uma remuneração fixa de 3% ao ano mais a Taxa Referencial (TR). 

Com a recente decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), a soma desses rendimentos (fixo + TR + lucro distribuído) precisa garantir, no mínimo, a reposição da inflação (IPCA) do período, para que o saldo não perca poder de compra.

O lucro do FGTS é gerado a partir de investimentos e aplicações que o fundo realiza, principalmente no financiamento de projetos de habitação, saneamento e infraestrutura. 

Em 2023, o Fundo de Garantia teve um lucro recorde de R$ 23,4 bilhões, o maior da sua história, impulsionado, em parte, por um acordo envolvendo o Fundo de Investimento Imobiliário (FII) Porto Maravilha.

Leia também:

Quem tem direito e como consultar o valor?

Terão direito ao crédito da distribuição de lucros em 2025 (referente ao ano-base de 2024) os trabalhadores que possuíam saldo positivo em suas contas do FGTS em 31 de dezembro de 2024, independentemente de o saldo estar em conta ativa (emprego atual) ou inativa (empregos anteriores). Não há um valor mínimo de saldo para ter direito à parcela do lucro.

O valor que cada trabalhador receberá é proporcional ao saldo que ele tinha em sua conta no último dia do ano anterior. Para o pagamento de 2024, por exemplo, o índice de distribuição foi de 0,02693258. Isso significa que, para cada R$ 1.000 de saldo em 31 de dezembro de 2023, o trabalhador recebeu R$ 26,93. A Caixa deve divulgar o índice exato para a distribuição de 2025 após a reunião do Conselho Curador.

A consulta dos valores creditados pode ser feita diretamente pelo aplicativo FGTS, disponível para sistemas iOS e Android, ou pelo Internet Banking Caixa para clientes do banco.

Posso sacar o lucro do FGTS?

É importante ressaltar que o lucro distribuído é incorporado ao saldo total do FGTS e segue as mesmas regras de saque do fundo. Ou seja, o trabalhador só poderá sacar esse valor em situações previstas em lei, como:

  • Demissão sem justa causa
  • Aposentadoria
  • Compra da casa própria
  • Doenças graves (do trabalhador ou dependentes)
  • Saque-calamidade
  • Saque-aniversário (para quem optou por essa modalidade)

A distribuição do lucro do FGTS é uma forma de aumentar a rentabilidade das contas dos trabalhadores, buscando superar a inflação e preservar o poder de compra dos recursos ao longo do tempo.

Curso de Recuperação do Simples Nacional. Aprenda a recuperar o PIS e Cofins de 60 meses em até 3 dias! 

Acesse:



Autor: Ana Luzia RodriguesAutor: Ana Luzia Rodrigues


Formada em jornalismo há mais de 30 anos, já passou por diversas redações dos jornais do interior onde ocupou cargos como repórter e editora-chefe. Também já foi assessora de imprensa da Câmara Municipal de Teresópolis. Atuante no Jornal Contábil desde 2021.


Source link

 Nova Nota Fiscal Nacional: o desafio (e a urgência) de modernizar os sistemas fiscais até 2026 – Jornal Contábil

Por Marcos Tadeu Junior, CEO da Invent Software

A contagem regressiva já começou. A partir de julho de 2025, começa a fase de testes da nova Nota Fiscal Eletrônica Nacional (NF-e Nacional), que substituirá os sistemas estaduais de emissão de documentos fiscais.

A obrigatoriedade será nacional em 2026. Embora essa mudança venha alinhada aos princípios de simplificação da Reforma Tributária sancionada em 2024, ela exige uma revisão da infraestrutura fiscal das empresas — e o prazo é mais apertado do que parece.

A transição para a NF-e Nacional é necessária, mas não simples. Unificar a emissão fiscal em um país com tamanha complexidade tributária exige uma preparação técnica, e ainda há muitas empresas que sequer começaram esse processo. Estamos falando da reconfiguração de sistemas que, atualmente, processam milhões de documentos por dia, com diferentes regras conforme o estado de origem da empresa.

