Especialista alerta sobre como a Reforma Tributária trará aumento de 15% na gestão das holdings familiares – Jornal Contábil

A Reforma Tributária, que promete mudar significativamente o cenário das holdings familiares, especialmente aquelas que atuam na administração e locação de imóveis próprios, pode trazer uma nova estrutura de tributos. A especialista em gestão tributária da consultoria SOUZAMAAS, Verônica Schmoeller, afirma que a principal mudança será o aumento da tributação para holdings que operam com imóveis.

Segundo Schmoeller, as alíquotas que hoje são de 3,65% do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS) podem chegar a 15% com a criação do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS).

“Além dos tributos destacados, há a previsão de majoração do Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação de Quaisquer Bens ou Direitos (ITCMD), que incide sobre heranças e doações e cuja alíquota varia entre os estados. Atualmente, regiões como São Paulo (4%) e Minas Gerais (5%) possuem alíquotas menores do que as previstas na mudança, pois já se discute o aumento para até 16%, tornando o planejamento sucessório ainda mais urgente”, alerta.

A especialista também ressalta que estados do Norte e Nordeste, como Bahia e Pernambuco, possuem alíquotas menores, entre 3% e 4%, o que, atualmente, pode favorecer a implementação de holdings nessas regiões. Contudo, segundo ela, é necessário avaliar a residência fiscal dos herdeiros e o local dos bens para garantir que a operação esteja dentro da legislação.

Na visão da tributarista, a reestruturação tributária das empresas será um desafio, mas a holding patrimonial, apesar das novas exigências de controle, governança e transparência impostas pela legislação – como a criação do IBS e CBS e o aumento da fiscalização –, ainda se destaca como uma ferramenta valiosa para o planejamento sucessório e a proteção patrimonial. Isso se deve, especialmente, à tributação de até 27,5% sobre rendimentos da pessoa física, além da centralização da gestão de bens e da facilitação da sucessão, evitando inventários onerosos e demorados.

“A complexidade burocrática, apesar de potencialmente atrasar a aprovação de dividendos, reorganizações societárias e o cumprimento de novas obrigações fiscais, impulsiona a adoção de governança robusta, como conselhos familiares, auditorias e regras claras para dividendos, fortalecendo a segurança jurídica e mitigando riscos. Essa transparência, embora exija uma gestão especializada e assessoria qualificada, promove a harmonia familiar e a eficiência administrativa”, afirma a tributarista.

Schmoeller destaca que a Reforma Tributária, além de reformular o sistema vigente, abre caminho para tendências inovadoras, como a “holding verde” – que incentiva investimentos em ativos sustentáveis com benefícios fiscais – e a “holding digital”, que utiliza plataformas digitais e blockchain para uma gestão patrimonial mais transparente.

“É crucial que empresas e indivíduos fiquem atentos às novas regras a partir de 2025 para otimizar suas estratégias financeiras e sucessórias. Mesmo com os desafios, o modelo continuará sendo vantajoso, principalmente se aliado a um planejamento tributário estratégico, com governança forte e transparência na gestão. A grande chave será se antecipar às mudanças, revisando as estruturas atuais, definindo regras claras de distribuição e se adaptando às novas exigências fiscais. A holding familiar não será apenas uma solução patrimonial, mas também uma ferramenta para o futuro das famílias empresárias brasileiras”, finaliza.

Sobre a SOUZAMAAS:

A SOUZAMAAS é uma empresa especializada em soluções para os segmentos de agro, bares e restaurantes, comércio, indústria, Holding, Tecnologia, seguro, saúde e serviços.

Está consolidada no mercado a mais de 20 anos. Seus serviços estão voltados para Consultoria Empresarial, BPO (Business Process Outsourcing) e Tecnologia. A empresa filiais no Brasil localizadas em: Alphaville, Curitiba, Foz do Iguaçu, Pinheiros, Palmas e Recife e tem uma unidade focada no setor de tecnologia na Califórnia, nos EUA.

Seu foco está voltado para finanças corporativas, controles internos e assessoria de M&A (Fusões e Aquisições), além de serviços regulatórios, alocação de profissionais e desenvolvimento tecnológico.

Seus valores estão firmados em 4 pilares: Integridade, Comprometimento, Pensamento Crítico e Transparência. Além disso a empresa oferece atendimento personalizado a seus clientes, buscando otimizar o desempenho e a lucratividade das empresas atendias por meio de soluções inovadoras e integradas. Saiba em: souzamaas.com.br

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Blindagem patrimonial: como proteger bens sem cair na malha fina – Jornal Contábil

Garantir a segurança do patrimônio familiar ou empresarial é uma preocupação crescente no Brasil. Com a intensificação da fiscalização da Receita Federal e o aumento das execuções judiciais, cresce o interesse por estratégias de blindagem patrimonial. A adoção dessas práticas exige planejamento criterioso para evitar riscos legais e tributários, especialista esclarece os principais pontos sobre o tema. 

Blindagem Patrimonial

advogado Kevin de Sousa, especialista em Direito de Família e Sucessões e sócio do escritório Sousa & Rosa Advogados, explica que a blindagem patrimonial consiste na reorganização societária e sucessória legal, com o objetivo de proteger bens contra riscos empresariais e ações judiciais. “As estratégias mais seguras incluem a constituição de holdings familiares, doações com reserva de usufruto, trust companies regularizadas e a segregação clara entre patrimônio pessoal e empresarial através de pessoas jurídicas distintas”. 

