MTE publica orientações para recolhimento de FGTS em reclamatórias trabalhistas – Jornal Contábil

A Secretaria de Inspeção do Trabalho – SIT publicou a Nota Orientativa FGTS Digital nº 08/2025, com consolidação das orientações para recolhimento de FGTS oriundos de reclamatórias trabalhistas.

Tese vinculante publicada em fevereiro/2025 pelo Tribunal Superior do Trabalho – TST foi ao encontro do entendimento da Auditoria-Fiscal do Trabalho, que exige que todos os valores de FGTS devem ser depositados na conta vinculada do trabalhador, via recolhimento de guias do FGTS Digital ou via SEFIP.

Leia também:

RESUMO DOS PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS PELOS EMPREGADORES

Situação Procedimento
FGTS mensal de vínculo reconhecido em reclamatória trabalhista (ainda não declarado ao eSocial) Recolher via SEFIP 650/660(indicar competências pertinentes)
FGTS mensal já declarado ao eSocial desde março/2024 Recolher via FGTS Digital
Multa do FGTS (40%) de trabalhador com vínculo previamente registrado no eSocial, com data de demissão a partir de 01/03/2024 Enviar S-2299/S-2399 → Recolher via FGTS Digital
Multa do FGTS (40%) de vínculo reconhecido judicialmente sem registro prévio do empregado, com data de demissão a partir de 01/03/2024 Enviar S-2200, S-2299/S-2399, S-2500 e S-1200 zerado → Recolher via FGTS Digital
Vínculo reconhecido judicialmente Enviar S-2200, S-2299/S-2399, S-2500
Evento S-2500 Obrigatório para qualquer processo trabalhista que reconheça vínculo ou verbas salariais, para cumprimento de obrigações acessórias de registro do vínculo, anotação da CTPS e informação de bases de cálculo de contribuição previdenciária, além de servir de base para o evento S-2501 (Informações de Tributos Decorrentes de Processo Trabalhista)
Recolhimento de FGTS de competências até fevereiro/2024 Recolher via SEFIP 650/660(indicar competências pertinentes)
Recolhimento de multa do FGTS para desligamentos até 29/02/2024, ainda que a data da sentença/homologação seja posterior Recolher via GRRF/Conectividade Social

Acesse na íntegra a Nota Orientativa FD 08/2025.

Fonte: MTE

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Autor: Ana Luzia RodriguesAutor: Ana Luzia Rodrigues


Formada em jornalismo há mais de 30 anos, já passou por diversas redações dos jornais do interior onde ocupou cargos como repórter e editora-chefe. Também já foi assessora de imprensa da Câmara Municipal de Teresópolis. Atuante no Jornal Contábil desde 2021.


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Descubra se o Simples Nacional é o melhor caminho tributário para o seu consultório odontológico! – Jornal Contábil

Abrir um consultório ou clínica odontológica é uma escolha comum entre dentistas empreendedores. Mas será que o Simples Nacional é a melhor opção?

Esse regime tributário oferece vantagens para quem opta por ele, mas é importante avaliar alguns pontos antes de decidir.

Para te ajudar em mais uma questão do Simples Nacional, hoje a equipe do Jornal Contábil retirou algumas informações do artigo da  é-Simples Auditoria Eletrônica, empresa especialista no Simples Nacional e vamos te ajudar a entender mais sobre dentistas no Simples Nacional e saber como podemos ajudar nossos clientes optantes por esse regime!

O artigo da é-Simples Auditoria Eletrônica diz:

1. Como abrir um consultório de odontologia?

De acordo com o Blog da é-Simples Auditoria: ”Abrir um consultório odontológico envolve alguns passos importantes:

  1. Definição do Tipo e Porte da Empresa: Como dentista, seu consultório será provavelmente uma Microempresa (ME), podendo ser uma EIRELI ou LTDA.
  2. Definição das Atividades Desenvolvidas: Escolha os CNAEs (Classificação Nacional de Atividades Econômicas) adequados para atividades odontológicas. Isso determinará se você pode se enquadrar no Simples Nacional.
  3. Auxílio de um Contador: Consulte um contador para ajudar na abertura da Microempresa. Você precisará elaborar um contrato social e registrá-lo na Junta Comercial. Além disso, será necessário obter alvará de funcionamento na prefeitura e providenciar registros e licenças junto ao corpo de bombeiros.
  4. Regularização: Após completar essas etapas, você poderá emitir nota fiscal pelos serviços prestados.

