Fraudes digitais no Simples Nacional: como proteger sua empresa dos golpes virtuais – Jornal Contábil

Com o avanço da digitalização e a complexidade do sistema tributário brasileiro, pequenas e médias empresas, especialmente as enquadradas no Simples Nacional, tornaram-se alvos preferenciais de golpistas. A emissão indevida de certificados digitais, a manipulação de dados fiscais e a engenharia social são algumas das táticas usadas para fraudar o fisco e acessar contas empresariais. Diante desse cenário alarmante, cresce a urgência por medidas preventivas e maior conscientização sobre os riscos no ambiente digital.

Diversas fraudes têm sido registradas em empresas brasileiras de diferentes portes, sendo alarmante a ocorrência dessas atividades no ambiente digital. Nesses crimes, os fraudadores obtêm acesso ao certificado digital da empresa ou de seus administradores por meio de emissão indevida ou ataques cibernéticos. De posse desse documento, eles se passam por representantes legais, abrindo contas bancárias e acessando sistemas fiscais fornecidos pelas secretarias da fazenda, como e-CAC, Portal do Simples Nacional e postos fiscais eletrônicos.

Richard Domingos, diretor executivo da Confirp Contabilidade, destaca outra tática utilizada pelos golpistas: “Em alguns casos, esses criminosos, por meio de engenharia social, conseguem emitir certificados digitais falsos dos administradores ou da empresa. Eles retificam impostos pagos para diminuir os valores devidos, abrem contas bancárias em nome da empresa e solicitam a restituição de valores que supostamente foram pagos a maior.” Esse método permite que os golpistas acessem recursos fraudulentamente, muitas vezes sem que as vítimas percebam a situação.

Além disso, as quadrilhas manipulam informações fiscais utilizando o PGDAS (Programa Gerador do Documento de Arrecadação do Simples Nacional), criando créditos fictícios e causando prejuízos não apenas aos contribuintes, mas também à arrecadação governamental. Domingos acrescenta: “Quando conseguem acessar a área da empresa nos sistemas governamentais, muitas vezes esses golpistas cancelam o e-mail de notificação do representante da empresa para evitar que haja alertas sobre essas movimentações fraudulentas. Eles esperam que a Receita Federal restitua o imposto, e ao concretizar o saque, a empresa do Simples Nacional não sofre danos imediatos, pois a restituição ainda não se efetivou, mas as consequências podem ser severas.”

Outro método comum envolve golpistas que se apresentam como consultores tributários, prometendo recuperar valores para os empresários, como PIS e Cofins. No entanto, esses supostos direitos creditórios são, na verdade, fraudes que consistem na alteração indevida da natureza da receita bruta das empresas, visando a redução da carga tributária para obter restituições indevidas.

A criatividade e a expertise técnica dos criminosos são notáveis, permitindo que encontrem brechas para desviar valores de impostos, deixando as empresas com a responsabilidade de arcar com as contas.

O Impacto das Fraudes no Simples Nacional

As consequências das fraudes digitais são devastadoras e podem afetar as pequenas empresas de diversas maneiras:

  • Multas Pesadas: a Receita Federal pode impor penalidades financeiras severas por declarações incorretas, muitas vezes resultantes de ações fraudulentas.
  • Exclusão do Simples Nacional: em casos extremos, a empresa pode ser excluída do regime simplificado, o que resulta em um aumento considerável da carga tributária e dificulta a continuidade das operações.
  • Danos à Reputação: o envolvimento em fraudes pode manchar a imagem da empresa, afastando clientes e parceiros, além de prejudicar a confiança do mercado.
  • Perda de Controle: uma vez que os golpistas assumem o controle sobre as contas da empresa, a situação pode rapidamente sair do controle, levando a dívidas e complicações legais.

Essas consequências não afetam apenas a saúde financeira das empresas, mas também sua longevidade e capacidade de inovar e crescer. Em um mercado onde a confiança é fundamental, a reputação danificada pode levar anos para ser restaurada.

Denis Barroso, sócio da Barroso Advogados Associados, enfatiza que essas ações podem ir muito além das questões tributárias, podendo causar um verdadeiro caos na vida do empresário, que perde totalmente o controle do seu negócio. “Esses criminosos têm a capacidade de acessar o e-CAC (Centro de Atendimento ao Contribuinte) e controlar todas as ações das empresas, desde a retificação de declarações até a criação de novas empresas em nome dos empreendedores.” Essa manipulação pode resultar em consequências devastadoras, como a perda total do controle sobre os ativos da empresa e a possibilidade de uma responsabilidade legal do sócio, podendo levar à falência.

Medidas de Proteção para Empresas do Simples Nacional

Diante do aumento das fraudes digitais, é imperativo que as empresas adotem medidas preventivas robustas para se proteger. Aqui estão algumas diretrizes essenciais passadas por Denis Barroso:

  • Segurança em Certificados Digitais: os certificados digitais são cruciais para a segurança nas transações online. Para garantir sua proteção, as empresas devem:
  • Não Compartilhar Senhas: é fundamental que senhas e certificados não sejam compartilhados com terceiros. Em situações em que for necessário, contrate procuradores com poderes claramente especificados no documento.
  • Verificar a Autenticidade: periodicamente, as empresas devem verificar a autenticidade de seus certificados e atualizá-los quando necessário.
  • Monitoramento de Comunicações: utilizar sistemas de acompanhamento de caixas postais e plataformas de comunicação é essencial para identificar movimentações suspeitas. A Confirp Contabilidade, por exemplo, oferece esse tipo de serviço para seus clientes, permitindo que as empresas se mantenham alertas quanto a possíveis fraudes. Além disso, treinar a equipe para identificar e-mails e mensagens suspeitas pode ser um passo importante na prevenção.
  • Regularidade Fiscal: consultar periodicamente certidões fiscais através de sites governamentais é fundamental. Assim como acontece com o monitoramento de notificações, a Confirp também acompanha a regularidade fiscal de seus clientes, de forma permanente, a movimentação tributária (valores declarados e pagos), reduzindo as chances de surpresas desagradáveis.