Para evitar a caracterização de fraude à execução ou tentativa de ocultação de patrimônio, o especialista destaca a importância de medidas preventivas. “A proteção deve ser realizada antes de qualquer ação judicial ou dívida. É fundamental manter registros contábeis precisos, preservar um capital de giro compatível com a operação, documentar todas as transferências patrimoniais e estabelecer valores justos nas transações”, alerta Sousa. Ele acrescenta que a simulação ou transferência de bens após uma citação judicial pode ser enquadrada como tentativa de fraude à execução, o que gera graves consequências jurídicas. 

Receita Federal

A Receita Federal aceita mecanismos legítimos de proteção patrimonial, desde que todas as transações sejam devidamente declaradas, os tributos incidentes sejam recolhidos e não haja simulação ou ocultação. “O risco de cair na malha fina aumenta em reorganizações patrimoniais complexas sem adequado suporte documental ou com indícios de subfaturamento”, ressalta o advogado. Além disso, a subvalorização de bens, a falta de recolhimento de tributos como o ITCMD em doações e movimentações financeiras incompatíveis com a realidade declarada também são fatores que podem levar à fiscalização. 

A proteção patrimonial deve ser parte de um planejamento sucessório e tributário mais amplo. Isso inclui governança familiar documentada, acordos de sócios bem estruturados, testamentos e revisão periódica da estrutura patrimonial. “Além de proteger contra bloqueios judiciais, um planejamento bem feito evita conflitos sucessórios, reduz custos com inventário e garante mais segurança na transferência de bens”, finaliza o advogado. 

Fonte: Kevin de Sousa: advogado civilista, mestre em Direitos da Personalidade, especialista em Direito de Família & Sucessões e sócio do escritório Sousa & Rosa Advogados. 

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Casos de ‘divórcio cinza’ aumentam no Brasil e divisão de bens se torna uma preocupação – Jornal Contábil

O número de divórcios entre pessoas acima dos 50 anos tem aumentado significativamente nos últimos anos, fenômeno conhecido como gray divorce – ou divórcio cinza. Conforme estatísticas do Registro Civil do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cerca de 30% dos divórcios registrados no Brasil ocorrem entre pessoas que correspondem a essa faixa etária. 

De acordo com especialistas, esse crescimento está relacionado a mudanças sociais, maior independência financeira das mulheres e novos modelos de relacionamento. No Brasil, esse cenário também se reflete nos cartórios e tribunais, com um número crescente de casais que, após décadas de união, decidem seguir caminhos separados. 

De acordo com a sócia e co-fundadora do PHR Advogados e especialista em Direito de Família e Sucessões, Amanda Helito, o divórcio na terceira idade traz desafios particulares, especialmente no aspecto financeiro. “Diferente de casais mais jovens, que ainda têm tempo para reconstruir suas finanças e carreiras, aqueles que se divorciam após os 50 ou 60 anos podem enfrentar dificuldades para manter o padrão de vida. Questões como divisão de bens, pensão e previdência se tornam ainda mais relevantes nesse contexto”, explica. 

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Além do impacto financeiro, há também um componente emocional significativo. Muitos casais enfrentam sentimentos de solidão, recomeço e até mesmo pressões familiares. “O estigma em torno do divórcio tardio está diminuindo, mas ainda há uma forte carga emocional envolvida. O apoio psicológico e familiar pode ser essencial para que essa transição ocorra de forma mais saudável”, acrescenta Patricia Valle Razuk, sócia e co-fundadora do PHR Advogados e especialista em Direito de Família e Mediação de Conflitos

Outro ponto fundamental é o planejamento patrimonial, na visão de Patricia. Torna-se cada vez mais primordial que casais que estejam considerando a separação revisem seus testamentos, seguros de vida e planos de aposentadoria. “Muitas vezes, o cônjuge estava inserido no planejamento financeiro do outro, e a separação pode exigir ajustes imediatos para evitar prejuízos a longo prazo”, alerta a especialista. 

Já Amanda aponta que o avanço da tecnologia e a possibilidade de novos relacionamentos também têm impulsionado essa tendência. “Aplicativos de relacionamento, redes sociais e novas perspectivas sobre a vida amorosa após os 50 anos encorajam muitas pessoas a buscarem uma nova fase, sem medo do julgamento social. O divórcio, antes visto como um fracasso, hoje é encarado como uma chance de recomeço”. 

Diante desse cenário, a recomendação é a de que quem está considerando o divórcio na terceira idade busque orientação jurídica e financeira adequada. “O mais importante é garantir que a separação ocorra de forma justa e equilibrada, preservando os direitos e a dignidade de ambos os envolvidos. Com planejamento e apoio, é possível encarar essa fase como um novo começo e não como um fim”, conclui Patricia. 

Fontes: 

Amanda Helito – advogada, professora, sócia e co-fundadora do PHR Advogados, especializada e atuante em Direito de Família e Sucessões. Membro da Comissão de Direito de Família e Sucessões da OAB/SP e do Instituto Brasileiro de Direito de Família (IBDFAM). 

Patrícia Valle Razuk – sócia e co-fundadora do PHR Advogados. Graduada em Direito pela Pontificia Universidade Católica (PUC/SP), especialista em Direito de Família e Sucessões pela Escola Paulista de Direito (EPD). Especialista em Mediação de Conflitos pela Harvard Law School. 

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MEI precisa de Inscrição Municipal e Estadual? Confira! – Jornal Contábil

Formalizar um negócio próprio é um dos sonhos de muitos brasileiros. Apesar do pagamento de impostos, a formalização traz benefícios junto ao INSS. 

