Vale-alimentação contribui para aliviar o orçamento familiar; entenda – Jornal Contábil

Com o aumento no preço dos alimentos e no custo de vida, o vale-alimentação tem ganhado ainda mais relevância como um dos benefícios mais valorizados pelos trabalhadores brasileiros. Além de ser um instrumento importante para garantir o acesso à alimentação de qualidade, o auxílio também representa um reforço significativo no orçamento familiar, funcionando como um suporte financeiro direto à rotina doméstica.

Poder de compra

Empresas que oferecem o vale-alimentação proporcionam aos colaboradores a possibilidade de utilizar o benefício na compra de alimentos em supermercados, mercearias e outros estabelecimentos credenciados. Esse apoio tem sido essencial especialmente para famílias que enfrentam reajustes frequentes no valor da cesta básica e gastos elevados com itens alimentícios.

Embora o vale-alimentação não integre o salário, ele impacta diretamente o poder de compra do trabalhador. Ao cobrir uma parte relevante das despesas com alimentação, o benefício permite que outras áreas do orçamento familiar sejam aliviadas, como transporte, moradia, educação e cuidados com os filhos. Para muitos brasileiros, esse valor faz a diferença entre manter as contas em dia ou entrar no vermelho ao final do mês.

Produtividade e reconhecimento dos colaboradores

O impacto positivo do vale-alimentação também se estende ao bem-estar e à produtividade dos colaboradores. Funcionários que se sentem apoiados pelas empresas em aspectos básicos de sua vida pessoal tendem a estar mais engajados, satisfeitos e motivados no ambiente de trabalho.

Empresas que mantêm ou expandem esse tipo de apoio em momentos de instabilidade econômica costumam ser melhor percebidas pelos funcionários. O reconhecimento vai além do valor financeiro: demonstra empatia, responsabilidade social e comprometimento com a qualidade de vida da equipe.

Para os empregadores, o retorno aparece na forma de maior retenção de talentos, menor rotatividade e fortalecimento da marca empregadora.

Abrangência

Outro ponto de destaque é a abrangência do benefício. O vale-alimentação pode atender diferentes perfis de trabalhadores, com flexibilidade para se adaptar às realidades locais e às preferências de consumo de cada colaborador. Além disso, a digitalização dos cartões e plataformas de gestão tem facilitado o uso do benefício, ampliando a rede de aceitação e oferecendo mais comodidade no dia a dia.

Para muitas famílias, o valor mensal do vale-alimentação representa a principal fonte de garantia de refeições equilibradas, especialmente em lares com mais de um dependente. Em casos assim, o auxílio tem papel ainda mais relevante, funcionando como ferramenta de apoio social que vai além do ambiente corporativo.

Apoio financeiro e melhores relações de trabalho

Iniciativas como o vale-alimentação se tornam essenciais para proporcionar mais estabilidade às famílias. Ao mesmo tempo em que cumpre sua função de apoio financeiro, o benefício contribui para relações de trabalho mais saudáveis, sustentáveis e comprometidas com o bem-estar coletivo. Em tempos de incerteza, oferecer esse tipo de suporte é uma forma concreta de fazer a diferença na vida dos colaboradores.

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Autor: Mariana FreitasAutor: Mariana Freitas


Há 2 anos faz parte da equipe de Redação e Marketing do Jornal Contábil, colaborando com a criação de conteúdo, estratégias de engajamento e apoio no fortalecimento da presença digital do portal.


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Novos grupos passam a integrar o Bolsa Família a partir deste mês – Jornal Contábil

A partir deste mês de julho, novas diretrizes entrarão em vigor para o programa Bolsa Família, visando priorizar o atendimento de famílias em situação de rua, em risco social ou com insegurança alimentar. 

Essa medida representa um avanço importante na busca por uma rede de proteção social mais eficaz e direcionada aos grupos mais vulneráveis da sociedade brasileira.

A decisão de dar prioridade a esses públicos reflete a crescente preocupação em combater a extrema pobreza e garantir o acesso a direitos básicos para quem mais precisa. Ao focar em famílias que enfrentam a invisibilidade das ruas, os desafios do risco social (como violência, desestrutura familiar e falta de acesso a serviços) e a urgência da insegurança alimentar, o governo busca oferecer um suporte mais rápido e eficiente.

