Conheça 7 Empresas Famosas Que Precificaram Errado Seus Produtos e Tiverem Prejuízos! – Jornal Contábil

A precificação de um produto ou serviço é uma das decisões mais críticas para qualquer empresa. Um erro, por menor que seja, pode custar milhões e até comprometer a reputação da marca. Gigantes do mercado, com todo o seu poder de análise e pesquisa, não estão imunes a esse tipo de falha. A seguir, exploramos sete casos de empresas globais que erraram a mão na hora de colocar o preço, e o alto custo que tiveram que pagar por isso.

1. Coca-Cola e a “New Coke”

Nos anos 80, a Coca-Cola, em uma tentativa de competir com a Pepsi, lançou a “New Coke” (Nova Coca), uma nova fórmula para sua bebida. O grande erro não foi a receita em si, mas a forma como a empresa lidou com a marca e o preço. A Coca-Cola não soube comunicar o valor da mudança e, ao precificar a nova versão como um produto superior, alienou a base de consumidores leais. O lançamento foi um grande fracasso , custando à empresa cerca de US$ 50 milhões em perdas e uma perda de participação de mercado.

2. Edsel, o Carro da Ford que Ninguém Queria

Na década de 50, a Ford investiu pesado no lançamento do Edsel, um carro que seria a grande aposta para o mercado de luxo. A montadora, no entanto, não conseguiu acertar na precificação. O carro foi lançado com um preço muito acima da média para a época, o que o tornou inacessível para o consumidor comum e pouco competitivo contra rivais já estabelecidos. O projeto foi descontinuado em menos de três anos, gerando um prejuízo de cerca de US$ 350 milhões na época (equivalente a mais de US$ 4 bilhões hoje).

3. Nintendo e o fracasso do Virtual Boy

No meio dos anos 90, a Nintendo lançou o Virtual Boy, um console portátil que prometia uma experiência de realidade virtual. A tecnologia, porém, era incipiente e o preço, alto. Lançado por cerca de US$ 180, o console não entregava a experiência prometida, gerava desconforto visual e era considerado caro demais para um acessório. O Virtual Boy foi um fiasco de vendas, e o prejuízo da Nintendo com o projeto é estimado em cerca de US$ 250 milhões.

4. Microsoft e o lançamento da Surface RT

Em 2012, a Microsoft lançou o tablet Surface RT com uma versão limitada do Windows. O aparelho foi precificado para competir com o iPad da Apple, mas a limitação do sistema operacional (não rodava alguns programas do Windows) e o alto preço (a partir de US$ 499) fizeram com que ele encalhasse nas prateleiras. A empresa teve que fazer um abatimento de US$ 900 milhões no valor de seus estoques, uma das maiores perdas de sua história.

5. Amazon e a queda do Fire Phone

A Amazon, gigante do e-commerce, também teve sua cota de erros. Em 2014, a empresa lançou o Fire Phone, um smartphone com recursos de visualização 3D. O aparelho, no entanto, foi lançado com um preço elevado (a partir de US$ 649) e com funcionalidades que não agradaram o público. Em menos de um ano, a Amazon teve que reduzir o preço em contrato, e o prejuízo com o projeto ultrapassou os US$ 170 milhões.

6. Apple e o Macintosh G4 Cube

A Apple, conhecida por sua excelência em precificação, também cometeu deslizes. O Macintosh G4 Cube, lançado em 2000, era um computador de design inovador, mas com um preço exorbitante. O produto, que não incluía um monitor, era vendido por cerca de US$ 1.799, um valor muito acima do que o mercado de PCs estava disposto a pagar. O fracasso levou a Apple a descontinuar o modelo rapidamente, e o prejuízo é estimado em mais de US$ 100 milhões.

7. Google e o Google Glass

O Google Glass, óculos de realidade aumentada, foi um projeto promissor que falhou na hora de se popularizar. O preço, de US$ 1.500 para a versão de teste, o tornou inacessível para o consumidor comum, posicionando o produto como um item de nicho e não como um produto de massa. A falta de um plano de marketing claro e o preço elevado contribuíram para a descontinuação da versão de consumo, e o prejuízo do projeto é calculado em mais de US$ 800 milhões.

Quer evitar os mesmos erros?

A história dessas empresas é um lembrete poderoso: a precificação errada pode custar milhões. Não arrisque o futuro do seu negócio. Nossos especialistas em precificação estratégica estão prontos para ajudar você a definir o preço certo, aumentar a lucratividade e garantir que sua empresa não entre para essa lista.

Agende uma consultoria gratuita pelo 11 988476831 com a equipe do Contador Lucas Pereira para dar o primeiro passo rumo ao sucesso do seu negócio.

Por Lucas de Sá Pereira, contador https://contadorlucaspereira.shop/, e colunista do Jornal Contábil e criador do instagram @contadorlucaspereira

Leia também:

Source link

Riscos tributários são erros que podem comprometer o futuro da sua empresas – Jornal Contábil

Por Gabriel Barros, diretor da SF Barros Contabilidade

Ignorar os riscos tributários hoje em dia, é uma das decisões mais perigosas que uma empresa pode tomar. Não porque o tema seja novo, afinal, a complexidade fiscal sempre foi uma realidade, mas, porque o contexto atual transformou o que antes era burocracia em risco. Com a carga tributária atingindo 32,32% do PIB em 2024, o maior índice em 15 anos, e a Receita Federal operando com inteligência artificial e cruzamento de dados em tempo real, o ambiente se tornou mais rigoroso para quem ainda trata as obrigações fiscais como apenas um detalhe administrativo.