Além de concentrar em um único modelo nacional a emissão da NF-e (modelo 55) e da NFC-e (modelo 65), o novo sistema já nasce adaptado à lógica da Reforma Tributária. Ele traz campos próprios para os dois novos tributos: a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), que substituirão tributos como PIS, Cofins, ICMS, IPI e ISS.

O grande alerta, no entanto, é que o novo modelo conviverá com o atual até 2033. Isso significa que, por quase uma década, as empresas terão que operar dois regimes fiscais em paralelo. Será necessário parametrizar ERPs, reestruturar regras de validação, recalibrar cálculos e adaptar toda a jornada fiscal para manter conformidade com ambos os sistemas. Tudo isso enquanto ainda pairam dúvidas sobre pontos-chave, como a alíquota definitiva da CBS e do IBS, que pode ultrapassar 25%, segundo projeções.

O lado positivo é que o novo modelo promete uma cadeia de créditos mais eficiente e transparente, com menor cumulatividade e maior previsibilidade. Mas isso só será possível se os sistemas estiverem preparados para suportar essa nova lógica.

Por isso, o momento de agir é agora. Empresas que deixarem essa adaptação para o último momento correm riscos reais de autuações, inconsistências fiscais e perda de produtividade.

Sobre a Invent

A Invent é líder no desenvolvimento de softwares que otimizam a gestão fiscal, bancária, de recursos humanos e de contratos das empresas. Com mais de 4 mil clientes no Brasil e na América Latina, as soluções da Invent transacionam cerca de 3% do PIB com alta performance e segurança.

Leia também:



Autor: Mariana Freitas


Há 2 anos faz parte da equipe de Redação e Marketing do Jornal Contábil, colaborando com a criação de conteúdo, estratégias de engajamento e apoio no fortalecimento da presença digital do portal.


Source link

Como alongar os passivos da empresa de forma estratégica e sobreviver às dívidas – Jornal Contábil

Em um cenário econômico instável, com alta competitividade e margens apertadas, muitos empresários se veem obrigados a contrair dívidas para manter a operação. No entanto, a ausência de planejamento financeiro pode transformar essa ferramenta de crescimento em um problema crônico.

“Um dos erros mais comuns é assumir dívidas sem considerar o real fluxo de caixa da empresa. Isso acontece quando o empresário ignora o ciclo financeiro, não projeta sazonalidades ou até mistura finanças pessoais e corporativas”, afirma Benito Pedro Vieira Santos, CEO da Avante Assessoria, empresa com quase duas décadas de experiência em reestruturação financeira empresarial.

Segundo o executivo, a renegociação de passivos não deve ser vista apenas como uma tática de sobrevivência, mas como parte estratégica do planejamento financeiro. “É preciso ter clareza sobre a capacidade de pagamento da empresa. Um compromisso de renegociação deve ser quitado com o resultado da empresa, e não ser tratado como se fosse parte da operação. Isso é um erro recorrente”, alerta Santos.

Diagnóstico Financeiro: o primeiro passo

Antes de renegociar, é fundamental entender o ponto de equilíbrio do negócio. Isso envolve mapear os custos operacionais, despesas patrimoniais, endividamento atual, ativos disponíveis e indicadores como EBITDA, margem líquida e liquidez corrente.

“Trabalhamos com projeções em três cenários: otimista, realista e pessimista. Isso permite que o empresário visualize o impacto de suas decisões e esteja preparado para imprevistos”, explica Santos.

Priorizando os passivos: um método estratégico

Renegociar todas as dívidas ao mesmo tempo pode ser inviável. Por isso, a Avante recomenda uma metodologia de priorização baseada em urgência e impacto:

  • Prioridade 1: dívidas com juros mais altos ou que afetam a operação diretamente (como fornecedores estratégicos);
  • Prioridade 2: passivos fiscais, que podem ser renegociados por meio de parcelamentos como REFIS;
  • Prioridade 3: empréstimos com garantias reais.

