Contabilidade: imensa transformação que aguarda o setor em 2026 – Jornal Contábil

A contabilidade brasileira está imersa em um ciclo de intensa transformação, cujo ápice é esperado para 2026. Impulsionada pela Reforma Tributária do consumo e pela escalada da automação e da Inteligência Artificial (IA), a profissão deixa de ser meramente operacional para assumir um papel fundamentalmente consultivo e estratégico. 

Esse cenário, delineado por novas exigências regulatórias e pela digitalização acelerada, exige que escritórios e profissionais reestruturem seus modelos de atuação.

Contador e seu papel estratégico

O modelo de contabilidade consultiva não é mais uma tendência, mas o novo padrão de mercado. A crescente complexidade fiscal, somada à necessidade dos empresários por orientação estratégica, torna o contador um agente essencial na interpretação de indicadores financeiros, análise de margens e otimização da rentabilidade.

 A demanda por profissionais capazes de oferecer diagnósticos precisos e soluções personalizadas deve crescer exponencialmente até 2026, com foco na eficiência e na sustentabilidade dos negócios.

Essa mudança está profundamente ligada à Reforma Tributária. Com aprovação em 2023, a reforma — com a adoção do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) — representa a maior alteração estrutural da legislação fiscal em décadas. 

O contador se torna a peça-chave na transição, sendo indispensável para que as empresas reavaliem seus regimes tributários (com o Lucro Presumido perdendo força frente à não cumulatividade plena), revisem preços e garantam a conformidade fiscal durante o longo período de adaptação. O apoio técnico será crucial para identificar impactos fiscais e adequar operações à nova realidade.

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Tecnologia e a expansão do escopo de serviços

A tecnologia é o pilar que sustenta essa migração estratégica. A incorporação de ferramentas de automação e inteligência artificial (IA) está eliminando tarefas repetitivas, como conciliação bancária e classificação de lançamentos, liberando o tempo do contador para atividades de maior valor agregado, como a análise preditiva e o aconselhamento. 

A IA não substitui o profissional, mas redefine a sua atuação, gerando ganhos de eficiência e redução de custos nos escritórios que a adotam de forma estratégica.

Além disso, o escopo de atuação do contador se expande pelo conceito de ecossistema contábil. Escritórios passam a diversificar suas fontes de receita e a aumentar o ticket médio ao oferecer ou intermediar serviços complementares, como certificação digital e consultorias particulares. 

A nova fase exige, ainda, um foco maior na satisfação e retenção de clientes. A aplicação de metodologias prioriza o acompanhamento contínuo dos resultados do cliente e a comunicação proativa, criando uma base sólida para o crescimento sustentável.

Oportunidade de Crescimento

O cenário regulatório traz desafios técnicos importantes. A tendência de pejotização em massa, impulsionada pelas novas regras de tributação sobre a folha de pagamento, exige do contador uma atuação rigorosa na avaliação de riscos trabalhistas e societários. 

Profissionais que dominam os aspectos legais e estruturais dessa migração encontrarão uma nova e significativa demanda de mercado.

Em síntese, a contabilidade brasileira se encontra diante de uma das maiores oportunidades de crescimento de sua história. A convergência entre a Reforma Tributária, a digitalização e a crescente demanda empresarial por insights estratégicos cria um ambiente fértil para a ampliação de receitas e o fortalecimento do posicionamento consultivo. 

O profissional que investir em capacitação contínua, dominar a nova legislação fiscal e adotar uma abordagem tecnológica e estratégica não apenas sobreviverá. Mas fixará sua relevância como peça-chave para a sustentabilidade e o sucesso das organizações até 2026 e nos anos seguintes.

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Correios em crise: o retrato da ineficiência e do uso político das estatais brasileiras – Jornal Contábil

Durante décadas, os Correios foram símbolo de confiança. A empresa pública entregava cartas, encomendas e resultados — financeiros, inclusive. Em 2020 e 2021, em plena pandemia, a estatal chegou a registrar lucros expressivos, impulsionada pelo boom do e-commerce e por um plano de reestruturação que, pela primeira vez em anos, parecia colocar a casa em ordem.

Mas bastaram poucas trocas de comando e uma guinada de orientação política para que o cenário se invertesse. O que era lucro virou rombo bilionário. O que era eficiência virou aparelho político. E o que era promessa de modernização virou laboratório de improvisos estatais.