Além disso, quando você se cadastra na categoria MEI (Microempreendedor Individual),  passa a ter CNPJ e, com isso, tem facilidades como a abertura de conta bancária, no pedido de empréstimos e na emissão de notas fiscais, além de ter obrigações e direitos de uma pessoa jurídica. 

Para obter um CNPJ e emitir notas fiscais é preciso ter a Inscrição Estadual e a Inscrição Municipal a fim de obter o alvará de funcionamento. Mas você sabe  o que é e como emitir cada uma? 

Nessa leitura de hoje vamos explicar sobre como obter esses documentos, importância e peculiaridades. Acompanhe.

O que é inscrição municipal e inscrição estadual?

Será preciso se dirigir até a Prefeitura Municipal a fim de se cadastrar. Pois é lá que será fornecido o número de identificação municipal para poder obter o alvará de funcionamento da empresa.

Este nada mais é do que a permissão para que o seu negócio possa funcionar dentro da lei. A Inscrição Municipal é que vai identificar a empresa no Cadastro Tributário da cidade e tem ligação direta com o Imposto sobre Prestação de Serviços, mais conhecido como ISS. Essa identificação possibilitará a empresa na emissão de notas fiscais e é exigida para prestadores de serviços.

  Já a inscrição estadual nada mais é do que o registro da empresa que contribui com o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços) dentro do estado. É um imposto estadual, portanto é definido de acordo com cada estado mais o Distrito Federal. Logo, o ICMS possui valores diferentes, dependendo da região do Brasil.

Caso o seu negócio só tenha a inscrição municipal, não poderá emitir notas fiscais de venda de mercadorias. A inscrição estadual serve para registrar a sua empresa dentro do estado como contribuinte de ICMS, permitindo que você, MEI comerciante, possa realizar a circulação de mercadorias normalmente.

Esse número também ajuda você a comprar mais barato com o seu CNPJ MEI e vai permitir que consiga emitir nota fiscal de produtos. A inscrição estadual só será necessária se seu negócio envolver comércio, indústria e serviços e pagar ICMS. No entanto, existem alguns estados onde o MEI é isento dessa inscrição, como o Rio de Janeiro, Espírito Santo, Paraná, Rio Grande do Sul e Tocantins.

Como encontrar o número da Inscrição Municipal?

A Inscrição municipal aparece no alvará de funcionamento, emitido pela prefeitura da cidade onde sua empresa está localizada. Caso a fiscalização municipal passe, será neste documento que constarão a localização, o funcionamento e as atividades que você presta.

Como você pode observar, a Inscrição Municipal é o primeiro passo para a emissão das notas fiscais e  está relacionada a diversas etapas de abertura da empresa e também do seu funcionamento como um todo.

Além disso, a Inscrição Municipal é primordial para o enquadramento no Simples Nacional. A Receita Federal exige trinta dias, contados a partir da data da Inscrição Municipal, para realizar o pedido de enquadramento da nova organização no regime tributário do Simples Nacional.

É através do número da Inscrição Municipal, também, que você solicitará a liberação do alvará de funcionamento, vistoria, vigilância sanitária e corpo de bombeiros, se for o caso. 

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Documentos necessários para obter a Inscrição Municipal

As prefeituras solicitam o contrato social, o cartão CNPJ, além dos documentos (RG e CPF) e comprovantes de endereço dos sócios. Dependendo do tipo de atividade que a empresa vai desenvolver, podem ser exigidos alvará da vigilância sanitária e laudo de vistoria do corpo de bombeiros.

Mas, atenção, é importante verificar se a atividade que sua empresa vai desenvolver é permitida no local que foi escolhido. Pois há locais que são estritamente residenciais.

Outro cuidado que se deve ter antes de abrir seu negócio é prestar atenção às regras específicas para funcionamento de determinadas atividades que, por serem consideradas de risco ao meio ambiente, por exemplo, ficam restritas a uma determinada área do município. 

Por isso é importante uma consulta prévia e verificar se o local é o realmente apropriado para aquele ramo de negócio. Em caso de dúvida, consulte a Prefeitura Municipal e até mesmo solicite o auxílio de um contador para te ajudar nesta empreitada.

Microempreendedor precisa de Inscrição Municipal?

Sim, o Microempreendedor (MEI) necessita, pois é necessário fazer o registro na Prefeitura e requisitar a Inscrição Municipal. Para isso, será preciso levar o CCMEI (certificado da condição de microempreendedor individual), aberto no site do portal do empreendedor, e seus documentos pessoais, além de um comprovante de endereço igual ao do local onde o CNPJ foi aberto. 

Assim como os outros empreendedores, se o negócio envolver alimentação ou risco ambiental, como produtos químicos, por exemplo, você precisará de outras liberações importantes como vigilância sanitária e laudo técnico dos bombeiros.

Documentos necessários para obter a Inscrição Estadual

Para tirar a sua inscrição estadual, é necessário separar alguns documentos pessoais e da empresa. São eles:

  • RG e CPF;
  • Título de Eleitor;
  • Certificado de Condição de Microempreendedor Individual (CCMEI);
  • Alvará de Funcionamento;
  • Comprovante de endereço residencial e empresarial.

Após preencher todos os dados solicitados no site da SEFAZ do seu estado, basta aguardar a análise do órgão.

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EFD Contribuições: tudo sobre essa obrigação que vence HOJE (18)!! – Jornal Contábil

Dentre o grupo de Escriturações Fiscais Digitais, temos a EFD Contribuições, uma das ferramentas tecnológicas que o projeto implantou para informar aos contribuintes de suas obrigações fiscais. 