Para as famílias nessa condição, a inclusão prioritária no Bolsa Família pode significar o acesso a um recurso financeiro essencial para a compra de alimentos, medicamentos e outras necessidades básicas, além de abrir portas para outros programas e serviços sociais. 

A expectativa é que essa mudança contribua significativamente para a redução da vulnerabilidade social e a promoção da dignidade humana.

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Regras para ingressar

É fundamental que as famílias que se enquadram nesses critérios busquem os Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) de seus municípios para se informar sobre os procedimentos de cadastramento e atualização de dados no Cadastro Único (CadÚnico), que é a porta de entrada para o Bolsa Família e outros programas sociais do governo. 

A agilidade no cadastro e na atualização das informações é crucial para garantir o acesso ao benefício.

Essa medida reforça o compromisso em combater as desigualdades sociais e garantir que o Bolsa Família continue sendo um instrumento vital na construção de um futuro mais justo para todos os brasileiros.



Autor: Ana Luzia RodriguesAutor: Ana Luzia Rodrigues


Formada em jornalismo há mais de 30 anos, já passou por diversas redações dos jornais do interior onde ocupou cargos como repórter e editora-chefe. Também já foi assessora de imprensa da Câmara Municipal de Teresópolis. Atuante no Jornal Contábil desde 2021.


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Governo federal isentou taxistas de taxa de verificação de taxímetros – Jornal Contábil

O Governo Federal isentou os taxistas da taxa de R$ 52 para a verificação dos taxímetros. As revisões, que antes eram anuais, passam agora a ocorrer a cada dois anos.

O uso do equipamento é obrigatório em cidades com mais de 50 mil habitantes. De acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, mais de 100 mil taxistas devem ser beneficiados.

 A estimativa é de uma economia de R$ 9 milhões por ano aos motoristas. Além disso, as verificações, que antes eram anuais, passam a ser a cada dois anos.

A proposta pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), por meio do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) – reduz custos e desburocratiza a obrigação, sem perder a garantia de confiança e precisão nas medições dos taxímetros.

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Mais benefícios

Estima-se que a isenção da verificação inicial será benéfica também para os fabricantes dos equipamentos, pois simplificará o processo de entrada de novos taxímetros no mercado, estimulando a inovação e a modernização tecnológica.

Estudo do Inmetro apontou a viabilidade da mudança, considerando a confiabilidade dos equipamentos modernos e o baixo índice de reprovação nas verificações.

A legislação

De acordo com a lei nº 12.468/2011, o uso de taxímetros é obrigatório em municípios com mais de 50 mil habitantes. A verificação metrológica é exigida por lei e realizada pelo Inmetro. 

A verificação inicial é de responsabilidade do fabricante ou importador, e as seguintes devem ser feitas pelo dono do veículo. O custo e a consequente economia de R$ 9 milhões levam em conta as verificações periódicas anuais e as decorrentes de manutenção ou atualização de tarifa.



Autor: Ana Luzia RodriguesAutor: Ana Luzia Rodrigues


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Setor financeiro deixou de ser apoio e virou protagonista nas empresas; entenda a importância – Jornal Contábil

Durante décadas, o setor financeiro foi encarado como uma área de suporte, responsável por manter as contas em dia, emitir relatórios e garantir o cumprimento de obrigações fiscais. Hoje, esse cenário mudou: o departamento financeiro passou a ocupar uma posição protagonista nas organizações, com influência direta nas decisões de negócio e nas metas de crescimento.

Essa transformação é impulsionada por fatores como o avanço da tecnologia, o acesso a dados em tempo real e a necessidade de adaptação rápida às mudanças do mercado. Com isso, as empresas passaram a enxergar o setor financeiro como peça-chave na definição de estratégias corporativas.

Mais do que controlar orçamentos, espera-se que os profissionais da área atuem com visão analítica e foco em resultados. Desta forma, a gestão financeira empresarial completa inclui análises preditivas, gestão de riscos e definição de caminhos para o crescimento sustentável.

De apoio operacional a parceiro estratégico

A transformação do setor financeiro reflete uma evolução no modelo de gestão empresarial. A área, que antes tinha foco predominantemente operacional, agora atua de forma integrada com outras funções-chave da empresa, como marketing, recursos humanos, logística e comercial. Essa aproximação permite uma visão mais ampla e embasada sobre o desempenho da companhia e favorece decisões alinhadas aos objetivos gerais.