Do lucro ao buraco: uma linha do tempo que explica tudo

Em 2020, os Correios fecharam o ano com lucro líquido de R$ 1,53 bilhão, o melhor resultado em quase uma década. Em 2021, mantiveram o fôlego, com lucro de R$ 3,7 bilhões, resultado de medidas de austeridade, corte de custos, digitalização de serviços e ganhos com o mercado de encomendas — impulsionado pelas compras online em plena pandemia.

Foi um momento raro em que a empresa parecia ter encontrado um rumo: um modelo enxuto, com foco comercial, governança corporativa mais rígida e discurso de eficiência. Havia, inclusive, debate sobre possível privatização, o que pressionou a estatal a mostrar resultados concretos.

Mas o bom momento durou pouco. A partir de 2022, já sob nova direção e um contexto político diferente, os números começaram a despencar:

  • 2022: prejuízo de R$ 808,8 milhões;
  • 2023: prejuízo de R$ 633,5 milhões;
  • 2024: prejuízo de R$ 2,59 bilhões;
  • 1º semestre de 2025: prejuízo acumulado de R$ 4,3 bilhões — superando todo o ano anterior.

Ou seja, em menos de três anos, a estatal saiu de um ciclo de lucros recordes para um abismo financeiro que ameaça sua própria sobrevivência.

O que piorou desde então

1. Interferência política e aparelhamento

A governança que existia foi desmontada. Cargos técnicos foram substituídos por indicações políticas, com diretores escolhidos mais por vínculos partidários do que por experiência em logística ou gestão empresarial. A lógica empresarial deu lugar à lógica do “quem indica”.

2. Reversão de medidas de eficiência

A estatal abandonou parte das reformas administrativas implementadas entre 2019 e 2021 — inclusive cortes de contratos e redução de gastos de custeio. Os custos operacionais voltaram a crescer, e a produtividade por funcionário caiu.

3. Impactos de políticas tributárias e comerciais equivocadas

A “Taxa das Blusinhas”, criada para tributar pequenas remessas internacionais, reduziu drasticamente o volume de importações processadas pelos Correios. O que o governo vendeu como “proteção da indústria nacional” se transformou em um golpe na principal fonte de receita da estatal.

4. Paralisia estratégica

Enquanto concorrentes privados investem em automação, inteligência artificial e rastreamento em tempo real, os Correios continuam com sistemas obsoletos e processos manuais. O resultado é previsível: atrasos, extravios e perda de mercado.

5. Explosão de custos fixos e passivos trabalhistas

A empresa carrega uma estrutura pesada: 6 mil agências próprias, muitas deficitárias, e obrigações trabalhistas gigantescas. O balanço de 2024 mostra R$ 18,9 bilhões em receita líquida, mas R$ 4,7 bilhões apenas em despesas administrativas. As provisões contábeis de planos de aposentadoria e benefícios pós-emprego (CPC 33) continuam corroendo o resultado.

O uso político das estatais: a velha história reeditada

Nenhuma empresa sobrevive quando é tratada como ferramenta partidária. E é exatamente isso que acontece com os Correios. A cada troca de governo, muda o discurso — mas o roteiro é o mesmo: cargos loteados, decisões lentas e promessas vazias.

A interferência política é tão intensa que o Tribunal de Contas da União alertou para o “risco de insustentabilidade” da estatal. E, para remediar o caos, o governo federal já prepara um empréstimo de R$ 20 bilhões com garantia da União — em outras palavras, o contribuinte novamente vai pagar a conta da má gestão.

>>> Leia mais em Coluna André Charone

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Na prática: tudo o que você precisa saber sobre PIS e COFINS na tributação monofásica! – Jornal Contábil

A tributação monofásica do PIS e da COFINS já está presente no dia a dia de muitas empresas. Neste artigo, você vai entender de forma simples como ela funciona na prática.

Para te ajudar em mais uma questão do Simples Nacional, hoje a equipe do Jornal Contábil retirou algumas informações do artigo da  é-Simples Auditoria Eletrônica, empresa especialista no Simples Nacional e vamos te ajudar a entender mais sobre a tributação monofásica do PIS e da COFINS e saber como podemos ajudar nossos clientes optantes por esse regime!

O artigo da é-Simples Auditoria Eletrônica diz:

1. PIS/PASEP e COFINS – O que são?

Segundo o Blog da é-Simples Auditoria: “O PIS é o Programa de Integração Social. A Lei Complementar nº 7, de 7 de setembro de 1970 criou este programa. Já o PASEP é o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público. A Lei Complementar nº 8, de 3 de dezembro de 1970 instituiu este programa.

