O que é uma franquia: entenda o modelo e por que ele cresce tanto no Brasil – Jornal Contábil

Você já se perguntou como marcas famosas conseguem estar presentes em tantos lugares ao mesmo tempo, mantendo a mesma identidade, qualidade e padrão de atendimento? A resposta para essa pergunta pode ser resumida em uma única palavra: franquia. Mas o que é uma franquia exatamente? Embora o termo seja bastante popular, muitas pessoas ainda têm dúvidas sobre como esse sistema funciona e por que ele se tornou um dos modelos de negócio mais utilizados no mundo inteiro.

Neste artigo, vamos destrinchar o conceito de franquia, suas vantagens, riscos, como funciona o processo de aquisição e quais são os elementos essenciais para quem deseja investir nessa modalidade. Além disso, vamos explorar por que as franquias continuam a crescer mesmo em períodos de incerteza econômica e como esse formato pode ser uma porta de entrada segura para o empreendedorismo.

O conceito por trás do sistema de franquias

Uma franquia é, basicamente, uma estratégia de expansão empresarial em que uma empresa (chamada de franqueadora) concede a terceiros (os franqueados) o direito de uso de sua marca, know-how, processos e estrutura comercial. Em contrapartida, o franqueado paga por esse direito, geralmente na forma de uma taxa inicial e royalties mensais, além de seguir padrões e diretrizes estabelecidas pela franqueadora.

Esse modelo permite que o negócio se expanda com maior velocidade e menor risco, pois o investimento inicial parte do franqueado, que se torna responsável pela operação da unidade, mas sempre com o suporte da franqueadora. Ou seja, trata-se de uma relação comercial de parceria com responsabilidades e ganhos mútuos.

Como funciona uma franquia na prática

O funcionamento de uma franquia se dá por meio de um contrato firmado entre as partes, regido pela Lei de Franquias (Lei nº 13.966/19). Esse documento formaliza os direitos e deveres de ambos, além de conter um item essencial chamado Circular de Oferta de Franquia (COF), que detalha todas as informações financeiras, jurídicas e operacionais da franquia.

O franqueado, ao adquirir uma unidade, recebe treinamento, suporte contínuo, acesso aos fornecedores homologados, sistema de gestão, plano de marketing e outros recursos que facilitam a replicação do modelo de negócio já testado. A franqueadora, por sua vez, assegura que o padrão da marca seja mantido em todas as unidades, fortalecendo sua presença no mercado.

Por que optar por uma franquia em vez de criar um negócio do zero

Investir em uma franquia pode parecer mais caro inicialmente do que começar um negócio próprio, mas há um diferencial fundamental: a redução dos riscos envolvidos. Como o modelo já foi testado e validado, as chances de sucesso são bem maiores. O empreendedor não começa do zero, mas com uma estrutura consolidada, suporte técnico e uma marca que já possui reconhecimento no mercado.

Além disso, há um fator de aprendizado importante. Muitos franqueados são empreendedores iniciantes e, ao operar uma franquia, acabam adquirindo conhecimentos valiosos sobre gestão, vendas, atendimento e logística, o que pode ser um diferencial competitivo para futuros empreendimentos.

As principais vantagens de investir em franquias

O sistema de franquias oferece uma série de benefícios que tornam esse modelo atrativo para diversos perfis de investidores. Um dos maiores atrativos é o forte poder de marca, que ajuda na captação de clientes desde o primeiro dia de operação. A padronização de processos também contribui para a eficiência e previsibilidade do negócio.

Outro ponto relevante é o acesso facilitado a fornecedores e negociações mais vantajosas, fruto do poder de escala da franqueadora. E não podemos deixar de mencionar o marketing centralizado, que garante ações publicitárias mais estratégicas, coordenadas e eficazes.

O portal Business Ideas destaca com frequência modelos de franquia promissores que se destacam justamente por aliar marca forte, inovação e suporte robusto ao franqueado, sendo uma excelente fonte de consulta para quem está analisando o setor.

Quais os riscos e desafios de uma franquia?

Por mais que o modelo de franquia reduza riscos, isso não significa que ele é infalível. Há desafios e pontos de atenção que o empreendedor precisa considerar. Um deles é a falta de autonomia. O franqueado deve seguir regras e padrões definidos pela franqueadora, o que pode ser um ponto negativo para quem tem um perfil mais criativo ou deseja ter liberdade para testar novas ideias.

Outro desafio é o investimento inicial, que pode ser elevado dependendo da marca. Além disso, o franqueado deve estar ciente de que, mesmo com suporte, o sucesso da unidade depende de sua dedicação, capacidade de gestão e envolvimento direto com o negócio.

Setores que mais crescem no franchising brasileiro

O mercado de franquias no Brasil é um dos mais desenvolvidos do mundo e continua em crescimento mesmo diante de instabilidades econômicas. Segmentos como alimentação, saúde, beleza, educação e serviços domésticos têm se destacado nos últimos anos. A combinação de alta demanda, ticket médio acessível e modelos de microfranquias tem sido responsável por atrair novos investidores para o setor.

O setor de alimentação, por exemplo, continua sendo o mais buscado por novos franqueados, graças ao apelo universal do consumo de alimentos e à diversidade de nichos — como pizzarias, hamburguerias, cafeterias e franquias de comida saudável. Já o segmento de educação se tornou ainda mais relevante com o crescimento do ensino a distância e soluções voltadas para a capacitação profissional.

