Influenciador com 15 milhões de seguidores é preso por lavagem de dinheiro com criptomoedas e apostas – Jornal Contábil

A prisão do influenciador Bruno Alexssander Souza Silva, conhecido como Buzeira, com 15 milhões de seguidores nas redes sociais, revelou um sofisticado esquema de lavagem de dinheiro que une o mundo digital, o crime organizado e brechas nos mecanismos de controle financeiro. A Polícia Federal (PF) investiga a movimentação de centenas de milhões de reais por meio de apostas online, empresas de fachada e transações com criptomoedas.

A Operação Narco Bet, deflagrada nesta semana, bloqueou R$ 630 milhões em bens e contas bancárias. Segundo os investigadores, o grupo usava estruturas contábeis artificiais para dar aparência de legalidade a valores provenientes do tráfico internacional de drogas

Esquema contábil simulava legalidade

De acordo com a PF, a rede criminosa seguia as três etapas clássicas da lavagem de dinheiro. Na colocação, o dinheiro sujo era inserido no sistema por meio de apostas e criptomoedas. Na dissimulação, empresas de fachada emitiam notas fiscais frias de publicidade e consultoria. Por fim, na integração, os recursos voltavam ao mercado formal na forma de imóveis, veículos e patrocínios.

O contador Rodrigo de Paula Morgado é apontado como o operador financeiro do esquema. Ele teria usado escritórios contábeis para criar lançamentos fictícios e justificar movimentações incompatíveis com a realidade das empresas envolvidas. Relatórios do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) indicam que Morgado transferiu R$ 19,7 milhões para a empresa Buzeira Digital Ltda, sem comprovação econômica da origem do dinheiro.

Apostas e criptomoedas: a nova fronteira da lavagem

Parte do dinheiro teria circulado por plataformas de apostas esportivas e ativos digitais, dificultando o rastreamento. A PF identificou a utilização de plataformas sediadas no exterior, trocas constantes de CNPJs e cruzamento de notas fiscais entre empresas do mesmo grupo, tudo para legitimar lucros e despesas inexistentes.

Segundo o delegado Marcelo Maceiras, que coordena as investigações, o grupo tinha estrutura profissional. “Não era um esquema amador. Havia contadores, consultores e programadores estruturando as finanças para dar aparência de negócio legítimo”, afirmou.

Análise jurídica: especialista explica as brechas

O advogado criminalista Luiz Fernando Ortiz explicou, em entrevista ao portal Bacci Notícias, que o uso de criptomoedas é uma das principais razões para a sofisticação desses esquemas.

“As criptomoedas são amplamente utilizadas em esquemas de lavagem devido às suas características tecnológicas que proporcionam anonimato e ausência de intermediários. Na lavagem de capitais, o objetivo é ocultar a origem ilícita dos valores, e com criptoativos isso se torna mais complexo, dificultando o rastreamento da origem e do destino final dos recursos”, detalha Ortiz.

Segundo ele, a movimentação via apostas eletrônicas também favorece o disfarce de operações financeiras.

“As ‘bets’ envolvem transações constantes e em grande volume, muitas vezes sem regulação efetiva. Um valor ilícito pode ser inserido no sistema, convertido em créditos e depois sacado como se fosse fruto de ganhos regulares, mascarando a origem do dinheiro”, explica o advogado.

A PF sustenta que o padrão das transferências, do contador para o influenciador, é um dos indícios de ocultação da origem dos recursos, o que justificou o pedido de prisão preventiva. O principal crime investigado é o de lavagem de dinheiro, previsto na Lei nº 9.613/1998.

“A pena é de reclusão de três a dez anos, mais multa. Ela pode ser aumentada se o crime for cometido de forma reiterada, em organização criminosa ou com uso de atividades econômicas para mascarar o dinheiro ilícito. Além da lavagem, podem coexistir associação criminosa, estelionato e crimes contra a ordem tributária”, afirma Ortiz.

Bloqueio de bens e medidas cautelares

Entre as medidas determinadas pela Justiça estão o bloqueio de bens de luxo, como veículos, imóveis e embarcações. Essas decisões têm caráter cautelar e patrimonial, amparadas pela legislação penal.

“O bloqueio e a apreensão impedem a dissipação do patrimônio ilícito e garantem o confisco caso haja condenação. São medidas preventivas para evitar que os investigados ocultem ou transfiram valores, o que inviabilizaria a recuperação do produto do crime”, afirmou.

Segundo ele, em investigações complexas como essa, com movimentações milionárias e uso de criptoativos, o bloqueio de ativos é essencial para preservar o resultado útil do processo penal.

Falhas no sistema financeiro

Ortiz também comenta que as brechas no sistema de controle financeiro favorecem a ação de organizações criminosas.

“Mesmo com os mecanismos do Coaf e do Banco Central, ainda há formas de burlar a identificação da origem do dinheiro. Os criminosos usam empresas de fachada, contas em nome de laranjas e dividem grandes quantias em operações menores para não chamar atenção. Além disso, apostas eletrônicas e criptomoedas permitem movimentar valores sem a necessidade de informar quem está por trás das transações”, explicou.