Possui como objetivo principal o registro e a transmissão das informações que possuem relação com as contribuições sociais.

Suas principais abrangências são o PIS (Programa de Integração Social), a COFINS (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social) e a CPRB (Contribuição Previdenciária sobre a Receita Bruta). 

A EFD Contribuições é responsável por transmitir de modo eficiente e seguro as informações para o órgão fiscalizador, a Receita Federal Brasileira (RFB), e irá contribuir com o processo de transparência e agilidade na fiscalização. 

Confira mais informações sobre essa obrigação a seguir.

O que é EFD Contribuições?

A EFD Contribuições, conforme mencionamos anteriormente, é um arquivo digital que faz parte do SPED Fiscal e deve ser entregue pelas pessoas jurídicas para escrituração da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins, nos regimes de apuração não-cumulativo e/ou cumulativo. 

Para isso, é necessário utilizar como base os documentos e operações representativos das receitas auferidas, custos, despesas, encargos e aquisições geradores de créditos da não cumulatividade.

Quem deve entregar a EFD-Contribuições?

A obrigatoriedade da entrega da EFD Contribuições, deve-se a empresas que se enquadram nos regimes de apuração cumulativo e não cumulativo, de acordo com a legislação,, e também as que são optantes pelo regime de apuração da CPRB.

Conforme determinação das Leis 10637/2002 e 10833/2003, as empresas que se enquadram no regime de apuração não cumulativa do PIS e da COFINS devem apresentar a declaração.

As empresas tributadas com base no lucro presumido, que realizarem a distribuição de lucros ou dividendos superiores ao valor da base de cálculo do Imposto de Renda, descontados todos os impostos e contribuições a que estejam sujeitas, sem a retenção do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte (IRRF).

Então, é necessário a análise do regime de apuração das contribuições sociais que a empresa se enquadra. Isso para que possa garantir a obrigatoriedade do envio da EFD Contribuições, minimizando as penalidades e multas que implicam na falta de entrega dessa declaração à Receita Federal.

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Quais os blocos que compõem a EFD Contribuições?

Na elaboração do EFD Contribuições são informadas todas as receitas financeiras, receitas operacionais e não operacionais, custos, despesas, encargos incorridos, aquisições geradoras de créditos aquelas passíveis do regime não cumulativo e os ajustes se assim previstos, como: devoluções e estornos de vendas, entre todas as informações pertencentes a apuração do PIS e COFINS mensal.

O contribuinte deverá gerar um arquivo digital de acordo com layout estabelecido, verificando qual a versão correspondente ao do mês de envio. Depois de verificado pelo contribuinte, o arquivo deve ser validado no PVA – Programa validador da EFD Contribuições, que já deverá possuir o JAVA instalado e atualizado na máquina de envio.

O arquivo digital do contribuinte deverá compor por alguns blocos para composição dos valores da apuração do PIS e COFINS:

  • Bloco 0 — Abertura, Identificação e Referências
  • Bloco A — Documentos Fiscais – Serviços (ISS)
  • Bloco C — Documentos Fiscais I – Mercadorias (ICMS/IPI)
  • Bloco D — Documentos Fiscais II – Serviços (ICMS)
  • Bloco F — Demais Documentos e Operações
  • Bloco I — Operações das Instituições Financeiras e Assemelhadas, Seguradoras, Entidades de Previdência Privada e Operadoras de Planos de Assistência à Saúde
  • Bloco M — Apuração da Contribuição e Crédito de PIS/PASEP e da COFINS
  • Bloco P — Apuração da Contribuição Previdenciária sobre a Receita Bruta
  • Bloco 1 — Complemento da Escrituração – Controle de Saldos de Créditos e de Retenções, Operações Extemporâneas e Outras Informações
  • Bloco 9 — Controle e Encerramento do Arquivo Digital

Assim, dentro do validador permite-se editar, escriturar, excluir e efetuar nova apuração. Atenção neste último, pois o PVA vai substituir os valores existentes no arquivo digital, incluindo novas informações, restaurando e fazendo a entrega.

Qual o prazo da EFD-Contribuições em 2025?

O prazo de entrega da EFD-Contribuições em 2025 tem determinação pela Receita Federal do Brasil. 

De acordo com a instrução e sua instrução, o prazo de entrega da EFD em 2025, qual seja o regime, é até 10º dia útil do 2º mês subsequente ao período de apuração, e deverá ocorrer mensalmente após a primeira entrega. 

Portanto, seu vencimento ocorre nesta terça-feira, dia 18 de março, com período de apuração relativo a janeiro de 2025.

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Código de Barras: Entenda, Escolha e Compre para Sua Empresa – Jornal Contábil

Você já se questionou por que cada produto que encontra no supermercado, na farmácia ou mesmo no e-commerce tem aquelas listras pretas e espaços brancos?

Ou se perguntou de que forma esse tal código de barras influencia na rotina de empresas, pequenos negócios e até no dia a dia do cliente final?

A verdade é que, por trás dessas linhas, existe um sistema de identificação que tornou tudo mais ágil e organizado.

Se antes era comum ver atendentes digitando manualmente as informações de cada produto, hoje, com um simples bip, o sistema capta o que precisa, sem chance de erro humano.,

1. O que é Código de Barras e Por que Ele é Essencial?

O código de barras é, basicamente, um padrão visual de listras e espaços que representam números ou letras. Quando o leitor (scanner) passa por essas barras, decodifica a informação e informa ao sistema de computador qual é o produto, o preço e quaisquer outros dados relevantes. É como um RG impresso na embalagem.

