Black Friday 2025: veja ações para varejistas ajustarem estratégias de vendas nos próximos dias – Jornal Contábil

Faltando apenas um mês para a Black Friday 2025, varejistas e e-commerces ainda podem estruturar ações para potencializar vendas e fortalecer a presença da marca. A data deve movimentar mais de R$ 8,5 bilhões no comércio eletrônico brasileiro e chega marcada por consumidores mais exigentes e pelo uso crescente de tecnologias, como inteligência artificial e live commerce.
 

“Mesmo com pouco tempo, é possível organizar promoções e campanhas eficientes, desde que o planejamento seja ágil e focado em resultados”, afirma Rogério Passos, CEO da Link3 Agência de Marketing Digital.

Consumidor mais conectado e exigente

Pesquisas recentes indicam que 82% dos consumidores pesquisam preços com antecedência, 67% preferem marcas conhecidas, 54% assistem a vídeos antes da compra e 43% utilizam assistentes virtuais com inteligência artificial. Além disso, o social commerce cresceu 180% em relação a 2024, mostrando que o público está cada vez mais integrado às plataformas digitais.
 

Entre as principais tendências observadas para este ano estão:

  • IA Generativa no Marketing: personalização em escala de mensagens e ofertas;
  • Live Commerce: transmissões ao vivo com venda direta, em crescimento de 200%;
  • Sustentabilidade: 71% dos consumidores consideram práticas sustentáveis na decisão de compra;
  • Realidade Aumentada: experimentação virtual e visualização 3D de produtos;
  • Voice Commerce: compras por comando de voz aumentam 85%;
  • Black November: promoções distribuídas ao longo de todo o mês, reduzindo a pressão sobre um único dia.

Planejamento estratégico: a corrida dos 30 dias

Rogério Passos destaca que, mesmo com um prazo curto, varejistas podem se organizar de forma eficaz, veja um exemplo de cronograma que ele criou e as empresas podem seguir:

  • 30 dias antes: análise de dados do ano anterior, definição de KPIs, seleção de produtos em promoção, cálculo de margens e organização de estoque;
  • 20 dias antes: criação de landing pages, produção de conteúdo, configuração de campanhas de anúncios e treinamento da equipe de atendimento;
  • 10 dias antes: intensificação de campanhas, lançamento de ofertas para clientes VIP e reforço logístico;
  • Durante a Black Week: monitoramento em tempo real, ajustes rápidos nas campanhas e suporte ao cliente.

“Planejar com antecedência, mesmo que em poucas semanas, pode fazer diferença entre uma Black Friday mediana e uma campanha que realmente impacte vendas e imagem da marca”, ressalta Passos.

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Divulgar para converter

Para o especialista, a comunicação multicanal é essencial. Os principais canais apontados para a Black Friday 2025 incluem:

  • E-mail Marketing: sequência de mensagens personalizadas com base em comportamento e preferências;
  • Anúncios pagos: Google Ads, Meta Ads, TikTok e YouTube, com foco em performance e conversão;
  • Redes sociais: conteúdo orgânico e pago no Instagram, Facebook e TikTok;
  • WhatsApp Business: mensagens diretas segmentadas e recuperação de carrinhos abandonados;
  • SEO: otimização de landing pages e conteúdos de blog para atrair tráfego orgânico;
  • Marketing de influência: parcerias com micro e nano influenciadores para engajamento;
  • Live Commerce: demonstração de produtos ao vivo com ofertas limitadas.

Nas, Rogério Passos alerta que por ter deixado para última hora as empresas correm alguns riscos, tendo práticas que podem prejudicar o desempenho da Black Friday. Ele cita como exemplo falsos descontos ou exageros de preço (aumentando risco de sanções do Procon); promessas logísticas impossíveis ou estoque fictício; sites que não suportam grande volume de acessos; checkouts complexos e falta de opções de pagamento; campanhas sem foco em mobile, mesmo com 78% das compras realizadas em smartphones e, atendimento insuficiente durante picos de demanda.

Indicadores de desempenho

Para avaliar o sucesso da campanha, varejistas devem monitorar métricas de tráfego, conversão, engajamento, atendimento e pós-venda. Entre os indicadores mais relevantes estão: taxa de conversão, ticket médio, ROI, abandono de carrinho, NPS e taxa de recompra.
 

“A Black Friday não é apenas sobre vender mais em um dia; é sobre conquistar clientes recorrentes, testar estratégias em larga escala e fortalecer a marca”, explica Passos. Assim, com planejamento ágil e foco na experiência do consumidor, varejistas ainda têm oportunidade de aproveitar a Black Friday 2025 para gerar vendas expressivas e consolidar presença digital.

Rogério Passos, CEO da Link3 Agência de Marketing Digital.