Ele ressalta que o sistema financeiro brasileiro é avançado, mas a sofisticação dos criminosos evolui na mesma velocidade, exigindo investigações cada vez mais detalhadas.

“Só quando há cruzamento de dados e quebra de sigilos bancário e fiscal é que o esquema costuma ser descoberto”, completou.

Defesa de Buzeira nega irregularidades e diz que ganhos são legítimos

defesa de Buzeira nega qualquer irregularidade. Segundo os advogados, todos os ganhos do influenciador são legítimos e provenientes de contratos publicitários e promoções online. Em depoimento, ele afirmou faturar entre R$ 1 milhão e R$ 2 milhões por mês.

Já o advogado de Rodrigo Morgado, Felipe Pires de Campos, alega que o contador “atuou dentro da legalidade, prestando serviços contábeis regulares”.

A Polícia Federal, porém, mantém o bloqueio dos bens e segue com diligências para auditar as transações contábeis e rastrear o caminho internacional do dinheiro. A expectativa é de que novos desdobramentos sejam divulgados nas próximas semanas.

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DEFIS pode gerar multa. Fisco passa a punir atraso e erros na declaração – Jornal Contábil

As empresas do Simples Nacional que são obrigadas a apresentar a Defis (Declaração de Informações Socioeconômicas e Fiscais) têm uma novidade para ficarem atentas. 

Ocorre que, desde 13 de outubro de 2025, a ME (Microempresa) ou EPP (Empresa de Pequeno Porte) que deixar de apresentar a Defis, que entregá-la em atraso, ou que apresentá-la com omissões ou incorreções estarão sujeitas à multa. Veja os detalhes a seguir.

Para que serve a Defis e como ocorre a entrega?

A Defis substituiu a DASN (Declaração Anual do Simples Nacional) e foi instituída para que as empresas comuniquem à Receita Federal dados econômicos e fiscais. É sempre bom lembrar que essa obrigação acessória é exigida das empresas ME ou EPP inscritas no Simples Nacional.

A obrigação deve ser preenchida e transmitida pela Internet, por meio da aplicação disponível no site da Receita Federal, no Portal do Simples Nacional

Havia multa por atraso na entrega da Defis?

Anteriormente, apesar de ser obrigatória, não havia multa prevista caso a entrega da Defis não fosse feita dentro do prazo.

O que ocorria é que só era possível gerar as apurações mensais dos períodos, a partir do prazo de entrega (março), no sistema PGDAS-D, se a Defis referente ao ano anterior tivesse sido entregue.

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Como será a multa por atraso ou erro na Defis?

A Resolução CGSN nº 183/2025 definiu que, desde 13 de outubro de 2025, a entrega da Defis com atraso ou com erros sofrerá as seguintes penalidades:

Infração Penalidade aplicável
Não apresentação ou entrega em atraso. 2% ao mês-calendário ou fração, incidentes sobre o montante dos tributos informados na Defis, ainda que integralmente pago, limitada a 20%, observada a multa mínima de R$ 200,00.
Apresentação com omissões ou incorreções R$ 100,00 por grupo de 10 informações incorretas ou omitidas.

Qual é o prazo de entrega da Defis?

Em regra, o prazo final para entrega dessa declaração é até às 23h59min (horário de Brasília) do dia 31 de março. Portanto, fique atento para não deixar passar essa data. 

Mas nos casos de eventos especiais, como: extinção; cisão; incorporação; ou fusão; ocorridos durante o período, o prazo para a empresa extinta apresentar a Defis será até:

a) o último dia do mês de junho, quando o evento ocorrer no primeiro quadrimestre do ano-calendário; ou

b) o último dia do mês subsequente ao do evento, nos demais casos.

Fonte: IOB Notícias



Autor: Ana Luzia Rodrigues


Formada em jornalismo há mais de 30 anos, já passou por diversas redações dos jornais do interior onde ocupou cargos como repórter e editora-chefe. Também já foi assessora de imprensa da Câmara Municipal de Teresópolis. Atuante no Jornal Contábil desde 2021.


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Contabilidade e prazos: atenção para as últimas obrigações de outubro – Jornal Contábil

As obrigações acessórias são declarações e documentos que as empresas e pessoas físicas devem entregar periodicamente aos órgãos competentes, como a Receita Federal, para informar sobre suas atividades financeiras, fiscais e tributárias. 

O vencimento dos prazos para o cumprimento dessas obrigações é um aspecto muito importante que exige atenção, pois o atraso ou a falta de entrega podem acarretar multas e penalidades.

O calendário de obrigações acessórias varia de acordo com o tipo de obrigação, o regime tributário da empresa ou pessoa física, e outras particularidades. É fundamental consultar o calendário específico para o seu caso e organizar-se para cumprir todas as obrigações dentro dos prazos estabelecidos.

Os profissionais contábeis e gestores precisam se atentar para as 3 últimas obrigações deste mês de outubro, cujo vencimento ocorre tudo no próximo dia 31.

Veja a seguir os prazos e os períodos relativos de apuração.

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1 – DCTFWeb 

A DCTFWeb (Declaração de Débitos, Créditos Tributários Federais Previdenciários e de Outras Entidades e Fundos) e à confissão de tributos federais devidos e créditos para cada tributo, informados à Receita Federal do Brasil. 