Além disso, é importante avaliar a flexibilidade de cada credor. “Bancos e o fisco têm mecanismos mais estruturados de negociação, enquanto fornecedores podem oferecer acordos criativos se houver transparência e confiança mútua”, afirma Santos.

A renegociação deve ser customizada conforme o perfil de cada credor. Santos detalha:

Bancos

  • Apresente demonstrativos atualizados e um plano de recuperação consistente;
  • Negocie a substituição de dívidas caras por linhas de crédito mais baratas;
  • Utilize garantias reais para obter melhores condições.

Fornecedores

  • Proponha prazos maiores ou descontos para pagamentos à vista;
  • Negocie exclusividades em troca de melhores termos.

Fisco

  • Aderir a programas como REFIS ou buscar transações tributárias para reduzir multas e juros;
  • Avaliar possibilidades de compensação de créditos fiscais.

“É essencial contar com uma assessoria externa especializada, porque a renegociação exige tempo, técnica e foco. Se for feita pela equipe interna, a operação pode ser comprometida”, ressalta o CEO da Avante.

Renegociar para crescer

A renegociação de passivos tem impacto direto na continuidade e expansão do negócio. Ao aliviar o caixa, a empresa ganha fôlego para investir, evita inadimplência e preserva sua reputação no mercado.

“Se a dívida compromete mais de 30% do EBITDA, a renegociação deixa de ser uma opção e passa a ser uma medida de sobrevivência. Por outro lado, se a empresa tem potencial de crescimento, alongar prazos pode transformar passivos em oportunidades”, explica Santos.

A transação tributária como estratégia de reestruturação

Dentre os passivos a serem renegociados, as dívidas fiscais merecem atenção especial. Para além dos tradicionais parcelamentos como o REFIS, a transação tributária vem ganhando protagonismo como ferramenta eficaz para empresas que buscam reorganizar suas finanças e evitar litígios com o fisco. Diferente do parcelamento convencional, esse mecanismo jurídico permite uma negociação mais flexível, com possibilidade de descontos expressivos, prazos estendidos e até suspensão de execuções fiscais.

“A transação tributária não é apenas uma alternativa de pagamento, mas sim uma oportunidade real de reestruturação fiscal. Ela oferece ao contribuinte a chance de ajustar seus débitos com base em sua capacidade financeira atual, o que é essencial em um contexto de recuperação ou expansão”, explica Dr. Thiago Santana Lira, da Barroso Advogados Associados.

Essa modalidade tem sido utilizada com sucesso por empresas de diferentes portes, inclusive em situações de recuperação judicial. Nesses casos, os benefícios costumam ser ainda mais amplos, com possibilidade de personalização da proposta, conforme destaca Dr. Thiago Lira: “Empresas que apresentam um diagnóstico fiscal claro e uma proposta bem fundamentada conseguem não só reduzir o passivo, como também abrir espaço para retomar investimentos e regularizar sua situação com o Estado.”

A adesão à transação pode ser feita via plataforma online, com programas de adesão automática, ou por meio de proposta individual — ideal para empresas que necessitam de soluções mais ajustadas à sua realidade. “É fundamental que o empresário conte com suporte jurídico especializado, tanto para identificar débitos prescritos quanto para estruturar uma proposta viável. Sem isso, há risco de comprometer o planejamento estratégico ou até reincidir na inadimplência”, alerta o advogado da Barroso Advogados.

Além do alívio financeiro imediato, a transação proporciona vantagens operacionais importantes, como a suspensão de ações de execução fiscal, o que protege os ativos da empresa e evita o bloqueio de contas ou bens. “Ela é uma ponte entre o endividamento e a retomada de crescimento, desde que utilizada com responsabilidade e dentro de um plano bem estruturado”, completa o Dr. Thiago.