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FIPECAFI alerta para as competências cruciais para contadores em 2026: interpretação de dados, comunicação executiva e finanças corporativas – Jornal Contábil

O ano de 2026 trará novas exigências para as empresas, e a organização eficaz dos caixas demandará habilidades especializadas dos profissionais de contabilidade e controladoria. Segundo especialista da FIPECAFI (fundação originada da FEA-USP e referência no setor contábil), o sucesso nesse processo dependerá do domínio de competências cruciais como a interpretação de dados, comunicação executiva e conhecimento em finanças corporativas, além do domínio de técnicas e ferramentas típicas de controladoria de modo específico.

A coordenadora do MBA Controller na Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras (FIPECAFI), Raquel Fraga, reforça que esses profissionais precisam desenvolver competências técnicas e analíticas robustas, além de habilidades comportamentais. Ela destaca que já são especialmente valorizados o domínio em finanças corporativas, modelagem de fluxo de caixa, contabilidade gerencial, planejamento e análise financeira (FP&A) e gestão tributária.

“Soma-se a isso a capacidade de interpretar dados com o apoio de ferramentas de business intelligence e inteligência artificial, traduzindo conteúdos complexos em recomendações estratégicas. Também ganham destaque o pensamento sistêmico e a habilidade de comunicação executiva, já que o controller moderno atua como parceiro de negócios, levando informações acuradas e oportunas à alta gestão e contribuindo para decisões que geram valor sustentável”, pontua.

A necessidade de novas habilidades para os 538.956 profissionais atualmente espalhados pelo Brasil, segundo o Conselho Federal de Contabilidade (CFC), decorre das mudanças tributárias e contábeis já prometidas para os próximos meses — entre elas, a implementação da Reforma Tributária, os relatórios de sustentabilidade e outros desafios para o cenário empresarial de diversas companhias.

Desafios à vista

Ao analisar os desafios que a profissão pode enfrentar, a especialista da FIPECAFI pontua que os obstáculos são significativos, especialmente em organizações de grande porte. Entre eles: a integração de múltiplos centros de resultados, a consolidação de informações em tempo real e o alinhamento entre metas financeiras e operacionais, que exigem processos de governança e comunicação bem estruturados.

“Além disso, as constantes mudanças tributárias e contábeis, combinadas à pressão por previsões mais precisas, impõem ao controller a necessidade de revisitar continuamente modelos e premissas orçamentárias. O papel da Controladoria, nesse contexto, é atuar como agente de convergência entre estratégia, execução e resultados, assegurando que as informações de desempenho orientem decisões consistentes”, aconselha Fraga.

A falta de preparo dos profissionais de controladoria e contabilidade pode impactar diretamente a prevenção e as soluções relacionadas ao caixa das companhias — independentemente do porte e da região —, levando muitas delas ao fechamento, especialmente as de menor porte, alerta a especialista. Segundo dados do Mapa de Empresas, divulgado pelo Governo Federal, no primeiro quadrimestre de 2025 o número de organizações fechadas foi de 973.330, o que representa um aumento de 13,4% em relação ao mesmo período de 2024.

“No fim de cada exercício e na transição para o próximo ano, empresas talvez possam enfrentar desafios como descasamentos entre fluxo de caixa e metas orçamentárias, aumento de custos operacionais, reflexos de variações cambiais e juros, além de pressões tributárias. Esses problemas decorrem, muitas vezes, da ausência de revisões orçamentárias tempestivas ou da falta de integração entre áreas. Para mitigá-los, a Controladoria deve atuar com disciplina e visão antecipatória, por meio de análises de sensibilidade, simulações e acompanhamento contínuo do forecast”, pontua Raquel Fraga.

As soluções, na visão da especialista da FIPECAFI, passam por ações de curto e longo prazo. No curto prazo, ela reforça a necessidade de revisar as premissas orçamentárias, adotar o forecast contínuo, controlar rigorosamente o caixa e renegociar prazos de pagamento e recebimento. Já no longo prazo, a construção de um modelo integrado de planejamento e performance (FP&A), o investimento em sistemas de informação e analytics e o fortalecimento da cultura de governança e accountability consolidam a maturidade da gestão financeira.

E para os atrasados no fim do ano?

Em casos de desorganização financeira no último semestre do ano, a especialista da FIPECAFI reforça que a Controladoria pode liderar uma recuperação estruturada, que envolve diagnosticar causas, implementar rotinas de acompanhamento de fluxo de caixa, revisar o orçamento e criar comitês de performance financeira.

“Mas é importante reforçar que, a longo prazo, a solução passa por fortalecer processos de controles internos, e capacitar a equipe para atuar de forma analítica e proativa. Assim, a Controladoria se posiciona como o eixo central que conecta planejamento, execução e resultados, sustentando o desempenho financeiro e estratégico das empresas tanto em 2026 quanto nos anos seguintes”, finaliza.

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NF-e e NFC-e ganham novo meio de pagamento. Confira os detalhes – Jornal Contábil

O Informe Técnico 02.2024, versão 1.10, trouxe a inclusão de um novo meio de pagamento na emissão da NF-e e da NFC-e. Trata-se do código “91 – Pagamento Posterior”. 