A saber, o PIS e o PASEP são tributos federais de caráter social que servem para financiar os direitos dos trabalhadores brasileiros. Tendo como exemplo: o seguro-desemprego e o abono salarial. Em 11 de setembro de 1975, a Lei Complementar nº 26 uniu o PIS e o PASEP, criando o Fundo PIS-PASEP.

Esta lei entrou em vigor a partir de 1º de julho de 1976 e o Decreto nº 9.978, de 20 de agosto de 2019 regulamentou este fundo. E, por fim, em 31 de maio de 2020 o governo eliminou o Fundo PIS-PASEP.

Assim, o patrimônio do trabalhador, as contas individuais do PIS e do PASEP e os ativos que antes se aplicavam na CAIXA, no Banco do Brasil e no BNDES passaram a ter sua inclusão no Fundo de Garantia do Tempo de Serviço – FGTS.

Por outro lado, a COFINS é a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social. Ela serve para financiar direitos, tais como a Previdência Social, a Assistência Social e a Saúde Pública.”

2. Quais são os impostos monofásicos?

De acordo com o Blog da é-Simples Auditoria: “No Simples Nacional, a tributação monofásica se aplica ao PIS e a COFINS. Além disso, vimos que consiste em centralizar a tributação destes dois impostos no início da circulação de mercadorias e, aos poucos, a cada etapa do processo diminuir as alíquotas.”

3. O que é a Tributação Monofásica do PIS e da COFINS?

De acordo com o Blog da é-Simples Auditoria: “O regime monofásico de PIS e COFINS funciona como um “pagamento único” na cadeia de venda de certos produtos. Em vez de esses tributos serem cobrados em cada etapa da comercialização (como na indústria, no atacado e no varejo), eles são concentrados apenas no início da cadeia, geralmente no fabricante ou importador.

Isso significa que, quando o produto chega ao distribuidor ou ao varejista, eles não precisam pagar novamente esses tributos, pois já foram recolhidos na fonte. Esse modelo é usado para itens como combustíveis, medicamentos, bebidas e veículos, ajudando a simplificar a tributação e evitar a bitributação ao longo da cadeia de vendas.

Dessa forma, sobre a tributação pelo PIS/PASEP e COFINS podem receber 7 diferentes classificações:

  • Tributação “normal”;
  • Regime Monofásico;
  • Substituição Tributária;
  • Alíquota zero;
  • Isenção;
  • Suspensão;
  • Não há incidência.

Exemplo Prático:

Imagine um fabricante de cosméticos. Ele paga PIS e COFINS com uma alíquota maior ao vender para o atacadista. Quando o atacadista vende para o varejista e este vende para o consumidor final, não há nova cobrança desses tributos.

Esse modelo evita que o imposto seja cobrado várias vezes ao longo da cadeia e simplifica a arrecadação. Produtos como combustíveis, medicamentos, bebidas e autopeças costumam seguir essa tributação.

Além disso, no regime monofásico do PIS/PASEP e da COFINS, há a importância de se fazer a classificação fiscal das mercadorias e evitar o pagamento a maior destas.”

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Gostou do assunto? Continue acompanhando nossos artigos, e também siga a é-Simples no instagram @esimplesauditoria.

Obrigado pela leitura!

Informações retiradas do Blog da é-Simples Auditoria. Artigo: “Tributação Monofásica do PIS e da COFINS: saiba na prática!” Disponível em: Por Leonel Monteiro em 31/03/2025.

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Atenção! Dirbi e PGDAS com prazo de envio até segunda-feira (20) – Jornal Contábil

As obrigações acessórias são declarações e documentos que as empresas e pessoas físicas devem entregar periodicamente aos órgãos competentes, como a Receita Federal, para informar sobre suas atividades financeiras, fiscais e tributárias.

O vencimento dos prazos para o cumprimento dessas obrigações é um aspecto vital que exige atenção, pois o atraso ou a falta de entrega podem acarretar multas e penalidades.

O calendário de obrigações acessórias varia de acordo com o tipo de obrigação, o regime tributário da empresa ou pessoa física, e outras particularidades. É fundamental consultar o calendário específico para o seu caso e organizar-se para cumprir todas as obrigações dentro dos prazos estabelecidos.

Os profissionais contábeis e gestores precisam se atentar para as próximas obrigações deste mês de outubro com vencimento segunda-feira, dia 20.

Veja a seguir quais são as obrigações e os períodos relativos de apuração.

Obrigações com prazos para segunda-feira, dia 20

1 – DIRBI

A DIRBI é a Declaração de Incentivos, Renúncias, Benefícios e Imunidades de Natureza Tributária. Com ela, a Receita Federal busca fortalecer a fiscalização e aumentar a transparência fiscal, exigindo que as empresas apresentem informações detalhadas sobre os benefícios tributários que estão aproveitando.