Leia também:

Source link

Monofásico ou Não? Entenda como essa tributação impacta o seu bolso – Jornal Contábil

A tributação monofásica concentra o recolhimento de impostos como PIS e COFINS na indústria ou no importador, logo no início da cadeia. 

Isso facilita a fiscalização para o Fisco e evita a cobrança em etapas posteriores da comercialização.

Para te ajudar em mais uma questão do Simples Nacional, hoje a equipe do Jornal Contábil retirou algumas informações do artigo da  é-Simples Auditoria Eletrônica, empresa especialista no Simples Nacional e vamos te ajudar a entender mais sobre Tributação Monofásica e saber como podemos ajudar nossos clientes optantes por esse regime!

O artigo da é-Simples Auditoria Eletrônica diz:

1. O que é a tributação monofásica?

De acordo com o Blog da é-Simples Auditoria:”A tributação monofásica é um sistema onde se cobra o imposto apenas uma vez, geralmente no começo da cadeia de produção de alguns produtos.

Dessa forma, podemos dizer que a tributação monofásica é uma forma de cobrar PIS e COFINS apenas uma vez, geralmente pelo fabricante ou importador no começo da produção ou importação do produto.

Se bem que, esse sistema se parece com o sistema de substituição tributária. Pois quem contribui é o responsável pelo recolhimento do imposto de um produto ou serviço nas ações seguintes.

Aliás, essa regra da Receita Federal está na Solução de Consulta 225/2017 (DOU de 18/05).

De acordo com a Receita, as empresas que optam pelo Simples Nacional e vendem produtos da tributação concentrada (Lei nº 10.147/2000), devem separar a receita da venda desse produto mostrando essa cobrança, para não pesar no cálculo do Simples Nacional.

Em resumo, se calcularão os valores sobre os tributos do Simples Nacional com base na receita total da venda dos produtos da tributação concentrada.

No sistema monofásico da COFINS e do PIS/Pasep, a tributação fica centrada em uma única fase da produção. Visto que o Fisco ditou o importador e o industrial como os responsáveis pelo recolhimento principal.”

2. Quem paga PIS e COFINS Monofásico?

De acordo com o Blog da é-Simples Auditoria:”Quem paga PIS e COFINS monofásico sempre é o contribuinte. Ele é responsável pelo início da cadeia produtiva, ou seja, geralmente quem paga esse imposto são as indústrias.

O regime monofásico de PIS/COFINS, criado pela Lei nº 10.485 em 3 de julho de 2002, escolhe um responsável, dentro da cadeia de produção de um produto, para pagar os impostos de todos.

Exemplo:

Imagine que uma indústria vende um produto monofásico para um atacadista. Nesse caso, a indústria paga uma alíquota maior de PIS/COFINS. Isso significa que o atacadista, o comerciante e o consumidor final não precisam pagar PIS/COFINS novamente.

Na tributação monofásica, a saber, se cobra o imposto apenas uma vez, logo no começo da cadeia produtiva.

Então, para ficar claro: produtos monofásicos são aqueles onde o imposto é pago apenas na primeira etapa da produção.”

3. O que é um produto monofásico?

Segundo o Blog da é-Simples Auditoria: “Os produtos monofásicos são aqueles que fazem parte de uma cadeia produtiva onde o pagamento tributário se dá somente na primeira etapa.

Portanto, neste sistema, a tributação se dá para contribuir com o Pagamento de Integração Social (PIS) e  Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS).

Assim, ocorre a tributação desses produtos listados previamente, de maneira específica, sendo pagos ainda na indústria pelo fabricante ou pelo importador responsável. 

Logo após esse pagamento inicial, não há mais incidência de valores nos produtos que passam a ter sua venda com alíquota 0 aos comerciantes.