Confira a seguir o objetivo do novo meio de pagamento, o que significa o código 91 e quando entra em vigor.

Qual é o objetivo do novo meio de pagamento da NF-e e da NFC-e?

Na prática, a ideia é padronizar a representação de operações onde o comprador não paga no momento da compra, mas, sim, em uma data futura. 

Essa nova opção permite, por exemplo, que empresas registrem de forma correta e padronizada as situações de pagamento a prazo, evitando problemas com a validação dos documentos fiscais.

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O que significa o código 91?

O código 91 significa pagamento em data futura, ou seja, indica que o comprador não realiza o pagamento no momento da compra, mas em uma data posterior. 

Ao utilizar o código 91, o comprador reconhece uma obrigação de pagamento futuro (dívida), enquanto o vendedor adquire o direito de receber o valor correspondente (crédito).

Quando o novo meio de pagamento da NF-e e da NFC-e entra em vigor?

A novidade entra no ambiente de produção da Sefaz a partir de 03 de novembro, ou seja, na próxima segunda-feira.

Rejeições

A Nota Técnica 2025.001, versão 1.03 trouxe algumas mudanças em Regras de Validação, incluindo o código 91 (pagamento posterior) nas rejeições, vejamos:

Rejeição 865 – Total dos pagamentos menor que o total da nota

Ocorre sempre que o somatório dos valores de pagamento informados no grupo meios de pagamentos for menor que o valor total da nota, exceto nos casos expressamente previstos. 

Acontece que esta Rejeição foi alterada, incluindo o código 91 (pagamento posterior) na “Exceção 2”, já que, neste caso, o pagamento ocorrerá posteriormente, portanto não devendo gerar esta rejeição.

Rejeição 904 – Informado indevidamente campo valor de pagamento

Foi alterada incluindo o uso do código 91 (pagamento posterior) em operações em que haja a postergação total ou parcial do pagamento. 

Ocorre quando o contribuinte preenche indevidamente o campo valor do pagamento no grupo de pagamentos em situações em que não deveria informar valores. 

São situações em que o campo de pagamento está sendo informado indevidamente, resultando na rejeição 904. Com a atualização, agora também foi incluído o código 91 (pagamento posterior) nesta rejeição. 

Redução de rejeições

A adoção do código 91 também resolve rejeições que ocorriam quando o valor informado como pagamento era inferior ao total da nota, permitindo a emissão correta do documento fiscal. 

Especialmente nos casos em que a integração e vinculação dos meios de pagamentos ao documento fiscal seja obrigatória, via emissão de novo documento fiscal ou evento.

Fonte: IOB Notícias

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Saque-aniversário do FGTS: a partir de sábado (01) novas normas passam a valer – Jornal Contábil

O Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), um dos pilares de proteção do trabalhador brasileiro e fonte de recursos para políticas públicas de habitação e saneamento, entra em uma nova fase a partir deste sábado, 1º de novembro. 

As alterações, aprovadas pelo Conselho Curador do FGTS, impõem limites severos à modalidade de crédito conhecida como antecipação do Saque-Aniversário, com o duplo propósito de resguardar a saúde financeira do Fundo e mitigar os riscos de endividamento dos trabalhadores.

O Saque-Aniversário, que permite a retirada de uma parte do saldo do FGTS no mês de nascimento do trabalhador, se popularizou rapidamente desde sua criação em 2019. 

Contudo, a possibilidade de antecipar esses valores futuros por meio de empréstimos bancários (alienando o saldo do Fundo como garantia) gerou uma preocupação crescente.

O risco do endividamento 

As estatísticas mostram que a antecipação se tornou um recurso fácil para o crédito, resultando em um alto índice de comprometimento do saldo do FGTS por longos períodos. 

Antes das mudanças, era comum que instituições financeiras oferecessem a antecipação de até 10 ou mais parcelas anuais, atrelando o trabalhador a um compromisso financeiro que se estendia por uma década ou mais. 

O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) apontou que essa prática, embora proporcionasse liquidez imediata, representava um risco à proteção social do trabalhador, comprometendo sua reserva financeira de longo prazo e expondo-o a taxas de juros variáveis.

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Novas Regras no Saque-Aniversário

As alterações implementadas no Saque-Aniversário do FGTS visam impor limites claros à modalidade de crédito que permite a antecipação dos valores anuais. Entre as mudanças mais significativas está a limitação do número de parcelas que podem ser antecipadas. 

A partir de agora, o trabalhador terá seu empréstimo restrito a, no máximo, cinco saques-aniversário (um por ano) dentro de um período de 12 meses. Após o período de transição, esse limite será reduzido ainda mais, permitindo a antecipação de somente três novas parcelas anuais, o que representa uma redução drástica em comparação com a média anterior de oito antecipações por contrato.