Com esses passos, você estará no caminho certo para abrir seu consultório odontológico de forma legal e organizada.”

2. Quais tipos de empresa os dentistas podem abrir?

De acordo com o Blog da é-Simples Auditoria: ”Dentistas têm algumas opções ao decidir abrir uma empresa:

  1. Consultório Individual: É o mais comum, onde o dentista atua sozinho, sem sócios.
  2. Sociedade Simples: Dois ou mais dentistas se unem para abrir um consultório juntos, compartilhando custos e responsabilidades.
  3. Clínica Odontológica: Uma estrutura maior que pode incluir vários dentistas, cada um com sua especialidade, além de outros profissionais da saúde.
  4. Empresa Individual de Responsabilidade Limitada (EIRELI): Um dentista pode abrir uma EIRELI, que é uma modalidade que permite separar o patrimônio pessoal do patrimônio da empresa.
  5. Sociedade Limitada Unipessoal (SLU): É um tipo de empresa onde há apenas um proprietário, sem a necessidade de sócios. Para um dentista que trabalha sozinho, pode ser uma ótima opção.
  6. Sociedade Limitada (LTDA) é uma forma comum de organização empresarial no Brasil, e pode oferecer várias vantagens, especialmente se o dentista pretende trabalhar em parceria com outros profissionais ou expandir seu negócio.”

3. Qual a alíquota do Simples Nacional para dentistas?

Segundo o Blog da é-Simples Auditoria: ”Visto que os dentistas estão classificados no Anexo III do Simples Nacional. Isso significa que eles seguem regras específicas para calcular seus impostos.

Para os dentistas, a alíquota inicial de imposto é de 6%. No entanto, essa taxa só se aplica se os custos com a folha de pagamento, incluindo o pró-labore (que é uma espécie de “salário” dos sócios), forem maiores que 28% do faturamento bruto da empresa. Se esses custos forem menores, a alíquota pode ser diferente.”

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Gostou do assunto? Continue acompanhando nossos artigos, e também siga a é-Simples no instagram @esimplesauditoria.

Obrigado pela leitura!

Informações retiradas do Blog da é-Simples Auditoria. Artigo “Dentista: Simples Nacional é uma boa opção?”. Disponível em: Por Leonel Monteiro em 17/07/2024.

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Autor: Mariana FreitasAutor: Mariana Freitas


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Contabilidade: prazo de entrega da EFD-Reinf vence HOJE (16)! – Jornal Contábil

Atenção contabilidade! Uma importante obrigação contábil têm prazo de envio se esgotando nesta segunda, dia 16 de junho!

Trata-se da EFD-Reinf (Escrituração Fiscal Digital de Retenções e Outras Informações Fiscais) que deve conter o período de apuração referente a maio de 2025

A não entrega no prazo estabelecido pode resultar em penalidades,que podem doer no bolso.

Confira!!

O que deve conter na EFD-Reinf?

A EFD-Reinf, como parte do SPED tem o propósito de registrar os rendimentos pagos, retenções de Imposto de Renda e contribuições sociais, excluindo aquelas ligadas ao trabalho. 

Dentre as informações prestadas, destacam-se serviços com cessão de mão de obra, retenções na fonte, recursos para associação desportiva com equipe de futebol profissional, comercialização da produção agroindustrial, empresas sob a CPRB, e entidades promotoras de eventos desportivos.

Leia também:

Quem precisa entregar a EFD-Reinf?

Há uma gama de empresas que devem apresentar estes dados:

  • Todas as pessoas jurídicas que prestam e/ou contratam serviços realizados mediante cessão de mão-de-obra (colocam à disposição da empresa contratante, trabalhadores para realizar serviços contínuos);
  • Pessoas jurídicas responsáveis pela retenção PIS, Cofins e CSLL;
  • Pessoas jurídicas optantes pelo CPRB (desoneração da folha);
  • Produtor rural pessoa jurídica e agroindústria;
  • Associações desportivas que mantenham equipe de futebol profissional;
  • Empresa que destinam recursos à associação desportiva que mantenha;
  • Equipe de futebol profissional;
  • Entidades promotoras de eventos que envolvam ao menos 1 associação desportiva que mantenha equipe de futebol profissional;
  • Pessoas jurídicas ou físicas que tiveram retenção do IRRF.