A DIRBI tem como objetivos principais identificar se o benefício e/ou renúncia fiscal utilizado deveria ser utilizado e saber em valores quanto é a perda de arrecadação com o uso do benefício ou renúncia fiscal federal.

Seu vencimento será no dia 20, com informações referentes ao período de agosto/25.

2 – PGDAS-D

O Programa Gerador do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (PGDAS) é um aplicativo disponível no Portal do Simples Nacional para o contribuinte fazer o cálculo dos impostos a serem pagos mensalmente, declarar receita e emitir a DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional).

O Microempreendedor Individual (MEI) está isento do uso do PGDAS, pois a categoria tem um local específico para a geração da sua guia de impostos mensais, o PGMEI – Programa Gerador de DAS do Microempreendedor Individual.

O vencimento do PGDAS-D também ocorre na próxima segunda-feira, dia 20, com informações relativas ao período de setembro/2025.

Conclusão

Portanto, reforce a atenção para a próxima segunda-feira, dia 20, prazo final e improrrogável para o envio da DIRBI e do PGDAS. O cumprimento dessas obrigações no tempo estipulado é vital para evitar multas, juros e o comprometimento da regularidade fiscal de sua empresa junto à Receita Federal.

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Autor: Ana Luzia RodriguesAutor: Ana Luzia Rodrigues


Formada em jornalismo há mais de 30 anos, já passou por diversas redações dos jornais do interior onde ocupou cargos como repórter e editora-chefe. Também já foi assessora de imprensa da Câmara Municipal de Teresópolis. Atuante no Jornal Contábil desde 2021.


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Bolsa Família paga benefícios de outubro entre os dias 20 e 31; confira – Jornal Contábil

Os beneficiários do Bolsa Família já podem se programar para os pagamentos de outubro de 2025. O Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) confirmou as datas oficiais, que seguem o número final do NIS impresso no cartão do titular.

Pagamentos iniciam no dia 20 de outubro

Os repasses serão feitos nos dez últimos dias úteis do mês, com início no dia 20 para os beneficiários com NIS final 1, e término em 31 de outubro, para os que tem o NIS final 0.

Em dezembro, o cronograma será antecipado para que todos recebam antes do Natal.

Confira o Calendário de Outubro 2025

  • Final do NIS 1: 20/10
  • Final do NIS 2: 21/10
  • Final do NIS 3: 22/10
  • Final do NIS 4: 23/10
  • Final do NIS 5: 24/10
  • Final do NIS 6: 27/10
  • Final do NIS 7: 28/10
  • Final do NIS 8: 29/10
  • Final do NIS 9: 30/10
  • Final do NIS 0: 31/10

Valores e benefícios do programa

O Bolsa Família é composto por diferentes tipos de repasses, que variam conforme o perfil de cada família. Confira os valores:

  • Renda de Cidadania (BRC): R$ 142 por membro
  • Benefício Complementar (BCO): valor adicional que garante renda mínima de R$ 600 por domicílio
  • Primeira Infância (BPI): R$ 150 para cada criança até 6 anos
  • Benefício Variável Familiar (BVF) extra de R$ 50 para gestantes e jovens de 7 a 17 anos
  • Benefício Variável Nutriz (BVN): R$ 50 por bebê de até 7 meses

Regras para continuar recebendo o benefício

Para manter o recebimento regular do Bolsa Família, é necessário cumprir compromissos nas áreas de saúde e educação, que ajudam a garantir a permanência das famílias no programa. Entre eles:

  • Educação: manter a matrícula e a frequência escolar de crianças e adolescentes de 4 a 17 anos;
  • Saúde da gestante: realizar o pré-natal durante a gestação;
  • Crianças pequenas: acompanhar o crescimento e estado nutricional de crianças com menos de 7 anos;
  • Vacinação: manter o calendário de vacinas atualizado, conforme o Ministério da Saúde.

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Autor: Mariana FreitasAutor: Mariana Freitas


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1ª edição do Fórum Ibracon Jovem reúne especialistas e jovens profissionais para discutir o futuro da auditoria independente – Jornal Contábil

O Ibracon – Instituto de Auditoria Independente do Brasil, promove neste sábado, 18 de outubro, a 1ª edição do Fórum Ibracon Jovem, evento para conectar estudantes e jovens profissionais às principais discussões sobre auditoria independente e o mercado.

