Agenda tributária de abril disponível! Confira as obrigações deste mês!! – Jornal Contábil

A Receita Federal já divulgou o calendário de obrigações acessórias e contábeis do mês de abril para que as pessoas físicas e jurídicas consigam se organizar para acertar as contas com o Fisco. Muita atenção para não perder prazos.

A agenda tributária, divulgada pela Receita Federal, inclui os envios do mês, as datas de vencimento e o período de apuração correspondente àquela obrigação.

Pessoas físicas e jurídicas devem cumprir suas obrigações, que podem ser mensais, anuais ou trimestrais. Para ajudar o contribuinte a se orientar existe a agenda tributária, hoje apresentaremos as obrigações de abril de 2025.

Confira e não deixe de honrar com as obrigações contábeis!

Leia também:

Agenda Tributária mês de abril pessoas jurídicas

Data de Apresentação Declarações, Demonstrativos e Documentos de Interesse Principal das Pessoas Jurídicas Período de Apuração
10 Envio, pelo Município, da relação de todos os alvarás para construção civil e documentos de habite-se concedidos. 1º a 31/março/2025
14 EFD – Contribuições – Escrituração Fiscal Digital das Contribuições incidentes sobre a Receita Fevereiro/2025
15 EFD-Reinf – Escrituração Fiscal Digital de Retenções e Outras Informações Fiscais  Março/2025
20 Dirbi – Declaração de Incentivos, Renúncias, Benefícios e Imunidades de Natureza Tributária Fevereiro/2025
22 PGDAS-D – Programa Gerador do Documento de Arrecadação do Simples Nacional Março/2025
30 DCTFWeb – Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais  Março/2025
30 DME – Declaração de Operações Liquidadas com Moeda em Espécie Março/2025
30 DOI – Declaração sobre Operações Imobiliárias Março/2025

Agenda Tributária mês de abril pessoas físicas

Data de Apresentação Declarações, Demonstrativos e Documentos de Interesse Principal das Pessoas Físicas Período de Apuração
30 DME – Declaração de Operações Liquidadas com Moeda em espécie Março/2025
30 DOI – Declaração sobre Operações Imobiliárias Março/2025

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MEI: veja como elevar em 15% o valor da sua aposentadoria!! – Jornal Contábil

A hora de se aposentar chega para todos, mas esse momento traz insegurança e dúvidas. A boa notícia é que o microempreendedor individual (MEI) também tem direito aos benefícios do INSS, como a aposentadoria. Para isso, basta realizar o pagamento do DAS MEI (Documento de Arrecadação do Simples). 

Além da aposentadoria, tem direito a pensão por morte, salário maternidade, auxílio-reclusão, entre outros.

Dessa forma a aposentadoria do MEI possui os mesmos requisitos da aposentadoria de qualquer trabalhador, com alguns detalhes. A idade mínima exigida por lei é de 62 anos para mulheres e de 65 anos para homens.

Além da idade mínima, é preciso ter 180 meses de contribuição, equivalente a 15 anos. Se o MEI desejar se aposentar antes, por tempo de serviço, ele pode complementar sua contribuição em 15%.

Quer entender melhor? Acompanhe!

O que é ser um Microempreendedor Individual?

MEI é a sigla para Microempreendedor Individual. Sua criação ocorreu em em 2009 com o objetivo de tirar da informalidade profissionais autônomos e pequenos empreendedores no Brasil.

Como o seu objetivo é estimular a formalização dessas pessoas, é natural que a simplicidade seja uma de suas principais características, ou seja, para ser MEI você não precisa cumprir muitas etapas e nem fazer investimentos.

Quando um empreendedor se cadastra como MEI, ele passa a ter uma empresa formalizada, ou seja, tem um CNPJ e pode emitir notas fiscais, além de poder usufruir de alguns benefícios previdenciários como a aposentadoria.

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Como funciona a contribuição do MEI?

A contribuição do MEI se calcula com base em 5% do salário mínimo vigente, o que faz com que ao se aposentar o MEI receba somente um salário mínimo.

Todavia, o MEI pode complementar com 15% a quantia a ser paga pelo INSS. Com isso o MEI consegue se aposentar com um valor maior que um salário mínimo.

Dessa forma, o pagamento complementar deve ser feito através da Guia da Previdência Social (GPS), ou seja, além de pagar a DAS o MEI deve emitir a GPS, a qual pode ser preenchida pela internet ou pode ser encontrada em papelarias.

Todavia, para isso, basta emitir a guia GPS e inserir o código 1910, que é referente a complementação mensal do MEI, e inserir o valor do recolhimento.

Como emitir DAS MEI

Para fazer a emissão de boleto DAS MEI, siga o passo a passo:

  • Acesse o Portal do Empreendedor e informe o seu CNPJ. Logo, você terá disponíveis os boletos do ano;
  • Escolha a opção Serviços em “Já sou microempreendedor individual”, que dá acesso a pagamentos, declarações e outras funcionalidades para quem é MEI;
  • Avance para o menu de Serviços;
  • Clique em “Pague sua contribuição mensal”
  • Escolha a forma de pagamento: débito automático, pagamento on-line, parcelamento, restituição ou boleto, como estamos mostrando neste exemplo;
  • Informe os dados solicitados: CNPJ e os caracteres que garantem a segurança da operação;
  • Gere o boleto;
  • Pronto, agora é só gerar o boleto DAS MEI para fazer o pagamento da contribuição mensal.