Perfil ideal para ser um franqueado

Ter dinheiro para investir não é o único requisito para se tornar um franqueado de sucesso. É necessário ter espírito empreendedor, disciplina e capacidade de seguir diretrizes, além de habilidades interpessoais e conhecimento básico de gestão. A franqueadora oferece o know-how, mas o resultado depende diretamente do engajamento do operador da unidade.

É por isso que muitas redes de franquia realizam um processo rigoroso de seleção, avaliando se o candidato possui perfil compatível com os valores da marca e o nível de comprometimento necessário para gerir o negócio com excelência.

A importância da análise criteriosa antes de investir

Antes de fechar contrato com uma franqueadora, é essencial realizar uma análise profunda da empresa, seu histórico, sua reputação no mercado e a rentabilidade do modelo proposto. Conversar com outros franqueados da rede pode trazer percepções valiosas sobre o suporte oferecido e os desafios reais enfrentados na operação do dia a dia.

Além disso, é altamente recomendável contar com apoio de consultores jurídicos e contábeis especializados em franchising, que poderão avaliar os termos contratuais, os indicadores financeiros e a viabilidade do investimento.

Considerações finais

Saber o que é uma franquia vai muito além de entender que se trata de um modelo replicável. É sobre compreender a lógica de uma rede estruturada, os compromissos envolvidos e o potencial de crescimento que ela oferece a quem está disposto a seguir processos e aprender com quem já trilhou o caminho do sucesso. É uma escolha que exige responsabilidade, mas que pode trazer grandes recompensas para quem deseja empreender com mais segurança e menos incertezas.

Se você está considerando esse caminho, vale a pena explorar mais conteúdos como os do portal Business Ideas, que trazem tendências e oportunidades valiosas dentro do mundo do franchising. Há muito mais por trás de uma franquia do que o que se vê na vitrine. Continue explorando, aprendendo e ampliando seus horizontes empreendedores.

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Nova Instrução Normativa da Receita Federal Modifica PIS/COFINS e Promete Alívio Tributário para Empresas – Jornal Contábil

A Receita Federal publicou recentemente a Instrução Normativa RFB nº 2.264/2025, introduzindo mudanças profundas nas regras de apuração do PIS e da COFINS. Essas atualizações foram cuidadosamente elaboradas para modernizar a legislação, ampliar as possibilidades de exclusão de receitas e autorizar novos créditos tributários, resultando em impactos diretos no fluxo de caixa das empresas e benefícios potenciais para a sociedade.

“Essas alterações representam um marco na consolidação e atualização das normas aplicáveis ao PIS e à COFINS”, afirma Carolina Teles Carvalho, advogada da equipe tributária da ZNA. Segundo ela, “a iniciativa gera oportunidades concretas de economia fiscal, maior previsibilidade no planejamento tributário e redução de riscos de autuações”.


Principais novidades da IN RFB 2.264/2025

  1. Exclusão de Receitas da Base de Cálculo
    • Ampliação das hipóteses que permitem retirar determinados itens do faturamento tributável.
    • Destaque para receitas financeiras e valores recebidos de contratos de comodato e arrendamento mercantil.
  2. Créditos no Regime Não Cumulativo (Art. 176)
    • Inclusão de novos insumos elegíveis como crédito, abrangendo despesas com embalagens, energia elétrica e serviços de TI.
    • Possibilidade de estender o crédito a gastos com pesquisa e desenvolvimento (P&D) e sustentabilidade.
  3. Tratamento Especial para a Zona Franca de Manaus (ZFM)
    • Novos regimes especiais de apuração para empresas instaladas na ZFM, com alinhamento às políticas de incentivo regional.
    • Simplificação de obrigações acessórias para indústrias de bens eletroeletrônicos e deliberações aduaneiras.
  4. Redução de Alíquotas a Zero
    • Alíquotas zeradas para operações específicas, como insumos de biocombustíveis e produtos destinados à saúde pública.
    • Casos de exportação indireta e remessas internacionais equiparadas.

Benefícios práticos para empresas e consumidores

  • Menos Burocracia: simplificação de processos de apuração, reduzindo retrabalho e custos operacionais.
  • Mais Previsibilidade: regras claras e consolidadas auxiliam no planejamento orçamentário de curto, médio e longo prazo.
  • Economia Tributária: com novas hipóteses de exclusão e ampliação de créditos, as empresas podem recuperar valores expressivos, otimizando seu capital de giro.
  • Impacto no Preço Final: a redução de custos tributários tende a ser repassada ao consumidor, gerando produtos e serviços mais competitivos.
  • Fomento a Setores Estratégicos: transporte de trabalhadores, saúde pública e iniciativas sustentáveis ganham fôlego com incentivos diretos.

“Com a possibilidade de ampliar a recuperação de créditos de P&D e insumos de sustentabilidade, podemos ver um cenário favorável ao desenvolvimento de tecnologias verdes e à expansão de frotas de transporte coletivo com menor custo tributário”, explicou Carolina.


Recomendações para as empresas

Diante da complexidade e do alcance das novas disposições, é fundamental que organizações de todos os portes:

  1. Revisem seus processos tributários: mapeiem operações impactadas e identifiquem potenciais exclusões de receitas.
  2. Atualizem sistemas de apuração: implementem ajustes em ERPs e softwares fiscais para contemplar os novos créditos e regimes.
  3. Capacitem times internos: promovam treinamentos com equipe financeira e contábil para garantir a correta aplicação das regras.
  4. Consultem especialistas: contem com assessoria jurídica e contábil para validar interpretações e evitar contingências fiscais.