Outra alteração importante refere-se à frequência de acesso ao crédito e ao prazo. Foi estabelecida a proibição das chamadas “operações simultâneas”, o que significa que o trabalhador só poderá realizar uma única operação de antecipação por ano. 

Além disso, o novo regulamento impõe um prazo mínimo de 90 dias entre a adesão à modalidade Saque-Aniversário e a contratação da primeira operação de crédito, diferentemente do que ocorria, quando a antecipação podia ser solicitada no mesmo dia da opção pelo saque.

Por fim, o valor da antecipação também será rigidamente limitado. O trabalhador poderá antecipar parcelas anuais com valor situado entre R$ 100 e R$ 500. Essa restrição de valor limita o total que pode ser antecipado, que passa a ser de, no máximo, R$ 2.500 no primeiro momento, pois, até então, não existia restrição, permitindo que o saldo integral da conta fosse comprometido.

Em suma, as novas diretrizes não extinguem o Saque-Aniversário, mas reformulam a Antecipação. A partir de sábado (1º), o mecanismo de crédito será mais restrito, menos agressivo e focado em necessidades pontuais de curto prazo, garantindo que a reserva do Fundo não seja consumida por dívidas de longo período.

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Você sabe o que é o seguro prestamista? Entenda os detalhes – Jornal Contábil

O nome pode ser esquisito. Talvez você nem saiba que esta modalidade existe. Mas o objetivo do seguro prestamista é garantir proteção em casos de morte, perda de renda por desemprego e outras situações inesperadas. 

Dessa maneira, o segurado, que é a pessoa que contrata o seguro, não precisará se preocupar com uma possível inadimplência caso ocorra um dos eventos cobertos pelo seguro. Muita gente é capaz de desconhecer este tipo de seguro, mas é bem útil para os aposentados e pensionistas em situações pontuais. A palavra vem de empréstimo, parcelamento ou prestação.

Conheça mais sobre este assunto.

O que é e para que serve o seguro prestamista?

O seguro prestamista é uma modalidade de contrato cujo objetivo é garantir que determinada dívida seja quitada (total ou parcialmente) em caso de morte (decorrente de causas naturais ou acidentais) ou invalidez total e permanente do segurado. 

O seguro prestamista pode ser acionado em casos específicos como o desemprego involuntário ou pela incapacidade física total ou temporária. Mas esse tipo de seguro cobre, ainda, outros dois imprevistos, que são a invalidez permanente por acidente e a morte do segurado. 

Especialmente nesses momentos, o seguro pode se revelar uma proteção não apenas para o segurado, mas para a sua família. Isso porque, além de ajudar a evitar a perda de um bem, ele resguarda os familiares, para que não tenham que manter o pagamento de toda a dívida.

Diante disso, é importante esclarecer um ponto: a instituição credora, ou seja, aquela com a qual se estabelece a dívida, será sempre a primeira beneficiária do seguro prestamista. O valor contratado só é pago ao segurado ou a alguém que ele indicar se for superior ao da dívida em si.  

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Como acionar a cobertura?

O acionamento da cobertura do seguro pode ser feito pelo segurado ou por um representante, que deverá enviar os documentos para análise, de acordo com as condições de cada cobertura e a situação. 

Em geral, o prazo para o pagamento da indenização é de 30 dias após a comprovação do sinistro.

Quanto custa e como contratar um seguro prestamista? 

O preço do seguro pode variar de acordo com critérios como a idade do segurado, o número de parcelas da dívida, além do valor do financiamento ou do empréstimo. Por se tratar de uma espécie de seguro de vida em grupo, ele costuma ter um custo mais baixo e atrativo.  

Outra característica desse tipo de seguro é que ele não é contratado diretamente com a seguradora. Mas com um dos parceiros, uma loja ou uma instituição financeira. 

Assim, o valor é pago junto com a prestação ou parcela ou pode ser descontado diretamente da folha de pagamento, de acordo com a cobertura. 

Quais os documentos necessários?

  • Documento do solicitante (quem está fazendo o pedido): RG original ou Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS);
  • Boleto de prestação original ou cópia simples do CPF do mutuário titular;
  • Em caso de morte do mutuário: cópia autenticada ou Certidão de Óbito original do mutuário falecido;
  • Em caso de doença incapacitante: laudo evolutivo da doença (laudo completo atestando a evolução da doença desde o início) e cópias simples dos exames e atestados médicos disponíveis;
  • Se aposentado do INSS: cópia autenticada da portaria de concessão da aposentadoria emitida pelo INSS;
  • Se beneficiário de BPC/LOAS: cópia autenticada da carta de concessão de amparo social emitida pelo INSS;
  • Cópia simples do contrato de financiamento e, se houver, do contrato de transferência e/ou termo de renegociação;
  • Cópia de conta de luz atualizada (do último mês);
  • Aviso de sinistro ao estipulante (formulário disponibilizado no Posto da CDHU) preenchido e assinado pelo solicitante no ato da solicitação do serviço.
  • Em caso de invalidez: Declaração de Invalidez (formulário disponibilizado no Posto da CDHU) preenchida e assinada pelo solicitante no ato da solicitação do serviço.