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Reforma Tributária: o que muda nos impostos dos imóveis – Jornal Contábil

A Reforma Tributária de 2025 está causando grande repercussão, especialmente no setor imobiliário, com a introdução de mudanças significativas nos impostos sobre imóveis. O objetivo é simplificar a tributação e aumentar a eficiência na arrecadação, mas, claro, as novidades trazem desafios para os profissionais da área, que precisarão se adaptar a um novo cenário. Vamos entender, de maneira simplificada, o que muda nos impostos dos imóveis e como isso pode impactar tanto os proprietários quanto as empresas do setor.

A principal mudança trazida pela Reforma Tributária envolve a introdução do IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e da CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços), que substituirão diversos impostos e afetarão diretamente as operações imobiliárias. O Art. 4º da LC n.º 214/2025 estabelece que o IBS e a CBS incidem sobre operações onerosas com bens ou serviços, incluindo compra e venda, locação, licenciamento, cessão de direitos e outras operações de transferência.

Isso significa que todas as operações imobiliárias — como compra, venda, locação e arrendamento — estarão sujeitas a essa nova tributação. Mas, o impacto não será o mesmo para todos. O imposto dependerá de diversos fatores, como a localização do imóvel, o valor da operação e até mesmo o tipo de atividade desenvolvida.

O Que Muda nas Alíquotas de Impostos sobre Imóveis?

A alíquota do IBS para as operações imobiliárias será calculada pela soma das alíquotas do Estado e Município de destino da operação, conforme o Art. 15 da LC n.º 214/2025. Isso pode resultar em um aumento considerável, especialmente em casos de locações. Mas, para atenuar o impacto, o governo criou um redutor social para algumas operações, como a locação de imóveis residenciais.

Por exemplo, no caso de locações de imóveis, a alíquota do IBS e da CBS será reduzida em 70%, conforme o Art. 261 da Lei Complementar. Isso significa que, embora o imposto ainda se aplique a essas operações, ele será consideravelmente menor, o que ajuda a aliviar o peso da tributação para os locatários e arrendadores.

Mas, vale destacar que a mudança também afetará diretamente a precificação dos imóveis, já que a base de cálculo para a tributação será o valor da operação. Por isso, os profissionais do setor imobiliário precisarão se adaptar, reajustando os preços e estratégias de venda ou locação para se adequar às novas exigências tributárias.

No caso de pessoas físicas, a reforma prevê que aqueles que realizarem operações imobiliárias, como locação, cessão onerosa ou alienação de imóveis, estarão sujeitos ao regime regular do IBS e da CBS, desde que ultrapassem os R$ 240.000,00 em receita anual ou realizem transações com mais de 3 imóveis distintos. Esse novo critério visa garantir que as pessoas que realizam operações em larga escala sejam tributadas adequadamente.

Mas, não se preocupe: as pessoas físicas que operam com menos imóveis e não ultrapassam o limite de receita anual não precisarão se submeter ao regime regular. Para essas pessoas, o imposto continuará sendo aplicado de forma mais simples.

Por outro lado, pessoas jurídicas que atuam no setor imobiliário terão que se adaptar à nova estrutura tributária, especialmente no que diz respeito à alienação e arrendamento de bens imóveis. A reforma também prevê um tratamento especial para imóveis residenciais novos, que podem se beneficiar de um redutor social no valor do IBS e da CBS, de até R$ 100.000,00 por unidade, o que pode gerar um alívio tributário considerável para quem está envolvido na venda de imóveis novos.

O Que São as Exceções e Benefícios Fiscais?

Embora a Reforma Tributária tenha provocado muitas mudanças, existem algumas exceções e benefícios fiscais para garantir que o impacto não seja tão grande, principalmente para aqueles que atuam em áreas de recuperação urbana, histórica ou ambiental. O Art. 259 da Lei Complementar prevê um redutor social para algumas operações imobiliárias, como a venda de imóveis residenciais novos e lotes, com deduções que podem chegar até R$ 100.000,00 por bem imóvel.

Veja mais:

Além disso, operações de locação por curta duração (como no caso de plataformas de aluguel de temporada, como o Airbnb) também estarão sujeitas à tributação especial, com alíquotas reduzidas. Mas, esses imóveis serão tratados de forma similar aos serviços de hotelaria, com as mesmas regras tributárias aplicadas ao setor.

O Cadastro Imobiliário Brasileiro (CIB)

A reforma também trouxe a obrigatoriedade do Cadastro Imobiliário Brasileiro (CIB) para todos os imóveis urbanos, não apenas para os rurais. Isso é um grande passo para centralizar informações sobre propriedades no país, mas também traz mais burocracia para os proprietários de imóveis urbanos, que agora precisarão regularizar a situação de seus bens no cadastro nacional.

Em resumo, a Reforma Tributária trouxe mudanças significativas para as operações imobiliárias no Brasil. Mas, embora as alíquotas de IBS e CBS possam resultar em um aumento na tributação para muitas operações, as reduções previstas para locação, cessão onerosa e arrendamento podem ajudar a suavizar o impacto.