Mas por que ele é tão essencial?

  • Agilidade: elimina a digitação manual de dados, acelerando o atendimento no caixa ou a conferência de estoque.
  • Precisão: reduz erros, pois o leitor capta exatamente o que foi programado sem deixar espaço para confusões humanas.
  • Padronização: se o seu código de barras segue um padrão reconhecido mundialmente, qualquer leitor compatível decodifica as informações.

Hoje, quem não utiliza código de barras em processos de controle, logística ou vendas acaba perdendo tempo e dinheiro. A adoção dessa tecnologia é acessível até para micro e pequenas empresas, pois existem soluções sob medida.

2. Origens e Evolução: De uma Ideia Simples a um Sistema Universal

Para muita gente, o código de barras parece algo “antigo”, mas a ideia só ganhou força no varejo lá nos anos 70. Imagina o trabalho insano que era registrar tudo manualmente? As filas nos supermercados não andavam, e o risco de digitar preço ou descrição errado era enorme.

Quando as primeiras redes adotaram o código de barras, perceberam que a produtividade do caixa aumentou e as falhas despencaram. De lá pra cá, o sistema se aprimorou, surgiram formatos distintos e ferramentas de impressão cada vez mais baratas.

Hoje, até as lojas de bairro podem imprimir suas etiquetas sem a necessidade de uma grande estrutura.

A popularidade cresceu tanto que se tornou um idioma universal dos produtos. Códigos como o EAN-13 ou UPC-A (conhecidos agora como GTIN) são reconhecidos de ponta a ponta do planeta. Isso significa que, se você cadastrar o seu produto de forma correta, ele pode ser lido em qualquer lugar que aceite o padrão.

3. Principais Vantagens: Não é Só Coisa de Empresa Grande

Muitos donos de negócios se perguntam se vale mesmo a pena investir em códigos de barras. Eles acham que é exclusivo de grandes redes varejistas.

Mas a verdade é que, mesmo para quem tem um e-commerce iniciando ou uma lojinha de bairro, esse sistema pode ser uma virada de chave.

Confira algumas vantagens concretas:

  • Controle de estoque organizado: fica mais fácil saber a quantidade exata de cada item, evitando tanto falta quanto excesso de produtos.
  • Rapidez no atendimento: nada de digitar manualmente cada produto no caixa; a leitura é instantânea.
  • Profissionalismo: o consumidor percebe que seu negócio é mais confiável e estruturado.
  • Integração com marketplaces: muitos sites exigem código de barras para cadastrar produtos e facilitar o gerenciamento online.

E não precisa quebrar o cofrinho para começar. Hoje, já existem impressoras térmicas de entrada com bom custo-benefício, leitores acessíveis e, principalmente, fornecedores que emitem códigos válidos em poucos minutos.

4. Onde Comprar e Como Funciona?

Agora que você entendeu a utilidade, surge a dúvida: onde adquirir códigos oficiais, sem dores de cabeça e prontos para uso? Uma dica valiosa é a GS1 Brasil e sites terceirizados, que oferecem uma solução prática e confiável.

Quer saber como? Vamos explicar em alguns passos simples:

  • Acessar o site: lá, você vai encontrar os tipos de código de barras (EAN, UPC etc.) e escolher como comprar código de barras que se encaixa no seu perfil de produto.
  • Selecionar a quantidade: se você tem diversos itens no catálogo, é preciso comprar um código para cada variação (cor, modelo, tamanho, entre outros detalhes).
  • Cadastrar seus dados: preencha tudo de forma correta, pois essa informação será associada ao seu código de barras.
  • Pagamento seguro: a plataforma aceita diversos métodos de pagamento.
  • Receber o código: em poucos instantes, você recebe, por e-mail, o arquivo com o seu código e as orientações para integrá-lo ao seu sistema de estoque, e-commerce ou etiqueta.

Diferente de processos burocráticos em algumas organizações, na Códigos de Barras Brasil o caminho é simplificado e eficiente. Você não precisa ser um expert em tecnologia para conseguir seus códigos e começar a usar.

5. Formatos de Código de Barras: Entenda e Escolha o Mais Adequado

Nem todo código de barras é igual. Eles se dividem, basicamente, em dois grandes grupos: códigos lineares (1D) e códigos bidimensionais (2D).

Dentro disso, há variações importantes:

  • EAN-13 / GTIN-13: um dos mais usados no mundo para produtos de varejo.
  • UPC-A/GTIN: muito comum na América do Norte, com 12 dígitos.
  • Code 128: aceita mais caracteres, ideal para logística e identificação interna.
  • QR Code (2D): armazena maior volume de dados, até URLs ou mensagens completas.

Se a sua ideia é vender em supermercados ou grandes lojas, vale conferir se eles exigem o EAN-13. Se você quer apenas organizar o estoque interno, pode adotar o Code 128 ou outro padrão que o seu sistema aceite.

6. Passo a Passo para Começar: Da Compra à Impressão

Para quem está iniciando, dá aquele frio na barriga: “Comprei o código, e agora?”.