É uma obrigação tributária acessória, em que o contribuinte confessa dívidas, constituições do crédito previdenciário e contribuições destinadas a terceiros. Por meio da DCTFWeb será possível editar a declaração, transmiti-la e gerar o DARF de pagamento.

O prazo para enviar a DCTFWeb é até o último dia útil do mês seguinte ao da ocorrência dos fatos geradores. Em outubro, o prazo ocorre no próximo dia 31, relativo ao mês de setembro/2025 

2 – DME  

A DME (Declaração de Operações Liquidadas com Moeda em Espécie) é necessária, quando o pagamento ou o recebimento é feito em transações em espécie. O objetivo da Receita Federal com a DME é coibir e impedir sonegação, corrupção e lavagem de dinheiro, ações que podem ser mais fáceis quando o pagamento ocorre em dinheiro.

O prazo para enviar a DME em setembro ocorre no próximo dia 31 com período de apuração de setembro/2025

3 – DOI

A DOI (Declaração sobre Operações Imobiliárias) é uma obrigação acessória dos serventuários dos Cartórios de Notas, de Registro de Imóveis, e de Registro de Títulos e Documentos, prevista em lei, por meio da qual devem ser informadas as operações imobiliárias por eles anotadas, averbadas, lavradas, matriculadas ou registradas.

O prazo para seu envio é até o dia 31 de outubro com período de apuração de setembro/25.

Conclusão

A atenção aos prazos das obrigações acessórias é fundamental para evitar problemas com a fiscalização e manter a regularidade fiscal da  empresa ou pessoa física. Organize-se e cumpra com os prazos a fim de evitar problemas futuros.

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Contabilidade: o checklist para cumprir as despesas de fim de ano  – Jornal Contábil

Desde o início de outubro, as empresas estão empenhadas em se preparar para o fim do ciclo anual, período que varia conforme o setor de atuação. Por isso, é muito importante manter um planejamento cuidadoso para evitar contratempos e custos extras, principalmente em relação às obrigações legais e despesas adicionais.

Além das atividades contábeis rotineiras – como o fechamento da folha de pagamento das empresas – é necessário calcular corretamente os benefícios e prazos.

Entre as principais obrigações estão o pagamento do 13º salário, a execução do Programa de Participação nos Lucros e Resultados (PPLR) e a preparação dos Relatórios de Rendimentos dos colaboradores, que precisam estar prontos com antecedência em relação à data prevista para utilização..

É bom lembrar que uma das obrigações fundamentais é o pagamento do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), que podem ser calculados mensalmente, trimestralmente ou anualmente. No caso de empresas que optam pelo regime de Lucro Real, o cálculo deve ser concluído até o último dia do ano-calendário, 31 de dezembro.

O não pagamento desses tributos pode gerar multas entre 2% e 20%, de acordo com o lucro reportado, além de deliberações por erros na prestação de informações,

Outro ponto relevante é a análise dos balanços financeiros para garantir que o fechamento do Balanço Patrimonial, previsto para 31 de dezembro de 2025, seja realizado de maneira precisa, com a conciliação das contas patrimoniais e a correta distribuição de lucros, se houver.

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O CFC elenca três compromissos essenciais para o último trimestre, que deverão ser cumpridos dentro do prazo:

Férias Coletivas

• Prazo: A comunicação deve ser feita até 15 dias antes do início das férias coletivas.

• Obrigações: Notificar a Delegacia Regional do Trabalho (DRT), informar o sindicato da categoria e os funcionários, além de organizar os pagamentos.

Punição: Erros no processo podem resultar em multas por cada funcionário em situação irregular e indenização correspondente ao salário de férias, conforme a Constituição Federal.

13º Salário

• Prazo: Em 2025, a primeira parcela deve ser paga até 28 de novembro e a segunda até 19 de dezembro.

• Punição: O descumprimento pode resultar em multas aplicadas pelo Ministério do Trabalho e ações trabalhistas motivadas pelos colaboradores.

Programa de Participação nos Lucros e Resultados (PPLR)

• Prazo: O pagamento do PPLR é determinado por convenção coletiva e deve ser feito em até duas parcelas anuais, com no máximo três meses entre elas.

• Punição: O não pagamento da PPLR conforme acordado pode resultar em ações judiciais, individuais ou coletivas.

As responsabilidades para o cumprimento dessas obrigações são divididas entre os departamentos de Contabilidade e Recursos Humanos, que devem gerenciar a forma estratégica desses processos, mantendo a motivação e o envolvimento dos colaboradores.

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Domine a tributação NCM e evite surpresas na sua empresa! – Jornal Contábil

A tributação NCM define os impostos de cada produto conforme seu código NCM, garantindo o pagamento correto e a regularidade fiscal da empresa. Neste artigo, você verá como o NCM é formado, como funciona sua tributação e os principais impostos envolvidos.

Para te ajudar em mais uma questão do Simples Nacional, hoje a equipe do Jornal Contábil retirou algumas informações do artigo da  é-Simples Auditoria Eletrônica, empresa especialista no Simples Nacional e vamos te ajudar a entender mais sobre a tributação NCM e saber como podemos ajudar nossos clientes optantes por esse regime!