Um erro de apuração, um código fiscal mal preenchido, o uso incorreto de regimes especiais ou a entrega atrasada de obrigações acessórias podem desencadear grandes multas, processos judiciais e até mesmo bloqueios de bens. Quando falamos de planejamento tributário, a linha entre eficiência e ilegalidade é tênue. A tentativa de economizar sem embasamento técnico ou jurídico pode rapidamente virar uma acusação de evasão fiscal.

A situação se agrava com a falta de atualização interna. A legislação muda, e muda rápido. Muitos negócios, especialmente os que não contam com estrutura especializada, operam com interpretações defasadas da lei, abrem margem para penalizações e perdas de créditos legítimos. É por isso que 83% das empresas brasileiras já enxergam a área tributária como um fator estratégico para a tomada de decisões, segundo o Global Reframing Tax Survey 2025 e 70% afirmaram estar dispostas a terceirizar parte dessas funções nos próximos três anos. Ter ao lado quem entende do assunto deixou de ser uma vantagem e agora é uma necessidade.

O problema é que muitas empresas ainda esperam o risco se materializar para agir. Aplicam uma postura reativa, quando o certo seria investir em prevenção. Isso significa construir governança fiscal, com processos bem definidos, auditorias frequentes, acompanhamento sistemático da legislação e apoio técnico permanente. O acompanhamento de um escritório contábil ou consultoria especializada trata-se de assegurar a segurança, saúde financeira e a liberdade para crescer com estabilidade.

Em um país onde o sistema tributário se reinventa a cada semestre, cumprir a lei não pode ser um ato isolado. Precisa ser parte do planejamento e estratégia da empresa. E começa com a escolha de levar a área fiscal a sério. Porque quem negligencia esse ponto, paga, e caro, por isso.

Gabriel Barros – Diretor da SF Barros Contabilidade (Crédito: Divulgação)

Sobre Gabriel Barros

Gabriel Barros é diretor da SF Barros Contabilidade e bacharel em Ciências Contábeis pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Com sólida experiência na área contábil, atua de forma abrangente em diversos setores empresariais, oferecendo soluções personalizadas. É também pós-graduado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), com MBA em Gestão Estratégica e Econômica de Negócios.

Sobre a SF Barros Contabilidade

Fundada em 2005, a SF Barros é referência em contabilidade consultiva no Estado de São Paulo, com atuação em todo o território nacional. O escritório atende a mais de 800 clientes ativos, entre pessoas físicas e jurídicas, oferecendo soluções em contabilidade, fiscal, trabalhista, legalização de empresas, BPO financeiro e recuperação de créditos tributários. Com uma equipe de 50 profissionais e um modelo de atendimento personalizado, a empresa combina tecnologia e proximidade para entregar resultados mais estratégicos, seguros e modernos. Para saber mais, clique aqui. 

Leia também:

Source link

Estratégias de marketing com brindes para Outubro Rosa: como engajar colaboradores, fortalecer a marca e medir ROI – Jornal Contábil

O Outubro Rosa consolidou-se como uma das principais pautas socioempresariais do calendário corporativo brasileiro.

Mais do que iluminar prédios e vestir a cor rosa, a data convida as empresas a investirem em comunicação responsável, políticas internas de cuidado e projetos de engajamento com colaboradores, clientes e comunidade. 

Nesse contexto, os brindes corporativos personalizados assumem papel estratégico: aproximam a marca das pessoas, tangibilizam a mensagem da campanha e garantem presença cotidiana do propósito.

Este artigo traz um guia completo para lideranças e áreas de Marketing, RH e ESG que desejam estruturar estratégias de marketing com brindes para Outubro Rosa com foco em resultado, reputação e governança — desde a definição do objetivo até a mensuração do impacto. 

Ao longo do conteúdo, você encontrará seis links úteis, cada um ancorado por palavras-chave de cauda longa que aprofundam o tema e direcionam para soluções práticas.

1) Por que o Outubro Rosa é uma pauta de negócio (e não só de comunicação)

Para além da conscientização em saúde, o Outubro Rosa toca questões centrais da gestão moderna:

  • Cultura e employer branding: programas internos de prevenção e acolhimento impactam diretamente clima organizacional e atração/retenção de talentos.
  • ESG e governança: iniciativas consistentes, com KPI e prestação de contas, reforçam o “S” (Social) e o “G” (Governance).
  • Marketing e reputação: consumidores valorizam marcas alinhadas a causas reais; ações coerentes ampliam preferência e lembrança.
  • Relações com a comunidade: parcerias com entidades locais e eventos abertos mostram compromisso e geram impacto social mensurável.

Para sustentar a perenidade da pauta, as empresas precisam sair do simbolismo e migrar para programas estruturados — e os brindes, quando bem utilizados, funcionam como alavancas de engajamento, não como fim em si mesmos.

2) O papel estratégico dos brindes (engajamento, lembrança e recorrência)

Brindes corporativos bem planejados cumprem três funções:

  1. Engajamento imediato: ativam a participação (usar, fotografar, compartilhar).
  2. Lembrança estendida: permanecem no cotidiano (no escritório, na bolsa, na academia).
  3. Recorrência de mensagem: a cada uso, reforçam a causa e a marca.

A diferença entre um brinde “legal” e um brinde estratégico está no alinhamento entre objetivo, público, contexto de uso e mensagem. O item certo, na hora certa, com personalização correta, multiplica resultados.