Vale ressaltar que a alíquota 0 ocorre quando não se tributa o produto de acordo com a lei para o incentivo ao seu consumo e até mesmo para democratizar o acesso da população a este bem de consumo.

Portanto, em nenhuma das etapas se exige o pagamento de taxas, tornando esse produto mais barato.

Com os produtos monofásicos, a venda do item pode ser mais barata porque alguém já fez a contribuição tributária pelos demais setores.”

Teste 7 dias grátis o sistema de gestão do Simples Nacional da é-Simples Auditoria!

Clique aqui ou acesse e veja a análise de cada item vendido do seu cliente em questão de minutos!

Você pode testar gratuitamente o sistema da é-Simples e analisar como está a apuração do imposto do seu cliente! Faça análises e auditoria de todos os seus clientes do Simples Nacional!

Recupere agora mesmo a venda de produtos monofásicos,  produtos sujeitos à Substituição Tributária de PIS e COFINS e também produtos sujeitos ao ICMS ST no Simples Nacional. Além disso, controlamos o Domicílio Tributário Eletrônico e ficamos sabendo que eles vão lançar um módulo específico para CBS e IBS no Simples Nacional.

Gostou do assunto? Continue acompanhando nossos artigos, e também siga a é-Simples no instagram @esimplesauditoria.

Obrigado pela leitura!

Informações retiradas do Blog da é-Simples Auditoria. Artigo: “Tributação Monofásica: o que é e como funciona?”. Disponível em: Por Leonel Monteiro em 17/06/2024.

Source link

Alerta! eSocial tem parada programada para manutenção – Jornal Contábil

A Receita Federal informa que haverá uma parada programada para manutenção de alguns serviços do eSocial.

Essa parada tem por objetivo a manutenção programada que vai ocorrer no próximo dia 26 de julho, sábado, das 21h às 06h do dia seguinte. 

Todos os módulos do eSocial – web (inclusive os módulos simplificados) e web service – sofrerão impacto e ficarão indisponíveis durante o período da parada.

O que é o eSocial?

O eSocial é um sistema que centraliza o envio de informações sobre os trabalhadores, substituindo o envio de diversas declarações e formulários individuais. 

Ele abrange informações desde a admissão até a rescisão do contrato de trabalho, incluindo dados sobre folha de pagamento, férias, licenças, alterações contratuais, contribuições previdenciárias e fiscais, entre outros.

Leia também:

Quais são as obrigações das empresas no eSocial?

O eSocial impõe várias obrigações às empresas para garantir que as informações trabalhistas, fiscais e previdenciárias sejam enviadas de forma correta e no prazo. As principais obrigações incluem:

  • A empresa deve registrar todas as contratações de empregados no sistema, incluindo informações sobre a vaga, salário e data de início.
  • Sempre que houver alterações no quadro de funcionários, como mudanças de salário ou cargo, essas informações devem ser atualizadas no eSocial.
  • Se um funcionário se afastar por motivos de doença, licença maternidade ou outras razões, a empresa deve comunicar ao eSocial.
  • As informações da folha de pagamento devem ter envio de forma detalhada, incluindo salários, descontos, encargos e benefícios.
  • A empresa também precisa informar dados sobre férias, rescisões de contrato e outros eventos relacionados ao desligamento dos funcionários.

O não cumprimento dessas obrigações pode acarretar em penalidades, como multas e até mesmo o bloqueio de alguns benefícios para a empresa, além de complicações no relacionamento com os órgãos governamentais.

Curso de Recuperação do Simples Nacional. Aprenda a recuperar o PIS e Cofins de 60 meses em até 3 dias! 

Acesse:



Autor: Ana Luzia RodriguesAutor: Ana Luzia Rodrigues


Formada em jornalismo há mais de 30 anos, já passou por diversas redações dos jornais do interior onde ocupou cargos como repórter e editora-chefe. Também já foi assessora de imprensa da Câmara Municipal de Teresópolis. Atuante no Jornal Contábil desde 2021.


Source link