O Fórum reunirá especialistas, líderes do setor e jovens talentos para discutir os desafios da profissão, tendências de tecnologia e novas oportunidades de carreira. Além disso, o evento vai abordar a pesquisa inédita “Visão Jovem 2025”, que ouviu 1.285 profissionais de firmas de auditoria em todo o Brasil – de trainees a gerentes, para traçar um retrato das expectativas, percepções e desafios da nova geração sobre a profissão.

“Será um espaço de conexão, aprendizado e troca de experiências em que os participantes terão a oportunidade de ampliar o networking e se inspirar com histórias reais de quem já trilhou esse caminho. Queremos fortalecer o papel da juventude na construção de uma auditoria independente cada vez mais moderna, inclusiva e preparada para as transformações do mercado”, ressalta Carla Bezerra, membro do Comitê Gestor do Ibracon Jovem.

O evento acontece no Campus da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP) das 14h às 18hcom transmissão online. Os interessados podem se inscrever diretamente no site do Ibracon.

Serviço:

  • Evento: 1ª edição do Fórum Ibracon Jovem
  • Data: 18 de outubro
  • Horário: 14h às 18h
  • Local: FECAP – Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado – Campus Liberdade ou online.
  • Formato: Híbrido

Inscrições e programação completa



Autor: Carlos EduardoAutor: Carlos Eduardo


Faço parte da equipe de redação e publisher do Jornal Contábil, ajudando na produção e publicação de matérias e notícias para manter os leitores bem informados sobre concursos, legislação e temas do dia a dia.


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Brasil é o segundo país que mais pesquisa por descontos na Black Friday, com 387 mil buscas no Google – Jornal Contábil

Com o passar dos anos, sobretudo a partir do avanço da tecnologia, a Black Friday tornou-se um dos eventos comerciais mais aguardados pelos consumidores no mundo todo. Um estudo recente realizado pela Conversion, agência de SEO, conseguiu evidenciar quais itens são mais procurados nessa data e quais países buscam mais promoções em suas pesquisas.

De acordo com o levantamento, o Brasil encontra-se na segunda posição do ranking de países que mais pesquisaram por descontos na Black Friday no Google, considerando o período relativo aos últimos 12 meses, ficando atrás somente da França.

Esse dado, por sua vez, reforça a maturidade digital do consumidor brasileiro, sobretudo no que diz respeito à importância da internet como canal decisivo para essa data na busca por produtos e promoções.

Países que mais buscam por descontos na Black Friday

Conforme o estudo realizado pela Conversion, a França lidera em volume de buscas, com 440 mil pesquisas. O Brasil, nesse contexto, ocupa a segunda posição, com 387 mil buscas. Os Estados Unidos ficam em terceiro lugar, com cerca de 276 mil buscas.

Em seguida, temos Itália, Alemanha, Reino Unido e Espanha, com 260 mil, 206 mil, 159 mil e 122 mil, respectivamente. Esses números evidenciam que a Black Friday, com o passar do tempo, expande os mercados e a economia global em sua totalidade — de promoções em lojas físicas a transações virtuais no e-commerce.

Os itens mais buscados no Brasil: eletrônicos, eletrodomésticos e passagens aéreas

Os dados levantados pela Conversion também mostraram quais foram os itens mais procurados e que estão atrelados à busca por descontos nesse que deve ser o maior evento promocional do ano em escala global.

A lista dos produtos que mais despertam o interesse para a Black Friday inclui iPhone, geladeira, notebook, ar-condicionado, smartphone, PlayStation 5, passagens aéreas, air fryer, televisão e tênis. Percebe-se que se tratam de produtos com valor potencialmente elevado no restante do ano e que tendem a ter bons descontos na Black Friday.

Considerando esse cenário, é possível inferir que a posição elevada nas buscas e as preferências por itens estratégicos sugerem que o consumidor brasileiro, por exemplo, busca antecipar suas ações a partir de um processo de planejamento, dependendo menos, portanto, do impulso no momento de efetivamente realizar uma compra.

Qual a origem da Black Friday?

A Black Friday possui sua gênese nos Estados Unidos da América como um evento comercial que ocorria na sexta-feira seguinte ao feriado de Ação de Graças. No entanto, dado o grande fluxo de circulação de mercadorias, o evento acabou sendo apropriado pelo comércio global como uma data de grandes descontos no varejo e no e-commerce.

No Brasil, embora não seja feriado, o evento consolidou-se como um dos principais dias de promoção no calendário nacional. Para se ter noção, no ano passado, a edição de 2024 registrou um faturamento nominal de aproximadamente R$ 8 bilhões em vendas online — um avanço de 11% em relação a 2023, conforme dados compilados pela Neotrust Confi.