Dica: Quando sua campanha incluir ações externas (caminhadas, palestras, mutirões), considere montar um mix de itens úteis e fotogênicos, ampliando alcance orgânico nas redes.

3) Mix de itens por objetivo (e como conectar cada um à narrativa da campanha)

3.1 Conscientização ampla (público interno + comunidade)

  • Squeezes e copos: remetem a saúde e cuidado; elevados índices de uso.
  • Camisetas: uniformizam participação em eventos; geram foto e hashtag.
  • Ecobags: úteis, sustentáveis e excelentes para ações de rua/feiras.

Para quem busca inspiração curada para a data, conheça um portfólio completo em estratégias de marketing com brindes para Outubro Rosa nas empresas.

3.2 Sustentabilidade e ESG

Se a empresa quer reforçar seu compromisso com o “S” e também com o “E”, inclua opções com materiais reciclados ou de menor impacto ambiental. Uma boa referência de soluções está em brindes ecológicos sustentáveis para fortalecer a marca e as metas de ESG — combinam narrativa de cuidado (Outubro Rosa) com responsabilidade ambiental, ampliando a coerência da campanha.

3.3 Organização e produtividade para times

Para ações focadas no dia a dia das equipes, itens de escritório elevam a adesão:

  • Agendas: facilitam planejamento de consultas, exames e check-ups. Verifique opções e personalizações em agendas personalizadas corporativas para gestão e fidelização de clientes.
  • Cadernos: ótimos para treinamentos, anotações de workshops e trilhas de aprendizagem. Veja ideias em cadernos personalizados para ações de marketing local e educação corporativa.
  • Moleskines: elevam o posicionamento em encontros com executivos, conselhos e parceiros. Explore em moleskine personalizado para executivos e eventos corporativos de alto nível.

3.4 Unificação e escalabilidade do fornecedor

Quando a campanha cresce (multiunidades, filiais, roadshows), centralizar o fornecimento simplifica orçamento, prazos e padronização. Consulte um parceiro nacional em onde encontrar brindes personalizados de qualidade com entrega em todo o Brasil.

4) Arquitetura da campanha: do objetivo à mensuração (framework prático)

Uma boa campanha de Outubro Rosa com brindes passa por 7 decisões:

  1. Objetivo principal
    • Conscientização interna? Engajamento externo? Reputação institucional? Captação para entidades parceiras?
  2. Público e contexto de uso
    • Escritório, campo, evento, varejo, saúde, indústria — a rotina dita o item.
  3. Mensagem central + tom
    • Educativo, inspiracional, institucional, técnico – escolha um eixo e mantenha consistência.
  4. Mix de produtos e personalização
    • Quantidade vs. qualidade; itens hero (foto/hashtag) + itens utilitários (uso recorrente).
  5. Canais e ativações
    • Endomarketing, redes sociais, imprensa regional, parcerias com hospitais/ONGs.
  6. Compliance e governança
    • Políticas internas (uso de marca, diversidade, inclusão), contratos e notas fiscais, doações e prestação de contas.
  7. Medição e reporte
    • KPIs de alcance, participação, satisfação e reputação; relatório final para diretoria e stakeholders.

5) Ativações que funcionam (combinando físico + digital)

5.1 Endomarketing com rituais semanais

  • Segunda do cuidado: lembrete no e-mail + distribuição de um item pequeno (ex.: botton/pulseira).
  • Quarta do conhecimento: micro-palestra com especialista e caderno para anotações (link acima).
  • Sexta rosa: dress code + camiseta temática para fotos em equipe.

5.2 Eventos com propósito

  • Caminhada/corrida corporativa (squeeze + camiseta): estimula saúde, rende mídia espontânea e conteúdo UGC.
  • Feiras locais/parcerias com clínicas (ecobags + folhetos): aproxima a marca da comunidade.
  • Roadshow multiunidades (moleskine + palestra executiva): posiciona a liderança e dissemina boas práticas.

5.3 Social media e advocacy

  • Hashtag proprietária, sorteio responsável, QR Code nos brindes levando a conteúdo educativo (autoexame, calendário de exames, rede de apoio).

6) Orçamento e custo total (TCO) da ação

Planeje além do custo unitário dos itens:

  • Criação e arte (coerência visual com a campanha);
  • Personalização (serigrafia, DTF, bordado, UV, gravação a laser);
  • Logística (envio por filiais, prazos, armazenagem);
  • Ativações (palestras, mídia local, fotografia);
  • Mensuração (formulários de feedback, relatório final).

Ao centralizar com um fornecedor nacional (ver onde encontrar brindes personalizados de qualidade com entrega em todo o Brasil), você reduz retrabalho, antecipa gargalos e mantém padrão.

7) Checklists rápidos para não esquecer nada

7.1 Brief da campanha (1 página)

  • Objetivo, público, tom, mensagem, cronograma, responsáveis e KPIs.

7.2 Ficha técnica dos itens

  • Materiais, cor, área de impressão, técnica de personalização, prazos, amostra aprovada.

7.3 Pacote de comunicação

  • Key visual, manual de uso de marca, textos base, hashtag, guia de fotos.

7.4 Operação & Governança

  • Contratos, NF, política de doação/patrocínio, LGPD (cadastros, sorteios).