O setor imobiliário agora terá que se adaptar às novas regras de precificação, cadastro e tributação para continuar competitivo. Mas, no final, a reforma visa trazer mais simplificação e uniformidade para o sistema tributário brasileiro, o que pode resultar em um ambiente de negócios mais transparente e eficiente no futuro. Portanto, ficar atento às mudanças e se adaptar a elas será fundamental para garantir o sucesso no mercado imobiliário nos próximos anos.

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Brasileiros no exterior devem ficar atentos à declaração de Imposto de Renda em 2025 – Jornal Contábil

Contribuintes brasileiros que moram no exterior ou que movimentaram dinheiro fora do Brasil precisam redobrar a atenção ao prazo da Declaração de Imposto de Renda Pessoa Física (DIRPF). Muitos acreditam que, por estarem fora do país, podem estar desobrigados, mas esse não é o caso. A não declaração pode resultar em pesadas multas, além de outras penalidades.
 

Em 2025, as mudanças na legislação brasileira se intensificaram para aqueles que possuem rendimentos ou investimentos fora do Brasil. A Lei 14.754, de 13 de dezembro de 2023, impõe a obrigatoriedade de declarar rendimentos provenientes de aplicações financeiras no exterior ou lucros e dividendos de empresas estrangeiras. Esses rendimentos, além de precisarem ser informados, também serão tributados à alíquota exclusiva de 15%.
 

“Com a intensificação das normas fiscais e o aperto na fiscalização, especialmente com acordos internacionais, como o FATCA e o CRS, a Receita Federal está mais atenta a movimentações financeiras no exterior. Portanto, quem não declarar corretamente seus rendimentos pode ser alvo de penalidades graves”, explica Richard Domingos, diretor executivo da Confirp Contabilidade.
 

A criação de uma nova ficha de apuração do Imposto de Renda sobre aplicações financeiras e lucros no exterior também foi uma das principais modificações. A declaração será pré-preenchida com informações sobre contas bancárias no exterior, mas a responsabilidade pela correção dos dados será do próprio contribuinte.
 

A responsabilidade é do contribuinte

Embora o sistema de declaração pré-preenchida possa facilitar o processo, é fundamental que os contribuintes revisem cuidadosamente as informações, uma vez que a Receita Federal pode cruzar dados com autoridades fiscais de outros países. “O contribuinte precisa verificar e corrigir as informações fornecidas, pois a Receita Federal utiliza essas informações para auditar e garantir a veracidade das declarações”, alerta Richard Domingos.
 

Além disso, uma das novidades deste ano é a possibilidade de incluir rendimentos e impostos pagos sobre bens e direitos no exterior, algo que anteriormente não era permitido. Com isso, o preenchimento da declaração exige atenção para evitar erros que possam resultar em problemas futuros.
 

A complexidade das obrigações fiscais internacionais

Os brasileiros que moram em outros países também devem ficar atentos, pois precisam se adequar ao envio de declarações nesses locais, caso seja necessário. Em países como os Estados Unidos, as obrigações fiscais aumentam ainda mais. Fernanda Spanner, especialista da Spanner Consulting, ressalta que brasileiros residentes nos EUA devem ficar atentos às suas declarações tanto nos Estados Unidos quanto no Brasil.
 

Nos Estados Unidos, a tributação é mundial. Ou seja, os rendimentos obtidos no Brasil ou em qualquer outro país também devem ser declarados ao IRS (Internal Revenue Service). “Se um brasileiro mora nos EUA, ele precisa declarar sua renda mundial, incluindo rendimentos do Brasil e de outros países, não apenas os gerados dentro dos EUA”, explica Fernanda.
 

Ela ainda lembra que a não conformidade com as regras fiscais pode resultar em sanções severas, como multas, juros e até o bloqueio de contas bancárias. Em casos extremos, problemas com a imigração, como a renovação de vistos ou pedidos de Green Card, podem ser comprometidos.
 

“Quando o contribuinte brasileiro no exterior não cumpre suas obrigações fiscais, as consequências podem ser graves. O IRS pode não apenas cobrar impostos e aplicar multas, mas também complicar a situação imigratória, o que pode afetar a permanência do cidadão no país”, afirma Fernanda.
 

No caso dos Estados Unidos, por exemplo, o prazo para a entrega da declaração de imposto de renda é até 15 de abril. “Quem reside nos EUA precisa entender que o IRS exige a declaração de todos os rendimentos recebidos, independentemente de onde tenham sido gerados. Isso inclui rendimentos provenientes do Brasil ou de outros países”, alerta Fernanda Spanner.
 

Em alguns casos, o contribuinte poderá se beneficiar de acordos de dupla tributação entre o Brasil e o país em que reside, o que pode evitar a tributação duplicada. Porém, para usufruir desse benefício, é fundamental que a declaração seja feita corretamente nos dois países.
 

A fiscalização internacional e os riscos de omissão

A Receita Federal tem intensificado seus esforços de fiscalização, especialmente através de acordos internacionais, como o FATCA (Foreign Account Tax Compliance Act), uma legislação dos Estados Unidos que visa combater a evasão fiscal, e o CRS (Common Reporting Standard), um sistema global que inclui mais de 100 países. Esses acordos possibilitam o compartilhamento de informações financeiras entre as autoridades fiscais de diferentes países, tornando a omissão de rendimentos cada vez mais arriscada.
 