Para este ano, a previsão é que ocorra um faturamento recorde de R$ 13 bilhões no e-commerce, conforme a previsão da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm). O evento de 2025 ocorrerá no dia 28 de novembro e promete ser ainda maior que seu antecessor.

Como conseguir um bom posicionamento na Black Friday?

Considerando o potencial econômico da Black Friday, para marcas e varejistas que buscam destaque, traçar estratégias consistentes para aproveitar o salto de buscas que antecede a data é uma excelente opção. Uma ação importante nesse contexto é investir em SEO, prática que otimiza a estrutura do site e o conteúdo para aumentar a visibilidade e melhorar o posicionamento orgânico nos resultados de busca — ação essencial nesse processo, pois permite que a marca seja encontrada pelos consumidores justamente quando estão pesquisando produtos ou serviços relevantes.

Ocorre que otimizar o conteúdo, as páginas de produtos e as categorias pode ser uma forma de capturar parte significativa do tráfego qualificado antes que o consumidor transite para outros marketplaces. Trata-se, portanto, de uma ótima forma de conversão.

No fim, a constatação de que o Brasil é o segundo país que mais busca por descontos na Black Friday nos mostra que existe, atualmente, um perfil de consumidor mais sofisticado e centrado, no sentido de procurar itens com alto índice de valor agregado por preços mais justos.

Para marcas e varejistas, traduzir esse evento em vendas exige, também, estratégia antecipada, conteúdo otimizado, presença orgânica forte e ofertas que realmente chamem a atenção dos consumidores.

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Black Friday 2025: como se preparar e aproveitar as oportunidades – Jornal Contábil

A Black Friday, consolidada como um dos picos de vendas mais significativos do calendário comercial, exige das empresas uma preparação estratégica minuciosa que transcende a simples aplicação de descontos. 

O sucesso nesse período é diretamente proporcional à qualidade do planejamento e da execução, transformando a data em uma oportunidade de crescimento sustentável e não apenas uma corrida por volume.

Grandes e pequenos comércios passam meses elaborando uma estratégia para conseguir atrair a atenção do público nessa época. Portanto, se você quer que o seu negócio online continue sendo competitivo, precisa saber como fazer um planejamento para a Black Friday.

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Black Friday: principais oportunidades 

A Black Friday consolidou-se no Brasil como o evento de compras mais aguardado pelos consumidores, representando uma injeção significativa no comércio anualmente. 

A magnitude da data é atestada pelo seu desempenho recente: somente em 2024, as vendas na última sexta-feira de novembro alcançaram aproximadamente R$ 4,27 bilhões, um crescimento de 8,4% em relação ao ano anterior, com mais de 20 milhões de produtos vendidos.

Embora categorias como celulares, móveis, eletrodomésticos, calçados e vestuário tradicionalmente liderem o volume de vendas, a data oferece oportunidades de negócio transversais para empreendedores de todos os nichos.

As principais oportunidades se manifestam em duas frentes estratégicas de tempo:

  1. Antecipação das Ofertas: As promoções não se restringem à sexta-feira. Tornou-se prática comum no varejo, especialmente nas lojas virtuais de diferentes portes, estender ou antecipar as ofertas para a “Black Week” (a semana que antecede a data), maximizando o período de faturamento.
  2. Extensão para a Cyber Monday: Para quem atua no setor de tecnologia e eletrônicos, a Black Friday se prolonga naturalmente até a Cyber Monday (a segunda-feira seguinte), dedicada a descontos em itens como smartphones e computadores.

Dessa forma, a Black Friday se estabeleceu como um período prolongado de alta demanda, e o sucesso em alavancar o faturamento do negócio depende fundamentalmente da preparação estratégica da empresa para essa janela de oportunidades expandida.

Dicas de como se preparar para a data

A seguir, vamos dar 3 dicas preciosas para se preparar para esta data que movimenta o comércio.

1. Planejamento Estratégico e Financeiro 

O alicerce para uma Black Friday bem-sucedida reside no planejamento iniciado com meses de antecedência. Isso implica, primeiramente, uma análise profunda dos dados de vendas e comportamento do consumidor de anos anteriores. É crucial identificar os produtos de alto giro, os que podem servir como “isca” e aqueles com estoque acumulado que podem se beneficiar de promoções mais agressivas.

Paralelamente, a saúde financeira da empresa deve ser protegida. A definição das ofertas precisa ser calibrada com extremo rigor, garantindo que os descontos sejam percebidos como reais pelo consumidor, mas sem comprometer a margem de lucro mínima. 