Infraestrutura de Segurança

Outro ponto fundamental é que a empresa invista em uma infraestrutura de segurança robusta, essencial para proteger dados e informações sensíveis, conforme explica Paulo Lima, sócio da Witec It Solutions. Segundo ele, isso envolve muitos pontos, mas ele destaca alguns:

  • Firewalls de Próxima Geração (NGFW) e UTMs: pequenas e médias empresas podem se beneficiar significativamente dos firewalls de próxima geração (NGFWs) e das soluções de gestão unificada de ameaças (UTMs). Os NGFWs oferecem uma camada adicional de proteção ao inspecionar o tráfego em tempo real e identificar ameaças avançadas. Já os UTMs combinam várias funcionalidades de segurança em um único dispositivo, como firewall, antivírus, antispam e controle de conteúdo, simplificando o gerenciamento de segurança em ambientes menores.
  • Filtros de DNS Inteligentes: a implementação de filtros de DNS pode reduzir a exposição a sites maliciosos, bloqueando o acesso a domínios identificados como ameaças. Esses filtros ajudam a prevenir ataques como phishing e ransomware ao bloquear URLs suspeitas antes mesmo de um usuário tentar acessá-las.
  • Proteção de Endpoint e Monitoramento de Rede: além das proteções de firewall e antispam, é fundamental que as empresas implementem soluções de segurança para endpoints. Antivírus de próxima geração e EDR (Endpoint Detection and Response) oferecem uma resposta rápida contra malwares e ataques direcionados. Adicionalmente, o monitoramento de rede contínuo permite identificar e bloquear atividades suspeitas, garantindo que tentativas de acesso não autorizado sejam rapidamente neutralizadas.

A Importância da Conscientização e Treinamento

O treinamento contínuo dos colaboradores é crucial na luta contra fraudes digitais. As empresas devem promover a conscientização sobre os riscos associados às fraudes digitais, ensinando seus funcionários a reconhecer sinais de alerta e a adotar práticas seguras. A formação, segundo Paulo Lima, deve incluir tópicos como:

  • Identificação de Phishing: como reconhecer e-mails e mensagens fraudulentas que tentam induzir a empresa a fornecer informações sensíveis. Executar simulações de phishing e campanhas de conscientização ajudam os colaboradores a reconhecerem fraudes de e-mails em um ambiente controlado, reduzindo a probabilidade de falha em um cenário real.
  • Segurança de Senhas: a importância de criar senhas fortes e de não reutilizar senhas em diferentes plataformas.
  • Proteção de Dados Sensíveis: como manejar informações confidenciais e a importância de manter a privacidade dos dados dos clientes.

Uma equipe bem-informada e engajada, que se sente à vontade para relatar atividades suspeitas, é uma das melhores defesas contra crimes financeiros. Além disso, as empresas devem estabelecer canais claros de comunicação onde os colaboradores possam relatar incidentes sem medo de represálias.

Seguros Cibernéticos

Considerar a contratação de um seguro cibernético também pode ser uma estratégia eficaz para minimizar prejuízos em caso de incidentes. “As apólices podem incluir coberturas essenciais, como proteção contra restituições indevidas e custos relacionados à investigação de fraudes,” orienta Cristina Camillo, especialista em seguros. Essas coberturas podem ser decisivas para a recuperação financeira e a continuidade das operações.

Embora o seguro cibernético seja uma recomendação válida, a cobertura deve ser detalhada para incluir riscos de engenharia social, fraudes fiscais e recuperação de dados, além de incidentes de ransomware. Isso evita uma falsa expectativa sobre a cobertura, já que algumas apólices excluem fraudes baseadas em credenciais comprometidas ou engenharia social. 

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Reforma Tributária: Novas alterações para CT-e, CR-eOS e GTV-e – Jornal Contábil

Foi publicada v.1.07 da Nota Técnica 2025.001 que divulga adequação dos leiautes do CT-e, do CT-eOS e da GTV-e para Reforma Tributária do Consumo – RTC, trazendo atualizações nos leiautes dos seguintes documentos:

  • CTe (Conhecimento de Transporte Eletrônico);
  • CTe-OS (Conhecimento de Transporte Eletrônico – Outros Serviços);
  • GTVe (Guia de Transporte de Valores Eletrônico);
  • NF3e (Nota Fiscal de Energia Elétrica Eletrônica);
  • BPe (Bilhete de Passagens Eletrônico), e
  • NFCom (Nota Fiscal Fatura de Serviço de Comunicação Eletrônica).

A nota técnica apresenta as seguintes alterações nos documentos fiscais eletrônicos mencionados acima: 

  • Inclusão do grupo IBS/CBS no XML;
  • Campo obrigatório vIBS;
  • Código de Classificação Tributária (cClassTrib) obrigatório em conjunto com o CST;
  • Novas regras de validação do IBS/CBS;
  • Inclusão do Grupo de Compras Governamentais (gTribCompraGov);
  • Inclusão do Grupo de Tributação Regular (gTribRegular);
  • Inclusão de grupos para crédito presumido;
  • Inclusão do schema (DFeTiposBasicos_v1.00.xsdumérico);
  • Ampliação do código de status (cStat) para 4 dígitos;
  • Alterações específicas para cada tipo de documento eletrônico.