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Multas e penalidades

Ao não declarar a EFD-Reinf ou errar em seu preenchimento, uma organização está sujeita a infrações. Entre elas, estão:

  • No caso de não envio do módulo ou entrega fora do prazo, as multas podem variar de 2% a 20% do valor total;
  • Caso a empresa preste informações incorretas, a penalidade será referente aos grupos de informação equivocados: o valor mínimo da multa é de R$ 500.

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Autor: Ana Luzia Rodrigues


Formada em jornalismo há mais de 30 anos, já passou por diversas redações dos jornais do interior onde ocupou cargos como repórter e editora-chefe. Também já foi assessora de imprensa da Câmara Municipal de Teresópolis. Atuante no Jornal Contábil desde 2021.


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Comunicações diretas ao Coaf sem aval judicial geram debate – Jornal Contábil

As polícias civis estaduais têm intensificado o envio de solicitações ao Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) em busca de relatórios que subsidiem investigações criminais. Em 2024, foram protocolados 13.667 pedidos — mais que o dobro dos 6.375 registrados em 2021, um salto de 114%. Já o Ministério Público estadual elevou suas requisições de 1.629, em 2021, para 1.864 no ano passado, aumento de 14%.

Os principais alvos dessas comunicações são apurações de tráfico de drogas, fraudes, corrupção e atuação de facções criminosas. Para o Coaf, o crescimento decorre tanto da capilaridade das polícias civis quanto da percepção crescente do valor dos Relatórios de Inteligência Financeira (RIF) no combate ao crime organizado. “Há um grande volume de pedidos ligados a tráfico de drogas, facções e tráfico de armas”, informou o órgão.

Pontos de vista em confronto
Forças de segurança: Delegados e promotores ouvidos defendem o acesso direto aos RIFs, sem necessidade de decisão judicial. Alegam que não se trata de quebra de sigilo bancário e que exigências formais atrasariam investigações. Treinamentos em investigação financeira já incorporam essa prática nas academias de polícia.
Defesa e magistrados: Advogados e alguns tribunais, como a Terceira Seção do STJ, afirmam que só é legítimo requisitar RIFs após autorização judicial — medida que coibiria abusos e inquéritos meramente “pro forma”.

Decisões judiciais e controvérsias
O STF, no Tema 990, reconheceu que Coaf e Receita Federal podem compartilhar dados sigilosos com órgãos investigativos sem prévia ordem judicial. Em 2023, o ministro Cristiano Zanin autorizou monocraticamente o envio de um RIF a pedido do MP do Pará, e, em 2024, a Primeira Turma do STF reforçou esse entendimento. Já o STJ limitou essa prerrogativa, exigindo aval do Judiciário para pedidos por polícia e MP, até que o Plenário do STF esclareça definitivamente o tema.

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, recorreu ao STF em maio, pedindo a reafirmação de que RIFs não configuram quebra de sigilo bancário e seu compartilhamento direto não fere a Constituição. Em contrapartida, o juiz federal Massimo Palazzolo anulou um RIF usado em investigação da Polícia Federal sobre desvios no INSS, justamente pela falta de decisão judicial.

Volume de pedidos por instituição
Após as polícias civis, a Polícia Federal registra o segundo maior número de intercâmbios: passou de 4.897 em 2021 para 6.803 em 2024 (+39%). São Paulo, Distrito Federal e Minas Gerais lideram o ranking de solicitações.

Cultura institucional e treinamentos
Segundo o delegado Alex Wagner Alves Freire (PC-RN), a inclusão de investigação financeira na formação de novos delegados contribui para o aumento dos pedidos ao Coaf. “Além de prender líderes, é fundamental atacar o poder econômico das organizações”, afirma.

Panorama estadual
Em estados como Bahia, Espírito Santo, Mato Grosso, Minas Gerais, Piauí e Santa Catarina, não há controle centralizado: cada delegado decide individualmente sobre o intercâmbio. Goiás, Maranhão e Distrito Federal optaram por não comentar, alegando sigilo estratégico.

Conclusão
A prática de comunicações diretas ao Coaf sem decisão judicial continua gerando embates entre objetividade investigativa e garantias processuais. A palavra final dependerá do STF, que deve definir se a prerrogativa vale em ambos os sentidos: repassar e requisitar RIFs sem aval prévio do Judiciário.

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Como identificar sites falsos e se proteger de fraudes online em 2025 – Jornal Contábil

O mundo da internet está sendo tomado por uma onda de fraudes digitais. Uma pesquisa recente mostrou que 321 sites falsos são criados diariamente com o objetivo de se passar por bancos, fintechs e plataformas de pagamento digital. Isso representa cerca de 14 novos golpes por hora, voltados a roubar dados e dinheiro de usuários desavisados.