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Autor: Ricardo de Freitas


Ricardo de Freitas não é apenas o CEO e Jornalista do Portal Jornal Contábil, mas também possui uma sólida trajetória como principal executivo e consultor de grandes empresas de software no Brasil. Sua experiência no setor de tecnologia, adquirida até 2013, o proporcionou uma visão estratégica sobre as necessidades e desafios das empresas. Ainda em 2010, demonstrou sua expertise em comunicação e negócios ao lançar com sucesso o livro “A Revolução de Marketing para Empresas de Contabilidade”, uma obra que se tornou referência para o setor contábil em busca de novas abordagens de marketing e relacionamento com clientes. Sua liderança no Jornal Contábil, portanto, é enriquecida por uma compreensão multifacetada do mundo empresarial, unindo tecnologia, gestão e comunicação estratégica.


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Franquias contábeis: a solução estratégica para brasileiros no mercado dos EUA – Jornal Contábil

Nos últimos anos, os Estados Unidos se tornaram um destino comum para brasileiros em busca de novas oportunidades de negócios e crescimento profissional. A procura por alternativas que ofereçam segurança jurídica e suporte especializado no mercado americano cresceu de forma significativa, especialmente no setor contábil.

É nesse contexto que surge uma solução estratégica: o modelo de franquia que tem permitido a entrada de profissionais brasileiros no mercado contábil dos EUA de maneira estruturada e com respaldo técnico. Isso além de facilitar a busca de visto e legalidade no país.

A crescente demanda de imigrantes brasileiros nos Estados Unidos por serviços contábeis especializados é uma realidade que exige mais do que apenas conhecimento técnico. Trata-se de um sistema tributário complexo, que pode ser desafiador para quem não está familiarizado com as nuances fiscais e regulatórias americanas.

Para atender a essa necessidade, empresas como a Spanner Consulting têm se destacado ao oferecer uma alternativa por meio de seu modelo de franquia. A Spanner, já consolidada no mercado americano, encontrou no modelo de franquia uma maneira de expandir seus serviços e apoiar franqueados brasileiros que desejam atuar no país.

Fernanda Spanner, CEO da Spanner Consulting, explica: “A demanda por serviços contábeis cresce à medida que mais brasileiros se estabelecem nos EUA, seja como empreendedores ou como profissionais autônomos. O modelo de franquia oferece uma oportunidade única para quem deseja atuar nesse nicho, com todo o suporte e estrutura de uma empresa já consolidada.”

Ponto importante a se ressaltar é que, ao adquirir a franquia, também é fornecido um plano de negócios que contempla possíveis aplicações de visto e a legalidade nos Estados Unidos.

A estrutura do modelo de franquia e suporte ao franqueado

Ao optar pelo modelo de franquia da Spanner Consulting, os franqueados recebem treinamento completo, que abrange desde a operação contábil até consultoria tributária especializada para atuar dentro da legislação americana. O investimento inicial necessário é de cerca de US$ 100 mil, que inclui taxas de franquia, capital de giro e infraestrutura, como a adaptação de um escritório.

Além disso, os franqueados têm acesso a sistemas tecnológicos avançados e a um acompanhamento contínuo para garantir que o negócio seja gerido com eficiência e segurança.

Esse suporte é essencial, pois permite que os franqueados enfrentem desafios como a obtenção de licenças e certificações regulatórias, aspectos que podem ser um obstáculo para quem não está familiarizado com o mercado norte-americano. O sistema também garante que todos os processos estejam alinhados com as exigências legais e fiscais, um diferencial que contribui para a segurança e o sucesso no mercado.

Oportunidades de crescimento no mercado contábil dos EUA

O mercado de contabilidade nos Estados Unidos tem mostrado grande potencial para profissionais brasileiros, que podem aproveitar o aumento da comunidade imigrante e o crescimento do empreendedorismo entre brasileiros no país. Muitos imigrantes abrem negócios e enfrentam desafios fiscais que exigem a consultoria de profissionais especializados. Além disso, o sistema tributário dos EUA, com sua complexidade e diferenças em relação ao brasileiro, oferece um nicho específico e altamente rentável.

Para os franqueados da Spanner, as perspectivas de ganho são promissoras. A expectativa de faturamento anual varia entre US$ 300 mil e US$ 500 mil, dependendo da performance do franqueado, com margens de rentabilidade que são atraentes para quem busca um bom retorno sobre o investimento inicial.

Histórias de sucesso e crescimento sustentável

O modelo de franquia da Spanner Consulting já gerou várias histórias de sucesso. Um dos franqueados, que começou sem experiência prévia no mercado contábil dos EUA, conseguiu estabelecer seu escritório rapidamente e já fatura mais de US$ 400 mil anuais. Esse é um exemplo claro de como o modelo oferece uma base sólida para aqueles que desejam se destacar e construir um negócio sustentável no setor.

Assim, esse modelo se mostra uma solução concreta para brasileiros que desejam entrar no mercado contábil dos Estados Unidos, com toda a estrutura necessária para garantir um atendimento especializado e bem-sucedido. A oportunidade vai além da simples oferta de serviços contábeis: ela envolve a possibilidade de construir um negócio sólido, com apoio contínuo e potencial para expansão.

Fernanda Spanner, CEO da Spanner Consulting

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Simples Nacional com estratégia: aprenda a usar o Fator R a seu favor! – Jornal Contábil

Você sabe o que é o Fator R e como ele pode ajudar sua empresa a pagar menos no Simples Nacional? Aprenda agora como calcular! Preparamos um conteúdo simples e direto para você.

Para te ajudar em mais uma questão do Simples Nacional, hoje a equipe do Jornal Contábil retirou algumas informações do artigo da  é-Simples Auditoria Eletrônica, empresa especialista no Simples Nacional e vamos te ajudar a entender mais sobre o Fator R no Simples Nacional e saber como podemos ajudar nossos clientes optantes por esse regime!