8) Métricas, KPIs e prova de valor (ROI reputacional e de engajamento)

Alguns indicadores objetivos para seu dashboard:

  • Alcance: número de colaboradores participantes, público de eventos, impressões em redes sociais.
  • Engajamento: taxa de uso dos itens (observação/fotos), postagens com hashtag, menções espontâneas.
  • Satisfação: NPS interno da campanha, pesquisa rápida de utilidade dos brindes.
  • Reputação: matérias na imprensa local/setorial, depoimentos de parceiros, percepção de coerência (ESG).
  • Eficiência: custo por participante, SLA de entrega, índice de avarias/devoluções.

Como transformar dado em narrativa: compare KPIs com metas do briefing e destaque aprendizados (o que repetir/expandir no próximo ano).

9) Exemplos de roteiros de kits (por perfil de ação)

9.1 Kit “Evento Comunidade”

  • Camiseta + squeeze + ecobag + folheto educativo com QR Code.
  • Complemento digital: guia de prevenção + hashtag corporativa.
  • Referência de curadoria: estratégias de marketing com brindes para Outubro Rosa nas empresas.

9.2 Kit “Produtividade & Saúde”

  • Agenda (marcar consultas/exames) + caderno (anotações de palestras) + marcador de página com calendário de cuidados.
  • Explore opções em agendas personalizadas corporativas para gestão e fidelização de clientes e cadernos personalizados para ações de marketing local e educação corporativa.

9.3 Kit “Alta Gestão & Conselho”

  • Moleskine + caneta premium + cartão institucional com compromisso ESG.
  • Veja ideias em moleskine personalizado para executivos e eventos corporativos de alto nível.

9.4 Kit “ESG Integrado”

  • Ecobag RPET + squeeze sem BPA + caderno reciclado.
  • Para integrar a narrativa ambiental à campanha, consulte brindes ecológicos sustentáveis para fortalecer a marca e as metas de ESG.

10) Perguntas frequentes (FAQ)

1. Como evitar o “pinkwashing” (ação meramente cosmética)?
Defina propósito e indicadores desde o início, contribua com instituições sérias e reporte resultados. Coerência > volume.

2. Brinde de baixo custo funciona?
Sim, quando útil e bem contextualizado (ex.: pulseira/botton + calendário de cuidados com QR Code).

3. O que escolher para públicos híbridos (escritório e campo)?
Misture um item de uso diário (ecobag/squeeze) com um item de produtividade (caderno/agenda).

4. Como alinhar Outubro Rosa e ESG?
Inclua itens reciclados/recicláveis e comunique rastreabilidade. Veja brindes ecológicos sustentáveis para fortalecer a marca e as metas de ESG.

5. Como padronizar em empresas com várias filiais?
Centralize catálogo, arte e logística com um parceiro nacional (consulte onde encontrar brindes personalizados de qualidade com entrega em todo o Brasil).

6. Itens para gestores e relações institucionais?
Priorize moleskine personalizado para executivos e eventos corporativos de alto nível — reforça posicionamento e é muito bem-aceito.

7. Como conectar a campanha ao dia a dia das equipes?
Agendas/cadernos aumentam a aderência às rotinas. Veja agendas personalizadas corporativas para gestão e fidelização de clientes e cadernos personalizados para ações de marketing local e educação corporativa.

8. Onde encontrar curadoria específica para a data?
Confira referências em estratégias de marketing com brindes para Outubro Rosa nas empresas.

Conclusão e próximos passos

Campanhas sólidas de Outubro Rosa combinam propósito, planejamento e mensuração. Brindes não substituem a mensagem — amplificam. Ao conectar o item certo ao público certo, sua empresa transforma a causa em experiência viva: engaja colaboradores, fortalece reputação e gera valor social real.

Para montar seu projeto com eficiência operacional e coerência de marca, explore:

  • Portfólio dedicado à campanha: estratégias de marketing com brindes para Outubro Rosa nas empresas.
  • Linha ambientalmente responsável: brindes ecológicos sustentáveis para fortalecer a marca e as metas de ESG.
  • Itens de produtividade para rotinas e programas internos:
    agendas personalizadas corporativas para gestão e fidelização de clientes e
    cadernos personalizados para ações de marketing local e educação corporativa.
  • Opções premium para alta gestão: moleskine personalizado para executivos e eventos corporativos de alto nível.
  • Operação centralizada com cobertura nacional: onde encontrar brindes personalizados de qualidade com entrega em todo o Brasil.

Leia também:

Source link

O Que é Assinatura Digital e Como Usá-la de Forma Segura – Jornal Contábil

A assinatura digital é uma assinatura eletrônica suficientemente válida para poder ser usada em documentos importantes, contratos oficiais ou até mesmo casos de tribunal. Não é como uma assinatura eletrônica comum porque tem verdadeiro poder jurídico, sendo assim totalmente diferente da “assinatura” que você usa, por exemplo, ao aceitar os termos e condições de uma plataforma online.

Assinaturas digitais são importantes porque oferecem um nível de segurança e proteção legislativa que não pode ser obtido com uma mera assinatura eletrônica. Face a assinaturas manuais, também garantem múltiplas vantagens.

Estes são alguns dos benefícios únicos da assinatura digital para a segurança dos seus documentos:

  • Ao contrário de uma assinatura manual, que pode ser copiada, as assinaturas digitais são praticamente impossíveis de falsificar.
  • As assinaturas digitais permitem-lhe assinar PDFs online com validade jurídica, o que é mais conveniente do que assinar documentos físicos.
  • Este tipo de assinatura contém tecnologia avançada que permite verificar se o documento assinado foi ou não adulterado—algo que não é possível com assinaturas manuais.

Neste artigo, vamos analisar o conceito de assinatura digital ao detalhe e explicar-lhe como assinar digitalmente um PDF.