Leia também:

Datas de Implementação

As datas de implementação são as seguintes:

  • Ambiente teste: Até 28/07/2025
  • Ambiente de produção: 06/10/2025
  • Validação obrigatória em produção: 05/01/2026

No ambiente de produção, os campos ficam à disposição desde 06 de outubro de 2025, validados apenas se informados. As Regras de Validação serão aplicadas somente a partir de 05 de janeiro de 2026 de forma obrigatória. 

No ambiente de homologação os campos da reforma tributária estarão à disposição desde julho, validados apenas se informados, e passam a ser exigidos a partir de 06 de outubro de 2025.



Autor: Ana Luzia RodriguesAutor: Ana Luzia Rodrigues


Formada em jornalismo há mais de 30 anos, já passou por diversas redações dos jornais do interior onde ocupou cargos como repórter e editora-chefe. Também já foi assessora de imprensa da Câmara Municipal de Teresópolis. Atuante no Jornal Contábil desde 2021.


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Cinco falhas que impedem empresas de crescerem por falta de inteligência analítica – Jornal Contábil

Tomar decisões baseadas apenas em intuição ainda é realidade para muitas empresas brasileiras. Estudos de consultorias como McKinsey, KPMG e Abrappe mostram que o mau aproveitamento de dados pode comprometer até 15% do faturamento, além de gerar desperdícios operacionais e perda de competitividade.

Apesar da abundância de tecnologia disponível, 80% das informações operacionais não são analisadas de forma estruturada, o que leva a falhas comuns como promoções ineficientes, ruptura de estoque e baixa personalização da experiência do cliente. No setor industrial, isso também se reflete em custos elevados, dificuldade para prever vendas e padrões desalinhados entre unidades.

Para evitar que esses problemas impactam nos resultados, é essencial que gestores identifiquem práticas que ainda bloqueiam o uso inteligente de dados. João Chencci, head de Tecnologia da AGR TECH, unidade de tecnologia da AGR Consultores, lista os principais erros que travam o crescimento e como evitá-los:

1.⁠ ⁠Decidir no achismo

Empresas que não usam dados estruturados têm desempenho até 20% inferior. “Quando a decisão é tomada com base em intuição, há desperdício de recursos e perda de oportunidades”, explica Chencci.

2.⁠ ⁠Não integrar bases de dados

Informações espalhadas entre diferentes áreas dificultam análises precisas. A integração é essencial para criar cenários confiáveis e antecipar movimentos de mercado.

3.⁠ ⁠Ignorar padrões de consumo

Muitas empresas deixam de observar o comportamento do cliente, perdendo chances de retenção e de crescimento de receita. Modelagens analíticas ajudam a prever tendências e ajustar estratégias em tempo real.

4.⁠ ⁠Falhar na governança de dados

Sem qualidade e atualização constantes, os dados perdem valor e podem gerar decisões equivocadas. Investir em processos de governança é tão importante quanto coletar informações.

5.⁠ ⁠Subestimar a inteligência analítica

Ainda há quem veja tecnologia apenas como ferramenta de apoio. “Quando bem aplicada, ela deixa de ser suporte e passa a ser motor de crescimento, impactando diretamente margem e produtividade”, reforça Chencci.

Sobre a AGR TECH

A AGR TECH nasceu da prática. Criada a partir da experiência acumulada em projetos de transformação da AGR Consultores, ela combina tecnologia proprietária, inteligência artificial e automação com um propósito claro: acelerar decisões e ampliar o controle sobre áreas críticas do negócio. Embora recente, a AGR TECH herda a bagagem de mais de duas décadas da AGR Consultores, atuando agora de forma independente para escalar soluções com ainda mais velocidade.

Diferente de plataformas genéricas, as soluções da AGR TECH são desenhadas para gerar impacto real, com foco em resultados, visualização estratégica e aplicabilidade prática — especialmente em temas como orçamento, metas, performance e indicadores. Recentemente, a empresa passou a operar também no modelo de franquia/revenda consignada, tornando a inteligência analítica mais acessível para empresas que buscam agilidade e personalização nas decisões.

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Você sabia que mesmo no Simples Nacional pode haver retenção de ISS? Descubra como funciona! – Jornal Contábil

O ISS é um imposto municipal cobrado sobre a prestação de serviços, inclusive por empresas do Simples Nacional. 

No entanto, em alguns casos, o imposto pode ser retido na fonte pelo tomador do serviço, conforme regras específicas de cada município.

Para te ajudar em mais uma questão do Simples Nacional, hoje a equipe do Jornal Contábil retirou algumas informações do artigo da  é-Simples Auditoria Eletrônica, empresa especialista no Simples Nacional e vamos te ajudar a entender mais sobre a retenção de ISS e saber como podemos ajudar nossos clientes optantes por esse regime!

O artigo da é-Simples Auditoria Eletrônica diz:

1. Retenção de ISS: o que é?

Segundo o Blog da é-Simples Auditoria: “A retenção de ISS no Simples Nacional é um mecanismo do fisco local que pressupõe a retenção do imposto na fonte, pelo tomador ou a quem o serviço foi prestado. Especialistas apontam este mecanismo como uma dinamização dos processos de arrecadação.

Ou seja, ao contrário do recolhimento ser realizado no contribuinte prestador do serviço, opera-se a retenção do mesmo tributo e seu cálculo exato no tomador do serviço para, posteriormente, realizar o recolhimento.

No entanto, a retenção do ISS no Simples Nacional pelo contribuinte substituto, o tomador do serviço, pode ocorrer no ato de pagamento. Para isso, vale ressaltar que a fundamentação jurídica se dá em dois planos de normas.