O artigo da é-Simples Auditoria Eletrônica diz:

O que é o Fator R?

De acordo com o Blog da é-Simples Auditoria:”Em primeiro lugar, o fator R é o cálculo realizado mensalmente para fazer a definição do Anexo em que a empresa optante pelo regime tributário do Simples Nacional se enquadra. 

Como resultado, as atividades pertencentes ao Anexo V podem se enquadrar no Anexo III e, consequentemente, o valor da alíquota será menor. Em outras palavras, isso significa que a empresa irá pagar menos impostos, contribuindo para reduzir seu gasto mensal.

Portanto, é um benefício oferecido para algumas empresas pelo governo. Com a finalidade de diminuir a alíquota e a carga tributária de algumas empresas. O cálculo do Fator R do Simples Nacional, de fato, é uma medida legal e garantida pela Lei Complementar Nº 123/2006. 

Em resumo, o fator R é uma medida que mostra quanto uma empresa gasta com salários em relação ao seu faturamento total. Se esse fator for 28% ou mais, a empresa pode pagar menos impostos usando uma tabela chamada Anexo III do Simples Nacional, onde as alíquotas são mais baixas, começando em 6%.

Por outro lado, se o fator R for menor que 28%, a empresa paga impostos mais altos usando o Anexo V, onde as alíquotas começam em 15,5%. Essa medida é calculada mensalmente usando dados dos últimos 12 meses.

Por fim, acesse nossas tabelas do Anexo III e Anexo V para consultar a alíquota que irá compor o cálculo para o DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional).”

Como se enquadrar no Fator R?

De acordo com o Blog da é-Simples Auditoria:

  1. Diferença entre Anexo III e V:
    • No Simples Nacional, escolher entre o Anexo III e V faz muita diferença nos impostos que você paga.
    • Aproveitar o Fator R pode ser muito econômico para o seu negócio, pois pode reduzir seus impostos.
  2. Importância da folha de pagamento:
    • A folha de pagamento da sua empresa é crucial para determinar se você pode aproveitar o Fator R.
    • Lembre-se de que o pró-labore dos sócios também consta na folha de pagamento.
  3. Cuidado com o pró-labore:
    • Alterar os valores do pró-labore dos sócios pode afetar se sua empresa será tributada no Anexo III ou V em diferentes meses.
    • Mas tome cuidado para não aumentar demais o pró-labore e acabar pagando mais impostos de pessoa física (IRPF) e INSS.
  4. Organização e informações:
    • Tenha todas as informações sobre seu negócio organizadas.
    • Isso é essencial para calcular o Fator R e tomar decisões inteligentes sobre impostos.
  5. Contar com profissionais e tecnologia:
    • Profissionais contábeis e tecnologias que facilitam podem ser ótimos aliados.
    • Eles podem ajudar a entender melhor suas finanças e otimizar seus impostos.

Portanto, para aproveitar o Fator R e economizar em impostos, mantenha sua folha de pagamento em ordem, seja cuidadoso com o pró-labore, e esteja bem informado sobre o funcionamento do Simples Nacional.

Conte com a ajuda profissional especializada da é-Simples – uma ótima ideia para garantir as escolhas certas para o seu negócio.”

Quando a empresa está sujeita ao Fator R?

Segundo o Blog da é-Simples Auditoria: ”A empresa está sujeita ao Fator R quando ela é uma prestadora de serviços que se enquadra no Simples Nacional. Se utiliza esse fator para determinar se a empresa terá sua tributação pelo Anexo III ou pelo Anexo V do Simples Nacional.

Situações em que o Fator R se aplica

  1. Empresas prestadoras de serviços: O Fator R é relevante para empresas que prestam serviços e podem se enquadrar no Anexo III ou V do Simples Nacional.
  2. Cálculo mensal: Se calcula o Fator R todos os meses para determinar a alíquota de tributos que a empresa deve pagar naquele mês.
  3. Novo cálculo no início das atividades: Para empresas novas, se calcula o Fator R com base nos dados disponíveis desde o início da atividade até o mês atual.”

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Gostou do assunto? Continue acompanhando nossos artigos, e também siga a é-Simples no instagram @esimplesauditoria.

Obrigado pela leitura!

Informações retiradas do Blog da é-Simples Auditoria. Artigo “Fator R no Simples Nacional, o que é e como calcular?”. Disponível em: Por Leonel Monteiro em 12/07/2024.

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15ª Conferência do Ibracon reúne especialistas para debater tendências da Contabilidade e Auditoria Independente – Jornal Contábil

O Ibracon – Instituto de Auditoria Independente do Brasil realizará, nos dias 17 e 18 de junho, a 15ª Conferência Brasileira de Contabilidade e Auditoria Independente.​ O evento, em formato híbrido – com realização presencial no Teatro Bradesco, em São Paulo, e transmissão online – reunirá autoridades, especialistas e líderes da profissão para debater as principais tendências que moldam o futuro da contabilidade e da Auditoria Independente. Jornalistas podem se credenciar para cobrir.

Entre os destaques, a programação trará discussões sobre a agenda regulatória da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para 2025, análises do cenário econômico nacional e internacional, as novas exigências ligadas às práticas ESG, atualizações nas normas IFRS e nos relatórios de sustentabilidade, além de reflexões sobre tecnologia e o uso da inteligência artificial nas demonstrações financeiras e o papel da auditoria independente no terceiro setor para a promoção da inclusão social e de maior transparência.