Como funciona a assinatura digital?

A assinatura digital depende de mecanismos tecnológicos avançados, sendo composta de duas chaves criptográficas: uma que pertence apenas ao usuário, e outra que pode ser visualizada publicamente. As duas têm funções essencialmente distintas:

  • Chave privada: pertence apenas ao autor da assinatura e é usada para criptografar o documento assinado;
  • Chave pública: pode ser visualizada por outras pessoas que não o autor da assinatura para verificar a validade da assinatura.

Mas o que acontece realmente após assinar digitalmente PDFs (por exemplo), com este tipo de assinatura? O processo inclui os seguintes passos:

  1. Ao assinar o documento, o autor usa a sua chave privada para criar um hash criptográfico (o hash é uma espécie de resumo do documento assinado).
  2. A pessoa que recebe o documento tem acesso à chave pública que será comparada com o hash do documento.
  3. Caso a chave pública e o resumo (hash) da chave privada sejam compatíveis, a assinatura é considerada válida.

Assim, uma assinatura digital garante a autenticidade e integridade do documento porque valida, inequivocamente, a identidade do assinante. 

O hash traz o benefício adicional de permitir que o assinante e o receptor do documento consigam perceber se este foi ou não modificado após ser assinado. Este recurso faz com que as assinaturas digitais sejam praticamente invulneráveis a burlas.

Como criar uma assinatura digital?

No Brasil, você precisa solicitar um certificado digital oficial para criar uma assinatura digital. Este só poderá ser emitido por organizações autorizadas pelo ICP-Brasil, a organização responsável por definir que entidades certificadoras podem emitir o certificado.

Estas são algumas das organizações autorizadas pelo ICP-Brasil (e reconhecidas oficialmente como ACs, ou Autoridades Certificadoras):

  • Caixa Econômica Federal
  • DigitalSign
  • Soluti
  • Boa Vista SCPC
  • Safeweb
  • Certisign

Imagine, por exemplo, que tem que assinar PDFs com validade jurídica. O que você deve fazer para obter uma assinatura digital legalmente válida? Ora, é muito simples:

  1. Escolha a AC mais conveniente para si;
  2. Contacte a AC em questão e solicite o seu certificado;
  3. Instale e configure o certificado em seus dispositivos.

No Brasil, existem dois tipos de certificados:

  1. A1: Totalmente online, pode ser instalado em seu computador;
  2. A3: Requer a utilização de equipamento físico (como um token), sendo armazenada neste equipamento e não em seus dispositivos.

Alternativamente, você pode utilizar ferramentas online para assinar documentos com relativa validade legal, podendo ainda associar a sua assinatura certificada aos mesmos em alguns casos.

Serviços populares incluem a página de assinatura digital do Lumin, o Adobe Acrobat Sign ou o DocuSign. Estes têm como função-chave assinar PDFs online, mas também podem ser associados a outros tipos de arquivos.

Dicas para usar a assinatura digital de forma segura

A segurança da sua assinatura digital depende de dois fatores essenciais: (1) proteger-se contra fraudes e (2) garantir a continuação da validade da assinatura.

Para fazer face a potenciais fraudes, você deve:

  • Armazenar a sua chave privada em dispositivos seguros;
  • Nunca a compartilhar com ninguém (mesmo que a pessoa a quem você deve enviar o documento assinado o requisite—a chave pública serve precisamente para evitar estar situação);
  • Investir em métodos de autenticação seguros, como autenticação multifator.

Para garantir que a sua assinatura continua a ser válida, não se esqueça de:

  • Consultar frequentemente a data de validade da sua assinatura para evitar que ela expire;
  • Ter em atenção a cobertura jurídica da assinatura (como, por exemplo, a sua validade legal fora do Brasil).

Exemplos de uso da assinatura digital

A assinatura digital é o tipo de assinatura eletrônica mais seguro, mas isso não significa que ela deva ser usada em todos os documentos ou contratos online que você assina. Em situações mais casuais ou irrelevantes, não é preciso ir tão longe…

Contudo, o uso da assinatura digital é extremamente pertinente em situações como:

  • Criação de contratos de importância elevada;
  • Documentos oficiais que possam condicionar o seu estatuto legal;
  • Operações financeiras, como transações bancárias.

Assinaturas digitais facilitam processos administrativos não apenas devido à sua segurança, mas também devido à sua conveniência, permitindo:

  • Minimizar a burocracia de organizações;
  • Celebrar contratos importantes à distância;
  • Poupar papel e outro equipamento de escritório;
  • Facilitar, no geral, todo o tipo de processos logísticos.

Conclusão

Com uma assinatura digital, assinar PDFs nunca mais será a mesma coisa… Afinal, você obtém um nível de proteção jurídico máximo, sem os riscos e inconveniências das assinaturas manuais tradicionais.

Ao criar o seu primeiro certificado digital, contudo, você deve seguir as nossas dicas de segurança e fazer todos os possíveis para se proteger!

Falsificações podem ser virtualmente impossíveis, mas o erro humano é sempre um elemento a considerar; caso alguém obtenha a sua chave privada, por exemplo, as consequências podem ser bastante graves. 

Leia também:

Source link

Serasa realiza um dia de negociações de dívidas e descontos de até 99% – Jornal Contábil

Nesta terça-feira, dia 09 de setembro, consumidores terão uma oportunidade única para limpar o nome: cerca de 10 milhões de dívidas poderão ser negociadas em mais de 6 mil agências dos Correios em todo o país, com descontos que chegam a 99%.