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Pix, Open Finance e IA: revolução no sistema financeiro e o aumento de ataques – Jornal Contábil

O setor financeiro movimenta volumes massivos de dados e recursos diariamente, características pelas quais o tornam um dos principais alvos de cibercriminosos em escala global. Segundo análise da Fitch Ratings, fornecedora líder de classificações de crédito, comentários e pesquisas para mercados de capitais globais, os relatórios de 2025 do FMI (Fundo Monetário Internacional) indicam que as perdas com incidentes cibernéticos quadruplicaram desde 2017, alcançando US$ 2,5 bilhões, e o setor financeiro sofreu 1.510 ataques no último ano, registrando aumento de 30%.

No Brasil, o protagonismo é ainda mais evidente. O sucesso do Pix e a expansão do Open Finance e do Open Banking projetaram o país como referência em inovação digital, mas também ampliaram a superfície de ataque. Desde a criação do Pix, em novembro de 2020, mais de 48 milhões de chaves foram expostas em mais de 20 incidentes cibernéticos, segundo o Banco Central.

Grande parte dos ataques cibernéticos também estão relacionados à transformação do banco moderno, hoje distribuído em um ecossistema que envolve aplicativos móveis, ambientes em nuvem, APIs (Application Programming Interface) e fornecedores terceirizados. Esse modelo, embora mais ágil e conectado, multiplica os pontos de vulnerabilidade. Entre as ameaças mais recorrentes estão os ataques de engenharia social, que exploram redes sociais para disseminar links maliciosos; malwares voltados ao Pix e ao mobile banking, capazes de alterar valores e destinatários de transações; além de vazamentos de dados provocados por falhas em integrações com terceiros e riscos internos, como o compartilhamento indevido de credenciais.

A crescente sofisticação dos ataques impulsionada pelo uso de Inteligência Artificial também preocupa. De acordo com o Global Cybersecurity Outlook 2025, do Fórum Econômico Mundial, 72% dos líderes de segurança relataram aumento dos riscos cibernéticos devido ao uso malicioso da IA. Hackers vêm empregando algoritmos para automatizar e ampliar o alcance de ataques DDoS (Distributed Denial of Service), desenvolver bots de invasão, minerar dados na dark web e criar áudios e vídeos falsos em golpes de phishing avançado.

Por outro lado, a IA vem se tornando uma aliada na defesa. Equipes de SOC (Security Operations Centers) utilizam modelos inteligentes para detectar ameaças precocemente, automatizar respostas e realizar análises preditivas. A capacidade de identificar padrões anômalos em tempo real reduz significativamente o tempo de reação e fortalece a postura preventiva das instituições.

Nesta linha de proatividade para antecipar e neutralizar ameaças, os pentests, ou teste de invasão, também se destacam ao simular ataques reais a sistemas bancários para detectar vulnerabilidades antes que sejam exploradas. Essas avaliações práticas podem, por exemplo, identificar falhas em APIs que não validam corretamente parâmetros, permitindo a manipulação de valores em transações móveis. Corrigir essas brechas é essencial para evitar prejuízos bilionários e preservar a confiança dos clientes.

Mas a proteção dos dados financeiros não para por aí; ela exige múltiplas camadas de defesa. Soluções de gestão de identidade e acesso (IAM) com autenticação multifator (MFA) ou reconhecimento facial aumentam o controle sobre usuários, enquanto ferramentas de detecção e resposta (XDR/ EDR) fortalecem dispositivos individuais, endpoints, rede, e-mail e nuvem. As técnicas de criptografia e tokenização dessas aplicações tornam as informações sensíveis mais seguras, mesmo em caso de interceptação.

Indo além dos sistemas, capacitar continuamente os profissionais é outro pilar estratégico com campanhas de conscientização e treinamentos regulares para mitigar o erro humano, responsável por boa parte dos incidentes. Juntas, essas abordagens de tecnologia e pessoas seguem o conceito de Zero Trust – “nunca confiar, sempre verificar”, impondo verificações contínuas entre usuários, sistemas e aplicações para garantir a integridade das operações.

É importante lembrar que, no sistema financeiro, a indisponibilidade pode custar milhões por minuto. Por isso, a implementação de Planos de Recuperação de Desastres (DRP) é vital para garantir a continuidade operacional de processos críticos, como a liquidação de boletos e as transações via Pix. O cálculo do Recovery Time Objective (RTO), ou tempo máximo aceitável de indisponibilidade, obtido pelo DRP, orienta arquiteturas de alta disponibilidade com ambientes replicados e nuvens redundantes.