Além disso, o profissional financeiro atual é mais analítico, estratégico e conectado às inovações tecnológicas. Com o uso de ferramentas de gestão integradas, inteligência de dados e indicadores de desempenho, ele contribui para identificar oportunidades, antecipar cenários e otimizar investimentos. O resultado é uma atuação mais proativa.

Gestão baseada em dados: o novo padrão

Outro fator que impulsionou o protagonismo da área financeira foi a valorização da cultura de dados nas empresas. O acesso a informações em tempo real permite acompanhar de perto os indicadores econômicos, operacionais e comerciais. Essa visibilidade favorece a tomada de decisões mais rápidas e precisas.

Com relatórios e dashboards automatizados, o setor financeiro deixa de ser apenas o responsável pelo fechamento mensal e passa a entregar insights valiosos sobre rentabilidade, alocação de recursos, desempenho por produto ou filial e eficiência nos processos internos.

Essa capacidade analítica ganhou relevância em conselhos administrativos e reuniões de diretoria, fazendo do setor um dos principais influenciadores nas decisões de médio e longo prazo.

Redução de riscos e fomento à inovação

A nova atuação do setor financeiro também tem impacto direto na redução de riscos. Ao atuar com previsibilidade, acompanhar fluxos de caixa em tempo real e manter controle sobre dívidas e obrigações, a área contribui para manter a saúde da empresa e prevenir desequilíbrios que possam comprometer a operação.

Além disso, o financeiro passou a ser peça-chave na avaliação de projetos de inovação. Com análises de viabilidade, retorno sobre investimento (ROI) e cenários comparativos, ajuda a definir onde e como a empresa deve apostar para crescer. Esse apoio técnico qualifica o processo de inovação e reduz as chances de desperdício de recursos.

Integração e liderança nas transformações

O fortalecimento do setor financeiro também está relacionado à sua capacidade de integração com outras áreas. Quando bem estruturado, ele se torna um facilitador de mudanças internas, contribuindo para uma gestão mais eficiente, com metas claras, custos sob controle e visão de longo prazo.

Em muitos casos, o diretor financeiro (CFO) passou a dividir o protagonismo com o CEO, exercendo liderança na formulação de estratégias e atração de investidores.

Um novo papel que veio para ficar

O setor financeiro deixou de atuar nos bastidores para ocupar posição de destaque no centro das decisões. Essa evolução acompanha a transformação do ambiente corporativo, que exige mais agilidade, precisão e visão integrada.

À medida que as empresas reconhecem o valor estratégico dessa área, crescem as oportunidades de inovação, expansão e sustentabilidade. O futuro da gestão passa, cada vez mais, pela inteligência financeira.

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Trabalhador poderá receber até R$ 1.518 em julho. Veja quem está na lista – Jornal Contábil

O pagamento do abono salarial do PIS/Pasep 2025 (ano-base de 2023) para trabalhadores nascidos em setembro e outubro será liberado nesta terça-feira, dia 15

O valor referente ao PIS é pago pela Caixa Econômica Federal aos profissionais da iniciativa privada. Os recursos relativos ao Pasep são creditados pelo Banco do Brasil (BB) aos servidores.

De acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), considerando todo o ano, 25,8 milhões de trabalhadores serão beneficiados, com um total de R$ 30,7 bilhões. Desse total, cerca de 22 milhões que trabalham na iniciativa privada receberão o PIS e 3,8 milhões de servidores públicos, empregados de estatais e militares têm direito ao Pasep.

Os pagamentos são divididos em seis lotes, baseados no mês de nascimento do trabalhador. Neste ano, as liberações dos valores começaram em 17 de fevereiro e vão até 15 de agosto. O saque será permitido até 29 de dezembro de 2025.

Após esse prazo, será necessário aguardar a convocação especial do Ministério do Trabalho e Emprego para que o trabalhador possa resgatar o valor. O trabalhador pode conferir a situação do benefício no aplicativo Carteira de Trabalho Digital.