O artigo da é-Simples Auditoria Eletrônica diz:

1. O que é o NCM e como ele é formado?

Segundo o Blog da é-Simples Auditoria: “O NCM (Nomenclatura Comum do Mercosul) segue um padrão internacional chamado Sistema Harmonizado (SH), que é usado em mais de 200 países para classificar mercadorias de forma padronizada.

Esse sistema facilita o comércio exterior, a cobrança de tributos e o controle alfandegário.

O código NCM possui 8 dígitos:

  • Os 6 primeiros vêm do Sistema Harmonizado (SH), usado internacionalmente.
  • Os 2 últimos dígitos são definidos pelos países do Mercosul, como Brasil, Argentina e Paraguai, para detalhar ainda mais o tipo de produto.

Exemplo prático:
8517.12.31 → Telefones celulares
Neste código:

  • 8517.12 faz parte da classificação internacional (SH)
  • .31 é a especificação usada no Mercosul

Assim, cada código NCM ajuda a identificar exatamente o que é o produto e quais impostos devem ser aplicados.”

2. Como funciona a tributação pelo NCM?

De acordo com o Blog da é-Simples Auditoria: “A classificação do produto no NCM define quais tributos serão aplicados e quais alíquotas devem ser utilizadas no cálculo dos impostos. Os principais impostos relacionados ao NCM são:

IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados)

  • Aplicado sobre produtos industrializados nacionais e importados.
  • A alíquota varia de acordo com o tipo de produto.

ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços)

  • Tributo estadual aplicado sobre a comercialização de mercadorias.
  • A alíquota pode variar conforme o estado e o produto.

PIS e COFINS (Contribuições para a Seguridade Social)

  • Aplicados sobre a receita bruta da empresa, com alíquotas diferenciadas dependendo do regime tributário (cumulativo ou não cumulativo).

Imposto de Importação (II)

Cobrado sobre produtos importados, variando conforme o tipo de mercadoria e seu código NCM.”

3. Como saber se um produto tem substituição tributária pelo NCM?

De acordo com o Blog da é-Simples Auditoria: “A Substituição Tributária (ST) é um regime em que o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) é recolhido antecipadamente por um dos participantes da cadeia (geralmente o fabricante ou distribuidor), antes do produto chegar ao consumidor final.

Isso garante que o imposto já esteja pago ao longo da cadeia de comercialização.

Para saber se um produto possui ST com base no NCM, é importante seguir alguns passos:

  • Verifique a tabela de ST da Sefaz do seu estado, pois as regras variam de um estado para outro;
  • Consulte se o NCM do produto está incluído na lista estadual de ST, disponível nos portais da Secretaria da Fazenda (Sefaz);
  • Confira o CEST (Código Especificador da Substituição Tributária), que é obrigatório para produtos sujeitos à ST e deve estar vinculado ao NCM;
  • Use sistemas de gestão tributária confiáveis, que ajudam a classificar corretamente os produtos;
  • Consulte um contador, pois ele pode confirmar se a classificação está correta e se o produto realmente se enquadra na ST;
  • Confira os Convênios ICMS, que definem nacionalmente quais produtos estão sujeitos à substituição tributária.”

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Gostou do assunto? Continue acompanhando nossos artigos, e também siga a é-Simples no instagram @esimplesauditoria.

Obrigado pela leitura!

Informações retiradas do Blog da é-Simples Auditoria. Artigo: “Entenda como funciona a tributação NCM” Disponível em: Por Leonel Monteiro em 04/04/2025.

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Como escolher a contabilidade para sua empresa: 10 dicas essenciais para avaliar a qualidade – Jornal Contábil

Escolher uma contabilidade pode ser um desafio. Os primeiros passos do empreendedorismo envolvem diversas preocupações: investimento, localização, equipamentos, equipe, clientes, marketing…e a contabilidade entra nesta conta. 

Nesse cenário, é comum o profissional escolher a primeira contabilidade indicada e não priorizar uma análise mais profunda na hora de decidir. 

Mas, vale lembrar: a relação entre empresa e contabilidade é a longo prazo e pode definir o sucesso do seu negócio. Além disso, a contabilidade certa pode simplificar a burocracia com que você lida todo mês e poupar seu tempo e dinheiro. 

Por isso, escolher uma contabilidade é uma decisão estratégica. 

Se você está iniciando nesta jornada e ainda não sabe como escolher uma contabilidade para a sua micro e pequena empresa, acompanhe o checklist abaixo. 

Separamos 10 dicas para ajudar você na decisão. 

1. Abertura de empresa e prazos 

Tudo começa pela abertura do CNPJ. Antigamente, esse processo podia ser lento e exigir diversas visitas a órgãos públicos. Hoje, não precisa mais ser assim. 

A dica é encontrar uma contabilidade que ofereça a solução de abrir CNPJ online, evitando que você gaste tempo com filas e deslocamentos. 

Se você tiver urgência na emissão do CNPJ para começar a emitir notas fiscais, lembre-se de que o prazo para a emissão do CNPJ pode ser diferente do prazo para iniciar a emissão de notas. Caso a agilidade seja importante no seu processo, considere contabilidades que têm procedimentos bem definidos e trabalham com rapidez. 