No primeiro, o art.128 do CTN prevê a substituição tributária do ISS. Contudo, deverá também a lei municipal local determinar a operacionalidade da retenção de ISS no Simples Nacional na administração da Fazenda Municipal.”

2. Qual a alíquota de retenção de ISS no Simples Nacional?

De acordo com o Blog da é-Simples Auditoria:”Como vimos no tópico anterior, a retenção representa uma estratégia adotada pelas Fazendas Municipais e do Distrito Federal de modo a dinamizar o recolhimento do tributo. Por este aspecto, as alíquotas obedecem ao fixado para incidência convencional.

Ou seja, tendo em vista os limites de 2% a 5% e suas variantes locais, o ISS tributado ao prestador de serviço, quando em modalidade de retenção, é aplicado ao contribuinte substituto (o tomador).”

3. ISS para o Simples Nacional: como realizar o pagamento

De acordo com o Blog da é-Simples Auditoria: “O pagamento do imposto pode ser realizado em duas modalidades. Na primeira, por meio da guia DAS do Simples Nacional a empresa optante contabiliza e realiza o pagamento do valor de ISS respectivo aos serviços prestados.

Na segunda possibilidade, caso haja previsão legal, o recolhimento pode ser realizado por meio de retenção do ISS no Simples Nacional, sendo calculado e indicado em Nota Fiscal emitida na hora de pagamento do serviço contratado.”

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Gostou do assunto? Continue acompanhando nossos artigos, e também siga a é-Simples no instagram @esimplesauditoria.

Obrigado pela leitura!Informações retiradas do Blog da é-Simples Auditoria. Artigo: “Retenção de ISS no Simples Nacional: saiba como funciona”. Disponível em: Por Leonel Monteiro em 05/01/2024.

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Tentativas de fraudes atingem 2,8% das transações no 1º semestre, revela AcertPix – Jornal Contábil

As tentativas de fraude no 1º semestre atingiram 2,8% das transações realizadas. É o que mostra um novo relatório sobre as tentativas de fraudes no ambiente corporativo nacional desenvolvido pela da idtech AcertPix. O levantamento considera a base de clientes da empresa que, desde sua fundação, já evitou R$ 1 bilhão em fraudes e proporcionou R$ 10 bilhões em transações seguras. Os dados revelam padrões de horário, região e tipo de fraude, informações que ajudam a entender como agem os criminosos e quem mais corre risco.

Responsável por 3,6% dos casos de fraudes tentadas, o documento mais utilizado para tentativas de fraudes é a Carteira Nacional de Habilitação (CNH), seguido pelo RG, com 2,5%. Recém instituída para entregar maior segurança ao cidadão, a Carteira de Identidade Nacional (CIN) representou 0,2% das tentativas.

André Azevedo, CEO da AcertPix, comenta que esse padrão revela a preferência dos fraudadores por documentos de uso frequente e mais suscetíveis a adulteração digital. “No entanto, até mesmo a CIN, que tem como um dos objetivos reduzir o número de fraudes, já vem sofrendo as primeiras tentativas. Isso só reforça a nossa estratégia de encarar todos os dias como o ‘dia 1’ “, explica.

De acordo com o levantamento da AcertPix, o pico de tentativas acontece em dois horários distintos: das 19h às 20h e das 2h às 3h da madrugada. Nestes períodos, o índice de tentativas alcançou média de 3,0%. Azevedo explica que os bandidos preferem atuar fora do horário comercial. “É quando a fiscalização humana tende a ser menor e o fraudador tem mais tempo para se dedicar aos golpes. Entre os dias da semana, a segunda-feira é o dia que concentra maior número de tentativas de fraudes”, comenta.

Perfil da vítima e geolocalização

Embora os dados sejam anonimizados, é possível traçar um perfil de personas mais vulneráveis às fraudes. São adultos entre 25 e 55 anos, com alto uso de apps e documentos digitais, profissionais autônomos ou de setores com menos acesso a soluções antifraude robustas e pessoas que utilizam a CNH como documento principal — motoristas, entregadores, e-commerce informal, entre outros.

A região Nordeste foi a que registrou o maior índice de tentativas de fraude (3,3%), seguida pelo Sul (2,7%) e Sudeste (2,7%). Segundo a AcertPix, a concentração maior no Nordeste pode estar relacionada ao volume de operações digitais recentes e menor presença de soluções antifraude robustas em algumas áreas.

Confira o infográfico:

Sobre a AcertPix

Com experiência de prevenir mais de R$ 1 bilhão em fraudes e possibilitar a transação segura de bilhões para grandes companhias, como Itaú e Santander, a idtech AcertPix acaba de lançar a Skia, plataforma alimentada por inteligência artificial para comunicação por meio de imagem, voz e texto. Por conta do lançamento, a empresa projeta dobrar de tamanho em 2025. O framework da ferramenta, desenvolvido dentro de casa, possibilita o aumento de conversão e atendimento 24/7, utilizando AI para avaliar as chamadas, sugerir melhorias e hiper personalizar os roteiros.

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Práticas ESG ganham protagonismo no setor imobiliário, aponta especialista  – Jornal Contábil

As práticas ESG (Environmental, Social and Governance – Ambiental, Social e Governança) já são uma realidade no setor imobiliário brasileiro. Incorporadoras, construtoras e fundos de investimento têm voltado a atenção para práticas sustentáveis, inclusão social e transparência na gestão, diante de uma crescente exigência de consumidores, investidores e órgãos reguladores. 