“A Conferência representa um momento anual estratégico para refletirmos sobre os rumos da contabilidade e da auditoria independente diante de um cenário de profundas transformações regulatórias, econômicas e sociais”, ressalta o presidente do Ibracon, Sebastian Soares. “Reunimos especialistas nacionais e internacionais para promover um ambiente de diálogo qualificado e fortalecer a governança, a transparência e a relevância da profissão no Brasil”, complementa.

Além dos painéis, a Conferência vai receber no segundo dia a 3ª edição do Hackathon, concurso cultural que reúne estudantes para o desenvolvimento de projetos tecnológicos inovadores voltados para a área de auditoria independente. As propostas são avaliadas e premiadas por uma comissão julgadora especializada, e os jovens também ganham sessões de mentoria com profissionais do Ibracon para desenvolver os projetos.

Programação:

  • Cenário econômico internacional e nacional – com Carlos Kawall, economista e ex-líder da Secretaria do Tesouro Nacional;
  • Tendências Regulatórias ESG – com representantes do CFC, Ibracon, CVM e Banco Central, discutindo exigências de reporte e desafios para a adoção de práticas sustentáveis;
  • Atualidades das Normas Internacionais de Relatório Financeiro (IFRS) e de Sustentabilidade – com participação da Fundação IFRS, CBPS e IASB;
  • Perspectivas Futuras da Auditoria – reunindo líderes de firmas de auditoria independente para refletir sobre os rumos da profissão;
  • O papel das ONGs na inclusão e no desenvolvimento humano – com experiências de instituições como Amigos do Bem e Gerando Falcões;
  • Auditoria Independente e Governança Corporativa: um compromisso com a transparência e a sustentabilidade – que debaterá como a auditoria fortalece a confiança e gera valor nas organizações, com a participação da IFAC e do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC).

Serviço:

15ª Conferência Brasileira de Contabilidade e Auditoria Independente 

Quando: 17 e 18 de junho de 2025

Onde: Teatro Bradesco (São Paulo) ou online

Inscrições e programação completa: Link 

O Jornal Contábil também estará presente no evento e fará a cobertura para acompanhar de perto as discussões e mudanças que impactam o setor contábil e a auditoria independente no Brasil.

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Autor: Mariana Freitas


Há 2 anos faz parte da equipe de Redação e Marketing do Jornal Contábil, colaborando com a criação de conteúdo, estratégias de engajamento e apoio no fortalecimento da presença digital do portal.


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7 Passos para transformar a gestão tributária da empresa – Jornal Contábil

Considerada um dos pilares da saúde financeira para qualquer empresa, a gestão tributária eficiente passa por um planejamento tributário estratégico e vai além do simples cumprimento das obrigações fiscais. Trata-se de uma ferramenta poderosa para ampliar a competitividade, a lucratividade e o crescimento sustentável dos negócios de uma companhia, independente do setor de atuação.

“No Brasil, país em que o sistema tributário é notoriamente complexo, negligenciar a gestão tributária pode gerar não apenas prejuízos financeiros, mas questões legais. Por isso, é fundamental que as empresas possam ter um norteador para transformar e otimizar sua gestão de tributos”, afirmam Márcia Abreu e Silvinei Toffanin, sócios da Direto Group – empresa de wealth management com quase 30 anos de mercado.

De acordo com os especialistas, para iniciar um processo de aperfeiçoamento, o indicado é fazer um ‘Mapeamento da Situação Atual’ da empresa a fim de entender, com clareza, o cenário tributário atual da empresa. “É essencial entender quais impostos estão sendo pagos, quais os regimes tributários utilizados, se existe passivo fiscal, processos em andamento com o fisco, etc”, analisam.

Feito todo esse estudo, identificados erros, oportunidades e pontos de atenção, torna-se possível conduzir um diagnóstico tributário e passar para o segundo passo, que é a escolha do regime tributário mais adequado. Neste caso, Abreu e Toffanin indicam a análise criteriosa do faturamento anual, da margem de lucro, setor de atuação da empresa e volume das despesas operacionais. Com base nessas informações é que se determina a escolha entre o Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real. A dupla ressalta, no entanto, que a decisão errada pode resultar em pagamento excessivo de tributos ou em autuações fiscais. Por isso, a revisão periódica do regime é recomendada, especialmente em momentos de crescimento ou mudança de estratégia.

O terceiro passo nesse processo vem com a Automatização dos Processos Fiscais. Segundo os diretores da Direto Group, adotar soluções tecnológicas para automatizar a escrituração fiscal, a emissão de notas fiscais e a apuração de tributos reduz significativamente erros manuais e aumenta a produtividade. “O uso de softwares de gestão tributária integrados aos ERP da empresa podem gerar relatórios em tempo real, facilitando o controle e o cumprimento das obrigações acessórias”, indica Silvinei Toffanin.

O quarto passo, na visão de Márcia Abreu, vem com a necessidade de Capacitação Contínua da Equipe. Isso, porque a legislação tributária brasileira muda com frequência. “Manter a equipe atualizada é vital para garantir conformidade e identificar oportunidades de economia tributária. Dessa forma, indicamos que as empresas invistam em treinamentos periódicos, participação em seminários e acesso a publicações especializadas. Afinal, ter uma equipe fiscal bem informada é um diferencial competitivo”, avalia.

Como quinta medida indicada pelos sócios da Direto Group aparece o Planejamento Tributário Estratégico, cujo objetivo é estruturar a empresa de forma a pagar menos impostos, seguindo as medidas legais e éticas. Durante o desenvolvimento desse plano, pode haver a necessidade de promover mudanças importantes, caso de possíveis reestruturações societárias, uso de benefícios fiscais e incentivos regionais, gestão de créditos tributários e aproveitamento de regimes especiais. “Vale ressaltar que esse planejamento deve estar alinhado ao plano de negócios e ser revisado com frequência para acompanhar a evolução do mercado e da legislação”, explica Toffanin.