“Com o fechamento do cerco fiscal, é fundamental que os contribuintes brasileiros no exterior regularizem sua situação fiscal para evitar riscos legais e financeiros. O cruzamento de informações com outros países torna mais fácil para a Receita Federal identificar inconsistências e omissões nas declarações”, finaliza Richard Domingos.

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Imposto de Renda: o Site da Receita Federal está fora do ar? – Jornal Contábil

Esta terça-feira (01) deveria ser um dia onde a declaração pré-preenchida completa, o aplicativo do Imposto de Renda e o envio pelo Portal e-CAC estariam liberados, porém, tem sido uma data marcada por instabilidades.

Tanto o site quanto o aplicativo da Receita Federal passaram por diversos problemas, milhões de brasileiros reclamaram por conta das dificuldades em acessar as plataformas para envio do IR.

Quem esperava um dia mais tranquilo e repleto de facilidades para transmissão da sua declaração, acabou se deparando com diversos problemas. As 9:00 de hoje todas as funcionalidades do Imposto de Renda deveriam estar liberadas, mas não foi o que aconteceu.

O dia 1ª de abril de 2025 para o IR

O envio do Imposto de Renda começou no dia 17 de março de 2025, porém, até o dia 31/03/2025, apenas a transmissão pelo Programa Gerador de Declaração (PGD) estava disponível.

Além disso, a declaração pré-preenchida estava liberada apenas parcialmente, portanto, hoje, dia 1º de abril, a pré-preenchida completa, o aplicativo e o envio pelo site (e-CAC) deveriam estar liberados desde cedo.

As novas informações que chegariam na pré-preenchida seriam as seguintes:

  • saldos bancários; 
  • investimentos;
  • imóveis adquiridos;
  • doações realizadas no ano-base;
  • informações sobre criptoativos; 
  • contas bancárias e ativos no exterior;
  • informações de previdência.

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O site da Receita Federal está fora do ar?

Desde o início do dia tanto o site quanto o aplicativo para acessar o “Meu Imposto de Renda” passaram por diversos problemas, com isso, diversas reclamações foram publicadas nas redes sociais.

Mais cedo a Receita Federal apenas afirmou que a aplicação “Meu Imposto de Renda” no portal e-CAC apresenta “instabilidade técnica”. Isso deve ter acontecido por conta do grande número de acessos simultâneos.

Com isso, grande parte do site ficou fora do ar. Porém, no final da tarde desta terça-feira alguns contribuintes já conseguem acessar o Portal e-CAC (mesmo com o site apresentando uma certa lentidão), mas é preciso entender que instabilidades podem acontecer novamente em horários de pico.

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Moeda de R$ 1 é procurada por R$ 1,2 mil; você tem? – Jornal Contábil

Se você tem um bom hábito de guardar moedas antigas, talvez seja hora de dar uma olhada mais de perto em algumas peças que você tem guardadas na gaveta. Uma moeda de R$ 1, aparentemente comum, pode se tornar um verdadeiro tesouro. Mas, o que torna uma moeda de R$ 1 tão especial, e por que ela pode valer até R$ 1.200?

A resposta está nos erros de cunhagem e nas edições especiais. Neste artigo, vamos entender como isso acontece e o que você precisa saber se encontrar uma dessas moedas.

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O que Torna uma Moeda de R$ 1 Valiosa?

Quando falamos de moedas raras, não estamos falando apenas de peças antigas ou de edição limitada. Mas, sim de erros de fabricação, que são bastante valorizados no mercado de colecionadores. Um exemplo clássico disso é a moeda de R$ 1 de 1998, que, se tiver um erro de cunhagem conhecido como “reverso invertido”, pode ser vendida por até R$ 1.200.

Mas o que é exatamente o reverso invertido? Esse defeito acontece quando a parte de trás da moeda, conhecida como “cara”, está de cabeça para baixo em relação à frente, onde o valor da moeda é impresso. Para quem não está familiarizado, isso significa que a imagem do reverso (o lado oposto ao valor) foi impresso de forma errada, o que torna a moeda extremamente rara e valiosa.

Outros Erros de Cunhagem Que Valem Dinheiro

Se você achou que o reverso invertido era a única falha interessante, está na hora de expandir seus conhecimentos sobre erros de cunhagem, pois há diversos outros defeitos que também são altamente valorizados. Vejamos alguns deles:

  1. Moeda Vazada: Quando o material do núcleo da moeda extravasa, dificultando a impressão das datas. Isso é raro, mas pode render um bom dinheiro.
  2. Cunho Deslocado: Esse erro ocorre quando a impressão não fica centrada, criando um efeito visual peculiar conhecido como “boné”. Moedas com esse defeito podem alcançar valores consideráveis dependendo da data.
  3. Moeda Bifacial: Aqui, os dois lados da moeda são idênticos, o que faz dela uma verdadeira raridade para os colecionadores.

Esses erros geralmente são encontrados em moedas produzidas entre 2002 e 2008. O valor dessas peças pode variar de R$ 100 (para moedas de 2008) a R$ 450 (para as de 2005), mas, claro, o estado de conservação da moeda é crucial para determinar o seu valor.