Não se preocupe, pois o processo é bem simples. Veja um roteiro básico para não se perder:

  • Adquira o Código: escolha a quantidade e o tipo que melhor se encaixa.
  • Validação e Recebimento: após pagamento, você recebe o(s) código(s) por e-mail.
  • Integre ao Sistema: cadastre o código de barras em seu ERP, plataforma de e-commerce ou software de controle de estoque.
  • Crie a Etiqueta: use um software de design de etiquetas de códigos de barras ou uma ferramenta do seu sistema.
    • Insira o número correspondente ao seu produto.
    • Ajuste o tamanho do código para que seja legível por qualquer leitor.
  • Impressão: escolha uma impressora adequada (pode ser térmica direta ou transferência térmica) e o material certo para o seu contexto (papel couchê, BOPP, etc.).
  • Aplicação no Produto: coloque a etiqueta em local visível, de preferência sem vincos.
  • Teste: faça leituras com diferentes leitores para garantir que tudo está funcionando.

Seguindo esse roteiro, a transição para o uso de código de barras se torna muito mais suave. Nada de complicar o que pode ser fácil.

  • Planeje: saiba quantos códigos você precisa, qual o padrão (EAN-13, UPC-A etc.) e onde os produtos serão vendidos.
  • Compre de fonte confiável: a Códigos de Barras Brasil é uma alternativa que entrega os códigos prontos, com a garantia necessária.
  • Ajuste ao seu sistema: integre ao ERP ou plataforma de e-commerce para evitar confusões na hora do checkout.
  • Teste sempre: depois de imprimir, passe o leitor em cada nova etiqueta. Erros podem custar vendas e frustrar o cliente.
  • Invista em bons materiais: etiquetas de papel couchê podem servir para ambientes internos, mas se o produto for congelado ou exposto à umidade, considere BOPP ou poliéster.
  • Treine sua equipe: explique a importância do código de barras para que todos manuseiem com cuidado e entendam os benefícios.

Com essas orientações, o código de barras passa a ser uma peça essencial na estrutura do seu negócio. Não fique preso na ideia de que isso é coisa de multinacional.

Qualquer empreendedor pode adotar essa solução e perceber os ganhos de eficiência e profissionalismo.

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Serasa: negocie suas dívidas com até 99% de desconto pelo telefone – Jornal Contábil

Milhões de brasileiros possuem estão com o nome sujo com nome sujo, segundo um levantamento realizado pelo Serasa no final de 2024 mais de 73 milhões de pessoas tinham dívidas.

O Serasa disponibilizou um número telefone para os contribuintes negociarem as suas dívidas, aproveitando todas as vantagens do Feirão Limpa Nome com os mesmos benefícios do atendimento presencial.

Portanto, os contribuintes podem aproveitar todas as vantagens do Feirão utilizando o novo número do Serasa. Sem sair de casa será possível se livrar das dívidas com até 99% de desconto.

Novo número para negociação

O telefone gratuito para a negociação de dívidas está disponível no seguinte número: 0800 591 5161 (Alô Serasa). O número para negociação de dívidas vai funcionar a partir desta terça-feira (18) até 22 de março de 2025, com atendimento das 8h até às 20h de sábado (22).

Os benefícios serão os seguintes (dependendo da dívida e de cada empresa): descontos de até 99%, parcelamentos e pagamentos via Pix para limpar o nome na mesma hora. O Alô Serasa visa ampliar o feirão.

As ofertas e condições de pagamento são disponibilizadas pelo Feirão Serasa Limpa Nome são oferecidas por 1.456 empresas, portanto, é interessante consultar as ofertas online, pelo telefone ou presencialmente.

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O Feirão Serasa Limpa Nome

A 33ª edição do Feirão Serasa Limpa Nome começou em fevereiro e vai até o dia 26 de março de 2025. Além do número que disponibilizamos acima, é possível participar por meio dos canais digitais da Serasa e de maneira presencial em mais de 10 mil Agências dos Correios em todos os estados brasileiros.

A negociação pode ser feita pelo site ou aplicativo do Serasa. Entre com seu CPF rapidamente e acesse todos os benefícios. Ter um nome limpo pode trazer muitas vantagens e transformar a sua realidade.

Aproveite essa oportunidade para negociar o que você está devendo e volte a ter crédito. Um nome limpo significa novas oportunidades e mudança na sua vida financeira, os descontos aliados ao parcelamento podem te ajudar.

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ECD e a ECF: você sabe a diferença entre as duas? – Jornal Contábil

Tanto a ECD como a ECF são obrigações acessórias de extrema importância e que demandam muito cuidado em seus preenchimentos, visto que suas informações são comparadas com outras obrigações acessórias. 

A atenção deve ser redobrada também para o cumprimento dos prazos previstos pela Receita Federal.

Embora as siglas sejam parecidas, ECD (Escrituração Contábil Digital) e ECF (Escrituração Contábil Fiscal) são duas coisas distintas, com finalidades específicas. Elas costumam gerar dúvidas em alguns gestores. Os detalhes de ambas costumam ser alterados anualmente e, por esse motivo, exigem atenção.

São fundamentais para que o empreendedor consiga entregar cada um dos documentos dentro do prazo e respeitando aquilo que a legislação exige.

No texto a seguir, vamos falar o que é e a função de cada uma. Acompanhe.

O que é ECD?

A Escrituração Contábil Digital ou ECD é parte integrante do Sistema Público de Escrituração Digital (SPED) e surgiu para substituir a escrituração que antes era realizada em papel. Para a versão digital, ela compreende a transmissão dos seguintes livros:

  • Livro Diário e seus auxiliares se possuir;
  • Livro Razão e seus auxiliares se possuir ;
  • Livro Balancetes, Diários, Balanços e fichas de lançamento comprobatórias dos assentamentos neles transcritos.

Sendo assim, nem todas as empresas estão obrigadas a entregar esse documento. Algumas sociedades empresariais, microempresas e empresas de pequeno porte optantes pelo Simples Nacional estão dispensadas dessa obrigação.