O sexto e penúltimo passo do processo vem com a formatação de um programa de Compliance Fiscal e de Prevenção de Riscos, que vão ajudar a empresa a evitar autuações, multas e danos à reputação. Isso inclui, segundo Márcia Abreu e Silvinei Toffanin, a implementação de controles internos, a revisão constante das obrigações acessórias, o acompanhamento de fiscalizações e intimações e a política de relacionamento ético com o Fisco. “Esse é um passo extremamente importante, visto que empresas que investem em compliance fiscal passam mais segurança para investidores, bancos e parceiros”, destacam.

Para finalizar, os especialistas da Direto Group orientam para o constante Monitoramento de Oportunidades e Jurisprudência, uma vez que a jurisprudência tributária muda com frequência. Ao realizar esse acompanhamento, as empresas podem abrir espaço para a recuperação de tributos pagos indevidamente, para teses tributárias vantajosas e para a redução de litígios futuros.

“Transformar a gestão tributária não é um processo pontual, mas uma jornada contínua de aperfeiçoamento. Trata-se de uma atividade, que exige visão estratégica, investimento em tecnologia, capacitação da equipe e atuação preventiva. Empreendedores que tratam os tributos como parte integrante da estratégia empresarial estão mais preparados para crescer de forma sólida e sustentável”, finalizam Márcia Abreu e Silvinei Toffanin, sócios da Direto Group.

Mais sobre a Direto Group:

Empresa reconhecida por sua integridade e solidez corporativa há quase 30 anos, a Direto Group tem suas operações pautadas por uma assessoria altamente personalizada e adaptada às necessidades e interesses únicos de cada cliente. Seu diferencial reside na abordagem centrada nas famílias, nos negócios e na gestão de patrimônios. A Direto atende clientes brasileiros na constituição de estruturas societárias no exterior, incluindo Offshores, Trusts, Family Offices, Fundações, Agente Registrador, Representante de Fundos de Investimentos e outros serviços – www.diretogroup.com

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Como o crime organizado abocanhou R$ 350 bilhões e coloca em risco a arrecadação do Brasil – Jornal Contábil

Da revenda de combustíveis ao garimpo ilegal de ouro, passando pelo contrabando de cigarros e bebidas alcoólicas, o crime organizado tem expandido suas operações em vários ramos da economia brasileira, alcançando um faturamento estimado em quase R$ 350 bilhões nos últimos três anos.

Relevância diante das medidas de aumento de arrecadação

Em um momento em que o governo busca ampliar a receita e equilibrar as contas públicas, esse volume de recursos ilícitos ganha ainda mais destaque, corroendo a base tributária e prejudicando a sustentabilidade fiscal nacional.

Perdas no setor de combustíveis

Somente no segmento de combustíveis, a União deixa de arrecadar cerca de R$ 29 bilhões ao ano, de acordo com o Instituto Combustível Legal (ICL).

  • R$ 14 bi em fraudes tributárias (sonegação por declarações fictícias, notas frias, vendas interestaduais fictícias, desvio de finalidade de importações/exportações e inadimplência via empresas de fachada).
  • R$ 15 bi em fraudes operacionais (roubo e furto de carga, adulteração e fraude de qualidade, fraude volumétrica, usinas clandestinas e postos piratas).

Evolução das fraudes e resposta legislativa

“Observamos queda na fraude tributária após legislações como a monofasia do diesel e da gasolina, mas as fraudes operacionais aumentaram”, aponta Emerson Kapaz, presidente do ICL, ressaltando a sofisticação crescente dos grupos criminosos.

Reinversão de capital ilícito

Segundo Carlo Faccio, diretor-executivo do ICL, os recursos sonegados e não pagos são reinvestidos em esquemas cada vez mais complexos, incluindo compra de redes de postos, distribuidoras e até refinarias, dificultando o rastreamento do dinheiro ilícito e alimentando a lavagem de dinheiro.

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Desafios de estimativa em outras atividades

Especialistas da CNN reconhecem a dificuldade de quantificar perdas em setores sem conexão com a economia formal. O Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) estima movimentações ilícitas desde 2022 em:

  • R$ 61,5 bi: combustíveis
  • R$ 56,9 bi: bebidas
  • R$ 18,2 bi: ouro
  • R$ 10,3 bi: tabaco e cigarros
  • R$ 15 bi: tráfico de cocaína

Crimes cibernéticos e furtos de celulares

Entre julho/2023 e julho/2024, crimes virtuais e furtos de celulares somaram prejuízos de aproximadamente R$ 186 bilhões, contribuindo para o total de R$ 347,8 bilhões gerados por diversas atividades criminosas.

Devedores contumazes

O senador Efraim Filho (União-PB) alerta para uma “dívida de cerca de R$ 200 bilhões” concentrada em apenas 1,2 mil CNPJs, muitos associados a práticas ilícitas e lavagem de dinheiro. Seu PLP 125/22, que regula o devedor contumaz, está pronto para votação.

Impacto econômico e concorrência desleal

“A economia paralela operada pelo crime organizado não recolhe ICMS, IPI ou IR, criando concorrência desleal e enfraquecendo empresas legítimas”, explica a advogada Beatriz Colin, enfatizando a erosão da arrecadação e da credibilidade institucional.