Veja mais:

Moedas Comemorativas: Outro Caminho para a Valorização

Mas não são só os erros de fabricação que tornam uma moeda valiosa. As moedas comemorativas, como as que celebram marcos históricos, também têm grande apelo no mercado de colecionadores. Exemplos disso incluem a moeda liberada em 1998, que celebra os 50 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, e outras edições comemorativas, como as que marcam o aniversário do Plano Real ou do Banco Central.

Mas, será que todas as moedas comemorativas são valiosas? Nem todas. O valor dessas moedas vai depender de fatores como a tiragem, o estado de conservação e, claro, a demanda. Por exemplo, as moedas que têm um número limitado de unidades e estão em bom estado de conservação são mais procuradas, principalmente por colecionadores que buscam peças raras para agregar às suas coleções.

Como Determinar o Valor de Uma Moeda Rara?

Mas e agora? Como saber se você possui uma moeda que vale muito? A primeira dica é ficar atento aos erros de cunhagem e às edições comemorativas, como mencionamos acima. Mas, além disso, o estado de conservação é um dos fatores mais importantes para determinar o valor de uma moeda.

Quanto mais bem conservada ela estiver, mais cara ela será. Uma moeda com pouco desgaste e sem marcas visíveis tende a valer mais do que uma moeda danificada ou com riscos.

Outro ponto importante é a procura do mercado. Algumas moedas podem ser extremamente raras, mas se a demanda por elas não for alta, seu preço será impactado. Mas, se você tiver uma moeda que realmente se encaixa nos critérios de raridade e alta demanda, você pode esperar um bom valor na hora da venda.

O Que Fazer se Você Encontrar uma Moeda Valiosa?

Se você encontrou uma moeda rara ou acredita que tem uma moeda que pode ser valiosa, o próximo passo é procurar orientação. Mas, onde você pode vender sua moeda? Casas de leilão e antiquários especializados são lugares ideais para quem deseja vender ou avaliar o valor de uma moeda. Se preferir, também pode procurar plataformas online que ofereçam a venda de moedas raras.

Mas lembre-se, antes de vender sua moeda, é importante obter uma avaliação profissional. Isso ajudará a garantir que você não venda sua preciosidade por um valor abaixo do mercado. Consultar especialistas também pode garantir que você está vendendo para compradores sérios e não sendo enganado.

Se você é um colecionador de moedas ou simplesmente guarda algumas peças antigas, fique atento, pois pode ter uma verdadeira fortuna ao seu alcance. Erros de cunhagem e moedas comemorativas têm grande potencial de valorização, mas o estado de conservação e a demanda de mercado também desempenham papéis cruciais nesse processo. Então, antes de gastar ou vender suas moedas, invista um tempo na avaliação e pesquisa sobre elas. Afinal, quem sabe você tem uma moeda R$ 1 que vale mais do que imagina

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Se aposentar em 2025 é uma tarefa mais difícil? Veja o que aconteceu! – Jornal Contábil

Se você está planejando dar entrada na sua aposentadoria em 2025, é fundamental estar por dentro das novas exigências do INSS. 

As mudanças fazem parte das regras de transição introduzidas pela Reforma da Previdência de 2019, que afetam as modalidades de aposentadoria por pontos, idade mínima e tempo de contribuição, além de critérios específicos para professores.

Acompanhe a leitura!

O que é a regra de transição?

A Reforma da Previdência estabeleceu um período de transição para que trabalhadores em atividade pudessem se adaptar às novas regras de aposentadoria.

Desse modo, essa transição aumenta gradativamente os requisitos de idade mínima, tempo de contribuição e pontos necessários para se aposentar. Em 2025, as exigências ficarão ainda mais rigorosas, especialmente para quem planeja se aposentar por pontos ou por idade mínima.

Aposentadoria por pontos em 2025

A aposentadoria por pontos combina idade e tempo de contribuição. Para 2025, os requisitos são:

  • Mulheres: 92 pontos, com um mínimo de 30 anos de contribuição.
  • Homens: 102 pontos, exigindo pelo menos 35 anos de contribuição.

Por exemplo, um homem que trabalhou e contribuiu por 35 anos precisará ter 67 anos de idade para atingir os 102 pontos necessários. Essa regra de transição continuará em vigor até 2035, quando então o requisito será de 105 pontos para homens e 100 para mulheres.

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Aposentadoria por idade mínima e tempo de contribuição em 2025

Outra modalidade importante é a aposentadoria por idade mínima e tempo de contribuição, que também sofre ajustes, ficando assim:

  • Homens: Idade mínima de 64 anos, com 35 anos de contribuição.
  • Mulheres: Idade mínima de 59 anos, com 30 anos de contribuição.

Esses requisitos serão elevados anualmente, até atingir 65 anos para homens em 2027 e 62 anos para mulheres em 2031.

Aposentadoria para professores em 2025

Os professores da educação básica têm critérios diferenciados, devido à natureza de sua profissão. Em 2025, os requisitos são:

  • Aposentadoria por pontos:
    • Professoras: 87 pontos, com um mínimo de 25 anos de contribuição.
    • Professores: 97 pontos, com pelo menos 30 anos de contribuição.
  • Aposentadoria por idade mínima e tempo de contribuição:
    • Professoras: Idade mínima de 54 anos.
    • Professores: Idade mínima de 59 anos.