A prática de “maquiagem de preço” não apenas descredibiliza a marca, mas é facilmente detectável pelo consumidor atual. Portanto, o planejamento deve estabelecer metas claras e mensuráveis, como volume de vendas, taxa de conversão e aquisição de novos clientes, todas amparadas por uma projeção de fluxo de caixa que contemple o aumento de demanda e os custos logísticos.

2. Otimização da Infraestrutura e Logística

Um erro comum é concentrar toda a energia no marketing, negligenciando a capacidade operacional. A Black Friday impõe um estresse significativo tanto na infraestrutura tecnológica (e-commerce) quanto na logística de fulfillment. 

O site ou aplicativo deve ser testado rigorosamente para suportar picos de tráfego, garantindo velocidade de carregamento e um processo de checkout rápido e intuitivo para minimizar o abandono de carrinho.

Do ponto de vista logístico, o gerenciamento de estoque precisa ser preciso para evitar rupturas (falta de produto) e excessos. Negociar prazos e condições com fornecedores, além de diversificar e alinhar parcerias com transportadoras, são medidas essenciais para garantir que os prazos de entrega, uma preocupação primária do consumidor, sejam cumpridos. 

Uma falha na entrega ou no suporte pós-venda pode anular a satisfação gerada pelo desconto e prejudicar a reputação da marca a longo prazo.

3. Engajamento e experiência do cliente multicanal

A estratégia de comunicação deve começar antes do evento, construindo expectativa e capturando leads (potenciais clientes). Campanhas de e-mail marketing, criação de grupos VIP e o uso estratégico das redes sociais são fundamentais para segmentar o público e oferecer acesso antecipado ou descontos exclusivos, gerando um senso de urgência e valor.

No dia do evento, a equipe de atendimento deve estar devidamente treinada para lidar com o aumento de consultas e vendas, oferecendo respostas rápidas e precisas. 

A Black Friday não é apenas sobre vender mais, mas sobre iniciar um relacionamento duradouro. Portanto, a experiência do cliente, do primeiro clique na propaganda até o recebimento do produto e o eventual pós-venda, deve ser fluida e eficiente, convertendo o comprador ocasional do evento em um cliente fiel à marca.

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Pix automático passa a valer. Veja como funciona – Jornal Contábil

A partir desta segunda-feira, 13 de outubro, o Pix Automático já passa a vigorar. Essa nova funcionalidade opera de forma semelhante ao débito automático, permitindo que você cadastre pagamentos recorrentes de serviços e produtos diretamente pelo aplicativo do seu banco ou internet banking.

Os detalhes dessa evolução no sistema de pagamentos foram apresentados pelo Banco Central (BC).

O Pix é, sem dúvida, o meio de pagamento e transferência mais utilizado pelos brasileiros. Dados do BC revelam que, em abril deste ano, foram realizadas impressionantes 6,278 bilhões de transações Pix, enquanto no mesmo período, os brasileiros efetuaram 341 milhões de pagamentos via boleto.

Como é o seu funcionamento?

O Pix Automático é uma nova funcionalidade do Pix, criada pelo Banco Central para automatizar o pagamento de despesas recorrentes, oferecendo uma alternativa eficiente aos métodos tradicionais como débito automático e crédito.

Para o cidadão, o uso é simples: é necessário autorizar a operação apenas uma vez (por aplicativo, internet banking, leitura de QR Code ou Pix Copia e Cola). Após a autorização inicial, os pagamentos subsequentes vão ocorrer de forma automática.

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O grande diferencial é o controle oferecido ao pagador, que pode definir regras como:

  • Um limite máximo de valor para as cobranças.
  • A opção de uso de cheque especial em caso de saldo insuficiente.
  • A preferência por receber ou não as notificações de agendamento.

Já as empresas que desejam utilizar essa modalidade para recebimentos devem buscar informações e realizar a adesão junto ao seu gerente de conta ou diretamente na agência bancária.

Benefícios e segurança 

O Banco Central destaca que as principais vantagens do Pix Automático são a praticidade, a segurança e a inclusão financeira. Para pessoas físicas, o serviço será gratuito, enquanto as empresas poderão ser tarifadas de acordo com a política de suas instituições financeiras.

A expectativa é que a novidade contribua significativamente para a redução da inadimplência ao automatizar pagamentos. Além de ampliar o acesso a serviços financeiros, beneficiando empresas de todos os portes, governos e consumidores. As empresas terão acesso a uma base de mais de 160 milhões de usuários já cadastrados no Pix. O que pode reduzir custos operacionais e diversificar as opções de pagamento, especialmente para clientes que não usam cartões ou boletos.