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Confira o calendário completo do PIS/Pasep 2025

Nascido em Recebem a partir de
Janeiro 17 de fevereiro
Fevereiro 17 de março
Março 15 de abril
Abril 15 de abril
Maio 15 de maio
Junho 15 de maio
Julho 16 de junho
Agosto 16 de junho
Setembro 15 de julho
Outubro 15 de julho
Novembro 15 de agosto
Dezembro 15 de agosto

Como consultar seu benefício

Para verificar se você tem direito e a data de recebimento do abono salarial, siga o passo a passo pelo aplicativo da Carteira de Trabalho Digital:

  1. Certifique-se de que o aplicativo esteja atualizado.
  2. Acesse o sistema com seu número de CPF e a senha utilizada no portal gov.br.
  3. Toque em “Benefícios” e, em seguida, em “Abono Salarial”.
  4. A tela seguinte informará se o trabalhador está ou não habilitado para receber o benefício.

Trabalhadores do setor privado também podem consultar a situação do benefício e a data de pagamento nos aplicativos Caixa Trabalhador e Caixa Tem.

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Autor: Ana Luzia RodriguesAutor: Ana Luzia Rodrigues


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Prioridade para trabalhador tirar férias no mesmo período dos filhos – Jornal Contábil

A Comissão de Trabalho da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que garante a trabalhadores com filhos entre 4 e 17 anos prioridade nas férias que coincidam com as férias escolares. A proposta altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

A relatora, deputada Rogéria Santos (Republicanos-BA), recomendou a aprovação de um substitutivo ao Projeto de Lei 362/25, da deputada Chris Tonietto (PL-RJ). O novo texto, aprovado na comissão, foi elaborado para aperfeiçoar a redação da proposta.

Rogéria Santos observou que empregadores e empregados normalmente já negociam a concessão de férias, sendo, para ela, justificável existir previsão legal de preferência a pais para férias na mesma época dos filhos.

“A prioridade nas férias para esses pais é uma forma de assegurar que eles possam ser os principais cuidadores das crianças durante esse período, sem a pressão de ter que conciliar o trabalho com a atenção aos filhos em período sem aulas”, observou a relatora.

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Próximas etapas

A proposta será ainda analisada, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ).

Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Fonte: Agência Câmara



Autor: Ana Luzia RodriguesAutor: Ana Luzia Rodrigues


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Comissão aprova regra para sucessão em sociedade limitada unipessoal – Jornal Contábil

A Comissão de Indústria, Comércio e Serviços da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei (PL 306/24) estabelecendo que a sucessão hereditária nas sociedades limitadas unipessoais (SLU), no caso de falecimento do sócio único, ocorrerá por alvará judicial ou documento formal de partilha de bens (sentença judicial ou escritura pública de partilha).

Figura criada em 2019, a SLU é uma sociedade formada por apenas um sócio, o próprio dono do negócio. 

Apresentado pelo deputado Marangoni (União-SP), o texto altera o Código Civil. Hoje é regra disciplinar a sucessão na sociedade limitada tradicional (a conhecida Ltda) por meio de cláusulas no contrato social da empresa. Se um dos sócios morre, o contrato define a destinação das suas quotas.

No caso das SLUs, não existe uma regra similar. A proposta, segundo Marangoni, busca “aperfeiçoar a legislação vigente e afastar interpretações divergentes”.

O projeto aproveita a redação de uma instrução normativa do Departamento Nacional de Registro Empresarial e Integração (Drei), que dá as diretrizes para registro de empresas. O Drei é um órgão integrante do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.

O parecer do relator, deputado Josenildo (PDT-AP), foi favorável à proposta. Segundo ele, a medida busca evitar a necessidade de um inventário completo e potencialmente prolongado para a mera transferência das cotas. 

“Essa iniciativa é crucial para a continuidade dos negócios, assim como auxilia na redução de custos com processos judiciais, ampliando a competitividade de firmas sob Sociedade Limitada Unipessoal”, disse. 

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Próximos passos 

O PL 306/24 será analisado, em caráter conclusivo, pela Comissão  de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ). Para virar lei, o projeto tem que ser aprovado pela Câmara e pelo Senado Federal.

Fonte: Agência Câmara de Notícias



Autor: Ana Luzia RodriguesAutor: Ana Luzia Rodrigues


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Receita disponibiliza parcelamento online de débitos previdenciários declarados em GFIP – Jornal Contábil

A Receita Federal inovou ao permitir que órgãos públicos parcelem seus débitos previdenciários da GFIP diretamente online, eliminando a necessidade de processos digitais complexos.