Para quem planeja se aposentar apenas por idade, as regras permanecem as mesmas:

  • Homens: 65 anos, com pelo menos 15 anos de contribuição (20 anos para quem começou a contribuir após a Reforma).
  • Mulheres: 62 anos, com no mínimo 15 anos de contribuição.

Como calcular o benefício?

O cálculo do valor do benefício tem como base a média de todas as contribuições realizadas. Em 2025, o trabalhador receberá 60% da média, somando 2% a mais por cada ano de contribuição excedente.

Para alcançar 100% da média:

  • Mulheres: Devem contribuir por 35 anos.
  • Homens: Devem contribuir por 40 anos.

Vale lembrar que o benefício nunca será inferior ao salário mínimo e nem poderá ultrapassar o teto do Regime Geral de Previdência Social (RGPS), que está projetado para aproximadamente R$ 8 mil em 2025.

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ROE: Você sabe para o que serve? – Jornal Contábil

Em um mercado cada vez mais competitivo, investidores e gestores buscam métricas confiáveis para avaliar o desempenho real das empresas. Entre os indicadores mais relevantes está o ROE (Return on Equity, ou Retorno sobre Patrimônio Líquido), um índice que vai além do lucro superficial e mostra quanto uma empresa está gerando de retorno para seus acionistas.

Mas por que o ROE é tão importante? Como ele pode ser usado para tomar decisões de investimento mais inteligentes? E quais são os limites desse indicador? Este artigo mostra a fundo o papel do ROE no mundo dos negócios e dos investimentos.

O Que é ROE e Como Ele é Calculado?

O ROE mede a eficiência com que uma empresa utiliza o capital investido pelos acionistas para gerar lucro. Sua fórmula é simples, mas poderosa:

ROE = Lucro Líquido
_______________ X 100
Patrimônio Líquido

Exemplo Prático:

  • Se uma empresa tem um lucro líquido de R$ 50 milhões e um patrimônio líquido de 200 milhões seu ROE será:

ROE = 50_ × 100= 25%
200

Isso significa que, para cada R$1,00 investido pelos acionistas a empresa gerou R$ 0,25 de lucro.

Por Que o ROE é tão importante?

Alguns motivos que fazem o ROE tão importante são:

  • Mostra a Eficiência na Geração de Lucros

Empresas com ROE alto (acima de 15-20%) geralmente são mais eficientes na gestão de seus recursos. Isso pode indicar:

  • Boa administração (gestão enxuta e estratégias eficazes).
  • Vantagens competitivas (marcas fortes, tecnologia exclusiva).
  • Alavancagem financeira bem utilizada (uso inteligente de dívidas para ampliar retornos).
  • Ferramenta de Comparação Entre Empresas e Setores

O ROE permite comparar empresas do mesmo setor. Por exemplo:

  • Setor bancário: ROE elevado (20-30%) devido à alavancagem.
  • Varejo: ROE moderado (10-15%) por margens menores.
  • Tecnologia: ROE variável (startups podem ter ROE negativo, enquanto gigantes como Apple têm ROE acima de 30%).

Warren Buffett, um dos maiores investidores do mundo, considera o ROE um dos indicadores-chave para escolher ações. Empresas com ROE consistentemente alto costumam ser mais valorizadas no mercado.

Os Limites do ROE: Quando Ele Pode Enganar?

Apesar de sua utilidade, o ROE não é perfeito. Algumas armadilhas incluem:

  • Alavancagem Excessiva
    Uma empresa pode ter um ROE artificialmente alto se estiver muito endividada. Exemplo:
    Se uma empresa toma empréstimos massivos, seu patrimônio líquido diminui (aumentando o ROE), mas o risco de insolvência cresce.
  • Lucros Não Recorrentes
    Se uma empresa vende um ativo e tem um lucro extraordinário, o ROE sobe temporariamente, mas não reflete a operação real.
  • Diferenças Setoriais
    • Comparar o ROE de um banco com o de uma empresa de energia pode ser enganoso, pois os modelos de negócio são distintos.
    • O ROE é uma das métricas mais valiosas para avaliar o desempenho de uma empresa, mas deve ser analisado em conjunto com outros indicadores, como:
  • ROA (Retorno sobre Ativos) – Eficiência no uso de todos os recursos.
  • Margem Líquida – Rentabilidade da empresa.
  • Dívida Líquida/EBITDA – Saúde financeira.

Por suma, para investidores, o ROE ajuda a identificar empresas bem geridas e com potencial de valorização. Para gestores, é um termômetro da eficiência na geração de valor para os acionistas.

Por Lucas de Sá Pereira, contador e colunista do Jornal Contábil e criador do Instagram @contadorlucaspereira



Autor: Lucas Pereira


Com mais de uma década de vivência no mundo contábil, sou Lucas Pereira, formado pela Universidade Braz Cubas em ciências contábeis e com registro no CRC. Minha jornada me levou a aprimorar meus conhecimentos em renomadas instituições internacionais como King’s College London e SOAS University of London. Acredito que a contabilidade e as finanças não precisam ser complexas. Aqui, no Jornal Contábil, meu objetivo é desmistificar esses temas e compartilhar insights práticos para que você tome decisões mais assertivas para o seu negócio.