Esse tipo de crime virtual se intensifica em datas comemorativas, quando o volume de compras e transações aumenta. E os criminosos estão cada vez mais aprimorando suas técnicas.

Golpes mais comuns em sites falsos

As páginas fraudulentas se apresentam como serviços legítimos, utilizando nomes e visuais parecidos aos de grandes instituições. Para se precaver, veja as iscas digitais mais usadas para atrair vítimas:

  • Falsas ofertas de aumento de limite de crédito
  • Anúncios enganosos de cartão de crédito sem consulta
  • Sites clonados para renegociação de dívidas
  • Venda de maquininhas de cartão com descontos falsos
  • Supostos benefícios sociais ou auxílios emergenciais
  • Golpes com QR Code falso para pagamentos via PIX
  • Falsos atendimentos via chatbot simulando suporte
  • Promoções irreais envolvendo transferências instantâneas

Como identificar sites falsos

Para evitar cair em golpes digitais, é preciso assumir uma postura de confiança zero, ou seja, verificar tudo antes de colocar seus dados. Confira as práticas de segurança mais eficazes:

1. Verifique o domínio do site
Criminosos utilizam endereços muito parecidos com os originais. Fique atento a erros de ortografia, trocas sutis de letras e nomes incompletos.

2. Consulte a idade do domínio
Sites fraudulentos geralmente são novos. Ferramentas como Whois e Registro.br mostram quando o endereço foi criado e quem é o responsável.

3. Avalie o design e o texto
Sites com muitos erros, imagens com baixa qualidade ou distorcidas têm grandes chances de serem falsos.

4. Não confie apenas no cadeado (HTTPS)
Apesar do cadeado indicar conexão segura, isso não quer dizer que o site seja legítimo. Muitos golpistas usam HTTPS para parecerem confiáveis.

5. Use sempre os canais oficiais
Se receber e-mails ou mensagens com links suspeitos, não clique. Acesse o site oficial digitando o endereço no navegador ou entre em contato pelos canais de atendimento verificados.

Fui vítima de golpe online: o que fazer?

Se você clicou em um link malicioso ou forneceu suas informações pessoais, tome medidas rápidas:

Informou dados bancários ou cartão?
Avise imediatamente seu banco e a administradora do cartão. Solicite o bloqueio de transações suspeitas.

Notou compras indevidas?
Conteste a transação com o banco e verifique a possibilidade de estorno ou cancelamento.

Compartilhou senhas?
Troque todas as senhas envolvidas e ative a autenticação em dois fatores para reforçar sua segurança.

Dicas finais para se proteger de golpes financeiros

  • Nunca clique em links enviados por e-mail ou WhatsApp sem confirmação
  • Desconfie de ofertas boas demais para ser verdade
  • Verifique as informações diretamente com a empresa
  • Use antivírus e mantenha o sistema atualizado

A prevenção é a melhor defesa. Golpes digitais estão se tornando mais frequentes e sofisticados, mas com informação e cautela, você pode evitar grandes prejuízos.

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Pró-labore, distribuição de lucros e salário: entenda o que muda na prática – Jornal Contábil

Quando se fala em remuneração dentro das empresas, principalmente pequenas e médias, é comum haver confusão entre os termos pró-labore, distribuição de lucros e salário. Embora todos estejam ligados ao pagamento de pessoas que atuam no negócio, cada um tem regras específicas, implicações tributárias diferentes e finalidades.

O que é pró-labore?

O termo pró-labore vem do latim e significa “pelo trabalho”. Ele representa a remuneração obrigatória paga aos sócios que exercem atividades, como um diretor, gestor ou outro cargo de liderança.

Diferente da distribuição de lucros, o pró-labore sofre incidência de INSS e, em alguns casos, Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF). Ou seja, há encargos tributários sobre esse valor.

Contudo, diferentemente de um salário, o pró-labore não dá direito ao FGTS, salvo se o sócio for contratado também como empregado formal, o que é raro.

O que é distribuição de lucros?

Já a distribuição de lucros é o pagamento feito aos sócios com base nos lucros apurados pela empresa no período. Esse valor não tem incidência de INSS, IRRF ou qualquer outro imposto, desde que a empresa mantenha uma escrituração contábil regular e esteja em dia com suas obrigações legais.