O prazo para a entrega da Escrituração Contábil Digital (ECD) este ano é até o dia 30 de junho.

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O que é ECF?

Já a Escrituração Contábil Fiscal ou ECF é uma obrigação auxiliar que tem por objetivo interligar os dados contábeis e fiscais que se referem à apuração do Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido (CSLL) agilizando o processo de acesso do Fisco, tornando mais eficiente o processo de fiscalização através do cruzamento de dados digital.

Estão obrigadas a entregar a ECF todas as pessoas jurídicas que atuam no Brasil, incluindo as empresas imunes e isentas. Porém, pessoas jurídicas optantes pelo Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições das quais micro e empresas de pequeno porte enquadradas (Simples Nacional) estão isentas.

O prazo final para a entrega da ECF este ano é até o último dia útil do mês de julho, que neste ano é dia 31.

Conclusão

A ECD foi instituída para fins fiscais e previdenciários, enquanto a ECF é destinada a obter informações relativas a todas as operações que possam influenciar a composição e o valor devido da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) e do Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ).

Faz parte do envio digital da ECD os livros: Diário, Razão e Balancetes Diários, Balanços e Fichas de Lançamento. Já para pessoas jurídicas tributadas pelo Lucro Real, torna-se obrigatória também a escrituração digital do Livro de Apuração do Lucro Real .

Enquanto a ECD disponibiliza informações para fins contábeis, a ECF otimiza a eficiência da fiscalização dos dados enviados pelas empresas.

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Milhões terão acesso a crédito no cartão Caixa Tem; como entrar na “fila” – Jornal Contábil

O Cartão Caixa Tem surgiu como uma ótima opção para quem busca uma forma simples de acesso ao crédito no Brasil. Desenvolvido pela Caixa Econômica Federal, ele tem como objetivo ajudar milhões de brasileiros a ampliar suas possibilidades financeiras de forma mais acessível.

E o melhor: com um limite inicial de R$ 800, o cartão está disponível para qualquer pessoa que tenha CPF. Mas será que você também pode obter esse benefício? Vamos te contar como entrar na “fila” e aproveitar essa oportunidade.

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Como Funciona o Cartão Caixa Tem?

O Cartão Caixa Tem é um produto financeiro fácil de usar, pois sua gestão é feita totalmente por meio de um aplicativo. Isso significa que você pode acompanhar seus gastos, realizar transferências e pagamentos, além de ter o controle da sua vida financeira na palma da mão. O processo de solicitação é totalmente digital, o que torna tudo ainda mais simples.

Como Solicitar o Cartão Caixa Tem?

Se você tem interesse em solicitar o seu Cartão Caixa Tem, o primeiro passo é garantir que suas informações no sistema da Caixa estão atualizadas. Isso inclui dados pessoais como nome, endereço e dados bancários. Esse cuidado ajuda a evitar problemas durante a solicitação.

Depois de atualizar suas informações, basta acessar a seção do Cartão Caixa Tem no aplicativo e seguir as orientações fornecidas. O sistema da Caixa fará uma análise do seu perfil para determinar se você está apto a obter o crédito, e também definirá o limite do cartão.

Veja mais:

Quais Documentos São Necessários?

A solicitação do cartão é bastante simples, mas é necessário fornecer alguns documentos para concluir o processo. Entre eles estão:

  • Documento de identidade válido (como RG ou CNH);
  • CPF;
  • Comprovante de residência recente (como uma conta de luz ou água).

Após a aprovação do pedido, o cartão virtual fica disponível imediatamente para você usar em compras online. O cartão físico será enviado para o endereço cadastrado em até alguns dias.

Benefícios do Cartão Caixa Tem

O Cartão Caixa Tem oferece muitos benefícios que facilitam o dia a dia. Ele é uma excelente alternativa para quem busca gestão digital das finanças, e ainda ajuda quem encontra dificuldades com as opções de crédito tradicionais. Alguns dos principais benefícios incluem:

  • Gestão digital: O aplicativo facilita o acompanhamento de despesas e a realização de pagamentos;
  • Facilidade de uso: Você pode fazer saques em caixas eletrônicos e transferências entre contas;
  • Segurança: Utiliza tecnologia avançada para proteger seus dados e transações financeiras;
  • Acesso ao crédito: Para aqueles que não têm acesso fácil a outras linhas de crédito, o Cartão Caixa Tem é uma excelente alternativa.

Quem Pode Se Beneficiar do Cartão Caixa Tem?

O Cartão Caixa Tem pode ser uma ótima ferramenta para vários perfis de usuários, especialmente para quem busca segurança e simples formas de transações financeiras. Além disso, ele é um grande aliado no controle financeiro pessoal e familiar, ajudando a melhorar a organização do orçamento, principalmente para quem busca mais acessibilidade no dia a dia financeiro.

Como Ficar na “Fila” para o Cartão Caixa Tem?

Agora, a grande questão é como garantir seu lugar na fila para solicitar o Cartão Caixa Tem. A boa notícia é que o processo é simples e totalmente digital. Tudo que você precisa fazer é ter o aplicativo da Caixa Econômica Federal, manter suas informações em dia e acessar a seção do Cartão Caixa Tem para dar início à solicitação.

Onde Obter Mais Informações sobre o Cartão Caixa Tem?