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5 dicas para aumentar a credibilidade do seu negócio – Jornal Contábil

Se você tem a sensação de que seu negócio não está sendo levado a sério ou que falta respeito pelas suas ideias, acredite: você não está sozinho. Muitas vezes, acredibilidade no mundo dos negócios não é conquistada de imediato, mas sim construída ao longo do tempo, por meio de ações consistentes e comunicação eficaz.

Mas como fazer isso? No ambiente corporativo atual, onde as relações de confiança são essenciais, saber como transmitir credibilidade pode ser o diferencial para o sucesso. Neste artigo, vamos compartilhar 5 dicas para aumentar a credibilidade do seu negócio e conquistar o respeito que você merece.

1. Preparação e Domínio do Conteúdo

Nada constrói mais credibilidade do que o conhecimento profundo sobre o que você está falando. Quando você se prepara adequadamente para qualquer situação, seja uma reunião, uma apresentação ou uma conversa simples, demonstra domínio do tema e, com isso, conquista a confiança de quem está ouvindo. Afinal, se você tem o conhecimento necessário, a segurança transparece.

Um estudo da Gallup revelou que somente 30% das pessoas confiam plenamente em seus líderes, o que destaca ainda mais a importância de estar preparado. Mas não é só isso: quando você conhece bem o assunto, a confiança em suas palavras é transmitida de forma natural. Para isso, busque sempre estar atualizado, invista em cursos e treinamentos, e, principalmente, pratique o que aprendeu.

2. Comunicação Assertiva e Clara

Ser claro e assertivo na comunicação é fundamental para transmitir credibilidade. Muitas vezes, as pessoas falham na comunicação, criando mal-entendidos e prejudicando suas relações profissionais. Mas, o que significa ser assertivo? Ser assertivo é ser direto, sem rodeios, sem ambiguidades, mas sempre com respeito. É importante não confundir assertividade com agressividade; a chave é manter um tom respeitoso enquanto expressa suas ideias com firmeza.

Uma comunicação clara não apenas facilita o entendimento, mas também cria um ambiente de transparência, essencial para fortalecer sua posição no mercado. Mas lembre-se, ser assertivo não significa ser inflexível, e sim ter a capacidade de expressar suas opiniões com confiança e respeito.

3. Empatia e Escuta Ativa

Se a comunicação assertiva é importante, a escuta ativa e a empatia são igualmente essenciais. Muitas vezes, as pessoas falham em realmente ouvir o outro, o que pode gerar desentendimentos e afastamento. Mas quando você pratica a escuta ativa, mostra que se importa com as opiniões e necessidades dos outros. Isso não apenas melhora a relação com clientes e parceiros, mas também cria uma base sólida de confiança.

Empatia vai além de ouvir: é entender o ponto de vista do outro e, sempre que possível, buscar soluções que atendam às suas necessidades. Quando você escuta sem interromper, demonstra respeito, e isso vai muito além do que palavras podem expressar.

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4. Importância da Expressão Não Verbal no Negócio

Você sabia que 55% da comunicação é não verbal? Isso significa que, muitas vezes, o que você transmite com o seu corpo é mais impactante do que as palavras que saem da sua boca. Mas por que isso é tão importante? Porque sua postura, seus gestos, o contato visual e até o tom de voz falam muito sobre a sua confiança e comprometimento.

Quando você mantém uma postura aberta, sorri, e olha nos olhos da pessoa com quem está falando, está criando um ambiente de confiança, e isso aumenta consideravelmente sua credibilidade.

Evite cruzar os braços ou desviar o olhar, pois essas ações podem passar a impressão de que você está fechado ou desconfortável, o que afeta diretamente a percepção sobre você. Mas, lembre-se, a comunicação não verbal deve ser natural e não forçada. Encontre o equilíbrio.

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5. Encerramento Impactante na Conversa de Negócio

O final de uma conversa é tão importante quanto o começo. De nada adianta transmitir confiança ao longo de uma reunião se o encerramento não reforçar os pontos importantes discutidos. Mas, como fazer isso de maneira eficaz?

Simples: faça um resumo claro das principais ideias e destaque os próximos passos. Isso ajuda a garantir que todos saiam com a sensação de que entenderam completamente a mensagem e fortalece ainda mais sua credibilidade.

Além disso, um bom fechamento mostra que você é organizado e comprometido com o que foi discutido, o que reforça a confiança depositada em seu trabalho. Mas, se você simplesmente terminar a conversa de maneira apressada ou sem esclarecimentos, pode acabar deixando dúvidas e prejudicando a relação.

Mas, o que tudo isso tem a ver com aumentar a credibilidade do seu negócio? Tudo! A credibilidade é construída a partir de uma série de pequenas atitudes, como dominar o conteúdo que você está falando, comunicar-se com clareza, ouvir ativamente, e saber como se comportar e se expressar de forma assertiva. Esses passos são simples, mas fazem uma grande diferença no longo prazo.

Lembre-se, a credibilidade não é algo que você ganha de uma hora para outra. Mas, com consistência e prática, você conseguirá construir uma imagem sólida, seja como empreendedor, executivo, ou colaborador, o que, sem dúvida, trará muitos benefícios para o seu negócio.