Além de evitar perdas financeiras, essa prática reforça a conformidade com exigências como a Resolução BCB nº 498, que estabelece novas regras para a segurança de dados no sistema financeiro brasileiro, com foco nos provedores de serviços de tecnologia, inclusive com a contratação de seguro cibernético pelos fornecedores. Consultorias especializadas em segurança, quando auditáveis e integradas a políticas de monitoramento contínuo, ajudam as instituições a elevar seu score de maturidade cibernética, reduzindo o custo das apólices de seguro.

Em um cenário em que as ameaças evoluem na mesma velocidade das inovações, a combinação entre expertise técnica, resiliência operacional e cultura de segurança integrada se consolida como diferencial competitivo. As instituições financeiras que investem em tecnologias proativas, conformidade contínua e inteligência preditiva não apenas protegem seus ativos, mas também fortalecem o ativo mais valioso da era digital: a confiança dos seus clientes.

*Maurício Alarcon e Rodolfo Ramponi são, respectivamente, vice-presidente da vertical de Bancos e Seguros e especialista em cibersegurança da SONDA do Brasil, líder regional em Transformação Digital.
 

Sobre SONDA:
 

A SONDA é uma empresa líder no desenvolvimento de serviços tecnológicos sob medida para cada cliente. A companhia busca, gera e integra tecnologias a nível global para oferecer soluções únicas e inovadoras, que aceleram a transformação digital de todos os seus clientes.
 

Possui faturamento de US$ 1,54 bilhão em 2024 e mais de 15 mil colaboradores. Atua em todo o mundo e tem presença direta na Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Guatemala, Equador, Estados Unidos, Canadá, México, Panamá, Peru e Uruguai.

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Black Friday 2025: 7 super dicas para você disparar suas vendas! – Jornal Contábil

A Black Friday já está batendo na porta, mas nem todos os empreendedores conseguem surfar nessa onda. E a pergunta que fica é: como aproveitar melhor esta data?

 Então, preparamos 7 super dicas para você bombar suas vendas na Black Friday. Confira!

1 – Capriche na sua loja on-line

Atualmente, é imprescindível apresentar e vender seus produtos pela internet, mesmo que você tenha uma loja física incrível. Para isso, o caminho mais curto é obter um sistema de vendas digital com loja on-line integrada, na qual você possa expor fotos, descritivos e preços de seus produtos.

2 – Seja mobile first e venda mais

Outro ponto fundamental é que seu sistema de vendas on-line seja pensado prioritariamente para acesso e gestão por celular. No Brasil, a grande maioria dos consumidores acessa a internet somente ou prioritariamente pelo smartphone.

3 – Simplifique as formas de pagamento

Quanto mais simples e mais opções, melhor! Facilitando os processos e dando alternativas de forma de pagamento você vende mais.

A dica aqui é ter um sistema de vendas que gere um link de pagamento para ser enviado diretamente ao seu cliente, sem taxas ou encargos para sua empresa. E que permita ao cliente escolher a melhor maneira de efetuar o pagamento: pix, cartão de crédito ou boleto bancário.

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4 – Conecte sua loja a um marketplace

Da mesma forma que uma loja física ganha visibilidade e fluxo quando situada num shopping center, a sua loja virtual deve estar conectada a um marketplace.

Por isso, é essencial ter um sistema de vendas que faça essa integração, permitindo a rápida importação de pedidos e a sincronização de informações sobre vendas e estoques.

5 – Gerencie seus estoques em tempo real

Não dá pra vender aquilo que a gente não tem, não é mesmo? Sendo assim, tão importante quanto ter um sistema de gestão de vendas é que esse sistema também faça a gestão automatizada de estoques. Com isso, as entregas e a satisfação do cliente estão garantidas.

Faça com que seu negócio seja completo. Tenha um sistema de vendas integrado a um emissor de notas fiscais, que podem ser enviadas ao cliente pelo celular ou para impressão via bluetooth. Com isso, fica tudo bem mais fácil!

As datas sazonais de vendas acontecem o ano inteiro (Natal, Dia das Mães, Dia dos Pais etc.) e estão aí para serem aproveitadas. Não é mesmo? Então, se o tempo está curto para a Black Friday deste ano, não se preocupe. O importante é já ir se preparando para as próximas promoções, adquirindo seu sistema de vendas.

Fonte: IOB Notícias

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Senado Aperta o Cerco Contra Sonegadores Contumazes e Endurece Lei de Crimes Alimentares – Jornal Contábil

A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado Federal aprovou nesta terça-feira (28) um projeto de lei complementar (PLP 164/2022) que estabelece novas regras para intensificar o controle e a fiscalização de empresas que praticam a sonegação fiscal de forma planejada e reiterada. 

A medida visa garantir a igualdade de concorrência e evitar o desequilíbrio causado por práticas tributárias desleais.

O texto, que segue para votação em Plenário com pedido de urgência, cria um conjunto de ferramentas que a União, estados e municípios poderão adotar para assegurar o cumprimento das obrigações tributárias.