Fragilização das instituições públicas

Para o constitucionalista Fernando Capano, o crime organizado infiltra-se no Estado, desvia recursos e mina a confiança no sistema regulatório, representando um “fator estrutural de erosão da economia formal”.

Ausência de estimativas oficiais consolidadas

O Ministério da Fazenda confirma que não há dados consolidados sobre perdas de arrecadação por conta do crime organizado além das apreensões na Aduana e no Comércio Exterior.

Medidas de combate e tecnologia

Cássio Thyone, do FBSP, destaca a necessidade de investimentos em tecnologia e capacitação específica para cada tipo de crime, como sistemas de rastreamento de celulares furtados.

Apreensões e evolução dos números

Em 2023–2024, a Polícia Federal inviabilizou cerca de R$ 8,9 bilhões destinados ao crime organizado, e esse valor deve crescer após perícias e homologações, conforme o diretor-geral Andrei Rodrigues.

Estudos de impacto do crime organizado

O estudo Esfera Brasil/FBSP (2024) aponta que o tráfico de cocaína gera R$ 335 bilhões (4 % do PIB) e que criptoativos ilícitos movimentam R$ 24,2 bilhões (0,34 % do volume global).

Soluções apresentadas

Entre as propostas a autoridades de segurança estão maior integração de bancos de dados, uso de inteligência artificial para rastreamento de ativos e fortalecimento da legislação antifraude.

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Autor: Ricardo de FreitasAutor: Ricardo de Freitas


Ricardo de Freitas não é apenas o CEO e Jornalista do Portal Jornal Contábil, mas também possui uma sólida trajetória como principal executivo e consultor de grandes empresas de software no Brasil. Sua experiência no setor de tecnologia, adquirida até 2013, o proporcionou uma visão estratégica sobre as necessidades e desafios das empresas. Ainda em 2010, demonstrou sua expertise em comunicação e negócios ao lançar com sucesso o livro “A Revolução de Marketing para Empresas de Contabilidade”, uma obra que se tornou referência para o setor contábil em busca de novas abordagens de marketing e relacionamento com clientes. Sua liderança no Jornal Contábil, portanto, é enriquecida por uma compreensão multifacetada do mundo empresarial, unindo tecnologia, gestão e comunicação estratégica.


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Rebate no PAT é ilegal: entenda as consequências para sua empresa – Jornal Contábil

Empresas que oferecem alimentação a seus funcionários por meio do Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT) devem estar atentas às regras legais para manter os benefícios fiscais garantidos pelo programa. Uma das práticas que vem sendo alvo de intensificação da fiscalização por parte do Ministério do Trabalho é o chamado “rebate”, quando a empresa contratante recebe descontos ou comissões de prestadoras de serviços de alimentação em troca da adesão.

O rebate é expressamente proibido pelo Decreto nº 10.854, de 2021, que regulamenta o PAT. De acordo com o texto legal, a concessão de qualquer tipo de vantagem financeira direta ou indireta à empresa contratante, por parte das fornecedoras de benefícios alimentares, caracteriza infração.

A intenção do governo ao proibir esse tipo de arranjo é garantir que os valores investidos no programa sejam totalmente revertidos em alimentação de qualidade para os trabalhadores.

Na prática, quando ocorre o rebate no PAT, parte dos recursos que deveriam ser destinados à alimentação do funcionário retorna à empresa em forma de comissão, bonificação ou outro tipo de repasse disfarçado. Isso reduz o valor real recebido pelo trabalhador, descaracteriza o benefício e viola os princípios do PAT, que visam assegurar a saúde e a nutrição da força de trabalho.

As consequências para as empresas que infringem essa norma são significativas. Uma vez identificada a prática do rebate, a empresa pode ser descredenciada do programa e perder automaticamente o direito à dedução de até 4% no imposto de renda. Além disso, pode ser obrigada a ressarcir os valores que foram indevidamente abatidos nos últimos cinco anos, acrescidos de juros e multas. Há ainda o risco de ser processada por improbidade administrativa ou autuada por descumprimento da legislação trabalhista.

Para identificar irregularidades, o Ministério do Trabalho tem intensificado o uso de ferramentas de análise de dados e cruzamento de informações entre empresas contratantes e operadoras de benefícios. Também são feitas auditorias presenciais, além da abertura de canais de denúncia que permitem aos próprios trabalhadores relatarem práticas abusivas ou redução do valor real dos benefícios.

As empresas que desejam continuar utilizando os incentivos do PAT de maneira legal devem redobrar os cuidados na negociação com fornecedores de alimentação. Os contratos devem ser transparentes e prever exclusivamente o repasse dos valores contratados para o benefício dos trabalhadores, sem cláusulas ocultas que possibilitem contrapartidas financeiras.

Para isso, é recomendado que os gestores empresariais façam uma revisão periódica dos contratos com operadoras de alimentação, verifiquem as práticas do mercado e busquem fornecedores comprometidos com a legalidade e com os princípios do PAT. Também é importante registrar detalhadamente os valores pagos, os serviços prestados e garantir que os trabalhadores estejam efetivamente recebendo os benefícios contratados em sua totalidade.

Responsabilidade social

Em um cenário em que o compliance e a responsabilidade social ganham cada vez mais destaque, evitar práticas irregulares como o rebate é uma forma de proteger a reputação da empresa e manter uma relação de confiança com os colaboradores. O uso ético dos benefícios do PAT não apenas evita sanções, como também reforça o compromisso da organização com a valorização dos seus funcionários.

Ao optar por atuar dentro da legalidade, a empresa contribui com um ambiente de trabalho mais justo, saudável e produtivo, além de preservar os benefícios fiscais previstos. O recado do governo é claro: o Programa de Alimentação do Trabalhador existe para melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores, e qualquer tentativa de desviar esse objetivo será tratada com rigor.