A ação, promovida pela plataforma Serasa Limpa Nome em parceria com os Correios, será válida apenas por um dia.

De acordo com a estatal, a iniciativa reúne mais de 1,6 mil empresas participantes, entre elas grandes bancos, varejistas, financeiras, securitizadoras e concessionárias de serviços básicos, como água, luz e gás.

Segundo a Serasa, mais de 2,3 milhões de brasileiros podem se beneficiar dos descontos máximos.

Leia também:

Como negociar suas dívidas

Somente entre janeiro e julho deste ano, foram registrados mais de 672 mil acordos com 99% de desconto, um aumento de quase 8% em relação ao mesmo período do ano passado.

Além do atendimento presencial nas agências dos Correios — que cobram R$ 4,60 por acordo realizado e R$ 3,30 para reimpressão de boletos —, os consumidores também podem negociar pelos canais digitais da Serasa:

Passo a passo da negociação digital:

  1. Baixe o aplicativo da Serasa e faça login com CPF e cadastro.
  2. Escolha a oferta de renegociação disponível para sua dívida.
  3. Revise e conclua o acordo, definindo forma de pagamento (boleto ou Pix).
  4. Efetue o pagamento conforme as condições escolhidas.

Curso e-Simples:

Curso de Recuperação do Simples Nacional. Aprenda a recuperar o PIS e Cofins de 60 meses em até 3 dias! 

Acesse:



Autor: Ana Luzia RodriguesAutor: Ana Luzia Rodrigues


Formada em jornalismo há mais de 30 anos, já passou por diversas redações dos jornais do interior onde ocupou cargos como repórter e editora-chefe. Também já foi assessora de imprensa da Câmara Municipal de Teresópolis. Atuante no Jornal Contábil desde 2021.


Source link

Câmara aprova prazo de dois anos para ex-sócio responder por dívidas trabalhistas – Jornal Contábil

A Comissão de Trabalho da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 2884/24, que estabelece prazo máximo de dois anos para que ex-sócios respondam subsidiariamente por dívidas trabalhistas de suas antigas empresas. 

A medida altera dispositivos da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

Objetivo da proposta

Conforme explicou a deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), autora da proposta, o objetivo é esclarecer que o prazo de dois anos não se refere apenas ao ajuizamento da ação, mas também ao início da cobrança contra o antigo sócio. “O ajuizamento de ação contra a empresa no período de até dois anos não justifica redirecionar a execução futura ao ex-sócio”, argumentou a parlamentar.

O relator André Figueiredo (PDT-CE) emitiu parecer favorável ao projeto sem modificações. Segundo o deputado, “a proposta traz clareza ao delimitar que a responsabilidade do sócio retirante se restringe às execuções redirecionadas até dois anos após a averbação de sua saída, afastando a equivocada possibilidade de responsabilização perpétua”.

Leia também:

Exceções e próximos passos

O texto prevê que, em casos de fraude na alteração do contrato social, o ex-sócio continuará respondendo solidariamente com os demais sócios. 

A proposta seguirá para análise da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania em caráter conclusivo. Para se tornar lei, o projeto deve ser aprovado tanto pela Câmara quanto pelo Senado.

Fonte: Agência Câmara de Notícias



Autor: Ana Luzia RodriguesAutor: Ana Luzia Rodrigues


Formada em jornalismo há mais de 30 anos, já passou por diversas redações dos jornais do interior onde ocupou cargos como repórter e editora-chefe. Também já foi assessora de imprensa da Câmara Municipal de Teresópolis. Atuante no Jornal Contábil desde 2021.


Source link

Como aumentar o lucro contábil de sua empresa? – Jornal Contábil

A busca por maior rentabilidade é um objetivo central para qualquer negócio. O lucro contábil, que representa o resultado financeiro apurado após a dedução de todas as despesas e custos da receita total, é o principal indicador da saúde financeira de uma empresa.

 Aumentar esse valor não se resume a apenas vender mais; é um processo estratégico que envolve a otimização de custos, a eficiência operacional e a gestão inteligente de recursos. Para alcançar esse resultado, é fundamental adotar uma abordagem multifacetada, analisando tanto o fluxo de receitas quanto a estrutura de gastos.

Para quem é dono de um negócio, um dos objetivos principais é obter o maior lucro possível. Pode parecer um conceito simples e de conhecimento geral, mas entender o que é realmente o lucro de uma empresa e o que é apenas faturamento ou receita, faz muita diferença no final do mês.

O lucro contábil é um dentre outros “tipos de lucro” que toda empresa deve prestar atenção.  Afinal, para se sustentar ao longo do tempo, todo negócio precisa ser lucrativo.

Em economia, lucro quer dizer todo e qualquer ganho auferido em uma operação comercial ou atividade econômica.

Mas afinal, o que é lucro contábil, para que serve e como deve ser analisado? Para saber mais, acompanhe os tópicos a seguir.

O que é Lucro contábil

O lucro contábil é o resultado da diferença entre o total de receitas e os gastos explícitos de uma empresa em determinado período. 

Trata-se de um lucro apurado segundo o regime de competência, ou seja, quando os fatos contábeis são gerados.

Por gastos explícitos entende-se custos e despesas correntes de uma empresa, como folha de pagamento, aluguel da loja, contas de água e luz etc.

O lucro contábil, quando medido em percentual (margem de lucro), transforma-se em um importante indicador, usado, por exemplo, para avaliar o desempenho de um negócio. 

Leia também:

A importância do lucro contábil

A apuração do lucro contábil é essencial à administração, tanto do ponto de vista de gestão quanto fiscal e tributário.