De acordo com a advogada da Hemmer Advocacia, Milena Xavier Linhares de Andrade, o movimento vai além de uma tendência passageira. “ESG não é mais um diferencial competitivo, é um requisito essencial! Hoje, investidores olham para os critérios ambientais e sociais com o mesmo peso que olham para retorno financeiro. E o setor imobiliário, com seu impacto direto no meio ambiente e na organização das cidades, tem papel estratégico nesse cenário”, afirma a especialista. 

Ainda, segundo a advogada, o setor tem respondido à crescente pressão por práticas mais responsáveis. “Instituições financeiras, nacionais e internacionais, estão condicionando a liberação de crédito à comprovação de práticas sustentáveis. Esse movimento, que começou no campo, já chegou com força ao ambiente urbano, e impacta diretamente a forma como se pensa e se estrutura um empreendimento imobiliário”, reforça. 

Desde a elaboração de contratos, até a definição de políticas internas, a assessoria jurídica contribui para garantir conformidade legal e ampliar a competitividade no mercado. “O corpo jurídico é essencial na formalização das práticas de ESG, na identificação de riscos, na elaboração de diretrizes internas e na proteção da propriedade intelectual relacionada à inovação tecnológica aplicada à construção civil”, explica Milena. 

Além disso, o jurídico também atua em frentes como treinamentos, auditorias, compliance ambiental e resolução de conflitos socioambientais, o que fortalece os pilares da governança corporativa. “A aplicação efetiva do ESG exige transparência, ética e responsabilidade, atributos que precisam estar juridicamente ancorados para gerar segurança e perenidade nos negócios”, complementa. 

No setor imobiliário, as práticas ESG se manifestam em ações como o uso racional de recursos naturais, a eficiência energética, a gestão de resíduos nas obras, a preocupação com a acessibilidade e o impacto urbano dos empreendimentos. “No setor imobiliário, a incorporação de diretrizes ESG vai muito além de uma preocupação com a reputação da marca. Sem práticas sustentáveis, responsabilidade social e uma governança sólida, os projetos perdem competitividade, enfrentam maiores riscos jurídicos e têm dificuldade de se posicionar em um mercado que já reconhece o ESG como parâmetro estratégico e não mais como uma vantagem opcional”, finaliza.  

Milena Xavier Andrade
Crédito: Marketing – Hemmer Advocacia  

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Autor: Mariana FreitasAutor: Mariana Freitas


Há 2 anos faz parte da equipe de Redação e Marketing do Jornal Contábil, colaborando com a criação de conteúdo, estratégias de engajamento e apoio no fortalecimento da presença digital do portal.


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MEI e Contador: parceria para o sucesso do seu negócio – Jornal Contábil

Ser um Microempreendedor Individual (MEI) é a porta de entrada para milhões de brasileiros no mundo do empreendedorismo. A facilidade para abrir a empresa, a baixa carga tributária e a simplificação de processos são grandes atrativos. 

Contudo, muitos MEIs ainda veem o auxílio de um contador como um custo desnecessário, uma visão que pode custar caro a longo prazo.

Na verdade, o contador é um parceiro estratégico capaz de transformar o potencial do seu MEI em resultados concretos. Longe de ser apenas um “tirador de guias”, o profissional contábil oferece um suporte valioso que vai muito além das obrigações básicas.

Vejamos a seguir, as vantagens de ter uma parceria com um contador.

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Por que o contador é indispensável para o MEI?

Mesmo com a simplicidade aparente do MEI, navegar pelas regras fiscais, financeiras e de gestão pode ser um desafio. É aí que a expertise do contador faz toda a diferença:

  1. Registro e Formalização Correta: Embora seja simples, o processo de abertura pode gerar dúvidas. O contador garante que sua atividade esteja classificada corretamente, evitando problemas futuros com fiscalizações e garantindo que você aproveite todos os benefícios do MEI.
  2. Organização Financeira e Controle de Receitas: Um dos erros mais comuns do MEI é misturar finanças pessoais com as da empresa. O contador pode auxiliar na separação dessas contas, na organização do fluxo de caixa e no controle do faturamento, garantindo que você não ultrapasse o limite anual do MEI (hoje em R$ 81 mil) e precise migrar para outro regime tributário de forma inesperada.
  3. Obrigações e Declarações em Dia: A Declaração Anual Simplificada para o MEI (DASN-SIMEI) é obrigatória e crucial. O contador assegura que essa e outras obrigações (como o pagamento mensal do DAS) sejam entregues corretamente e dentro do prazo, evitando multas e a perda dos benefícios previdenciários.
  4. Planejamento Tributário e Crescimento: E se o seu negócio crescer e você precisar deixar de ser MEI? O contador é o profissional ideal para planejar essa transição, analisando qual o melhor regime tributário (Simples Nacional, Lucro Presumido, etc.) para sua nova fase, minimizando impostos e maximizando lucros. Ele pode simular cenários e indicar o caminho mais vantajoso.
  5. Acesso a Crédito e Investimentos: Com as finanças organizadas e as declarações em dia, o contador pode ajudar a preparar os documentos necessários para a obtenção de crédito em bancos ou a busca por investimentos, abrindo portas para a expansão do seu negócio.
  6. Assessoria Estratégica: Além do operacional, o contador atua como um consultor, oferecendo insights sobre custos, precificação de produtos/serviços, rentabilidade e até mesmo auxiliando na tomada de decisões importantes para a saúde financeira e o crescimento sustentável do seu empreendimento.

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Investimento que gera retorno

Para o MEI, o custo de um contador é, na maioria dos casos, um investimento, não uma despesa. Evitar erros, multas, desenquadramentos indevidos e garantir uma gestão financeira eficiente pode gerar uma economia e um crescimento muito maiores do que o valor dos honorários contábeis.