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Contadores se unem por uma carreira sólida na contabilidade pública – Jornal Contábil

A valorização dos contadores públicos vai além de salários ou estabilidade. É sobre dar voz e estrutura a quem garante que os recursos do país sejam bem aplicados.

A criação da carreira na contabilidade pública é um passo necessário para fortalecer a atuação desses profissionais e torná-la ainda mais estratégica para o setor público. Com respaldo político e legal, os contadores ganham espaço para gerar mais impacto, com mais autonomia, mais eficiência e mais reconhecimento.

Essa união mostra que a classe contábil está pronta para transformar a gestão pública. E isso começa com organização, diálogo e ação coletiva.

A Câmara Legislativa do DF abriu espaço para discutir o futuro da contabilidade pública. Durante a sessão solene, parlamentares e representantes da classe contábil reforçaram o compromisso com a criação da nova carreira.

O encontro mostrou que a demanda é legítima e urgente. Valorizar o contador público é investir em responsabilidade fiscal, qualidade na gestão e mais respeito ao dinheiro público.

Categoria se mobiliza e delega representação junto ao governo

A mobilização saiu das redes e chegou às mesas de negociação. Comissões já estão em contato com lideranças políticas, defendendo uma carreira que respeite a formação e a importância do contador no setor público.

A classe mostra que, quando se une, é capaz de provocar mudanças reais. A mobilização é técnica, estratégica e essencial para um futuro mais justo na administração pública.

Transparência, controle e eficiência são pilares da proposta

O foco da proposta não é apenas corporativo. Ela busca fortalecer pilares fundamentais da gestão pública: mais controle, mais transparência e mais eficiência.

Com contadores qualificados e valorizados, a sociedade ganha. Ganham os gestores. Ganha o país. É um investimento em responsabilidade e resultado.

Tecnologia e inovação como aliadas da contabilidade pública

Profissionais que antes lidavam com fluxos burocráticos e pouco eficientes hoje buscam plataformas que permitam acompanhar a produtividade dos setores, registrar solicitações com clareza e otimizar o relacionamento com outras áreas e fornecedores.

Soluções como as oferecidas pela Digiliza já fazem parte da realidade de escritórios contábeis e repartições públicas que desejam transformar sua rotina com mais controle, agilidade e inteligência operacional.

À medida que a categoria se fortalece politicamente, a adoção de tecnologias modernas se mostra essencial para que o contador público avance como um verdadeiro agente de transformação.

Por isso, a Digiliza oferece 7 dias de teste gratuito para você experimentar todos os benefícios que podem transformar a rotina do seu escritório:

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Atenção! Prazo para inscrições do Enem 2025 termina nesta sexta-feira – Jornal Contábil

O MEC chama atenção dos estudantes do 3° ano do Ensino Médio para o prazo de inscrições no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2025. Os candidatos têm até esta sexta-feira, dia 13 de junho, para se inscrever. 

A participação deve ser confirmada exclusivamente por meio da Página do Participante, disponível no site do Inep, com login via Gov.br

Neste ano, o sistema traz mais agilidade para os estudantes concluintes do Ensino Médio da rede pública, pois os dados cadastrais já vêm preenchidos automaticamente. Basta acessar a plataforma, revisar as informações e indicar a preferência de idioma para a prova de língua estrangeira — inglês ou espanhol.

A taxa de inscrição permanece em R$ 85, e poderá ser paga até 11 de junho. O pagamento pode ser feito via boleto (emitido na própria página), Pix, cartão de crédito ou débito, conforme o banco. 

Estão isentos da taxa os alunos da rede pública que estão concluindo o Ensino Médio em 2025 — mesmo que não tenham solicitado a isenção — e também os candidatos inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico) que utilizam o Enem para certificação do Ensino Médio ou declaração parcial de proficiência.

Uma das novidades do Enem 2025 é a retomada da função de certificação do Ensino Médio para maiores de 18 anos, mediante solicitação no ato da inscrição. A relação de instituições responsáveis pela certificação será divulgada posteriormente por meio de portaria do Inep. 

Essa opção não substitui o Encceja, que continua sendo uma alternativa válida para a obtenção do diploma.

Leia também:

O que é o Enem?

O Enem é o maior exame educacional do Brasil. Os estudantes fazem as provas e com as notas podem ingressar em instituições de ensino superior. As notas do Enem podem ser utilizadas no Sistema de Seleção Unificada (Sisu), no Programa Universidade Para Todos (ProUni) e no Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

Além dos programas do governo para ingresso em universidades públicas, financiamento estudantil e concessão de bolsas de estudos, as notas do Enem podem ser utilizadas por faculdades (públicas e particulares) em vestibulares específicos. 

Data das Provas Enem 2025

As provas do Enem 2025 ocorrem nos dias 9 e 16 de novembro. Ambas as datas caem no domingo. Os portões serão fechados às 13h e as provas começam às 13h30, horário de Brasília. 

O primeiro dia de provas terá 45 questões de Ciências Humanas, 45 de Linguagens e Códigos e uma Redação. Já o segundo dia terá 45 perguntas de Matemática e 45 de Ciências da Natureza.

O resultado final do Enem 2025 tem prazo para divulgação no dia 12 de janeiro. 

Participe do Portal Nacional da Reforma Tributária: Acesse em

Reaplicação

De acordo com o edital, as provas serão reaplicadas nos dias 16 e 17 de dezembro para os participantes que faltaram por problemas logísticos ou doenças infectocontagiosas.

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