No seu escritório de contabilidade, você precisa apurar periodicamente o lucro contábil para acompanhar a saúde financeira e a performance do negócio.

A partir do lucro contábil, você consegue elaborar planos e metas, tomar decisões sobre redução de despesas ou avaliar a possibilidade de fazer novos investimentos. O mesmo vale para seus clientes. 

Ao ajudá-los a apurar o lucro contábil, você fornece uma informação que, combinada a outros indicadores-chave, cria uma base de dados para decisões muito mais assertivas. 

Além do mais, para clientes optantes pelo regime tributário Lucro Real, o lucro contábil é o ponto de partida para descobrir a base de cálculo para aplicação das alíquotas tributárias.

Diferença entre lucro e faturamento

Faturamento é o valor total que a empresa recebe com uma venda realizada, seja de produto ou de serviço. É importante entender que esse valor não tem nenhum desconto, ele é totalmente todos os valores gerados a partir de uma venda.

Enquanto isso, o lucro é o faturamento menos os gastos que foram necessários para vender, sejam eles custos, despesas ou impostos.

Como apurar e analisar o lucro contábil

A apuração do lucro contábil segue a lógica de uma fórmula simples:

  • Lucro contábil = receitas − gastos explícitos​.

Na Demonstração de Resultados de Exercício (DRE), o lucro aparece na última linha, após descontados os custos com produtos vendidos, despesas administrativas, com vendas, etc.

Ao analisar o lucro contábil medido em percentual como indicador de desempenho, é importante observar as referências históricas. 

Assim, é possível verificar se o lucro está em tendência de alta, estável ou em tendência de baixa.  Importante também analisar o lucro em conjunto com outros indicadores, como faturamento, ponto de equilíbrio, ticket médio, dentre outros.

Dicas para aumentar seu lucro contábil

Você pode aumentar o lucro contábil do seu escritório basicamente de duas maneiras: Faturando mais e gastando menos.

Com a ajuda da tecnologia, planejamento e organização é possível combinar as duas estratégias, assim:

  • Amplie a oferta de serviços;
  • Adote a contabilidade consultiva;
  • Terceirize rotinas;
  • Tenha um atendimento diferenciado;
  • Invista no marketing digital da sua empresa;
  • Invista em tecnologia;
  • Tenha um planejamento estratégico definido.

Curso e-Simples:

Curso de Recuperação do Simples Nacional. Aprenda a recuperar o PIS e Cofins de 60 meses em até 3 dias! 

Acesse:

Source link

DTTA: obrigação do 2° semestre/25 vence neste mês de setembro – Jornal Contábil

A Declaração de Transferência de Titularidade de Ações (DTTA) é um documento legal que formaliza a transferência de propriedade de ações de uma pessoa para outra. 

Essa transferência pode ocorrer por diversas razões, como a venda de ações, doação, herança ou fusão de empresas. A DTTA é essencial para garantir a segurança jurídica das partes envolvidas e para que a transferência seja reconhecida perante a lei.

A DTTA é uma obrigação que deve ser transmitida semestralmente por entidades encarregadas do registro de transferência de ações.  O seu não envio pode gerar multa.

Acompanhe a leitura e saiba o que é e como funciona a DTTA.

O que é a DTTA?

É dever do contador conhecer, saber como elaborar e transmitir diferentes tipos de obrigações acessórias, a DTTA mesmo não sendo uma das mais conhecidas, é uma declaração que os profissionais de contabilidade precisam conhecer.

Nesta declaração devem ser informadas as hipóteses em que o alienante deixar de exibir o DARF que comprove o pagamento do imposto de renda sobre o ganho de capital incidente na alienação das ações, ou declaração de inexistência de imposto devido em até 15 dias após vencido o prazo legal para seu pagamento.

Prazo de envio da DTTA

A DTTA deverá ser transmitida a cada seis meses à Receita Federal até o último dia útil de março e setembro, respectivamente, em relação aos semestres imediatamente anteriores.

No segundo semestre de 2025 o prazo para envio desta declaração vai até o dia 30 de setembro. Lembrando que deve conter informações relativas de janeiro a junho de 2025.

Leia também:

Quem deve transmitir a DTTA?

Como citamos no primeiro parágrafo, são obrigadas a enviar a DTTA as entidades encarregadas do registro de transferência de ações.

Veja o que são essas entidades para lei:

  • Companhia emissora das ações, quando a própria companhia mantém o livro de “Transferência de Ações Nominativas”;
  • Instituição autorizada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) a manter serviços de ações escriturais. Quando contratada pela companhia emissora para manutenção do livro de “Transferência de Ações Nominativas”;
  • Instituição que recebe a ordem de transferência do investidor, no caso de ações depositadas em custódia fungível.

Enfim, todas as pessoas jurídicas que se enquadrem nos requisitos que citamos acima são consideradas entidades encarregadas do registro de transferência de ações e deverão enviar semestralmente à DTTA.

A empresa que estiver obrigada a enviar e não realizar o envio no prazo correto será multada, as entidades obrigadas devem transmitir essa obrigação duas vezes por ano, e caso enviem após o prazo, deverão pagar a Multa por Atraso na Entrega de Declaração (MAED).

Como enviar a DTTA

  • Baixe o programa (PGD) no site da Receita e preencha as informações que devem ser declaradas à RFBl.
  • Após o preenchimento, grave a declaração e envie à Receita Federal utilizando o programa ReceitaNet.
  • O ReceitaNet valida e transmite, via Internet, as declarações de impostos e contribuições federais de pessoas físicas e jurídicas. Os arquivos podem ser transmitidos diariamente das 05 à 01 hora da manhã do dia seguinte (20 horas diárias).