Seja você um MEI recém-aberto ou um microempreendedor buscando otimizar seu negócio, considere o auxílio de um contador. Ele é a chave para transformar desafios em oportunidades e impulsionar o seu sucesso. Seu tempo deve ser dedicado a produzir e vender, e a burocracia pode ser deixada nas mãos de quem realmente entende dela.

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Autor: Ana Luzia RodriguesAutor: Ana Luzia Rodrigues


Formada em jornalismo há mais de 30 anos, já passou por diversas redações dos jornais do interior onde ocupou cargos como repórter e editora-chefe. Também já foi assessora de imprensa da Câmara Municipal de Teresópolis. Atuante no Jornal Contábil desde 2021.


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Exportações Brasil-EUA: qual o papel do contador neste novo cenário? – Jornal Contábil

A relação comercial estratégica entre Brasil e Estados Unidos, há muito tempo consolidada, está prestes a enfrentar um novo desafio. A partir de 1º de agosto de 2025, uma nova política tarifária imposta pelo governo norte-americano elevará em 50% as taxas sobre diversos produtos brasileiros, impactando diretamente os exportadores e exigindo uma reavaliação estratégica por parte das empresas e de seus contadores.

Historicamente, os EUA são o segundo maior comprador de produtos brasileiros, movimentando cerca de US$ 36 bilhões em 2024, com destaque para setores como petróleo, agronegócio, aeronaves e bens industrializados. 

Essa parceria, no entanto, será testada com a nova medida, que visa, entre outros motivos, proteger a indústria americana, apesar do superávit comercial dos EUA com o Brasil.

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O que o Brasil exporta para os EUA e como será afetado?

A pauta de exportações brasileiras para os EUA é diversificada, abrangendo produtos essenciais para a economia nacional. Entre os principais, destacam-se:

  • Café: O Brasil, líder mundial na produção, abastece cerca de um terço do consumo norte-americano.
  • Carne Bovina: O segundo maior destino da carne brasileira, com um crescimento expressivo nas compras em 2025.
  • Suco de Laranja: Mais de 50% do suco consumido nos EUA é brasileiro.
  • Petróleo: O pré-sal tem consolidado o Brasil como um importante fornecedor de petróleo bruto.
  • Aeronaves: Principalmente da Embraer, com forte peso no setor industrial.
  • Semi manufaturados de Ferro ou Aço: Produtos intermediários cruciais para a indústria americana.
  • Materiais de Construção e Engenharia: Incluindo chapas, tubos e peças moldadas.
  • Madeira: Produtos do setor florestal, como madeira serrada e laminados, especialmente para construção civil.
  • Máquinas e Motores: Componentes industriais e agrícolas com alto valor agregado.
  • Eletrônicos: Embora em menor volume, produtos de tecnologia e componentes eletrônicos também fazem parte da lista.

Esses segmentos sentirão o impacto direto do aumento tarifário, que se acumulará às taxas já existentes, elevando significativamente o custo de entrada dos produtos brasileiros no mercado americano.

Participe do Portal Nacional da Reforma Tributária: Acesse em

Papel do Contador no novo cenário

Diante desse cenário, a atuação dos contadores e profissionais de contabilidade torna-se ainda mais estratégica. Eles serão fundamentais para orientar as empresas na adaptação a essas novas regras fiscais, operacionais e estratégicas.

Na prática, as mudanças exigirão:

  • Ajustes Contratuais: Contratos de fornecimento precisarão ser revisados, especialmente cláusulas de variação cambial, frete internacional e tarifas, para mitigar riscos.
  • Impacto no DRE e Fluxo de Caixa: O Demonstrativo de Resultado do Exercício (DRE) deverá refletir provisões de perdas e possíveis cancelamentos de pedidos. Além disso, as novas tarifas afetarão diretamente o fluxo de caixa das exportadoras, exigindo reavaliações constantes das entradas e alocação de recursos.
  • Diversificação de Mercados: A elevação das tarifas pode impulsionar as empresas a buscar novos destinos para suas exportações, como Alemanha, China, Emirados Árabes e Índia. Contadores terão um papel crucial na elaboração de estudos comparativos de mercado e simulações de custos.

Para auxiliar seus clientes exportadores, os contadores vão precisar adotar ações proativas como:

  • Atualizar sistemas contábeis e ERPs com as novas tarifas.
  • Revisar contratos para incluir cláusulas de reajuste de preços e custos.
  • Emitir relatórios comparativos de margens, simulando o cenário antes e depois da tarifa.
  • Mapear operações que podem ser direcionadas para outros mercados ou que exigirão ajustes logísticos.
  • Realizar auditorias internas nos custos de exportação.
  • Participar ativamente de reuniões estratégicas com os setores fiscal, jurídico e comercial das empresas.
  • Capacitar equipes sobre regimes aduaneiros e possíveis isenções.

Em um contexto de adversidades comerciais globais, o papel do contador transcende o registro de números. Ele se torna um analista estratégico, capaz de interpretar cenários, antecipar impactos e guiar as empresas brasileiras na manutenção de sua competitividade, adaptando-se e buscando novas oportunidades. 

A precisão e a visão estratégica desses profissionais serão decisivas para o sucesso das exportações brasileiras diante dos desafios impostos pelas novas tarifas dos EUA.

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Como usar a internet a favor do seu crescimento financeiro e profissional – Jornal Contábil

A internet deixou de ser apenas um meio de entretenimento e se transformou em uma ferramenta poderosa para quem busca melhorar a vida financeira e crescer profissionalmente. Hoje, ela é o principal meio de acesso a cursos, oportunidades de trabalho, conteúdos de qualificação e canais de geração de renda. Com poucos cliques, é possível se capacitar, abrir um negócio, encontrar novos clientes ou dar os primeiros passos em uma nova carreira — tudo a partir de casa.