Se você ainda tem dúvidas ou quer saber mais detalhes sobre o Cartão Caixa Tem, pode acessar os canais oficiais da Caixa Econômica Federal. No site oficial da Caixa, no aplicativo móvel ou através da central de atendimento nos números:

  • 4004 0104 (para capitais e regiões metropolitanas)
  • 0800 104 0104 (para outras regiões)

Esses canais podem fornecer todas as informações necessárias para tirar qualquer dúvida e garantir que você aproveite ao máximo as vantagens do Cartão Caixa Tem.

Com o Cartão Caixa Tem, milhões de brasileiros terão acesso a uma forma mais simples e segura de controlar suas finanças. Se você está em busca de mais crédito e facilidade nas suas transações, este pode ser o momento perfeito para garantir o seu. Mas lembre-se de atualizar seus dados, seguir o passo a passo no aplicativo e, principalmente, estar atento às novas oportunidades que surgem para o seu futuro financeiro.

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Mora sozinho? Veja qual é o novo benefício no Caixa Tem – Jornal Contábil

Você mora sozinho? Se sim, é possível que você se enquadre em um grupo que recentemente ganhou mais suporte financeiro do governo. Sabemos que a vida solo pode ter seus desafios, especialmente quando se trata de finanças, mas uma boa notícia chegou para quem se encontra nessa situação: o Caixa Tem, o aplicativo já popular entre os brasileiros, agora oferece um benefício adicional para quem vive sozinho e faz parte do Cadastro Único (CadÚnico). Vamos entender como isso pode ajudar no seu dia a dia.

Antes de falar sobre o benefício, é importante entender o que é o CadÚnico, já que ele é a chave para o acesso a muitos dos programas sociais que agora incluem o auxílio para quem mora sozinho. O CadÚnico é um sistema criado pelo governo brasileiro para coletar dados socioeconômicos de famílias e indivíduos, com o objetivo de direcionar políticas públicas e recursos para quem mais precisa. Então, se você mora sozinho e está com dificuldades financeiras, esse cadastro pode ser seu primeiro passo para acessar benefícios que fazem toda a diferença.

Para se inscrever no CadÚnico, é necessário ir até um Centro de Referência de Assistência Social (CRAS), apresentar documentos pessoais como RG e CPF e preencher um questionário socioeconômico. A ideia aqui é garantir que as informações sejam completas e precisas, para que os benefícios cheguem a quem realmente precisa.

Benefícios para Quem Mora Sozinho

Quando você se inscreve no CadÚnico, não é só um número de cadastro que você recebe – você também passa a ter acesso a uma série de benefícios que podem aliviar muito o seu bolso. Esses benefícios vão desde auxílios financeiros até descontos em serviços essenciais. Aqui estão alguns dos mais relevantes para quem mora sozinho:

  1. Bolsa Família: Este é um auxílio financeiro destinado a famílias em situação de vulnerabilidade econômica.
  2. Benefício de Prestação Continuada (BPC): Oferecido a idosos e pessoas com deficiência que não conseguem se sustentar.
  3. Tarifa Social de Energia Elétrica: Um desconto na conta de luz para famílias de baixa renda.
  4. Minha Casa Minha Vida: Facilitação do acesso à moradia própria, uma excelente opção para quem busca segurança e estabilidade.
  5. Isenção de Taxas em Concursos Públicos: Benefício para quem busca ingresso em concursos e não pode arcar com as taxas.

Com esses benefícios, a ideia é reduzir a vulnerabilidade de quem vive sozinho e garantir uma vida mais digna e acessível. Porém, não é só isso! O CadÚnico também pode abrir portas para programas de capacitação profissional, cursos gratuitos e até oportunidades de emprego. Ou seja, ele não é apenas um apoio financeiro, mas uma ferramenta para promover a inclusão social e a independência financeira.

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Como o Caixa Tem Benefício quem Mora Sozinho?

Com a implementação dos novos programas e benefícios, o Caixa Tem se tornou um facilitador ainda mais importante para quem mora sozinho. Através do aplicativo, os beneficiários podem gerenciar esses auxílios, fazer transferências e até realizar pagamentos de forma prática, sem sair de casa.

Então, se você já tem conta no Caixa Tem e se cadastrou no CadÚnico, já pode começar a consultar se você tem direito aos novos benefícios. O aplicativo também permite que você gerencie seu saldo, verifique os pagamentos que foram feitos e acompanhe a utilização do benefício.

Como Se Inscrever no CadÚnico?

A inscrição no CadÚnico é simples, mas exige alguns passos. Primeiro, você deve agendar uma visita ao CRAS, levando documentos como CPF, RG e comprovante de residência. Durante a visita, você vai responder a algumas perguntas sobre a sua situação de vida, e, se aprovado, receberá o Número de Identificação Social (NIS). Com esse número, você poderá acessar uma série de benefícios sociais que podem fazer a diferença na sua rotina.

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Benefícios que Vão Além da Ajuda Financeira

Além do suporte direto em termos de auxílio financeiro, o CadÚnico e o Caixa Tem também oferecem uma rede de segurança social. Isso significa que, além de receber ajuda no mês a mês, você pode ser incluído em programas de qualificação profissional, o que pode aumentar suas chances de conseguir um emprego ou até abrir um novo negócio. É uma verdadeira porta para a autonomia e estabilidade.

Morar sozinho pode ser desafiador, mas com a ajuda dos benefícios oferecidos pelo CadÚnico e a praticidade do Caixa Tem, você pode ter um apoio importante no seu dia a dia. Aumentar a sua qualidade de vida, ter acesso a serviços essenciais e até mesmo investir em sua formação profissional nunca foi tão fácil. Então, não perca tempo e aproveite os benefícios disponíveis – eles estão aí para garantir mais dignidade e segurança para quem precisa.

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