O que é salário?

O salário, por sua vez, é a forma de remuneração de um empregado formalizado sob o regime da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho). Ele está diretamente ligado a uma relação de subordinação e contrato de trabalho entre empregado e empregador.

Quem recebe salário tem direito a INSS, FGTS, férias, 13º salário, adicionais, horas extras, entre outros encargos e benefícios trabalhistas.

Resumo das principais diferenças

Remuneração Destinatário Incide INSS? Tem IR? Dá direito a FGTS? Exige trabalho ativo?
Pró-labore Sócios que atuam Sim Sim Não Sim
Distribuição de lucros Sócios (ativos ou não) Não Não Não Não
Salário Funcionários CLT Sim Sim Sim Sim

Por que é importante entender essa diferença?

Para evitar problemas com o Fisco e garantir uma gestão financeira mais eficiente, é essencial separar claramente o que é pagamento por trabalho, o que é participação nos lucros e o que é remuneração contratual de um funcionário.

Empresas que tentam “disfarçar” salários como distribuição de lucros, por exemplo, para pagar menos encargos, podem ser penalizadas em fiscalizações da Receita Federal ou em ações trabalhistas.

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Corpus Christi deve movimentar R$ 5,9 bi e atrair 3,2 milhões de turistas em SP – Jornal Contábil

Um dos feriados religiosos mais tradicionais do país, o Corpus Christi, celebrado neste 19 de junho, promete movimentar financeiramente R$ 5,9 bilhões no Estado de São Paulo, conforme estimativas do Centro de Inteligência da Economia do Turismo (CIET), ligado à Secretaria de Turismo e Viagens do Estado (Setur-SP). Para o quarto superferiado do ano, são esperados 3,2 milhões de pessoas circulando pelo estado, o que representa aumento de 10,3% em relação a 2024.

A data é expõe a força do turismo religioso e cultural, impulsionando a economia local, o comércio, a gastronomia e o setor de eventos. Em muitos municípios paulistas, a data é marcada pela montagem de extensos tapetes coloridos pelas ruas, tradição de origem portuguesa que ganhou expressiva dimensão no Brasil.

Em diversas partes do estado há manifestações desta tradição. Por isso, a Setur-SP listou alguns dos inúmeros destinos que estão prontos para a celebração. Confira. 

Matão

A 303 km da capital paulista, o município de Matão realiza o Corpus Christi há 77 anos, com milhares de voluntários e visitantes. O tema de 2025 é “Eucaristia nos faz peregrinos de esperança”. A programação inclui missas, feira de artesanato, exposições e shows. Tapetes coloridos ocupam o centro da cidade com imagens e mensagens religiosas.

Ibitinga

Distante a 343 km da capital paulista, e famosa por seu setor têxtil, Ibitinga transforma suas ruas em verdadeiros bordados: lençóis, colchas e edredons formam tapetes exclusivos, que depois são vendidos. A cidade é conhecida como a Capital Nacional dos Bordados e une fé, tradição e economia criativa.

Santana de Parnaíba

Outro conhecido destino por promover e preservar a cultura religiosa, distante a 38 km da capital paulista, Santa de Parnaíba celebra o feriado com cerca de 850 metros de tapetes de serragem, o evento ocupa o Centro Histórico da cidade, repleto de casarões coloniais. Além da programação religiosa, há feira de artesanato, alimentação e apresentações culturais.

Paraguaçu Paulista

Os tapetes de Paraguaçu Paulista, a 465 km da capital, também são tradicionais nesta época do ano. A cidade prepara tapetes com o apoio do artista capixaba Geraldo Vinco. O tema de 2025 é “Os Sacramentos da Igreja”. Missas, procissões e encenação da Paixão de Cristo completam a programação.

Santa Isabel

A apenas 60 km da capital, o Município Turístico de Santa Isabel mantém a tradição de tapetes confeccionados por escolas e comunidades locais na Avenida República. Feitos com serragem, cal e flores, simbolizam o caminho para a Eucaristia. A tradição é forte e atrai moradores e turistas.

Embu das Artes

Ainda mais próximo da capital paulista, a 28 km da capital, Embu das Artes, famosa pela feira de arte e artesanato, terá os tapetes feitos com ráfia, cal, tinta e cola branca por diversas paróquias. A celebração atrai milhares de pessoas e reforça o perfil artístico do município.