Também é importante que o escritório contábil acompanhe todo o processo de abertura e mantenha você informado sobre cada etapa.

Vale destacar que, com exceção do MEI, todas as empresas precisam ter um contador, de acordo com o artigo 1.179 do Código Civil. 

2. Orientação para os primeiros passos 

No processo de abertura da empresa, muitas dúvidas podem surgir. Opte por contabilidades que ofereçam um onboarding estruturado para orientar você desde os próximos passos. 

É importante entender quais são suas responsabilidades mensais como sócio. A contabilidade deve detalhar declarações, guias e prazos obrigatórios para manter o CNPJ sempre regular. 

3. Canais de atendimento 

Conseguir falar com sua contabilidade em diversos canais e com horário estendido é um ponto importante para quem leva uma rotina corrida e busca praticidade. 

Antes, o diferencial era o atendimento presencial. Hoje, as possibilidades de comunicação tornam o contato digital mais ágil e próximo, já que você consegue acionar o contador com facilidade. 

Caso o seu dia a dia seja corrido, é recomendável contratar uma contabilidade que ofereça atendimento em horário estendido. Há contabilidades que oferecem atendimento multicanal via e-mail, WhatsApp e telefone até 22h. 

Dependendo da sua necessidade, pode ser interessante ter um assessor dedicado ao seu CNPJ. Algumas contabilidades oferecem esse serviço, seja para emissão de notas fiscais ou para ter uma consultoria técnica mais próxima. 

4. Transparência de custos 

Confiar em quem gerencia parte do seu dinheiro é fundamental. Por isso, a contabilidade escolhida deve ser transparente sobre os custos da contabilidade. 

Desde o começo, você deve saber quanto vai custar seu plano mensal de contabilidade e não correr o risco de ser pego de surpresa com valores extras, como a cobrança de 13º honorário (ou 13ª mensalidade). 

É comum que os escritórios cobrem pela abertura do CNPJ. Os valores podem variar entre R$ 300 e R$ 1.000, dependendo das necessidades. No entanto, há contabilidades que não cobram por esse serviço. 

Por fim, verifique se o certificado digital para empresas está incluído na mensalidade ou no pacote de abertura. O certificado digital é um grande aliado, permitindo que muitos

processos sejam feitos online. Quando incluído na mensalidade, pode representar uma boa economia. 

Já entre os custos de mensalidade, as contabilidades online tendem a oferecer melhor custo-benefício. 

5. Experiência e carteira de clientes 

Na hora de escolher, verifique os anos de experiência e o tempo de mercado da contabilidade, além das credenciais de seus especialistas. Esses fatores demonstram seriedade e credibilidade. 

Também é útil verificar quantos clientes o escritório atende. Esse número pode reforçar a autoridade, indicando que muitas empresas já experimentaram o serviço e confiam na qualidade da contabilidade. 

6. Expertise por segmento 

Verifique se a contabilidade possui especialistas na sua área. Muitas vezes, mesmo que a contabilidade atenda clientes de diferentes segmentos, ela possui equipes especializadas em diferentes profissões. 

Para isso, procure entender, junto ao escritório, se ele atende profissionais da mesma atividade que você e os diferenciais que oferece. Por exemplo, se você é médico, é importante que a contabilidade tenha experiência em registrar sua empresa junto ao CRM. Se você é advogado, que domine os processos de registro na OAB. 

O diferencial está no conhecimento técnico para conduzir e executar esses processos e, se a contabilidade tiver uma equipe focada na sua profissão, a adaptação tende a ser mais fácil. 

Além disso, é importante conseguir entrar em contato com os especialistas por diferentes canais para resolução de dúvidas e suporte contábil. 

7. Tecnologia 

Para quem valoriza a agilidade no dia a dia, a contabilidade online é uma grande aliada. Há algumas contabilidade que oferecem soluções tecnológicas rápidas e fáceis de usar, além do fato de que essas ferramentas diminuem erros contábeis. 

Por meio de plataformas online, você consegue emitir suas notas fiscais de forma automatizada, verificar impostos e acompanhar em tempo real a vida financeira do negócio. 

Algumas contabilidades oferecem plataformas para acesso do cliente em que o empreendedor pode conferir como está o andamento das obrigações fiscais da empresa, além dos valores cobrados nos impostos.

8. Avaliações e reputação 

Ferramentas de avaliação, como o Google My Business e o Reclame Aqui, podem indicar o nível de satisfação dos clientes do escritório e se um escritório de contabilidade é bom. Uma boa dica é, no caso do Google My Business, avaliar se a nota é superior a 4,5 e se responde às avaliações e comentários. 

Já no Reclame Aqui, veja se a empresa tem selo de RA1000, se responde às reclamações e qual é o grau de resolutividade das reclamações. Outra forma de verificar o comprometimento da empresa com os clientes é consultar se a contabilidade já foi indicada ao Prêmio Reclame AQUI. 

Entre os demais reconhecimentos que atestam boa reputação, verifique se a contabilidade possui reconhecimento como líder no seu segmento, se possui premiações quanto à inovação e o que dizem os grandes portais de imprensa quanto aos serviços. 