Curso Viver de Contabilidade:

Transforme seu conhecimento em resultado! Todos os procedimentos contábeis na prática que o mercado exige. Comece agora aqui!

Source link

CNC se posiciona contra a 8ª Proposta de Súmula. Aumento de carga tributária do CARF – Jornal Contábil

A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) manifestou grande preocupação com a 8ª Proposta de Súmula que será analisada pela 3ª Turma da Câmara Superior de Recursos Fiscais (CSRF) nesta sexta-feira, 5 de agosto. O texto em discussão estabelece que empresas do comércio não possam usar créditos de PIS e Cofins em determinadas situações, limitando um direito já reconhecido pelo Judiciário.

A medida teria impacto direto sobre o setor, elevando a carga efetiva de impostos das empresas sem trazer ganhos proporcionais para o governo. “A aprovação dessa súmula imporia um aumento artificial da alíquota efetiva das empresas comerciais, sem benefício proporcional ao Erário e com alto potencial de judicialização. Seria um retrocesso frente aos princípios de segurança jurídica e justiça fiscal”, analisa o presidente do Sistema CNC-Sesc-Senac, José Roberto Tadros.

Por essas razões, a entidade defende que a proposta de súmula seja rejeitada, de forma a manter a coerência ao entendimento do Superior Tribunal de Justiça e garantir que cada caso seja analisado individualmente. Para a CNC, essa é a melhor forma de assegurar o pleno desenvolvimento do setor e evitar que a transição para o novo sistema tributário seja marcada por uma avalanche de disputas nos tribunais.

Leia também:

Os principais riscos da súmula apontados pela CNC

  • Aumento de custos: o setor arcaria com um ônus bilionário, o que poderia pressionar preços, investimentos e empregos.
  • Judicialização: a súmula criaria mais disputas na Justiça, em vez de trazer clareza e eficiência ao contencioso administrativo.
  • Insegurança jurídica: a restrição ao uso de créditos enfraqueceria a transição para a nova Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), prevista na Reforma Tributária.
  • Baixo impacto fiscal: na prática, a medida não aumentaria a arrecadação líquida do governo, já que o crescimento da litigiosidade tenderia a neutralizar possíveis ganhos.

O que diz a atual jurisprudência

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) já definiu que o conceito de “insumo” para PIS e Cofins deve considerar a essencialidade e a relevância de cada gasto para a atividade da empresa. Esse entendimento abriu caminho para que o próprio CARF reconhecesse, em decisões recentes, créditos em despesas de publicidade, marketing digital e manutenção de plataformas eletrônicas, considerados essenciais para o comércio.

Fonte: CNC

Curso Viver de Contabilidade:

Transforme seu conhecimento em resultado! Todos os procedimentos contábeis na prática que o mercado exige. Comece agora aqui!



Autor: Ana Luzia RodriguesAutor: Ana Luzia Rodrigues


Formada em jornalismo há mais de 30 anos, já passou por diversas redações dos jornais do interior onde ocupou cargos como repórter e editora-chefe. Também já foi assessora de imprensa da Câmara Municipal de Teresópolis. Atuante no Jornal Contábil desde 2021.


Source link

CFC lança pesquisa para atualizar o Perfil do Profissional de Contabilidade – Jornal Contábil

O Conselho Federal de Contabilidade (CFC), em parceria com a Fundação Getulio Vargas (FGV), iniciou a pesquisa Perfil do Profissional da Contabilidade – Edição 2025. O estudo busca traçar um panorama completo sobre os contadores e técnicos em contabilidade registrados no Sistema CFC/CRCs.

Essa iniciativa é crucial para que a gestão do Sistema CFC/CRCs possa entender melhor a realidade da categoria, alinhando suas ações e políticas às necessidades e expectativas dos profissionais. A participação na pesquisa é voluntária, anônima e fundamental para a construção de um retrato fiel da profissão no Brasil.

Leia também:

Questionário

O questionário, que leva entre 15 e 20 minutos para ser preenchido, é dinâmico e se adapta às respostas do participante. Ele aborda diversos tópicos, incluindo:

  • Vínculo com o Sistema CFC/CRCs e informações pessoais.
  • Uso de tecnologia na rotina profissional.
  • Elaboração de relatórios de sustentabilidade.
  • Desafios e oportunidades da profissão.

É importante ressaltar que a pesquisa não é um teste de conhecimento técnico. O objetivo é compreender como os profissionais enfrentam os desafios diários da contabilidade. Todas as informações coletadas são tratadas de forma estatística, garantindo a privacidade de cada participante.

Os resultados consolidados serão divulgados no portal do CFC e servirão de base para a criação de estratégias que fortaleçam e valorizem a classe contábil. Quem quiser  participar: Clique aqui e responda à pesquisa.

Curso Viver de Contabilidade:

Transforme seu conhecimento em resultado! Todos os procedimentos contábeis na prática que o mercado exige. Comece agora aqui!



Autor: Ana Luzia RodriguesAutor: Ana Luzia Rodrigues


Formada em jornalismo há mais de 30 anos, já passou por diversas redações dos jornais do interior onde ocupou cargos como repórter e editora-chefe. Também já foi assessora de imprensa da Câmara Municipal de Teresópolis. Atuante no Jornal Contábil desde 2021.


Source link