Agora, é possível parcelar as dívidas em até 60 vezes, com parcelas mínimas de R$ 500. Para formalizar o acordo, basta pagar a primeira parcela, gerada na hora da solicitação via Guia da Previdência Social (GPS). 

As parcelas seguintes serão automaticamente descontadas dos repasses do Fundo de Participação dos Estados (FPE) e/ou do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), garantindo mais segurança e eficiência no pagamento.

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Objetivo da Receita Federal

Essa iniciativa faz parte da estratégia da Receita Federal para expandir os serviços digitais, simplificando processos, dando mais autonomia aos usuários e reduzindo a burocracia para a regularização fiscal de entidades públicas.

Como solicitar

Para solicitar o parcelamento, acesse o Portal de Serviços da Receita Federal do Brasil (Serviços do Contribuinte) e siga o caminho: “Órgãos Públicos” > “Pagamentos e Dívidas” > “Parcelamentos” > “Meus Parcelamentos de GFIP”.

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Autor: Ana Luzia RodriguesAutor: Ana Luzia Rodrigues


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Receita lança novo serviço digital de emissão e consulta de Certidão Negativa – Jornal Contábil

A Receita Federal do Brasil acaba de disponibilizar uma nova versão do serviço digital de emissão e consulta de Certidão Negativa de Débitos (CND), reafirmando seu compromisso com a modernização e a simplificação do atendimento ao cidadão.

A principal novidade é a unificação, em uma única plataforma, da emissão e consulta de todas as modalidades de certidões de regularidade fiscal, abrangendo pessoas físicas, jurídicas, imóveis rurais e obras de construção civil. Além disso, o serviço passou por uma total reformulação para proporcionar uma experiência mais ágil, intuitiva e acessível.

Veja a seguir maiores detalhes.

O que é Certidão Negativa de Débitos?

Uma empresa precisa emitir diversos documentos comprobatórios e entre eles está a Certidão Negativa de Débitos (CND).  A CND é um documento que se emite somente por instituições públicas e, a depender do tipo de certidão negativa, a emissão pode ser a nível municipal, estadual ou federal. O órgão emissor e o tipo de comprovação dependem muito das situações nas quais se exige a certidão.

Por exemplo, diversas atividades podem exigir a CND para uma empresa, como na solicitação de financiamentos ou empréstimos bancários. 

As entidades financeiras vão exigir Certidão Negativa conjunta de Débitos relativos a Tributos Federais e à Dívida Ativa da União, que comprova se a empresa está em dia com o pagamento de impostos pelo governo federal, caso haja solicitações de financiamentos ou empréstimos.

Em relação a pessoas físicas, a solicitação da certidão negativa também pode ocorrer para se inscrever em um programa de bolsa de estudos, por exemplo. Enfim, as CNDs são exigidas em diferentes casos para comprovar coisas distintas.

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Quais são os tipos de certidões negativas?

Há inúmeras comprovações de regularidade que uma empresa ou uma pessoa física pode precisar. Entre as principais certidões para empresas estão:

  • Certidão da Receita Federal;
  • Certidão Municipal;
  • Certidão Estadual;
  • Certidão de FGTS;
  • Certidão de ônus;
  • Certidão da Previdência Social.

Para que serve a certidão negativa?

A certidão negativa garante que uma empresa ou pessoa física não responde por ação civil, criminal e que está tudo adequado perante os órgãos fiscalizadores.

Assim, a certidão negativa está relacionada à segurança que as instituições e corporações desejam ao fazer negócio com a sua empresa. A depender da natureza da negociação, podem ser exigidos diferentes tipos de certidões – como para a comprovação de bens ou da ausência de dívidas previdenciárias.

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Principais melhorias

  • Histórico completo de certidões conjuntas RFB/PGFN: agora é possível consultar todas as certidões emitidas desde 1º de setembro de 2005, com validação imediata da autenticidade.
  • Interface moderna e responsiva: o novo sistema funciona perfeitamente em smartphones, tablets e computadores, oferecendo uma navegação fluida e adaptada a diferentes dispositivos.
  • Serviço unificado: cidadãos, empresas e entidades contam com um único endereço eletrônico para emissão e consulta de diferentes tipos de certidão, tornando o processo mais simples e eficiente.
  • Integração com o design system do gov.br: o serviço segue os padrões visuais e funcionais do governo federal, garantindo uma experiência digital consistente, acessível e segura para todos os usuários.