Também consulte o número de contadores do escritório que são certificados pelo CRC (Conselho Regional de Contabilidade). 

Por fim, vale o reforço de verificar as formas de contato que você consegue ter com a contabilidade. Ter um atendimento multicanal que prioriza o cliente, com disponibilidade ampla de horário do suporte, é uma boa forma de atestar a qualidade dos serviços. 

9. Serviços complementares 

Agora, entrando mais a fundo nos diferenciais, sai na frente a contabilidade que oferece soluções integradas aos serviços contábeis. 

Por exemplo, se você é um prestador de serviços que precisa emitir nota fiscal para receber na sua conta PJ, acaba tendo que utilizar diferentes plataformas, apps e links para realizar esta operação de forma correta. 

Se a sua contabilidade conseguir integrar os dados contábeis com os dados bancários, todo este processo vai ser muito mais fácil para você, incluindo até recursos de cobrança para esse cliente. E este pode ser um diferencial na escolha de uma contabilidade para prestador de serviços. 

Outro exemplo que é uma dor comum entre quem trabalha de forma autônoma: ficar sem plano de saúde. Verifique se a sua contabilidade tem parceiros para contratação de planos de saúde com descontos. 

10. Segurança 

Por fim, vale verificar os certificados de confiança da contabilidade. Se optar por um modelo online, é fundamental que o tratamento dos dados esteja em conformidade com a Lei Geral

de Proteção de Dados (LGPD) e que haja processos internos robustos de armazenamento seguro, criptografia e backup de informações. 

Isso garante a confidencialidade e integridade de todas as operações contábeis e financeiras da empresa. 

Resumo do checklist: 

Resumidamente, na hora de escolher uma contabilidade, considere: 

1. abertura de CNPJ com processo online; 

2. processo de onboarding claro; 

3. confirme canais de atendimento e tempo de resposta; 

4. peça tabela de honorários e evite taxas ocultas; 

5. valide experiência e credenciais; 

6. verifique expertise em registros (CRM/OAB); 

7. avalie plataforma e automações; 

8. cheque avaliações no Google/Reclame Aqui; 

9. busque integrações e parceiros; 

10. confirme segurança e conformidade LGPD. 

Ainda tem alguma dúvida? O melhor caminho é conversar com especialistas do escritório de contabilidade e definir o que mais vale a pena para o seu momento atual. Escolher a melhor contabilidade para a empresa pode ser um processo muito mais leve quando você já sabe os critérios que mais importam para você.

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Publicação do Programa EFD ICMS IPI versão 6.0.1  – Jornal Contábil

O EFD ICMS IPI (Escrituração Fiscal Digital ICMS IPI), ou como é conhecido o SPED Fiscal, é um documento eletrônico que deve ser entregue mensalmente ao governo, pelas empresas contribuintes.

Com a criação do SPED Fiscal, foi excluída a necessidade de um documento físico, o que diminuiu o tempo de entrega e custos de armazenamento para os contribuintes, além de proporcionar mais segurança para a fiscalização do governo.

Leia também:

Programa EFD ICMS IPI Versão 6.0.1 

Foi disponibilizada a versão 6.0.1 do PVA da EFD ICMS IPI, com correções de erros relacionados com os relatórios dos registros D700 e também da tela certificados no momento da assinatura.

A nova versão já está disponível para download no portal da Receita Federal, através do link: 

Quem deve fazer essa escrituração?

A Escrituração Fiscal Digital – EFD ICMS IPI é parte integrante do projeto SPED (Sistema Público de Escrituração Digital), que busca promover a integração dos fiscos federal, estaduais e do Distrito Federal através de arquivos digitais. 

A EFD é de uso obrigatório para todos os contribuintes do ICMS ou do IPI, podendo os mesmos serem dispensados desta obrigação, desde que a dispensa seja autorizada pelo fisco da unidade federada do contribuinte e pela Secretaria da Receita Federal do Brasil.

Essa transmissão mensal tem a finalidade de apontar as movimentações sobre os impostos de ICMS e IPI sob o período condizente ao mês anterior, o qual geralmente viabiliza o dia 20 do mês subsequente como a data-limite para transmissão.

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Autor: Ana Luzia Rodrigues


Formada em jornalismo há mais de 30 anos, já passou por diversas redações dos jornais do interior onde ocupou cargos como repórter e editora-chefe. Também já foi assessora de imprensa da Câmara Municipal de Teresópolis. Atuante no Jornal Contábil desde 2021.


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Como o consumo inteligente está mudando hábitos e estilos de vida?

consumo / imagem: pexels

O consumo inteligente está revolucionando a maneira como as pessoas vivem e consomem, promovendo mudanças significativas nos hábitos diários e estilos de vida. Essa transformação é impulsionada pela busca por sustentabilidade, economia e bem-estar. Ao adotar práticas de consumo consciente, as pessoas não apenas economizam dinheiro, mas também contribuem para um mundo mais sustentável. Além disso, a tecnologia e a informação têm sido aliadas essenciais nesse processo, facilitando a adoção de hábitos mais responsáveis.