Em termos de segurança, o BC garante que o Pix Automático manterá os mesmos padrões rigorosos do sistema tradicional, com criptografia, autenticação e rastreabilidade das transações. 

Em caso de problemas, os usuários poderão acionar o Mecanismo Especial de Devolução (MED) por meio de seus bancos. 

O Pix Automático pode ter uso para o pagamento de contas de água, luz, telefone, assinatura de serviços como internet, mensalidade de escolas, academias, serviços financeiros como seguros, entre outros.

Empresas podem vincular cobranças de produtos ou serviços com frequência semanal, mensal, trimestral, semestral ou anual.

O banco vai agendar o pagamento e notificar a quem paga a conta. Assim, será possível conferir no aplicativo da instituição financeira se está tudo certo — antes do dinheiro sair da conta.

No dia do pagamento, o banco passa o Pix conforme as regras definidas. Pronto.

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Abono salarial: lote extra será liberado nesta quarta (15). Quem tem direito? – Jornal Contábil

O Governo Federal anunciou a liberação de um lote extra do Abono Salarial PIS/Pasep, com o objetivo de complementar os pagamentos e assegurar o direito a mais de um milhão de trabalhadores. 

Este esforço financeiro, totalizando R$ 1,5 bilhão, destina-se a 1.640.201 beneficiários e representa uma importante injeção de recursos na economia, cujos valores estarão acessíveis até 29 de dezembro de 2025.

Desde o dia 5 de outubro já é possível consultar a Carteira de Trabalho Digital para verificar se estão incluídos neste lote. Neste ano, o programa recebeu um total de R$ 30 bilhões para o pagamento do benefício.

O lote extra foi criado para atender os trabalhadores que tiveram os dados enviados dentro do prazo excepcional estabelecido pela Resolução Codefat/MTE nº 1.013, de 2025. O pagamento beneficiará os trabalhadores do ano-base 2023 com direito ao Abono Salarial, cujos dados foram corretamente registrados pelos empregadores no eSocial até 20 de junho de 2025. Serão contemplados 1.640.201 trabalhadores, totalizando R$ 1.500.888.606,00.

Entre os beneficiários, 697.814 trabalhadores são de empresas privadas, vinculados ao PIS, e receberão o pagamento pela Caixa Econômica Federal. Já 942.387 são servidores públicos, vinculados ao PASEP, e receberão pelo Banco do Brasil. 

O valor do Abono Salarial varia de R$ 127,00 a R$ 1.518,00, de acordo com o número de meses trabalhados no ano-base 2023.

Em 2025, o pagamento do Abono Salarial referente ao ano-base 2023 teve início em 17 de fevereiro e seguirá disponível aos trabalhadores até o término do calendário, em 29 de dezembro.

Quem tem direito ao abono salarial?

Têm direito ao Abono Salarial os trabalhadores que atendem aos seguintes critérios:

  • Estar cadastrado no PIS/PASEP há pelo menos cinco anos, contados a partir da data do primeiro vínculo;
  • Ter recebido, de empregadores que contribuem para o Programa de Integração Social (PIS) ou para o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PASEP), até dois salários-mínimos médios de remuneração mensal no período trabalhado;
  • Ter exercido atividade remunerada por, pelo menos, 30 dias, consecutivos ou não, no ano-base considerado;
  • Ter seus dados do ano-base 2023 corretamente informados pelo empregador no eSocial.

Leia também:

Pagamento na Caixa

O pagamento do Abono Salarial na Caixa ocorrerá prioritariamente por crédito em conta Caixa, quando o trabalhador possuir conta corrente, conta poupança ou Conta Digital; ou por crédito via aplicativo CAIXA Tem, em conta poupança social digital, aberta automaticamente pela Caixa.

Para trabalhadores não correntistas, o pagamento poderá ser feito em agências, casas lotéricas, autoatendimento, CAIXA Aqui e demais canais de pagamento oferecidos pela Caixa.

Pagamento no Banco do Brasil

No Banco do Brasil, o pagamento do Abono Salarial será realizado prioritariamente por crédito em conta bancária, transferência via TED, via PIX ou presencialmente nas agências, para trabalhadores não correntistas e que não possuam PIX.

Informações adicionais podem ser solicitadas nos canais de atendimento do Ministério do Trabalho e Emprego e nas unidades das Superintendências Regionais do Trabalho e Emprego, bem como pelo telefone 158.

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