No entanto, para aproveitar esse potencial, é preciso mais do que boa vontade: é necessário saber usar a internet com foco e estratégia. Neste artigo, mostramos como transformar a sua conexão em uma aliada do crescimento pessoal e financeiro.

A internet como ponte para novas oportunidades

Se antes era preciso sair de casa para estudar, procurar emprego ou abrir uma empresa, hoje é possível fazer tudo isso online. Plataformas de cursos profissionalizantes, marketplaces, redes de networking e até ferramentas de gestão estão à disposição de quem deseja aprender ou empreender.

Esse cenário trouxe benefícios especialmente para quem antes tinha acesso limitado à informação ou à formação técnica. Hoje, com um celular, um computador e uma conexão estável, pessoas de diferentes regiões conseguem acessar conteúdos de qualidade e transformar suas habilidades em fonte de renda.

Qualificação profissional ao alcance de todos

Uma das maneiras mais diretas de usar a internet a seu favor é por meio da qualificação profissional. Diversos cursos gratuitos e pagos estão disponíveis em plataformas como Sebrae, Senai, Coursera, Udemy e muitas outras. Desde capacitações técnicas até habilidades comportamentais, existe uma infinidade de conteúdos voltados para quem quer se atualizar ou se reposicionar no mercado.

Entre os cursos mais procurados está o curso de inglês online, que tem ganhado espaço por ser acessível e essencial. Saber outro idioma pode abrir portas em processos seletivos, aumentar o alcance de um negócio próprio e melhorar a comunicação com clientes e fornecedores internacionais. Além disso, muitas vagas com salários mais altos exigem ao menos um nível básico de fluência.

O diferencial dos cursos online é a flexibilidade: você estuda no seu ritmo, no horário que puder, com acesso a videoaulas, exercícios e materiais complementares — tudo isso sem sair de casa.

Trabalhar, estudar e empreender exige boa conexão

De nada adianta ter acesso a plataformas incríveis se a sua conexão não acompanha a sua rotina. A estabilidade e a velocidade da internet impactam diretamente na qualidade das aulas, reuniões, chamadas de vídeo e até no tempo gasto para realizar tarefas simples do dia a dia.

Por isso, investir em uma boa estrutura de conexão é parte fundamental dessa jornada. Serviços como a Claro Fibra oferecem alta velocidade e estabilidade para quem trabalha ou estuda de casa, além de permitir o uso simultâneo em diferentes dispositivos da família. Isso significa que é possível estudar enquanto outra pessoa participa de uma reunião, por exemplo, sem travamentos ou quedas de conexão.

Esse tipo de estrutura se torna ainda mais relevante quando se pensa em negócios online — seja para quem presta serviços, vende produtos ou administra sua própria marca. A velocidade da internet influencia diretamente na produtividade e na imagem profissional que você transmite.

Internet como ferramenta de renda

Além do aprendizado, a internet também oferece caminhos diretos para ganhar dinheiro. Veja algumas formas práticas:

  • Freelas e trabalhos remotos: Plataformas como Workana, Upwork e 99Freelas conectam profissionais a empresas em busca de talentos específicos.
  • Venda de produtos e serviços: Por meio de marketplaces como Mercado Livre, Shopee ou redes sociais como Instagram e WhatsApp Business.
  • Conteúdo digital: Para quem tem habilidade com escrita, vídeo ou design, criar conteúdo para marcas ou perfis pessoais pode se tornar uma fonte de renda.
  • Marketing de afiliados e e-commerce: Também são oportunidades viáveis para quem quer começar um negócio digital com baixo investimento inicial.

Todos esses caminhos têm algo em comum: dependem de uma conexão confiável para funcionar bem.

A disciplina como parte da estratégia

Ter uma boa conexão e acesso a cursos é fundamental — mas sem organização, os resultados demoram a aparecer. Para crescer financeiramente e profissionalmente usando a internet, é importante desenvolver alguns hábitos:

  • Estabeleça metas claras: O que você quer aprender? Quanto pretende ganhar a mais nos próximos meses?
  • Crie uma rotina de estudos ou produção: Horários definidos ajudam a manter o foco e a evolução constante.
  • Evite distrações: Redes sociais, notificações e conteúdos que não agregam podem tirar o seu tempo e sua energia.

Com disciplina, a internet se transforma em um ambiente de trabalho, aprendizado e evolução contínua.

Conclusão

A internet abriu portas que, há poucos anos, pareciam trancadas para boa parte da população. Hoje, com acesso a uma conexão estável e um pouco de foco, é possível aprender uma nova habilidade, entrar no mercado de trabalho, melhorar o currículo, empreender e gerar renda sem sair de casa.

Capacitações, ferramentas de trabalho remoto, marketplaces e plataformas educacionais estão ao alcance de todos — e, com a estrutura certa, o caminho entre você e o crescimento profissional se torna ainda mais viável.

Em um cenário cada vez mais digital, quem usa a internet com estratégia sai na frente.

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O Papel da Gestão Contábil no Setor Estético – Jornal Contábil

O setor estético tem experimentado um crescimento exponencial nos últimos anos, impulsionado pela crescente demanda por procedimentos de beleza e bem-estar. No entanto, muitos profissionais e clínicas especializadas enfrentam desafios significativos quando se trata de organizar suas finanças e cumprir obrigações fiscais. A gestão contábil no setor estético vai muito além do simples controle de receitas e despesas – ela é fundamental para o sucesso sustentável do negócio.