A iniciativa faz parte da estratégia da Receita Federal para ampliar a oferta de serviços digitais de excelência, fortalecendo a transparência, a usabilidade e a confiança do cidadão nos serviços públicos. 

Acesse aqui o novo serviço.

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Simples Nacional para consultores: o guia descomplicado que você procurava! – Jornal Contábil

Empresas de consultoria no Simples Nacional são, em regra, tributadas pelo Anexo III, com alíquotas progressivas conforme a receita bruta anual. 

Porém, se o Fator R for inferior a 28%, a tributação pode passar para o Anexo V, com alíquotas geralmente mais altas.

Para te ajudar em mais uma questão do Simples Nacional, hoje a equipe do Jornal Contábil retirou algumas informações do artigo da  é-Simples Auditoria Eletrônica, empresa especialista no Simples Nacional e vamos te ajudar a entender mais sobre serviços de consultoria e saber como podemos ajudar nossos clientes optantes por esse regime!

O artigo da é-Simples Auditoria Eletrônica diz:

1. Qual o CNAE utilizado para consultoria?

De acordo com o Blog da é-Simples Auditoria:”O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), responsável pela classificação das atividades econômicas em território nacional, atribui o CNAE 7020-4/00 à consultoria no Simples Nacional.

Portanto, se atribui o CNAE 7020-4/00 às Atividades de consultoria em gestão empresarial, exceto consultoria técnica específica.

Além disso, o IBGE também dispõe de outras classificações para atividades econômicas relacionadas à consultoria que não se enquadram no CNAE acima. Alguns exemplos são:

  • consultoria em tecnologia da informação (6204-0/00);
  • auditoria e consultoria atuarial (6621-5/02);
  • aconselhamento e representação jurídica (6911-7/01);
  • consultoria e auditoria contábil e tributária (6920-6/02);
  • consultoria de arquitetura, engenharia e outras atividades técnicas relacionadas (grupo 71.1).”

2. Quais impostos incidem sobre consultoria?

De acordo com o Blog da é-Simples Auditoria: ”O regime de arrecadação para empresas de consultoria no Simples Nacional se compõe por tributos incidentes sobre a renda, sobre a prestação de serviços, assim como contribuições para o sistema de seguridade social no Brasil.

Especificamente:

  • Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ)
  • Contribuição Social para a Seguridade Social (CSLL)
  • Contribuição para o PIS/Pasep
  • Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS)
  • Contribuição para o Financiamento da Previdência Social (Cofins)”

3. Fator R para calcular a tributação para serviços de consultoria?

Segundo o Blog da é-Simples Auditoria: “Para empresas de consultoria no Simples Nacional é crucial compreender o cálculo do Fator R.

Este cálculo é adotado como critério para decidir se a tributação de uma empresa será pelo Anexo V ou pelo Anexo III, tendo em vista que cada anexo apresenta alíquotas diferentes por faixa de receita bruta anual.

Em resumo, esse fator concentra-se basicamente na relação entre os gastos com salários e a receita bruta da empresa.

Dependendo do índice calculado, o perfil tributário da empresa pode se ajustar ao definido no Anexo V ou migrar para o Anexo III. Consequentemente, aplicam-se as taxas correspondentes a estas categorias de acordo com as regras do Simples Nacional.

Logo que se trata do:

  • Total da folha de pagamento/ Receita Bruta Anual for igual ou superior a 28% (0,28), a empresa será tributada conforme o Anexo III;
  • Total da folha de pagamento/ Receita Bruta Anual for inferior a 28% (0,28), a empresa será tributada segundo o Anexo V.

A fim de verificar qual taxa é mais favorável, é papel dos profissionais de contabilidade analisar cuidadosamente e calcular esse índice. O que, de fato, envolve mensurar a proporção das despesas de folha de pagamento em relação às receitas totais do período.

Esse processo é essencial para que se estabeleça qual será a carga tributária mais precisa e vantajosa para a empresa.”

Qual o melhor enquadramento para um prestador de serviços de consultoria?

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Obrigado pela leitura!

Informações retiradas do Blog da é-Simples Auditoria. Artigo: “Serviços de consultoria no Simples Nacional: como funciona?”. Disponível em: Por Leonel Monteiro em 24/06/2024.

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