Plataformas como A vida é feita de Desconto estão facilitando o acesso a ofertas e descontos, permitindo que as pessoas aproveitem melhor seus recursos financeiros. Ao lado de outras iniciativas, como aplicativos de segunda mão e programas de fidelidade, essas ferramentas estão moldando um novo paradigma de consumo. Nesse cenário, a inteligência e a responsabilidade emergem como valores centrais, promovendo uma relação mais consciente e eficiente com os bens e serviços.

Adote uma mentalidade de consumo consciente

Ter uma mentalidade de consumo consciente significa refletir sobre as necessidades reais antes de realizar uma compra. Essa abordagem envolve práticas como a aquisição de produtos de segunda mão, a reutilização de itens e a escolha de produtos duráveis. Ao adotar essas práticas no dia a dia, as pessoas podem reduzir o estresse financeiro e evitar o desperdício, contribuindo para um estilo de vida mais equilibrado e sustentável.

Os benefícios de uma mentalidade de consumo consciente vão além da economia financeira. Adotar essa abordagem também reduz a pegada ecológica, contribuindo para a preservação do meio ambiente. Além disso, a satisfação pessoal de fazer escolhas mais responsáveis pode trazer um senso de propósito e bem-estar.

Utilize tecnologias para economizar

Aplicativos de comparação de preços, cupons digitais e plataformas de cashback facilitam a busca por melhores ofertas e descontos. Essas ferramentas funcionam permitindo que os usuários comparem preços, encontrem promoções e recebam dinheiro de volta em suas compras, otimizando o uso dos recursos financeiros.

Para utilizar essas tecnologias de forma eficaz, é importante seguir alguns passos. Primeiro, baixe e familiarize-se com os aplicativos de comparação de preços e cashback. Em seguida, monitore regularmente as ofertas e utilize os cupons disponíveis em sites como Thiago Rodrigo. Os resultados esperados incluem uma economia significativa e um consumo mais inteligente, permitindo que as pessoas estiquem seu orçamento e façam escolhas mais conscientes.

Invista em produtos sustentáveis

Produtos sustentáveis são aqueles que têm um impacto ambiental menor, como roupas de algodão orgânico e eletrodomésticos eficientes energeticamente. Ao optar por esses itens, as pessoas contribuem para a redução do consumo de recursos naturais e para a preservação do meio ambiente.

Além de reduzir os custos com manutenção e energia, esses produtos têm uma vida útil mais longa, resultando em economia financeira. Antes de comprar, é essencial pesquisar e comparar as opções disponíveis, garantindo que a escolha seja a mais sustentável e adequada para as necessidades individuais.

Planeje suas compras com antecedência

Criar listas de compras, definir orçamentos mensais e acompanhar as despesas são práticas essenciais para um consumo mais consciente. Essas ações ajudam a evitar compras por impulso e a economizar, promovendo um uso mais eficiente dos recursos financeiros.

Ferramentas digitais podem facilitar o planejamento de compras. Aplicativos de finanças pessoais permitem o controle das despesas e a criação de orçamentos detalhados. Utilizar essas ferramentas é uma maneira eficaz de monitorar o consumo e ajustar os hábitos de compra.

Participe de programas de fidelidade e recompensas

Esses programas funcionam oferecendo descontos, pontos e benefícios exclusivos em troca da fidelidade do consumidor. Ao participar desses programas, as pessoas podem aproveitar vantagens como descontos em produtos e serviços, além de recompensas que podem ser utilizadas em futuras compras.

Para utilizar esses programas de forma eficiente, é importante seguir alguns passos. Primeiro, inscreva-se nos programas de fidelidade das marcas e lojas que você frequenta. Em seguida, acumule pontos e utilize-os estrategicamente para obter os melhores benefícios.

Eduque-se continuamente sobre consumo responsável

A educação contínua sobre consumo responsável é fundamental para moldar um estilo de vida mais consciente. Ler sobre o tema, participar de workshops e seguir influenciadores que promovem o consumo inteligente são maneiras eficazes de se manter informado e engajado. Essas ações ajudam a entender melhor as práticas sustentáveis e a adotar hábitos de consumo mais responsáveis.

Manter-se atualizado sobre novas práticas e tecnologias que facilitam o consumo consciente é essencial. Uma comunidade educada e engajada na promoção de um consumo mais responsável e sustentável pode gerar um impacto positivo significativo. Os benefícios incluem uma maior conscientização sobre a importância da sustentabilidade e um estilo de vida mais harmonioso com o meio ambiente.

Leia mais:

  • Como o consumo inteligente está mudando hábitos e estilos de vida?
  • Mês das Micro e Pequenas Empresas: 5 tendências que vão guiar os negócios em 2026
  • SPED: Receita publica novas regras para CBS, IBS e IS na EFD ICMS/IPI
  • Receita esclarece sobre IOF em novas linhas de crédito rural e habitacional
  • Reforma Tributária: adaptar-se é questão de sobrevivência

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Receita esclarece sobre IOF em novas linhas de crédito rural e habitacional – Jornal Contábil

A Receita Federal do Brasil (RFB) publicou a Instrução Normativa (IN) nº 2.286, de 21 de outubro de 2025, com o objetivo de dissipar dúvidas e estabelecer a correta incidência do Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro, ou relativas a Títulos ou Valores Mobiliários (IOF) em novas linhas de crédito específicas, lançadas recentemente pelo Governo Federal.