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Taxa das blusinhas começa hoje: ICMS de 20% para compras internacionais – Jornal Contábil

A partir de hoje, 1º de abril, entra em vigor a nova taxa de ICMS sobre compras internacionais feitas para entrega em dez estados brasileiros. A medida, que visa ajustar a tributação sobre encomendas estrangeiras, eleva a alíquota do ICMS de 17% para 20%, um aumento que afeta tanto consumidores quanto varejistas. Mas, o que isso significa para quem compra no exterior e para as empresas nacionais?

O ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) é um tributo estadual que incide sobre a movimentação de mercadorias e serviços. Até ontem, o ICMS sobre as compras internacionais era de 17% em todos os 26 estados e no Distrito Federal. Mas, a partir de hoje, essa alíquota será aumentada para 20% nos seguintes estados:

  • Acre
  • Alagoas
  • Bahia
  • Ceará
  • Minas Gerais
  • Paraíba
  • Piauí
  • Rio Grande do Norte
  • Roraima
  • Sergipe

Isso significa que, ao comprar produtos de mercados internacionais, como roupas, acessórios ou até produtos eletrônicos, os consumidores nestes estados terão que pagar um imposto maior sobre o valor da compra, mas, é importante observar que o imposto é cobrado apenas sobre a parte tributável da compra, ou seja, o valor dos produtos comprados, excluindo taxas de frete e outras despesas adicionais.

O Impacto do ICMS de 20% nas Compras Internacionais

O aumento do ICMS tem como objetivo reduzir a diferença tributária entre os produtos importados e os vendidos localmente. A justificativa por trás dessa mudança é promover a isonomia tributária, ou seja, garantir que as empresas nacionais não sejam prejudicadas por uma carga tributária mais alta em comparação com os produtos importados.

Para os varejistas nacionais, esse aumento é visto como um passo em direção à equidade fiscal. Eles alegam que o sistema tributário no Brasil é bastante desafiador e que as empresas locais enfrentam cargas tributárias mais elevadas. Assim, a medida de aumentar o ICMS sobre as compras internacionais busca criar condições mais justas no mercado, tornando os produtos importados menos atrativos do que os fabricados internamente.

Mas, para os consumidores, isso pode significar preços mais altos para as compras internacionais, que já estavam sujeitas ao imposto de importação adicional de 20% para compras de até US$ 50 desde agosto de 2023. Com a adição do novo ICMS, o custo total das encomendas internacionais tende a ser mais elevado, o que pode desmotivar muitos a realizarem compras no exterior.

O ICMS e a Isonomia Tributária: Qual a Relação?

A medida de aumentar o ICMS sobre as compras internacionais está diretamente ligada à defesa da isonomia tributária. Os varejistas brasileiros argumentam que o diferencial de carga tributária entre os produtos nacionais e os importados torna as mercadorias nacionais menos competitivas. Mas, com o aumento do ICMS para as compras internacionais, o governo busca igualar as condições, diminuindo a vantagem que os produtos importados tinham sobre os produtos locais, especialmente aqueles com preços mais acessíveis.

Com isso, a ideia é que os consumidores passem a pagar mais pela importação e, consequentemente, considerem mais vantajosa a compra de produtos fabricados no Brasil. Mas, é importante notar que essa estratégia também pode afetar as empresas que dependem de insumos e materiais importados para a produção, uma vez que o aumento de impostos pode ser repassado para os preços finais dos produtos.

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O Que Isso Significa para o Mercado Imobiliário e Outros Setores?

Embora a medida atinja principalmente o mercado de e-commerce e varejo, onde os consumidores frequentemente compram produtos de fora do Brasil, o impacto pode ser sentido também em outros setores que dependem de produtos importados para a produção de bens. Mas, no caso do mercado imobiliário, a medida não terá impacto direto, já que ela se aplica a mercadorias físicas, e não a transações relacionadas a imóveis ou serviços.

Contudo, o aumento do ICMS nas compras internacionais pode afetar negócios que dependem de importação de produtos para revenda, já que os custos de aquisição podem ser elevados. Mas, se a reforma for eficaz, a isonomia tributária pode beneficiar as empresas nacionais no longo prazo, ao reduzir a competitividade das importações, mas as empresas locais também precisarão estar preparadas para lidar com esse novo cenário, revisando suas estratégias de precificação e garantindo a competitividade.

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O Que Esperar da Nova Taxa?

O aumento do ICMS para 20% sobre as compras internacionais é uma medida controversa, com argumentos tanto a favor quanto contra. Mas, a justificativa principal é garantir uma maior competitividade para os produtos nacionais, ao reduzir o atrativo das compras externas. Para os consumidores, isso pode significar preços mais altos para produtos importados, especialmente para aqueles que compram frequentemente no exterior. Mas, a longo prazo, a medida tem como objetivo equilibrar a balança tributária e garantir que as empresas brasileiras não sejam prejudicadas pela diferença de carga tributária.

Com as mudanças que entram em vigor a partir de hoje, é importante ficar atento aos novos custos envolvidos nas compras internacionais e considerar alternativas mais vantajosas para economizar no futuro. Mas, com a adaptação do mercado, tanto consumidores quanto empresas podem encontrar novas formas de lidar com essa nova realidade tributária.

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