Profissionais como o Dr. Moises De Melo, que atua na área de cirurgia plástica, compreendem que uma gestão financeira eficiente é tão importante quanto a excelência técnica nos procedimentos. A complexidade dos serviços oferecidos, desde consultas até cirurgias complexas, exige um controle rigoroso de custos e receitas para garantir a viabilidade do negócio.

Este artigo explora os aspectos essenciais da gestão contábil no setor estético, oferecendo insights práticos para profissionais que desejam otimizar suas operações financeiras e garantir o crescimento sustentável de seus empreendimentos.

Características Únicas do Setor Estético

Diversidade de Serviços e Precificação

A gestão contábil no setor estético apresenta particularidades que a distinguem de outros segmentos. Clínicas e consultórios oferecem uma ampla gama de serviços, desde procedimentos simples como aplicação de toxina botulínica até cirurgias complexas que podem envolver equipamentos especializados como o Argoplasma.

Cada procedimento possui custos específicos, incluindo materiais, equipamentos, tempo de profissional e overhead da clínica. A precificação adequada requer análise detalhada de todos esses componentes para garantir margem de lucro saudável sem comprometer a competitividade no mercado.

Sazonalidade e Planejamento Financeiro

O setor estético frequentemente experimenta variações sazonais na demanda. Períodos que antecedem o verão costumam apresentar maior procura por procedimentos corporais, enquanto épocas festivas podem aumentar a demanda por tratamentos faciais. Uma gestão contábil eficaz deve considerar essas flutuações para manter o fluxo de caixa equilibrado durante todo o ano.

Controle de Custos e Investimentos

Gestão de Estoque e Materiais

Um dos aspectos mais críticos da gestão contábil no setor estético é o controle rigoroso de estoque. Produtos como preenchedores, fios de sustentação e materiais para procedimentos têm prazos de validade específicos e custos elevados. O desperdício por vencimento pode impactar significativamente a rentabilidade.

A implementação de sistemas de controle que monitorem datas de vencimento, giro de estoque e necessidades de reposição é fundamental. Isso inclui estabelecer parcerias estratégicas com fornecedores para otimizar prazos de entrega e condições de pagamento.

Equipamentos e Tecnologia

O setor estético demanda investimentos constantes em equipamentos de alta tecnologia. Dispositivos como o Argoplasma, lasers e aparelhos de radiofrequência representam investimentos significativos que precisam ser adequadamente depreciados e amortizados nas demonstrações financeiras.

A análise de retorno sobre investimento (ROI) de cada equipamento é crucial para decisões de aquisição. Isso inclui considerar não apenas o custo inicial, mas também manutenção, treinamento da equipe e potencial de geração de receita.

Aspectos Fiscais e Tributários

Regime Tributário Adequado

A escolha do regime tributário correto é fundamental na gestão contábil no setor estético. Dependendo do faturamento anual e da estrutura do negócio, pode ser mais vantajoso optar pelo Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real.

Cada regime possui alíquotas e obrigações específicas que impactam diretamente a carga tributária. Uma análise cuidadosa, considerando projeções de faturamento e características do negócio, pode resultar em economia significativa de impostos.

Obrigações Acessórias

O cumprimento das obrigações acessórias é aspecto crítico da gestão contábil no setor estético. Isso inclui a entrega de declarações como DEFIS (para empresas do Simples Nacional), ECF (Escrituração Contábil Fiscal) e outras exigências específicas do setor de saúde.

Indicadores de Performance Financeira

Margem de Contribuição por Procedimento

Uma gestão contábil eficiente no setor estético deve calcular a margem de contribuição de cada procedimento oferecido. Isso permite identificar quais serviços são mais rentáveis e orientar estratégias de marketing e precificação.

A análise deve considerar custos diretos (materiais, tempo do profissional) e custos indiretos (estrutura, equipamentos, pessoal de apoio) para determinar a real lucratividade de cada procedimento.

Controle de Fluxo de Caixa

O fluxo de caixa é particularmente importante no setor estético, onde muitos procedimentos são pagos à vista ou em poucas parcelas. A gestão adequada do fluxo permite identificar períodos de maior e menor entrada de recursos, facilitando o planejamento de investimentos e pagamentos.

Tecnologia e Automação

Sistemas de Gestão Integrados

A implementação de sistemas de gestão integrados revoluciona a gestão contábil no setor estético. Esses sistemas permitem integrar agendamento de consultas, controle de estoque, faturamento e contabilidade em uma única plataforma.

A automatização reduz erros manuais, agiliza processos e fornece relatórios gerenciais em tempo real, facilitando a tomada de decisões estratégicas.

Relatórios Gerenciais

Relatórios gerenciais personalizados são ferramentas valiosas para a gestão contábil no setor estético. Esses relatórios podem incluir análises de rentabilidade por procedimento, evolução do faturamento, sazonalidade da demanda e comparativos de performance.

Construindo um Futuro Financeiro Sólido

A gestão contábil no setor estético é um diferencial competitivo que vai além do cumprimento de obrigações fiscais. Ela fornece as bases para decisões estratégicas, crescimento sustentável e otimização da rentabilidade.

Profissionais como o Dr. Moises De Melo, que investem em equipamentos modernos como o Argoplasma e mantêm controle rigoroso de suas finanças, estão melhor posicionados para aproveitar as oportunidades de crescimento do setor. A combinação de excelência técnica e gestão financeira eficiente é o caminho para o sucesso duradouro no competitivo mercado estético atual.

Investir em uma gestão contábil profissional e adequada às especificidades do setor não é apenas uma necessidade regulatória, mas uma estratégia fundamental para maximizar resultados e construir um negócio próspero e sustentável.

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