A medida é de extrema relevância para o mercado financeiro, pois, segundo a própria RFB, o ato foi editado em resposta a uma demanda apresentada pelas instituições financeiras. O esclarecimento legal reforça a segurança jurídica necessária para a efetiva contratação e operacionalização dessas novas linhas de crédito, tanto no setor rural quanto no habitacional.

Detalhamento para o Crédito Rural

O foco principal da IN 2.286 no que tange ao crédito rural está nas operações criadas pela Medida Provisória (MP) nº 1.314, de 5 de setembro de 2025. Esta MP autoriza a utilização de recursos provenientes do superávit financeiro apurado em 31 de dezembro de 2024, além de recursos livres de instituições financeiras, para linhas de crédito destinadas especificamente à liquidação ou amortização de dívidas de produtores rurais que foram impactados por eventos climáticos e adversos.

Para essas operações de renegociação e apoio ao produtor rural, a Instrução Normativa define claramente as alíquotas do IOF, atrelando-as à origem do recurso:

Origem do Recurso Alíquota do IOF
Fonte Pública (superávit financeiro) 0% (Alíquota zero)
Fonte Privada (recursos livres de instituições financeiras) 0,38% (Alíquota normal para operações de crédito)

Isenção total no crédito habitacional para melhorias

Já no âmbito do crédito habitacional, a Instrução Normativa esclarece o tratamento tributário para as operações de melhoria de moradias.

As novas operações regulamentadas pela Portaria MCID nº 1.177, de 8 de outubro de 2025, que visam financiar reformas e melhorias em residências, serão totalmente isentas de IOF.

Este tratamento fiscal é confirmado com base no já existente artigo $9^\circ$, inciso I, do Decreto nº 6.306, de 14 de dezembro de 2007, que historicamente prevê a isenção do imposto para operações de crédito destinadas à aquisição, construção ou reforma de imóveis residenciais.

Com a publicação da IN, a Receita Federal cumpre o papel de órgão regulador, garantindo que as políticas governamentais de fomento ao crédito e de apoio a setores específicos da economia sejam aplicadas com transparência e uniformidade em todo o sistema financeiro nacional.

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Autor: Ana Luzia RodriguesAutor: Ana Luzia Rodrigues


Formada em jornalismo há mais de 30 anos, já passou por diversas redações dos jornais do interior onde ocupou cargos como repórter e editora-chefe. Também já foi assessora de imprensa da Câmara Municipal de Teresópolis. Atuante no Jornal Contábil desde 2021.


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PIS/Pasep 2025 tem prazo para saque. Consulte para não perder benefício! – Jornal Contábil

Milhões de trabalhadores brasileiros têm direito ao Abono Salarial, um benefício anual que funciona como um 14º salário. No entanto, muitos não sabem que o saque tem um prazo limite. 

Neste ano, o calendário de pagamentos do PIS/PASEP já chegou ao fim, e quem não retirou o valor a tempo pode perdê-lo. É fundamental ficar atento às datas e aos critérios para garantir que o dinheiro seja sacado.

Anualmente, a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil estabelecem um calendário específico para o saque do Abono Salarial PIS/PASEP. Assim, é importante conhecer os prazos para garantir que você receba o valor a que tem direito. 

Para facilitar sua compreensão, reunimos as informações essenciais baseadas na Caixa Econômica Federal.

O que é o Abono Salarial?

O Abono Salarial PIS/PASEP é um benefício para trabalhadores brasileiros com registro formal e servidores públicos. Funciona como um 14º salário, oferecido anualmente com base no calendário da Caixa e Banco do Brasil.

Até quando é possível sacar o Abono Salarial?

A Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil permitem o saque até 29 de dezembro de 2025. Portanto, se você ainda não retirou o seu abono, ainda dá tempo.

Leia também:

Qual é o valor do Abono Salarial PIS/PASEP?

O valor do abono 2025 PIS/PASEP é proporcional ao tempo de serviço no ano-base. Se o trabalhador atuou o ano todo, receberá um salário mínimo integral. Caso contrário, o valor será proporcional ao tempo de serviço registrado no ano-base.

Se você não concorda com o valor recebido, pode contestar. Primeiramente, confirme todas as informações junto à Caixa Econômica Federal ou Banco do Brasil.

Se persistirem divergências, procure sua agência bancária para solicitar uma revisão do benefício, apresentando documentos que comprovem sua elegibilidade. Caso ainda esteja com dificuldades, descubra o que fazer se não recebeu o abono.

Como faço para sacar o Abono Salarial PIS/PASEP?

Sacar o Abono Salarial é fácil. Trabalhadores registrados no PIS devem procurar qualquer agência da Caixa Econômica Federal, enquanto inscritos no PASEP devem ir ao Banco do Brasil.

Além disso, leve um documento de identificação com foto e o número do NIS. Em muitos casos, o valor é depositado automaticamente na sua conta. Verifique suas informações bancárias para evitar erros.

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