Pirapora do Bom Jesus

Comemorando o terceiro século do encontro da imagem do Senhor Bom Jesus, Pirapora do Bom Jesus, a festividade contará com 51 tapetes sobre a história do município, distribuídos entre o Santuário do Senhor Bom Jesus, escolas municipais, secretarias, ONG’s e Associações. A programação inclui missas e procissão no Santuário, ponto central da celebração. Organizado pelo Santuário Diocesano do Senhor Bom Jesus, com o apoio da Prefeitura, o evento está marcado para 19 de junho, com missa solene às 10h e 16h no Santuário, seguida de procissão pelas ruas do centro da cidade. 

Feriados prolongados 

O turismo no Estado segue aquecido. Os três primeiros feriados prolongados do semestre (Carnaval, Páscoa, Dia do Trabalho) somam juntos, R$ 12,5 bilhões em movimentação financeira, além de 5,6 milhões de turistas. 

Estimativas para o turismo de SP

Em 2025, 51 milhões de turistas devem visitar o estado, de acordo com cálculos do CIET. Deste total, 48,5 milhões nacionais e 2,5 milhões de estrangeiros. O PIB do turismo paulista alcance deve alcançar 9,7%, movimentando R$ 340 bilhões.

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O ‘ralos’ de dinheiro que uma empresa pode ter e como proteger as finanças – Jornal Contábil

Em um cenário econômico desafiador, garantir a saúde financeira de uma empresa não é apenas desejável; é essencial. Entretanto, muitos empresários ainda não perceberam que existem “ralos de dinheiro invisíveis” que podem drenar recursos financeiros sem que ninguém se dê conta. Identificar e mitigar esses problemas é crucial para assegurar a sustentabilidade e o crescimento de qualquer organização.
 

Os ralos de dinheiro referem-se a práticas ineficientes, fraudes e desperdícios que corroem a rentabilidade de uma empresa. Como observa José Augusto Barbosa, sócio da Audcorp, empresa especializada em auditoria, “as empresas precisam estar atentas às fragilidades que podem levar a desperdícios financeiros. Muitas vezes, são pequenos detalhes que, somados, geram grandes perdas.”

Esses ralos podem surgir de diversas fontes, tanto externas quanto internas, e podem ser categorizados em duas grandes áreas: ineficiências operacionais e fraudes.
 

Exemplos comuns de ralos de dinheiro

  1. Ineficiências operacionais:
    • Viagens mal planejadas: gastos excessivos com passagens e hospedagem que poderiam ser evitados com um planejamento mais eficiente.
    • Contratações ineficientes: investir em talentos que não se alinham com as necessidades estratégicas da empresa, resultando em baixos desempenhos e altas despesas.
    • Projetos inacabados: recursos investidos em iniciativas que não trazem retorno, consumindo tempo e dinheiro sem resultados.
    • Custo com ferramentas ineficientes: utilização de softwares ou plataformas que não atendem às necessidades da empresa, gerando gastos desnecessários.
  2. Fraudes e irregularidades:
    • Manipulação de registros contábeis: alteração de dados para ocultar desvios ou perdas financeiras, comprometendo a transparência da contabilidade.
    • Conflitos de interesse: decisões tomadas em benefício próprio que afetam os resultados da empresa.
    • Evasão fiscal: práticas ilegais para evitar o pagamento de impostos, que podem levar a penalidades severas.
    • Roubo de recursos: apropriação indevida de dinheiro, equipamentos ou produtos.
    • Sabotagem interna: danos intencionais às operações ou propriedades da empresa por colaboradores descontentes.

A importância de identificar ralos de dinheiro

A identificação desses ralos é crucial para evitar que se tornem problemas críticos. Empresas que não realizam uma análise rigorosa de seus processos correm o risco de enfrentar perdas substanciais. “O primeiro passo é ter um olhar crítico sobre as operações. Muitas vezes, o que parece ser um custo fixo pode esconder ineficiências”, alerta Barbosa. O reconhecimento precoce de problemas pode ser a chave para a recuperação e a eficiência financeira.