Combate à Fraude Fiscal e Concorrência Leal

A proposta, relatada pelo senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB), regulamenta um artigo da Constituição (art. 146-A) que permite a criação de regimes especiais de tributação para setores onde a sonegação é um problema crônico.

O principal objetivo é dotar os fiscos de instrumentos para combater a sonegação reiterada que prejudica empresas honestas, especialmente em segmentos com alta carga de impostos e histórico de fraude, como combustíveis, bebidas alcoólicas e cigarros.

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Novos Mecanismos de Fiscalização

O projeto autoriza a criação de leis específicas que poderão aplicar regimes mais rígidos para empresas com indícios de fraude, incluindo:

  • Fiscalização Ininterrupta: Manutenção de auditores fiscais permanentemente nos estabelecimentos suspeitos.
  • Controle Especial e Antecipação de Tributos: Exigência de cobrança antecipada ou concentrada de impostos em uma única etapa da cadeia produtiva (concentração da incidência), geralmente na indústria ou atacado, em vez de ser diluída em várias fases. Essa estratégia dificulta a fraude no varejo.
  • Impedimento de Venda: Empresas que descumprirem as obrigações sob o regime especial poderão ser impedidas de emitir nota fiscal eletrônica. Na prática, isso as obriga a suspender as atividades de comercialização até que a situação seja regularizada.

O relator enfatizou que a aplicação dessas medidas deverá ser baseada em “provas de desequilíbrio concorrencial” e respeitar o devido processo legal, com direito à ampla defesa para as empresas notificadas.

Pena máxima para adulteração de alimentos e bebidas

Em uma importante alteração ao texto original, a CAE também incluiu a tipificação de um crime mais grave para a adulteração de produtos de consumo.

A mudança responde a crises recentes de saúde pública e torna crime hediondo a adulteração ou falsificação de alimentos e bebidas (alcoólicas ou não) que seja capaz de causar lesão corporal grave ou morte.

  • Pena Aumentada: A punição para esse novo tipo penal qualificado será de reclusão de 5 a 10 anos, além de multa.
  • Crime Hediondo: A classificação como crime hediondo impõe maior rigor na execução da pena, limitando a concessão de benefícios como liberdade provisória e progressão de regime.

Exclusão do “Devedor Contumaz”

O substitutivo aprovado separou os temas do projeto original. O relator optou por excluir a definição e a disciplina do “devedor contumaz” (aquele que não paga impostos de forma sistemática), uma vez que esse tema já foi abordado em outro projeto (PLP 125/2022), em tramitação na Câmara.

Dessa forma, o PLP 164/2022 foca exclusivamente nos critérios especiais de tributação para setores sensíveis à fraude fiscal.

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Evite erros e surpresas: saiba tudo sobre a Substituição Tributária de PIS e COFINS! – Jornal Contábil

Muitas empresas passaram a pagar impostos com a Substituição Tributária de PIS e COFINS, embora o controle seja mais simples do que no caso do ICMS. Neste post, você vai entender melhor como funciona e descobrir formas de reduzir seus impostos.

Para te ajudar em mais uma questão do Simples Nacional, hoje a equipe do Jornal Contábil retirou algumas informações do artigo da  é-Simples Auditoria Eletrônica, empresa especialista no Simples Nacional e vamos te ajudar a entender mais sobre a substituição tributária de PIS e COFINS e saber como podemos ajudar nossos clientes optantes por esse regime!

O artigo da é-Simples Auditoria Eletrônica diz:

1. O que é a Substituição Tributária de PIS e COFINS?

Segundo o Blog da é-Simples Auditoria: “É quando uma empresa assume a responsabilidade de recolher os tributos que, normalmente, seriam pagos por outras empresas da cadeia (como o distribuidor ou o varejista).

Já no caso do PIS e da COFINS, funciona assim: esses dois tributos são contribuições cobradas sobre a receita (ou seja, sobre as vendas). Em alguns casos, a lei determina que uma empresa da cadeia (geralmente o fabricante ou o importador) recolha o PIS e a COFINS por todas as outras que vêm depois.

Isso é feito antecipadamente e já embutido no preço do produto. Dessa forma, o imposto do varejista que a indústria já recolheu, não se destaca na nota fiscal de venda. Por isso, dizemos que é como ocorre no regime de tributação monofásica.

Além disso, ela se parece bastante com a substituição de ICMS. Mas, para não confundir falaremos mais à frente sobre esse tributo.

Exemplo Prático: Só para ilustrar, pense em um fabricante de refrigerantes que vende seus produtos para um distribuidor. A lei pode exigir que esse fabricante já pague o PIS e a COFINS que seriam devidos também pelo distribuidor e pelo varejista. Ou seja, o fabricante é o substituto tributário, e o distribuidor e o varejista não precisam mais recolher essas contribuições sobre essa mercadoria.”

2. Tipos de Substituição Tributária

De acordo com o Blog da é-Simples Auditoria: “Vejamos os três tipos de substituição tributária.