Para mitigar os ralos de dinheiro, é essencial implementar uma série de medidas que promovam a transparência nas operações. Aqui estão algumas ações recomendadas:

  1. Estabelecer políticas claras:
    • Código de conduta: criar um código que oriente os colaboradores sobre a identificação de conflitos de interesse e as ações a serem tomadas em tais situações.
    • Treinamentos regulares: realizar capacitações sobre ética e conformidade, reforçando a importância da integridade nas operações.
  2. Implementar controles internos:
    • Segregação de funções: garantir que diferentes pessoas sejam responsáveis por diferentes aspectos de transações financeiras para reduzir o risco de fraudes.
    • Auditorias internas: conduzir auditorias regulares para identificar ineficiências e irregularidades nos processos.
  3. Fomentar a comunicação aberta:
    • Canais de Denúncia: criar um ambiente seguro para que colaboradores possam relatar problemas ou comportamentos suspeitos sem medo de represálias.
    • Reuniões de feedback: incentivar discussões regulares sobre processos e eficiência.
  4. Usar tecnologia de monitoramento:
    • Sistemas financeiros digitalizados: implementar softwares que permitam monitorar transações em tempo real e identificar padrões suspeitos.
    • Inteligência artificial: utilizar tecnologias avançadas para detectar fraudes e anomalias antes que se tornem problemas significativos.

Indicadores financeiros a serem monitorados

Para evitar desperdícios, é fundamental que as empresas monitorem indicadores financeiros relevantes. Aqui estão alguns deles:

  • Inadimplência: acompanhar clientes que atrasam pagamentos para identificar problemas de fluxo de caixa.
  • Budget anual: criar um orçamento que preveja receitas e despesas, ajudando na gestão financeira ao longo do ano.
  • Custos financeiros: revisar tarifas e taxas cobradas por instituições financeiras para evitar gastos desnecessários.
  • Análise de custo-benefício: avaliar se as despesas geram o retorno esperado em termos de produtividade e receita.

O papel da tecnologia na identificação de falhas financeiras

A tecnologia desempenha um papel crucial na proteção contra ralos de dinheiro. Com a digitalização dos processos financeiros, as empresas podem monitorar suas operações de forma mais eficiente e segura. “A automação não só aumenta a precisão, mas também proporciona uma visão mais clara das operações financeiras. Isso facilita a identificação de anomalias antes que se tornem problemas”, explica Barbosa.
 

Além disso, sistemas de controle de acesso ajudam a limitar quem pode ver ou manipular dados financeiros, criando camadas adicionais de segurança.

As revisões financeiras não devem ser uma resposta a crises, mas parte da rotina de gestão. A frequência deve ser ajustada às necessidades específicas de cada organização. Auditorias regulares ajudam a identificar e corrigir falhas antes que elas se tornem críticas.
 

A implementação de auditorias em intervalos regulares apresenta vários benefícios:

  • Sugestões de Melhoria: auditorias podem revelar áreas que necessitam de aprimoramento nos processos e controles internos.
  • Redução de Custos: a identificação de desperdícios e ineficiências pode levar a uma significativa economia financeira.
  • Aumento da Produtividade: melhores processos podem resultar em maior eficiência operacional.
  • Transparência e Ética: a realização de auditorias regulares contribui para um ambiente de trabalho mais ético e motivador.

No mundo atual, em que cada centavo conta, o cuidado com as finanças é mais do que uma obrigação; é uma estratégia para o sucesso a longo prazo. Como bem afirma José Augusto Barbosa, “a verdadeira saúde financeira de uma empresa começa com a consciência de onde estão seus recursos e como eles estão sendo utilizados.”

José Augusto Barbosa

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PIS 2025: novo grupo recebe abono a partir de 16 de junho; veja se você tem direito – Jornal Contábil

A partir da próxima segunda-feira, 16 de junho, a Caixa Econômica Federal inicia a nova etapa de pagamentos do abono salarial 2025, contemplando trabalhadores nascidos nos meses de julho e agosto.

Quem tem direito ao abono?

O abono salarial é destinado a quem trabalhou com carteira assinada por pelo menos 30 dias em 2023, tanto na iniciativa privada quanto no serviço público. Também é necessário:

  • Estar inscrito no Programa há pelo menos cinco anos;
  • Ter recebido até dois salários mínimos de média mensal em 2023;
  • Ter os dados do vínculo empregatício informados corretamente pelo empregador na RAIS ou eSocial.

Fórum Reforma Tributária:
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Qual o valor do abono?

O valor é proporcional ao tempo trabalhado com carteira assinada no ano-base de 2023. O cálculo usa como referência o salário mínimo de 2025 e quem trabalhou durante os 12 meses do ano receberá o valor cheio. Já quem atuou por menos tempo, receberá uma quantidade proporcional.

Como será feito o pagamento?

O pagamento do abono será feito baseado com o tipo de vínculo do trabalhador com a instituição bancária. Aqueles que possuem conta corrente ou poupança na Caixa Econômica Federal terão o valor depositado automaticamente em suas contas. Já os servidores públicos que recebem pelo Banco do Brasil contarão com alternativas como transferência via PIX, TED ou até mesmo saque presencial nas agências. Para os demais beneficiários que não possuem conta em banco, o valor será disponibilizado por meio da Poupança Social Digital, que pode ser acessada e movimentada pelo aplicativo Caixa Tem.

Como saber se vou receber?

Para saber se tem direito ao abono salarial, o trabalhador pode realizar a consulta por diferentes canais oficiais. Uma das formas mais práticas é pelo aplicativo Carteira de Trabalho Digital, disponível para celulares tanto Android quanto iOS. Além disso, também é possível verificar a elegibilidade acessando o portal Gov.br e a Central Alô trabalho, pelo telefone 158. Caso prefira comparecer presencialmente, basta ir a uma das unidades do Ministério do Trabalho e Emprego para obter as informações.

Calendário completo do PIS 2025

Mês de nascimento Liberação do abono
Janeiro 17 de fevereiro
Fevereiro 17 de março
Março e abril 15 de abril
Maio e junho 15 de maio
Julho e agosto 16 de junho
Setembro e outubro 15 de julho
Novembro e dezembro 15 de agosto

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Autor: Mariana FreitasAutor: Mariana Freitas


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CIEE abre 17,5 mil vagas de estágio no Brasil – Jornal Contábil

  • No estado de São Paulo, são 9.482 oportunidades, 3.534 na capital
  • As principais oportunidades são para as áreas de Direito, Pedagogia e Administração

O período de junho e julho representa um momento de descanso para grande parte dos estudantes brasileiros. Mas, aos que buscam uma inserção no mundo do trabalho, o momento é oportuno porque muitos contratos de estágio chegam ao fim e muitos estudantes se formam em seus cursos e precisam encerrar suas atividades.

Dentro deste cenário, o Centro de Integração Empresa-Escola – CIEE, maior ONG de inclusão social e empregabilidade da América Latina, projeta a abertura de cerca de 17,5 mil vagas de estágio em todo o País. Somente no estado de São Paulo são 9.482 oportunidades de estágio, 3.534 delas na capital. A região Nordeste é a segunda maior em número de oportunidades, contabilizando 4.031 vagas de estágio, seguida da região Norte com 1.383. No período de junho e julho, o Centro-Oeste contará com 954 oportunidades e o Distrito Federal com 1.043. O CIEE/ES traz 353 oportunidades de estágio no período.

As milhares de vagas abrangem as mais variadas áreas de estudo e os cursos com maior número de oportunidades de estágio em ensino superior são Direito, Pedagogia e Administração. 

Para estagiar é preciso estar matriculado em um curso de ensino médio, técnico ou superior e o valor de bolsa-auxílio não é determinado pelo salário mínimo, mas sim, regida pelas práticas estabelecidas nas empresas e atrelada à média regional e semestre da graduação. Os benefícios também variam de acordo com cada empresa ou órgão público e podem incluir Convênio Médico, Vale Refeição, Seguro de Vida, entre outros.

A superintendente Nacional de Operações e Atendimento do CIEE, Mônica Vargas, reforça a importância do período: “As férias do meio do ano representam uma janela de oportunidades super relevante aos que buscam se inserir no mercado de trabalho. O estágio é a porta de entrada que permite aos estudantes vivenciar na prática o que absorvem de conteúdo teórico em sala”, aponta.

Para se candidatar às vagas e processos seletivos, é preciso se cadastrar no Portal CIEE através do endereço ciee.online. Importante se atentar a todos os campos de preenchimento das informações, como curso de formação, CEP, e-mail e número de contato. Na plataforma, o usuário conta ainda com ferramentas de aprimoramento do currículo, como vídeo de apresentação e redação online. Todas as ferramentas são disponibilizadas gratuitamente.

CIEE 61 anos: Imparável

Desde sua fundação, o Centro de Integração Empresa-Escola, maior ONG de inclusão social e empregabilidade jovem da América Latina, se dedica à capacitação profissional de jovens e adolescentes. A instituição, responsável pela inserção de 7 milhões de brasileiros no mundo do trabalho, mantém uma série de ações socioassistenciais voltada à promoção do conhecimento e fortalecimento de vínculos de populações prioritárias. 

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