Substituição Propriamente Dita

A substituição tributária propriamente dita é a mesma que a substituição do contribuinte. Pois nela o contribuinte da cadeia do negócio deve fazer o recolhimento.

Por exemplo: uma indústria deve pagar o valor do imposto devido pelo prestador que lhe forneceu o transporte.

Substituição para Trás

Também a conhecemos como “antecedente” ou como “diferimento”. Nela, a tributação se dá quando se adia o recolhimento do ICMS.

Em outras palavras, quem paga é a última pessoa da cadeia de circulação da mercadoria. Assim, fazemos o pagamento de modo integral e com todas as operações.

Substituição para Frente

Essa substituição é o inverso da substituição para trás. Ou seja, os tributos sobre a circulação das mercadorias são recolhidos de forma antecipada.

Para isso ocorrer de acordo com as regras legais, há uma base de cálculo padrão presumido e várias informações divulgadas pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz).”

De acordo com o Blog da é-Simples Auditoria: “Sem dúvida, como vimos, o detalhe ou o diferencial destes produtos está no fato de as empresas não recolherem um mesmo imposto duas vezes.

Portanto, se ele já foi recolhido pela indústria em substituição ao devido pelas empresas integrantes da cadeia produtiva, esses comércios não precisarão fazê-lo.

Mas há o caso particular das empresas enquadradas no Simples Nacional. Nessa situação, o recolhimento é feito por faixa de faturamento e, por isso, o contador deve ter atenção ao usar o PGDAS para gerar os tributos.As alíquotas de PIS e COFINS pagas no regime de substituição tributária precisarão ter os seus valores descontados. Do contrário, a empresa pagará duas vezes os mesmos impostos. E não há controle governamental para se evitar isso.”

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Obrigado pela leitura!Informações retiradas do Blog da é-Simples Auditoria. Artigo: “Substituição Tributária de PIS e COFINS: saiba como funciona!” Disponível em: Por Leonel Monteiro em 07/04/2025.

Saiba mais:

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FGTS em dia: empregadores domésticos têm até dia 31 para regularização – Jornal Contábil

O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) está emitindo um alerta a todos os empregadores domésticos com pendências no recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS): o período para a quitação espontânea dos valores devidos se encerra na próxima sexta-feira, dia 31 de outubro.

Ação orientativa precede fiscalização

Coordenada pela Coordenação Nacional de Fiscalização do Trabalho Doméstico e de Cuidados (CONADOM), a iniciativa visa, neste primeiro momento, facilitar o ajuste voluntário de mais de R$ 375 milhões em débitos. 

Desde setembro, mais de 80 mil empregadores foram notificados sobre as irregularidades por meio do Domicílio Eletrônico Trabalhista (DET), o canal oficial de comunicação entre o MTE e os empregadores.

O prazo de tolerância para a regularização se encerra no fim do mês. Após esta data, os casos de inadimplência serão automaticamente encaminhados para a fiscalização, resultando na abertura de processos administrativos e na cobrança oficial dos valores.

Leia também:

Como consultar e regularizar os débitos

Para evitar multas e complicações legais, os empregadores devem tomar as seguintes medidas:

  1. Acessar o DET: Verificar a caixa de mensagens da plataforma para conferir os comunicados e tomar conhecimento dos valores em aberto.
  2. Identificar as Pendências: Entrar no site do eSocial e, na aba “Folha de Pagamento – Consultar Guias Pagas”, checar quais meses estão com os recolhimentos do FGTS em atraso.
    • O passo a passo completo para a consulta e geração das guias de pagamento está disponível no Manual Pessoa Física – Empregador Doméstico do eSocial.

Trabalhadores devem acompanhar seus depósitos

O MTE reitera o seu empenho em assegurar os direitos dos trabalhadores domésticos. Por isso, é fundamental que o empregado monitore a situação de sua conta vinculada:

  • Utilize o aplicativo FGTS da Caixa Econômica Federal para acompanhar se os depósitos estão sendo feitos corretamente.
  • Em caso de ausência de recolhimentos ou divergência de valores, o trabalhador deve contatar o empregador para solicitar o esclarecimento e a imediata regularização da situação. O acompanhamento constante é essencial para garantir o cumprimento desse direito.

O que é o DET?

O Domicílio Eletrônico Trabalhista (DET) é a plataforma digital obrigatória para a comunicação oficial entre o Ministério do Trabalho e Emprego e todos os empregadores, incluindo os domésticos. 

O sistema centraliza o envio e recebimento de atos administrativos, notificações, intimações e avisos, conferindo mais agilidade e segurança ao processo. O DET está acessível em:

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Autor: Ana Luzia Rodrigues


Formada em jornalismo há mais de 30 anos, já passou por diversas redações dos jornais do interior onde ocupou cargos como repórter e editora-chefe. Também já foi assessora de imprensa da Câmara Municipal de Teresópolis. Atuante no Jornal Contábil desde 2021.


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